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Nova Pesquisa da AMGTA Demonstra Benefícios Sustentáveis da Impressão 3D com Jateamento de Aglutinante
Pesquisa da Yale School of the Environment mostra uma enorme redução de GEE comparada aos métodos tradicionais de fundição
NEW HAVEN, Connecticut 1/8/2023 –
A Additive Manufacturer Green Trade Association (“AMGTA”), um grupo de defesa mundial com foco em promoção de práticas sustentáveis do setor de fabricação aditiva (AM), anunciou hoje os resultados preliminares de um estudo de análise do ciclo de vida por título “Avaliação Comparativa do Ciclo de Vida: Comparação entre Fundição e Jateamento de Aglutinante para uma Peça Industrial“. O estudo, solicitado pela AMGTA e conduzido pela Yale School of the Environment (YSE) em parceria com a Desktop Metal (NYSE: DM), líder mundial em tecnologias AM para produção em massa, e a Trane Technologies (NYSE: TT), um inovador climático mundial, analisou um resfriador com voluta de aço em um sistema HVAC da Trane para determinar o impacto comparativo de fabricação da impressão 3D por jateamento de aglutinante quantoàfundição de metal tradicional. Os resultados preliminares confirmaram uma redução drástica de 38% nas emissões de gases de efeito estufa (GEE) através do processo de jateamento de aglutinante, impulsionado sobretudo pela demanda reduzida de energia durante a fase de produção.
Este comunicado de imprensa inclui multimédia. Veja o comunicado completo aqui: https://www.businesswire.com/news/home/20230728756492/pt/

Desktop Metal’s binder jet 3D printing technology (Photo: Desktop Metal)
“Antes deste projeto, a incerteza sobre as emissões do ciclo de vida do jateamento de aglutinante em relação às abordagens de fabricação convencionais era uma barreira para adotar a AM”, disse Kevin Klug, Engenheiro-Chefe de Fabricação de Aditivos da Trane Technologies. “Com os resultados deste estudo, a Trane Technologies está em melhor posição de considerar de modo abrangente o custo, a produtividade e o impacto ambiental da AM no início do ciclo de projeto de um produto, quando o risco é menor e os benefícios potenciais são maiores.”
As principais conclusões do estudo são:
- Redução significativa nas emissões de gases de efeito estufa. O processo aditivo apresentou redução de 38% na emissão de gases de efeito estufa com base no jateamento de aglutinante em comparaçãoàfundição tradicional para as peças estudadas.
- Importância da mescla de energia. Similar às descobertas anteriores, o estudo constatou que a mescla de energia da instalação fabril no local de geração, e se esta rede de energia produzida com uso de meios sustentáveis, teve um impacto significativo nas emissões de GEE.
- Valor insignificante de novo projeto para redução de peso. O estudo descobriu que os benefícios potenciais de um novo projeto do resfriador com voluta para redução de peso usando uma estrutura do tipo treliça eram insignificantes quanto às emissões de GEE. As dimensões gerais das peças produzidas e o uso eficiente dos volumes de impressão desempenharam um fator muito mais importante do que a redução de peso. A redução de peso pode oferecer benefícios ambientais na fase de uso que não estão incluídos neste estudo.
- Impactos na produção de materiais. Embora este estudo tenha mostrado que os impactos ambientais da produção de pó de origem foram cerca do dobro do aço fundido, este aumento representou uma pequena parcela das emissões gerais de GEE e não desempenhou um papel significativo nas descobertas gerais.
- Em geral, o jateamento de aglutinante produziu uma peça mais sustentável. A redução drástica das emissões de GEE da demanda de energia por jateamento de aglutinante em relaçãoàfabricação tradicional foi de longe a descoberta mais importante do estudo da YSE.
“A divulgação destas descobertas é significativa para o setor de AM e empresas do setor fabril mais amplo que buscam métodos de produção mais sustentáveis”, disse Sherri Monroe, Diretora Executiva da AMGTA. “Com este estudo, podemos quantificar a demanda de energia reduzida do jateamento de aglutinante quantoàfundição tradicional, ao mesmo tempo em que proporcionamos algumas surpresas no impacto insignificante oferecido pela redução de peso neste caso de uso específico.”
