Notícias Corporativas
Mapas de calor previnem acidentes entre veículos e pedestres na logística
Os dispositivos, conhecidos como HIT-NOT, emitem campos magnéticos para detectar a presença de pedestres e veículos, emitindo alertas sonoros, visuais e de vibração. Mas, além disso, coletam e analisam dados para identificar áreas críticas dentro da operação

Prevenir acidentes é um desafio para operações logísticas com veículos e pedestres no mesmo ambiente, como pátios, armazéns e aeroportos, por exemplo. Para evitar essas ocorrências, algumas empresas têm equipado empilhadeiras e caminhões com sensores de presença que produzem “mapas de calor”, apontando as áreas e situações de maior risco em cada operação.
Os dispositivos, conhecidos como HIT-NOT, emitem campos magnéticos para detectar a presença de pedestres e veículos, emitindo alertas sonoros, visuais e de vibração. Mas, além disso, coletam e analisam dados para identificar áreas críticas dentro da operação.
No Brasil, essa tecnologia está sendo introduzida pela AHM Solution, especialista em gestão de danos na cadeia logística, em parceria com a empresa norte-americana Frederick Mobile Instrumentation.
“Com base nos mapas de calor baseados em dados de movimentação, é possível fazer ajustes no layout e melhorias preventivas nos processos operacionais”, explica Afonso Moreira, CEO da AHM Solution. “Assim, os gestores podem visualizar gargalos e riscos invisíveis a olho nu e tomar decisões estratégicas para minimizar incidentes”, completa.
Outro ponto relevante é a capacidade do sistema diferenciar entre diferentes tipos de equipamentos e atividades, fornecendo uma análise granular sobre o uso do espaço e a movimentação na operação. “É possível rastrear o tempo de permanência de um veículo em determinada área e avaliar padrões que possam indicar riscos estruturais ou operacionais”, acrescenta Aidan Kelly, especialista em gerenciamento de dados da Frederick Mobile Instrumentation.
Métricas de segurança
A coleta e a análise de dados pelo HIT-NOT são feitas por meio de um sistema de nuvem fechado, visando garantir segurança da informação. Os relatórios podem ser personalizados e enviados automaticamente para gestores em frequência semanal, quinzenal ou mensal, permitindo o monitoramento contínuo de métricas de segurança.
Kyle Prince, gerente de marketing da Frederick Mobile Instrumentation, reforça que a solução foi desenvolvida a partir de necessidades reais dos clientes. “Recebemos feedback constante sobre melhorias, como maior durabilidade dos dispositivos e integração com sistemas de gestão. O objetivo é proporcionar uma solução completa para análise e mitigação de riscos”, informa.
Presente em mais de 300 operações nos Estados Unidos e em expansão internacional, o HIT-NOT está sendo aprimorado para atender diferentes necessidades industriais. “Acreditamos que a análise de dados será o principal diferencial para aprimorar a segurança logística em mercados como o Brasil e a América Latina”, afirma Prince.
O HIT-NOT oferece ainda recursos como alertas automatizados para falhas, monitoramento remoto e integração com dispositivos de controle de acesso, garantindo que apenas funcionários autorizados utilizem o sistema. “O objetivo é oferecer mais segurança e eficiência para as operações logísticas”, conclui Afonso Moreira, da AHM Solution.
Vídeo mostrando como funciona o HIT-NOT: https://l1nq.com/HIT-NOT
Mais informações: https://www.ahmsolution.com.br/
Notícias Corporativas
Zara luta e vence batalha judicial pela marca
Um tribunal italiano decidiu a favor da marca do grupo Inditex, forçando uma conhecida e antiga marca italiana de massas a mudar o nome de seus produtos

A Zara, integrante do grupo Inditex, saiu vitoriosa em uma longa disputa judicial na Itália contra a marca de massas “Pasta Zara”. O Tribunal de Cassação italiano decidiu que a remoção da palavra “Pasta” do nome poderia gerar confusão com a marca Zara, pertencente à Inditex. Com a decisão, a fabricante italiana foi obrigada a modificar o nome de seus produtos, reforçando a proteção de marcas reconhecidas na Europa, de acordo com matéria divulgada no portal Huffpost.
Este é um dos desafios enfrentados diariamente no cenário empresarial, no qual grandes corporações buscam resguardar suas marcas, enquanto empresas menores tentam se estabelecer no mercado. Em alguns casos, a escolha do nome comercial não está ligada à cópia intencional, mas sim a fatores pessoais, como um sobrenome ou um conceito significativo para o empreendedor. No entanto, a falta de uma pesquisa prévia pode resultar em litígios, transformando um sonho empresarial em um obstáculo jurídico.
A ausência de um registro formal da marca é um dos principais fatores que expõem empreendedores a esse risco. Embora o registro seja facultativo no Brasil, a Associação Brasileira de Propriedade Intelectual (ABPI) defende que essa etapa deveria ser uma prioridade no início de qualquer negócio. Empresas de grande porte contam com departamentos jurídicos especializados na proteção de suas marcas e patentes, uma cultura que, segundo especialistas, deveria ser mais difundida no país.
No Brasil, a Mark-se, empresa de São Paulo especializada em registro de marcas e patentes, observa uma baixa procura espontânea pelo serviço. “Cerca de 95% dos atendimentos realizados na empresa são derivados da busca ativa de consultores, enquanto apenas 5% dos clientes procuram diretamente registrar suas marcas e patentes”, afirma Junior Murakami, executivo da empresa em São Paulo. Os dados indicam que grande parte dos negócios ainda não prioriza a proteção de suas marcas, o que pode resultar em disputas legais futuras.
Notícias Corporativas
Congresso Nacional debaterá futuro do ESG e sustentabilidade
Entre os temas do evento estão: previsões e tendências em sustentabilidade, meio ambiente, mudanças climáticas, incêndios e queimadas, chuvas e enchentes no Brasil, transição energética, energias renováveis, crédito de carbono, cidades sustentáveis, gestão e educação ambiental, combate ao racismo, saúde mental e bem-estar, diversidade e inclusão, felicidade no trabalho, inteligência artificial e ESG, governança corporativa, COP 30, e outros

