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Armis Identifica Dispositivos de TO e ICS de Maior Risco em Setores de Infraestrutura Crucial
Riscos Elevados para Empresas de Fabricação, Serviços Públicos e Transporte
Armis, a empresa líder em visibilidade e segurança de ativos, divulgou hoje uma nova pesquisa identificando dispositivos de maior risco que representam ameaças aos setores de infraestrutura crucial: fabricação, serviços públicos e transporte. Dados analisados da Plataforma de Inteligência e Segurança de Ativos da Armis, que rastreia mais de três bilhões de ativos, descobriram que os dispositivos de tecnologia operacional (TO) e sistemas de controle industrial (ICS) que apresentam o maior risco para estes setores são estações de trabalho de engenharia, servidores SCADA, servidores de automação, historiadores e controladores lógicos programáveis (PLCs).
A priorização e o gerenciamento de vulnerabilidades continuam sendo um problema
A pesquisa da Armis descobriu que as estações de trabalho de engenharia são os dispositivos de TO que receberam mais tentativas de ataque no setor nos últimos dois meses, seguidas pelos servidores SCADA. 56% das estações de trabalho de engenharia têm pelo menos uma Vulnerabilidade e Exposição Comum (CVE) de gravidade crítica não corrigida e 16% são suscetíveis a pelo menos uma CVE armada e publicada há mais de 18 meses.
Fontes de alimentação ininterrupta (UPS) são o terceiro tipo de dispositivo que sofreu mais tentativas de ataque nos últimos dois meses. Embora essenciais para a continuidade em caso de queda de energia, os dados mostraram que 60% dos dispositivos UPS têm pelo menos uma CVE de gravidade crítica não corrigida, que, como vimos com o TLStorm, poderia levar criminosos a causar danos físicos ao próprio dispositivo ou a outros ativos conectados a ele.
Controladores lógicos programáveis (PLCs) são outro exemplo, com 41% tendo pelo menos uma CVE de gravidade crítica não corrigida. Estes dispositivos legados são de grande importância, pois, se atacados, podem levaràinterrupção das operações centrais, mas a pesquisa destacou que eles podem ser suscetíveis a fatores de alto risco, como hardware com fim de suporte e firmware com fim de suporte.
Um conjunto de dispositivos adicionais representa risco para ambientes de fabricação, transporte e serviços públicos, pois possuem pelo menos uma CVE armada e publicada antes de janeiro de 2022: 85% dos leitores de código de barras, 32% dos comutadores industriais gerenciados, 28% das câmeras IP e 10% das impressoras.
Os setores de TO são caracterizados por ter diversos locais, diversas linhas de produção e linhas de distribuição complexas com uma grande quantidade de dispositivos gerenciados e não gerenciados em suas redes. Neste contexto, compreender de onde vem o risco e a necessidade de correção apresenta um desafio significativo e pode ser um obstáculo para o gerenciamento de vulnerabilidade, ao representar um ponto de entrada para agentes mal-intencionados.
“Em um ambiente de ICS, é muito comum ter dispositivos vulneráveis, então os profissionais precisam ver quais ativos estão em sua rede e informações adicionais sobre o que estes dispositivos estão realmente fazendo”, disse Nadir Izrael, Diretor de Tecnologia e Cofundador da Armis. “Os dados contextuais irão permitir que as equipes definam o risco que cada dispositivo representa ao ambiente de TO, para que possam priorizar a correção de vulnerabilidades críticas e/ou armadas, a fim de reduzir com rapidez a superfície de ataque.”
Há uma necessidade de cooperação entre as equipes de TO e TI
Os setores de TO mudaram significativamente nos últimos anos devidoàconvergência de TO e Tecnologia da Informação (TI). Este alinhamento está conduzindo uma nova fase para a era industrial e irá permitir a cooperação entre domínios, contudo e na prática, o gerenciamento unificado de ambos os ambientes ainda não ocorreu. Com as equipes de TO concentradas na manutenção de sistemas de controle industrial, mitigando os riscos para TO e garantindo a integridade geral em ambientes operacionais, as tarefas com mais foco em TI foram deixadas de lado.