Um dos impulsionadores por trás do crescimento anual de dois dígitos na fabricação aditiva na última década foi a adoção do jateamento de aglutinante em diversos setores, impulsionado por vantagens de custo, produção em grande volume e potencial para ganhos de sustentabilidade.
“Estamos muito satisfeitos por ter outra pesquisa independente de terceiros que valida como o jateamento de aglutinante é uma abordagem mais ecológica para produzir peças de metal”, disse Jonah Myerberg, Diretor de Tecnologia da Desktop Metal. “As emissões nocivas da fabricação tradicional de metais precisam ser reduzidas com abordagens tecnológicas inovadoras, mas os fabricantes precisam de dados sólidos, não de lavagem ecológia, para fazer boas escolhas sobre como produzir seus produtos metálicos. Este novo estudo da Yale, Trane Technologies e AMGTA demonstra o que nossa equipe da Desktop Metal acredita há muito tempo com base em nossa experiência prática: o jateamento de aglutinante é um modo mais ecológico de fabricar peças metálicas.”
O estudo da YSE de dois anos analisou o ciclo de vida de fabricação da origem ao destino de um conjunto de volutas composto por uma voluta fixa e uma voluta orbital fabricada pela Trane Technologies como parte de um sistema HVAC. A AMGTA solicitou o estudo em 2021 para entender melhor o potencial do jateamento de aglutinante para substituir a fundição tradicional em areia como um método de produção mais sustentável. O estudo avaliou um processo tradicional de fundição seguido de usinagem, galvanização e etapas de acabamento no México. O mesmo perfil do conjunto de volutas foi avaliado mediante um processo de jateamento de aglutinante aditivo de impressão 3D, cura e sinterização, seguido pelas mesmas etapas de revestimento e acabamento no mesmo local no México.
Os resultados do estudo mostraram uma redução de 38% nas emissões de GEE para o processo de fabricação aditiva comparado ao método tradicional baseado em fundição. Devidoànatureza do jateamento de aglutinante, os pesquisadores da YSE concluíram que um novo projeto para redução de peso através de uma estrutura do tipo treliça pode não necessariamente levar a reduções adicionais nas emissões de GEE, sobretudo porque a maior parte da eletricidade consumida referente às etapas de impressão, cura e sinterização não seria afetada por estruturas do tipo treliça. A análise sugere que uma redução de massa de 10% no conjunto de volutas levaria a uma redução de 1% nas emissões de GEE.
As emissões de GEE do ciclo de vida foram significativamente impactadas pela mescla de energia local no local de produção. Para este estudo, tanto o conjunto de peças de fabricação tradicional como o conjunto de peças de fabricação aditiva foram avaliados no mesmo local com a mesma mescla de energia. Os pesquisadores também avaliaram locais adicionais de produção em potencial e suas combinações de energia correspondentes. As descobertas indicam que esta sensibilidadeà”limpeza” da grade precisa ser considerada ao comparar a AM com processos tradicionais para garantir uma conclusão válida. Embora a produção em um local de energia mais sustentável ofereça benefícios ambientais para ambos os processos de produção, a diferença nos impactos ambientais entre os métodos diminuiàmedida que a mescla de energia se torna mais “ecológica”. Os volumes de produção também desempenham um papel significativo nas emissões de GEE da fabricação aditiva, em especial para uso menos eficiente de volumes de construção e operações de pequenos lotes.
“A Trane Technologies está empenhada em desafiar com ousadia o que é possível para um mundo sustentável”, acrescentou Kevin Klug. “Isto inclui criar soluções avançadas de controle climático que podem ser produzidas e operadas com impacto ambiental reduzido. A fabricação aditiva de metal (AM) irá se tornar uma ferramenta cada vez mais viável nesta busca, sendo que a velocidade comparativamente maior e o custo mais baixo do jateamento de aglutinante entre as tecnologias de AM a tornam particularmente promissora para fabricar componentes HVAC em volumes de produção relevantes.”