Nos dias 13 e 14 de maio, São Paulo será palco do Congresso Nacional de ESG, reunindo líderes empresariais, governamentais e investidores no Centro de Eventos da AMCHAM Brasil. O evento promove discussão sobre o futuro do ESG e sustentabilidade, além de práticas responsáveis e inovadoras em Governança Ambiental, Social e Corporativa (ESG).
O congresso contará com a participação de palestrantes como: Fernanda Facchini (Natura), Tamara Braga (Petrobras), Regina Magalhães (Microsoft), Gabriel Santamaria (Banco do Brasil), Gabriel Clemente (Vale), Filipe Alvarez (Azul Linhas Aéreas), Lucianne Pessoa (Nestlé Professional), Patricia Pereira (L’Oréal), Cintia Kasai (C&A), Sabrina Petrina (Volkswagen), João Zeni (Electrolux), Alexandro Gandur (EMS), Ana Luiza Silva (Nissan), Rodolfo Sirol (CPFL), Gabriel Prudlik (Diageo), Claudia Veiga (Syngenta), Fábio Junio (Sicoob), Patrícia Ruth (Rumo Logística), Pier Pesce (Braskem), Nathalia Abreu (Zurich Seguros), Jefferson Giorgi (Bridgestone), Renato Costa (Odontoprev), Andressa Borba (Leroy Merlin Brasil), entre outros.
A programação abordará temas cruciais, como mudanças climáticas, inclusão social, diversidade, saúde e bem-estar, inteligência artificial (IA) e integração de metas ESG nas operações empresariais.
Com o tema central “Liderança Visionária – Conectando Sustentabilidade, Diversidade e Inteligência Artificial”, o congresso buscará fomentar a troca de experiências e o networking entre os principais players do mercado, incentivando a colaboração e o avanço de práticas ESG em todas as esferas da economia.
A realização do evento conta com o apoio de entidades importantes, como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB Nacional), o Conselho Federal de Administração (CFA), a Confederação Nacional do Comércio (CNC), entre outras, que representam milhares de profissionais e organizações comprometidas com os temas de ESG e sustentabilidade
Cristiano Lagôas, presidente da Associação Brasileira de ESG, responsável pela organização do evento, destaca a relevância do congresso: “ESG e sustentabilidade são pilares fundamentais para as empresas que desejam prosperar em um cenário de transformação constante. Este congresso é uma oportunidade para líderes se inspirarem e explorarem novas abordagens para um mundo melhor para todos”.
Para mais informações sobre a programação e inscrições, basta acessar: www.congressodeesg.org.br
Notícias Corporativas
Marketing de afiliados cresce e se consolida no digital
O mercado de marketing de afiliados, avaliado em US$ 17 bilhões, cresce 10% ao ano, impulsionado pelo e-commerce e mudanças no consumo digital. Com projeção de US$ 40 bilhões até 2030, esse modelo de remuneração por resultado atrai 81% das marcas e permite que afiliados gerem renda sem gerenciar estoque ou logística. A flexibilidade e o baixo investimento inicial tornam essa estratégia cada vez mais relevante.

De acordo com relatórios recentes do setor, o mercado de marketing de afiliados tem um valor estimado atual de US$17 bilhões de dólares e tem crescido de forma acelerada com uma taxa anual de receita do mercado em 10%, impulsionado pelo e-commerce e pelas mudanças nos hábitos de consumo digital.
Esse modelo de negócios conecta empresas a promotores de produtos e serviços, oferecendo uma alternativa eficiente para a aquisição de clientes e a ampliação da visibilidade das marcas.
Crescimento de um mercado bilionário
Segundo esse mesmo relatório, a projeção para 2030 é de que o setor alcance 40 bilhões de dólares globalmente, acompanhando a expansão das vendas online e a popularização de novas formas de consumo digital.
A estrutura de funcionamento dos programas de afiliados baseia-se em um modelo de remuneração por resultados, como vendas ou cliques, o que contribui para a previsibilidade e o controle dos investimentos realizados pelas empresas.
Segundo pesquisas recentes, 81% das marcas utilizam programas de afiliados como parte da estratégia de aquisição de clientes. Para os afiliados, a atividade representa a possibilidade de obter renda por meio da promoção de produtos de terceiros, sem a necessidade de gerenciar estoque, logística ou atendimento ao cliente.
A flexibilidade do modelo também permite que muitas pessoas vejam nessa atividade uma forma de gerar renda extra, podendo se dedicar de maneira parcial ou integral ao trabalho de divulgação on-line, sendo uma forma viável de ganhar dinheiro na internet.
Mudanças no comportamento de consumo
O constante crescimento do e-commerce e o aumento do tempo de conexão das pessoas na internet criaram um ambiente propício para a expansão dos programas de afiliados. Esse crescimento também reflete a importância crescente dos produtores de conteúdo e influenciadores digitais no processo de divulgação de produtos e serviços.
A combinação de baixo investimento inicial, a possibilidade de trabalhar de casa, potencial de retorno financeiro e flexibilidade tem consolidado o marketing de afiliados como uma alternativa viável para a expansão de negócios e a geração de renda. Com o crescimento contínuo do setor, a participação em programas de afiliados tem se configurado como uma estratégia relevante no cenário digital.
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