Quatro dos cinco dispositivos de maior risco executam notavelmente sistemas operacionais Windows, mostrando como uma compreensão básica do risco de ativos e da proteção de ativos vulneráveis ainda é um desafio para as equipes de TI e TO.
A Armis analisou os tipos de dispositivos e descobriu que muitos estão mais expostos a atividades maliciosas, pois vêm usando o protocolo SMBv.1, sistemas operacionais com fim de suporte e muitas portas abertas. O SMBv.1 é um protocolo herdado, não criptografado e complicado com vulnerabilidades que foram alvo dos infames ataques Wannacry e NotPetya. Os especialistas em segurança aconselharam anteriormente as organizações a parar de usá-lo por completo, mas os dados mostram que ele ainda é proeminente no campo.
“A partir de uma perspectiva organizacional, ter uma abordagem baseada em riscos para o gerenciamento de vulnerabilidades deve andar de mãos dadas com os departamentos de TO e TI trabalhando juntos para ajudar a coordenar os esforços de mitigação”, continuou Izrael. “Os projetos interdepartamentais irão ajudar a simplificar o gerenciamento de processos e recursos, bem como alcançar maior conformidade e segurança de dados. Em geral, para enfrentar os desafios da nova era industrial, os profissionais de segurança precisam de uma solução de segurança de convergência de TI/TO que proteja todos os ativos conectadosàrede.”
A Plataforma de Inteligência de Ativos Unificados da Armis descobre todos os ativos conectados, mapeia as comunicações e relacionamentos entre eles, bem como adiciona inteligência contextual para ajudar a entender seu contexto e o risco que podem apresentar aos negócios. Foi criada propositadamente para proteger ambientes de TO e TI, podendo receber sinais significativos de centenas de plataformas de TI e TO. O mecanismo de detecção de ameaças baseada em nuvem da Armis usa aprendizagem de máquina e inteligência artificial para detectar quando um dispositivo está operando fora de sua linha de base normal “conhecida” e ativa uma resposta automatizada para um gerenciamento mais fácil da superfície geral de ataque.
A Armis foi reconhecida pelo ISG como Líder em Segurança de TO pelo 3º ano consecutivo no relatório de 2022 “Serviços de Segurança de Fabricação de Provedores ISG: Soluções de Segurança de TO“. E foi nomeada um Fornecedor Representante pelo 3º ano consecutivo no “Guia de Mercado para Segurança de Tecnologia Operacional da Gartner.”
Para ver como a Armis impede ameaças e protege organizações internacionais como Colgate-Palmolive e Fortive, bem como ajuda empresas de utilidade pública, transporte e os principais fabricantes ficando online 24 horas por dia, 7 dias por semana, 365 dias por ano, acesse: https://www.armis.com
Metodologia
A Armis calculou o risco de dispositivos ao observar todos os dispositivos em sua Plataforma de Inteligência e Segurança de Ativos, identificando que tipos têm o fator de risco de maior gravidade e/ou vulnerabilidades e exposições comuns (CVEs). Além disto, o nível de impacto nos negócios e as proteções de terminais tiveram uma influência ponderada.
Sobre a Armis
A Armis, empresa líder em visibilidade e segurança de ativos, fornece a primeira plataforma de inteligência de ativos unificada do setor, projetada para lidar com a nova superfície de ataque estendida criada pelos ativos conectados. As empresas da Fortune 100 confiam em nossa proteção contínua e em tempo real para ver com contexto total todos os ativos gerenciados e não gerenciados em TI, nuvem, dispositivos IoT, dispositivos médicos (IoMT), tecnologia operacional (TO), sistemas de controle industrial (ICS) e 5G. A Armis fornece gerenciamento passivo de ativos cibernéticos, gerenciamento de riscos e aplicação automatizada. A Armis é uma empresa privada com sede na Califórnia.