‘Este estudo em cooperação com a Desktop Metal é uma clara vitória para fabricantes como a Trane, que vêm explorando opções de fabricação mais sustentáveis. O jateamento de aglutinante é uma tecnologia comprovada com vantagens claras e quantificáveis sobre métodos tradicionais”, disse Sherri Monroe. “Agradecemos a liderança da Trane na busca de práticas mais sustentáveis, sua participação neste estudo, sua vontade de compartilhar seus processos e dados, e o interesse em compartilhar estas informações com a comunidade de fabricação mais ampla.”
Os destaques do estudo podem ser encontrados no site da AMGTA, com resultados completos que devem ser publicados no início de 2024, após um processo de revisão por pares. A AMGTA diz que espera publicar pesquisas independentes adicionais durante 2023. Informações adicionais sobre este estudo e outros conduzidos pela AMGTA podem ser encontradas no site da AMGTA, www.AMGTA.org.
Sobre a AMGTA
A AMGTA foi lançada em 2019 para compreender e promover melhor os benefícios ambientais da fabricação aditiva em toda a economia mundial. Os membros da AMGTA representam todo o espectro de fabricação, desde o projeto e matérias-primas até os produtos e usuários finais, com foco em inovar produtos melhores, mais sustentáveis e financeiramente vantajosos através das melhores práticas aditivas. Para mais informação, entre em contato com Sherri Monroe ou acesse www.amgta.org.
O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.
Ver a versão original em businesswire.com: https://www.businesswire.com/news/home/20230728756492/pt/
Contato:
Sherri Monroe
954.308.0888
Fonte: BUSINESS WIRE
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Tireoide: médica explica sobre nódulos, riscos e tratamentos
Alterações na tireoide, mesmo aquelas com sintomas leves, podem afetar significativamente a qualidade de vida e a saúde da pessoa, adverte a médica Olivia Grimaldi. A falta de diagnóstico e de tratamento leva a complicações graves no futuro

27/3/2025 –
Alterações na tireoide, mesmo aquelas com sintomas leves, podem afetar significativamente a qualidade de vida e a saúde da pessoa, adverte a médica Olivia Grimaldi. A falta de diagnóstico e de tratamento leva a complicações graves no futuro
A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 750 milhões de pessoas no mundo sofram de alguma patologia relacionada à tireoide, sendo que cerca de 60% sequer sabe da sua própria condição. Essa glândula, uma das maiores do corpo, produz hormônios e regula funções de órgãos como coração, rins, cérebro e fígado, como explica o Ministério da Saúde.
Olivia Grimaldi, médica patologista especializada em doenças de tireoide, afirma que a estimativa da OMS é preocupante por diversas razões. Uma delas é o fato de que alterações na tireoide, mesmo as subclínicas (com sintomas leves), podem afetar significativamente a qualidade de vida, o metabolismo, a saúde cardiovascular, a função cognitiva e o bem-estar emocional da pessoa.
Além disso, a falta de diagnóstico e de tratamento, em determinados casos, leva a complicações graves no futuro, já que os sintomas são inespecíficos e passíveis de serem confundidos com outras condições.
Um exemplo de complicação é o hipotireoidismo, caracterizado pela baixa produção dos hormônios T3 e T4. “Pode resultar em mixedema (inchaço da pele e dos tecidos moles como gordura e músculos, uma condição rara, mas potencialmente fatal), problemas cardíacos, infertilidade e comprometimento do desenvolvimento neurológico em bebês de mães não tratadas”, ressalta Dra. Olivia Grimaldi.
Outra preocupação é o hipertireoidismo, quando há a produção dos hormônios acima do que o corpo precisa. A pessoa pode sofrer com arritmias cardíacas, osteoporose e crise tireotóxica (“tempestade tireoidiana”, quando os hormônios tireoidianos são liberados no sangue em altíssima quantidade), considerada uma emergência médica.
“Gestantes e mulheres em idade fértil são particularmente vulneráveis, pois as alterações na função tireoidiana têm a possibilidade de afetar a fertilidade, a gravidez e o desenvolvimento fetal”, explica a médica.
A fadiga, a depressão e outros sintomas associados às doenças da tireoide podem afetar a capacidade de trabalho e a produtividade, prejudicando a qualidade de vida e o bem-estar emocional do indivíduo, salienta Dra. Olivia Grimaldi.