O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.
Ver a versão original em businesswire.com: https://www.businesswire.com/news/home/20230612005046/pt/
Contato:
Contatos de mídia:
Rebecca Cradick
Diretor Sênior de Comunicações Globais
Armis
Fonte: BUSINESS WIRE
Notícias
Tireoide: médica explica sobre nódulos, riscos e tratamentos
Alterações na tireoide, mesmo aquelas com sintomas leves, podem afetar significativamente a qualidade de vida e a saúde da pessoa, adverte a médica Olivia Grimaldi. A falta de diagnóstico e de tratamento leva a complicações graves no futuro

27/3/2025 –
Alterações na tireoide, mesmo aquelas com sintomas leves, podem afetar significativamente a qualidade de vida e a saúde da pessoa, adverte a médica Olivia Grimaldi. A falta de diagnóstico e de tratamento leva a complicações graves no futuro
A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 750 milhões de pessoas no mundo sofram de alguma patologia relacionada à tireoide, sendo que cerca de 60% sequer sabe da sua própria condição. Essa glândula, uma das maiores do corpo, produz hormônios e regula funções de órgãos como coração, rins, cérebro e fígado, como explica o Ministério da Saúde.
Olivia Grimaldi, médica patologista especializada em doenças de tireoide, afirma que a estimativa da OMS é preocupante por diversas razões. Uma delas é o fato de que alterações na tireoide, mesmo as subclínicas (com sintomas leves), podem afetar significativamente a qualidade de vida, o metabolismo, a saúde cardiovascular, a função cognitiva e o bem-estar emocional da pessoa.
Além disso, a falta de diagnóstico e de tratamento, em determinados casos, leva a complicações graves no futuro, já que os sintomas são inespecíficos e passíveis de serem confundidos com outras condições.
Um exemplo de complicação é o hipotireoidismo, caracterizado pela baixa produção dos hormônios T3 e T4. “Pode resultar em mixedema (inchaço da pele e dos tecidos moles como gordura e músculos, uma condição rara, mas potencialmente fatal), problemas cardíacos, infertilidade e comprometimento do desenvolvimento neurológico em bebês de mães não tratadas”, ressalta Dra. Olivia Grimaldi.
Outra preocupação é o hipertireoidismo, quando há a produção dos hormônios acima do que o corpo precisa. A pessoa pode sofrer com arritmias cardíacas, osteoporose e crise tireotóxica (“tempestade tireoidiana”, quando os hormônios tireoidianos são liberados no sangue em altíssima quantidade), considerada uma emergência médica.
“Gestantes e mulheres em idade fértil são particularmente vulneráveis, pois as alterações na função tireoidiana têm a possibilidade de afetar a fertilidade, a gravidez e o desenvolvimento fetal”, explica a médica.
A fadiga, a depressão e outros sintomas associados às doenças da tireoide podem afetar a capacidade de trabalho e a produtividade, prejudicando a qualidade de vida e o bem-estar emocional do indivíduo, salienta Dra. Olivia Grimaldi.
Nódulos
Um nódulo na tireoide é o resultado de crescimento anormal de células dentro da glândula, com a formação de uma pequena massa ou caroço.
“A grande maioria dos nódulos é benigna, mas sinalizam desequilíbrios no organismo – desde fatores hormonais até deficiências nutricionais, intoxicações, obesidade, síndrome metabólica. Olhar para as causas resolve a questão e previne nódulos em outros órgãos. Por exemplo, quantas mulheres têm nódulos na mama e tireoide? Será que não estão relacionados?”, diz.
Apesar de a maioria dos nódulos ser benigna, uma pequena porcentagem é cancerosa. “Características como crescimento rápido, consistência dura, fixação a tecidos adjacentes, rouquidão ou linfonodos aumentados no pescoço levantam suspeitas”, adverte.