Nódulos
Um nódulo na tireoide é o resultado de crescimento anormal de células dentro da glândula, com a formação de uma pequena massa ou caroço.
“A grande maioria dos nódulos é benigna, mas sinalizam desequilíbrios no organismo – desde fatores hormonais até deficiências nutricionais, intoxicações, obesidade, síndrome metabólica. Olhar para as causas resolve a questão e previne nódulos em outros órgãos. Por exemplo, quantas mulheres têm nódulos na mama e tireoide? Será que não estão relacionados?”, diz.
Apesar de a maioria dos nódulos ser benigna, uma pequena porcentagem é cancerosa. “Características como crescimento rápido, consistência dura, fixação a tecidos adjacentes, rouquidão ou linfonodos aumentados no pescoço levantam suspeitas”, adverte.
Há ainda os nódulos autônomos, que produzem hormônios tireoidianos independentemente do controle do hormônio tireoestimulante (TSH). Eles são uma das causas do hipertireoidismo, com risco de complicações cardíacas e ósseas.
Nódulos grandes também podem comprimir estruturas adjacentes, como a traqueia ou o esôfago, causando dificuldade para respirar ou engolir, salienta Dra. Olivia Grimaldi.
“A punção aspirativa com agulha fina é o método de escolha para definir a urgência do tratamento. Enquanto a ultrassonografia avalia as características do nódulo, a punção é recomendada para aqueles com características suspeitas ou maiores que 1 centímetro”, esclarece.
Os resultados da punção após análise do material no microscópio são classificados de acordo com o sistema de Bethesda, que funciona como uma escala de malignidade – ou seja, fornece uma estimativa do risco e orienta as decisões de acompanhamento ou tratamento imediato.
Tratamentos para nódulos na tireoide
Dra. Olivia Grimaldi diz que o tratamento das doenças da tireoide deve ser individualizado, levando em consideração os sintomas do paciente, os resultados dos exames laboratoriais e a presença de outras condições de saúde.
No caso do tratamento clínico, o médico investiga e aborda cada um dos fatores envolvidos na formação do nódulo, como deficiência nutricional, intoxicação ambiental, desequilíbrios hormonais, síndrome metabólica, resistência insulínica e inflamação (doença de Hashimoto, por exemplo), afirma.
Segundo a médica, o iodo radioativo, medicamento à base de iodo que emite radiação, é usado para nódulos hiperfuncionantes que causam hipertireoidismo, mas atualmente pode ser substituído pela ablação para preservar a função da glândula ‒ desde que sob supervisão médica.
“A ablação por radiofrequência ou microondas é um procedimento minimamente invasivo para reduzir o tamanho de nódulos benignos sintomáticos. Também indicada para nódulos malignos de até 1 centímetro, a depender das características ultrassonográficas”, esclarece a médica.
“A cirurgia de remoção da tireoide, chamada de tireoidectomia, é indicada para nódulos malignos, grandes que causam compressão ou com suspeita de malignidade que não podem ser esclarecidos por biópsia”, complementa.
Cuidados no dia a dia
Uma pessoa diagnosticada com doença na tireoide deve tomar no dia a dia alguns cuidados, orienta Dra. Olivia Grimaldi. Primeiramente, deve seguir a medicação prescrita pelo médico e manter uma dieta equilibrada, evitando excesso de iodo (especialmente em casos de Hashimoto) e garantindo a ingestão adequada de selênio, zinco e ferro.
“O acompanhamento médico regular é fundamental. Isto é, realizar exames de sangue periódicos para monitorar a função tireoidiana e ajustar a dose da medicação, suplementação e dieta, se necessário, sempre com acompanhamento profissional”, diz a médica.
Em relação ao estilo de vida, o paciente deve gerenciar o estresse, um dos fatores que afetam a função imunológica e tireoidiana. “Praticar atividade física regularmente ajuda a melhorar o metabolismo e o bem-estar geral. Recomendo a realização de exercícios após recuperar a disposição”, pondera.
“A pessoa não pode esquecer de informar ao médico sobre todos os medicamentos e suplementos que está tomando, pois alguns podem interferir na absorção ou metabolismo dos hormônios tireoidianos”, recomenda Dra. Olivia Grimaldi.
Para mais informações, basta acessar: https://draoliviagrimaldi.com.br/
Notícias
Pesquisa da Eitri aponta que 64% dos apps decepcionam usuários
Empresa que ajuda a desenvolver apps de forma escalável e personalizada analisou mais de 200 mil aplicativos disponíveis no mercado e apenas 18% deles atingiram excelência em qualidade

27/3/2025 –
Empresa que ajuda a desenvolver apps de forma escalável e personalizada analisou mais de 200 mil aplicativos disponíveis no mercado e apenas 18% deles atingiram excelência em qualidade
Os apps estão se tornando cada vez mais integrados ao cotidiano das pessoas, seja para realizar compras, estudar ou fazer amigos. Entretanto, a ampla disponibilidade não garante satisfação dos users. Uma pesquisa interna da Eitri, utilizando dados de revisões e avaliações dos usuários de mais de 200 mil aplicativos em geral, incluindo apps de e-commerce, revelou informações significativas: 64% desapontam os usuários, enquanto apenas 18% atingem excelência em qualidade; aplicações de shopping lideram em excelência.
Vale destacar que, dos 205.230 apps analisados, 131.799 não possuíam avaliações suficientes para uma classificação precisa. As categorias com maior percentual de excelência são Livros e Referências (33,72%), Clima (29,60%) e Compras (29,43%). Em contrapartida, enfrentam maiores desafios em relação à satisfação dos users: Jogos de Corrida (4,94%), Jogos Educacionais (4,75%) e Dating (2,16%).
Pontos fortes e fracos dos apps
Os clientes destacam como aspectos positivos a experiência de compra quando tudo funciona corretamente (18%), a conveniência como alternativa às lojas físicas (11%), a facilidade de uso (10,3%) e a qualidade dos produtos (9%). Isso demonstra que eles apreciam, sobretudo, uma jornada que seja fácil, conveniente e ofereça bons produtos.
Entre os principais pontos fracos foram apontados a instabilidade e o desempenho insatisfatório dos apps (15%), seguidos por problemas no processo de compra (13%), falhas relacionadas a cupons e descontos (9%) e inconsistências nos fretes (6%). Essas questões técnicas e funcionais impactam negativamente, representando barreiras para a retenção de users em ambientes de e-commerce.
O que os usuários mais valorizam?
Aplicações que permitem encontrar produtos e concluir compras de forma rápida e sem complicações são valorizadas pelos usuários, que tendem a separar a qualidade dos itens da experiência com o aplicativo, indicando que a marca é apreciada independentemente do canal de venda. Quando os apps funcionam conforme o esperado, a eficiência logística se destaca como diferencial importante. Além disso, economia e oportunidades de desconto são fatores relevantes na decisão de comprar um produto.
A amplitude do catálogo também é um aspecto apreciado, assim como um bom suporte, que contribua para a fidelização dos clientes. O canal digital é percebido como alternativa relevante às lojas físicas, e a flexibilidade nas opções de finalização do pedido é valorizada. Por fim, o aplicativo é visto como extensão da experiência geral com a marca, reforçando a importância de uma plataforma eficiente e bem estruturada.
“Nossa pesquisa revelou que o mercado de apps de qualidade permanece amplamente inexplorado, apresentando uma clara distinção entre aplicações bem desenvolvidas e as que são ruins. Essa diferenciação não apenas destaca a necessidade de inovação e excelência no setor, mas também evidencia que apps bem avaliados tendem a obter maior visibilidade nas lojas de aplicativos, influenciando diretamente as decisões dos usuários”, afirma Guilherme Martins, cofundador da Eitri.
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Tecnologia pode impulsionar o mercado de locação imobiliária
Dados apontam que ao menos 20% dos brasileiros moram de aluguel. Especialista da Confiax afirma que tecnologia pode desempenhar papel essencial na modernização deste processo

27/3/2025 –
Dados apontam que ao menos 20% dos brasileiros moram de aluguel. Especialista da Confiax afirma que tecnologia pode desempenhar papel essencial na modernização deste processo
O mercado imobiliário de locação no Brasil tem experimentado transformações significativas graças à integração de novas tecnologias e inovações. Dados do último censo demográfico do IBGE, divulgados pelo portal G1, apontam que um em cada cinco brasileiros (20,9%) vive de aluguel, o que destaca a importância de soluções que facilitem a relação entre inquilinos, proprietários e empresas do setor.