Há ainda os nódulos autônomos, que produzem hormônios tireoidianos independentemente do controle do hormônio tireoestimulante (TSH). Eles são uma das causas do hipertireoidismo, com risco de complicações cardíacas e ósseas.
Nódulos grandes também podem comprimir estruturas adjacentes, como a traqueia ou o esôfago, causando dificuldade para respirar ou engolir, salienta Dra. Olivia Grimaldi.
“A punção aspirativa com agulha fina é o método de escolha para definir a urgência do tratamento. Enquanto a ultrassonografia avalia as características do nódulo, a punção é recomendada para aqueles com características suspeitas ou maiores que 1 centímetro”, esclarece.
Os resultados da punção após análise do material no microscópio são classificados de acordo com o sistema de Bethesda, que funciona como uma escala de malignidade – ou seja, fornece uma estimativa do risco e orienta as decisões de acompanhamento ou tratamento imediato.
Tratamentos para nódulos na tireoide
Dra. Olivia Grimaldi diz que o tratamento das doenças da tireoide deve ser individualizado, levando em consideração os sintomas do paciente, os resultados dos exames laboratoriais e a presença de outras condições de saúde.
No caso do tratamento clínico, o médico investiga e aborda cada um dos fatores envolvidos na formação do nódulo, como deficiência nutricional, intoxicação ambiental, desequilíbrios hormonais, síndrome metabólica, resistência insulínica e inflamação (doença de Hashimoto, por exemplo), afirma.
Segundo a médica, o iodo radioativo, medicamento à base de iodo que emite radiação, é usado para nódulos hiperfuncionantes que causam hipertireoidismo, mas atualmente pode ser substituído pela ablação para preservar a função da glândula ‒ desde que sob supervisão médica.
“A ablação por radiofrequência ou microondas é um procedimento minimamente invasivo para reduzir o tamanho de nódulos benignos sintomáticos. Também indicada para nódulos malignos de até 1 centímetro, a depender das características ultrassonográficas”, esclarece a médica.
“A cirurgia de remoção da tireoide, chamada de tireoidectomia, é indicada para nódulos malignos, grandes que causam compressão ou com suspeita de malignidade que não podem ser esclarecidos por biópsia”, complementa.
Cuidados no dia a dia
Uma pessoa diagnosticada com doença na tireoide deve tomar no dia a dia alguns cuidados, orienta Dra. Olivia Grimaldi. Primeiramente, deve seguir a medicação prescrita pelo médico e manter uma dieta equilibrada, evitando excesso de iodo (especialmente em casos de Hashimoto) e garantindo a ingestão adequada de selênio, zinco e ferro.
“O acompanhamento médico regular é fundamental. Isto é, realizar exames de sangue periódicos para monitorar a função tireoidiana e ajustar a dose da medicação, suplementação e dieta, se necessário, sempre com acompanhamento profissional”, diz a médica.
Em relação ao estilo de vida, o paciente deve gerenciar o estresse, um dos fatores que afetam a função imunológica e tireoidiana. “Praticar atividade física regularmente ajuda a melhorar o metabolismo e o bem-estar geral. Recomendo a realização de exercícios após recuperar a disposição”, pondera.
“A pessoa não pode esquecer de informar ao médico sobre todos os medicamentos e suplementos que está tomando, pois alguns podem interferir na absorção ou metabolismo dos hormônios tireoidianos”, recomenda Dra. Olivia Grimaldi.
Para mais informações, basta acessar: https://draoliviagrimaldi.com.br/
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Pesquisa da Eitri aponta que 64% dos apps decepcionam usuários
Empresa que ajuda a desenvolver apps de forma escalável e personalizada analisou mais de 200 mil aplicativos disponíveis no mercado e apenas 18% deles atingiram excelência em qualidade

27/3/2025 –
Empresa que ajuda a desenvolver apps de forma escalável e personalizada analisou mais de 200 mil aplicativos disponíveis no mercado e apenas 18% deles atingiram excelência em qualidade
Os apps estão se tornando cada vez mais integrados ao cotidiano das pessoas, seja para realizar compras, estudar ou fazer amigos. Entretanto, a ampla disponibilidade não garante satisfação dos users. Uma pesquisa interna da Eitri, utilizando dados de revisões e avaliações dos usuários de mais de 200 mil aplicativos em geral, incluindo apps de e-commerce, revelou informações significativas: 64% desapontam os usuários, enquanto apenas 18% atingem excelência em qualidade; aplicações de shopping lideram em excelência.
Vale destacar que, dos 205.230 apps analisados, 131.799 não possuíam avaliações suficientes para uma classificação precisa. As categorias com maior percentual de excelência são Livros e Referências (33,72%), Clima (29,60%) e Compras (29,43%). Em contrapartida, enfrentam maiores desafios em relação à satisfação dos users: Jogos de Corrida (4,94%), Jogos Educacionais (4,75%) e Dating (2,16%).
Pontos fortes e fracos dos apps
Os clientes destacam como aspectos positivos a experiência de compra quando tudo funciona corretamente (18%), a conveniência como alternativa às lojas físicas (11%), a facilidade de uso (10,3%) e a qualidade dos produtos (9%). Isso demonstra que eles apreciam, sobretudo, uma jornada que seja fácil, conveniente e ofereça bons produtos.
Entre os principais pontos fracos foram apontados a instabilidade e o desempenho insatisfatório dos apps (15%), seguidos por problemas no processo de compra (13%), falhas relacionadas a cupons e descontos (9%) e inconsistências nos fretes (6%). Essas questões técnicas e funcionais impactam negativamente, representando barreiras para a retenção de users em ambientes de e-commerce.
O que os usuários mais valorizam?
Aplicações que permitem encontrar produtos e concluir compras de forma rápida e sem complicações são valorizadas pelos usuários, que tendem a separar a qualidade dos itens da experiência com o aplicativo, indicando que a marca é apreciada independentemente do canal de venda. Quando os apps funcionam conforme o esperado, a eficiência logística se destaca como diferencial importante. Além disso, economia e oportunidades de desconto são fatores relevantes na decisão de comprar um produto.
A amplitude do catálogo também é um aspecto apreciado, assim como um bom suporte, que contribua para a fidelização dos clientes. O canal digital é percebido como alternativa relevante às lojas físicas, e a flexibilidade nas opções de finalização do pedido é valorizada. Por fim, o aplicativo é visto como extensão da experiência geral com a marca, reforçando a importância de uma plataforma eficiente e bem estruturada.
“Nossa pesquisa revelou que o mercado de apps de qualidade permanece amplamente inexplorado, apresentando uma clara distinção entre aplicações bem desenvolvidas e as que são ruins. Essa diferenciação não apenas destaca a necessidade de inovação e excelência no setor, mas também evidencia que apps bem avaliados tendem a obter maior visibilidade nas lojas de aplicativos, influenciando diretamente as decisões dos usuários”, afirma Guilherme Martins, cofundador da Eitri.
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Tecnologia pode impulsionar o mercado de locação imobiliária
Dados apontam que ao menos 20% dos brasileiros moram de aluguel. Especialista da Confiax afirma que tecnologia pode desempenhar papel essencial na modernização deste processo

27/3/2025 –
Dados apontam que ao menos 20% dos brasileiros moram de aluguel. Especialista da Confiax afirma que tecnologia pode desempenhar papel essencial na modernização deste processo
O mercado imobiliário de locação no Brasil tem experimentado transformações significativas graças à integração de novas tecnologias e inovações. Dados do último censo demográfico do IBGE, divulgados pelo portal G1, apontam que um em cada cinco brasileiros (20,9%) vive de aluguel, o que destaca a importância de soluções que facilitem a relação entre inquilinos, proprietários e empresas do setor.