Nesse contexto, o seguro fiança locatícia tem despontado como uma modalidade que vem ganhando força no mercado. Um levantamento da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) mostra crescimento de 195% entre 2020 e 2024, saltando de R$ 44 milhões para R$ 130 milhões.
De acordo com Flávio Gomes, diretor da Confiax Seguros, os números reforçam a importância do seguro fiança como uma solução que beneficia tanto as imobiliárias e os proprietários, quanto os inquilinos. “Esta é uma modalidade que elimina a necessidade de fiador ou depósito caução, tornando o processo mais acessível para o inquilino. Também garante ao locatário o recebimento do aluguel em caso de inadimplência, além de oferecer coberturas adicionais”.
“Outro benefício é que o seguro fiança reduz burocracias ao agilizar a formalização do contrato, tornando o mercado de locação mais dinâmico. Com mais pessoas optando pelo aluguel, essa forma de seguro tem se tornado um diferencial estratégico, trazendo previsibilidade financeira e confiança para ambas as partes”, acrescenta.
Informações da Superintendência de Seguros Privados (Susep) apontam ainda que os prêmios acumulados desta modalidade atingiram R$ 1,29 bilhão entre janeiro e setembro de 2024, um aumento de 25,5% em relação ao mesmo período de 2023. “O aumento do número de brasileiros morando em imóveis alugados impulsiona a busca por garantias mais acessíveis e eficientes”, avalia Gomes.
“Em contrapartida, os locadores estão mais atentos aos riscos de inadimplência e buscam soluções que garantam o recebimento do aluguel. Com isso, as seguradoras têm diversificado os serviços, oferecendo coberturas adicionais como pagamento de contas em atraso, proteção contra danos ao imóvel e assistência emergencial”, completa.
Ferramentas digitais tornam contratos mais eficientes
Plataformas especializadas têm se tornado essenciais na modernização do processo de contratação do seguro fiança locatícia. Ao integrar processos como análise de crédito, elaboração de contratos e gestão de pagamentos, essas tecnologias permitem maior agilidade e eficiência, reduzindo custos operacionais e oferecendo mais segurança para as partes envolvidas.
Para o diretor, ferramentas de inteligência artificial e big data, por exemplo, permitem uma avaliação mais rápida e precisa da capacidade financeira do inquilino, reduzindo o tempo de aprovação. Além disso, algumas plataformas e aplicativos permitem que todo o processo – desde a cotação até a emissão da apólice – seja feito online, eliminando os processos manuais e a necessidade de papeladas.
“O uso de APIs para integração entre seguradoras e plataformas imobiliárias facilita a recomendação do seguro no momento da locação, agilizando a experiência do usuário”, relata Gomes.
Com o objetivo de desburocratizar os processos enfrentados pelo setor, a Confiax Seguros desenvolveu uma plataforma que conecta pessoas, seguradoras e negócios. A ferramenta integra análise de dados em tempo real, avaliação de riscos e automação de dados, buscando garantir mais agilidade e eficiência.
Embora a modernização do mercado ainda enfrente desafios que impactam a experiência dos usuários e a adoção de novas soluções, devido a alta regulação do setor e o receio de proprietários e imobiliárias em adotar processos digitais, Gomes afirma que é essencial considerar alguns pontos na hora de desenvolver uma plataforma. “A experiência e jornada do cliente deve ser simples, intuitiva e rápida, garantindo que ele navegue e conclua ações sem dificuldades.
“Também é necessário oferecer um suporte eficiente para dúvidas e resolução de problemas em tempo real. Com automação e inteligência de dados também é possível validar documentos e fazer uma verificação preliminar das informações, facilitando as análises de crédito das seguradoras. Além de garantir a segurança de dados para proteger as informações dos clientes”, finaliza.
Para saber mais, basta acessar: http://www.confiaxseguros.com.br
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