Nesse contexto, o seguro fiança locatícia tem despontado como uma modalidade que vem ganhando força no mercado. Um levantamento da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) mostra crescimento de 195% entre 2020 e 2024, saltando de R$ 44 milhões para R$ 130 milhões.
De acordo com Flávio Gomes, diretor da Confiax Seguros, os números reforçam a importância do seguro fiança como uma solução que beneficia tanto as imobiliárias e os proprietários, quanto os inquilinos. “Esta é uma modalidade que elimina a necessidade de fiador ou depósito caução, tornando o processo mais acessível para o inquilino. Também garante ao locatário o recebimento do aluguel em caso de inadimplência, além de oferecer coberturas adicionais”.
“Outro benefício é que o seguro fiança reduz burocracias ao agilizar a formalização do contrato, tornando o mercado de locação mais dinâmico. Com mais pessoas optando pelo aluguel, essa forma de seguro tem se tornado um diferencial estratégico, trazendo previsibilidade financeira e confiança para ambas as partes”, acrescenta.
Informações da Superintendência de Seguros Privados (Susep) apontam ainda que os prêmios acumulados desta modalidade atingiram R$ 1,29 bilhão entre janeiro e setembro de 2024, um aumento de 25,5% em relação ao mesmo período de 2023. “O aumento do número de brasileiros morando em imóveis alugados impulsiona a busca por garantias mais acessíveis e eficientes”, avalia Gomes.
“Em contrapartida, os locadores estão mais atentos aos riscos de inadimplência e buscam soluções que garantam o recebimento do aluguel. Com isso, as seguradoras têm diversificado os serviços, oferecendo coberturas adicionais como pagamento de contas em atraso, proteção contra danos ao imóvel e assistência emergencial”, completa.
Ferramentas digitais tornam contratos mais eficientes
Plataformas especializadas têm se tornado essenciais na modernização do processo de contratação do seguro fiança locatícia. Ao integrar processos como análise de crédito, elaboração de contratos e gestão de pagamentos, essas tecnologias permitem maior agilidade e eficiência, reduzindo custos operacionais e oferecendo mais segurança para as partes envolvidas.
Para o diretor, ferramentas de inteligência artificial e big data, por exemplo, permitem uma avaliação mais rápida e precisa da capacidade financeira do inquilino, reduzindo o tempo de aprovação. Além disso, algumas plataformas e aplicativos permitem que todo o processo – desde a cotação até a emissão da apólice – seja feito online, eliminando os processos manuais e a necessidade de papeladas.
“O uso de APIs para integração entre seguradoras e plataformas imobiliárias facilita a recomendação do seguro no momento da locação, agilizando a experiência do usuário”, relata Gomes.
Com o objetivo de desburocratizar os processos enfrentados pelo setor, a Confiax Seguros desenvolveu uma plataforma que conecta pessoas, seguradoras e negócios. A ferramenta integra análise de dados em tempo real, avaliação de riscos e automação de dados, buscando garantir mais agilidade e eficiência.
Embora a modernização do mercado ainda enfrente desafios que impactam a experiência dos usuários e a adoção de novas soluções, devido a alta regulação do setor e o receio de proprietários e imobiliárias em adotar processos digitais, Gomes afirma que é essencial considerar alguns pontos na hora de desenvolver uma plataforma. “A experiência e jornada do cliente deve ser simples, intuitiva e rápida, garantindo que ele navegue e conclua ações sem dificuldades.
“Também é necessário oferecer um suporte eficiente para dúvidas e resolução de problemas em tempo real. Com automação e inteligência de dados também é possível validar documentos e fazer uma verificação preliminar das informações, facilitando as análises de crédito das seguradoras. Além de garantir a segurança de dados para proteger as informações dos clientes”, finaliza.
Para saber mais, basta acessar: http://www.confiaxseguros.com.br
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