Notícias Corporativas
Como a linguagem corporal pode garantir sucesso na entrevista de emprego
A linguagem corporal desempenha papel fundamental em entrevistas de emprego, com cerca de 90% da comunicação sendo não verbal. Gestos, postura e expressões faciais transmitem confiança e profissionalismo. Alinhar a comunicação verbal e não verbal é essencial para criar uma imagem positiva. Preparar-se com simulações e ajustar o currículo às expectativas da vaga aumentam as chances de sucesso no processo seletivo.

A linguagem corporal desempenha um papel fundamental em qualquer entrevista de emprego. Pesquisas indicam que os recrutadores tomam decisões em frações de segundo, e muitos desses julgamentos são baseados em sinais não verbais, como gestos, postura e expressões faciais. Embora as palavras sejam importantes, o modo como elas são ditas e como o corpo responde a elas pode ter um impacto significativo na percepção do candidato. Estima-se que cerca de 90% da comunicação humana seja não verbal, o que torna a linguagem corporal um dos principais fatores de avaliação durante a seleção de profissionais.
Durante uma entrevista de emprego, os recrutadores buscam sinais de confiança, competência e adequação à cultura organizacional da empresa. Isso se reflete diretamente na postura e nos gestos do candidato. De acordo com uma pesquisa publicada pela Forbes Brasil, alinhar a comunicação verbal com a não verbal é crucial para projetar uma imagem de autoridade e confiança. Quando os gestos são coerentes com as palavras, o candidato transmite uma sensação de equilíbrio e autenticidade, qualidades altamente valorizadas em qualquer profissional.
Movimentos excessivos, como gesticular demais ou mexer-se constantemente, podem ser prejudiciais, pois desviam a atenção da mensagem principal e indicam nervosismo ou falta de controle. A postura é um dos aspectos mais analisados, pois é através dela que o recrutador percebe o nível de conforto e confiança do candidato. Uma postura ereta, com ombros relaxados, é sinal de autoconfiança e disposição para enfrentar os desafios da função. Além disso, um contato visual adequado é essencial. Evitar o contato visual pode ser interpretado como falta de interesse ou até mesmo desonestidade, enquanto manter o olhar fixo por tempo demais pode ser visto como intimidação. Por isso, é fundamental manter um equilíbrio natural, olhando nos olhos do entrevistador de forma respeitosa, sem exageros.
Especialistas em comunicação não verbal, como Bruno Pecci, enfatizam o impacto significativo da linguagem corporal no ambiente profissional. Em um vídeo recente, Pecci destaca que, muitas vezes, o comportamento não verbal fala mais do que as palavras, especialmente em uma entrevista de emprego. Ele explica que pequenos detalhes, como um sorriso sincero ou uma postura aberta e receptiva, podem ser determinantes para criar uma conexão com o entrevistador e mostrar uma atitude positiva em relação à oportunidade. No entanto, ele alerta para os sinais negativos, como cruzar os braços, olhar para baixo ou desviar o olhar. Esses comportamentos podem ser interpretados como sinais de desconforto, insegurança ou até desinteresse pela vaga.
Além disso, a comunicação não verbal pode ser influenciada pela cultura e pelos valores da empresa. Por exemplo, em uma organização mais tradicional e hierárquica, gestos muito expressivos ou uma postura muito relaxada podem ser mal interpretados, passando uma imagem de falta de seriedade. Já em empresas mais informais, uma postura excessivamente rígida ou a ausência de gestos podem ser vistos como uma falta de espontaneidade ou habilidade de se comunicar de forma aberta. Por isso, conhecer a cultura organizacional da empresa para a qual o candidato está se candidatando é essencial para ajustar a comunicação não verbal de forma estratégica.
Uma das melhores maneiras de se preparar para a entrevista é treinar a linguagem corporal antes do grande dia. Uma prática simples, mas eficaz, é realizar simulações de entrevista, seja com um amigo, mentor ou até mesmo na frente do espelho. Gravar a própria apresentação também é uma excelente estratégia, pois permite que o candidato observe de forma crítica sua postura, gestos e expressões faciais. Isso ajuda a identificar pontos de melhoria e aumentar a confiança na comunicação não verbal. Além disso, a auto observação proporciona um maior controle sobre os gestos involuntários, como mexer nas mãos ou bater os pés, que podem transmitir nervosismo ou ansiedade.
Outro ponto importante que pode ser treinado antes da entrevista é o tom de voz. Um tom de voz firme, claro e pausado transmite segurança e demonstra controle sobre a situação. A fala rápida demais pode passar a impressão de ansiedade, enquanto um tom monótono pode ser interpretado como desinteresse. Por isso, é importante que o candidato ajuste o ritmo da fala para manter a conversa fluída e cativante.
Em entrevistas remotas, a atenção aos detalhes da linguagem corporal precisa ser redobrada. A especialista em recrutamento Gabriela Mative, ressalta que o candidato deve se preocupar com o ambiente onde acontece a entrevista online, pois isso pode interferir diretamente no seu comportamento. Ela aponta que, em ambientes virtuais, fatores como o enquadramento da câmera, a iluminação e o fundo escolhido também têm grande impacto na comunicação não verbal. Um vídeo de baixa qualidade, com uma câmera mal posicionada ou iluminação inadequada, pode distrair o recrutador e prejudicar a percepção do candidato. Por isso, é importante que o candidato faça um teste antes da entrevista, verificando como sua imagem será transmitida para garantir uma aparência profissional e condizente com a situação.
Para se destacar em um processo seletivo, o candidato deve alinhar sua postura, gestos e o conteúdo de sua apresentação. Ter um currículo bem estruturado, adaptado à vaga e às expectativas da empresa, é fundamental. O site Currículo.com.br oferece ferramentas que ajudam a criar currículos eficazes, complementando a imagem profissional transmitida durante a entrevista. Ao investir nesses elementos, o candidato transmite segurança, profissionalismo e aumenta suas chances de conquistar a vaga.
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Zara luta e vence batalha judicial pela marca
Um tribunal italiano decidiu a favor da marca do grupo Inditex, forçando uma conhecida e antiga marca italiana de massas a mudar o nome de seus produtos

A Zara, integrante do grupo Inditex, saiu vitoriosa em uma longa disputa judicial na Itália contra a marca de massas “Pasta Zara”. O Tribunal de Cassação italiano decidiu que a remoção da palavra “Pasta” do nome poderia gerar confusão com a marca Zara, pertencente à Inditex. Com a decisão, a fabricante italiana foi obrigada a modificar o nome de seus produtos, reforçando a proteção de marcas reconhecidas na Europa, de acordo com matéria divulgada no portal Huffpost.
Este é um dos desafios enfrentados diariamente no cenário empresarial, no qual grandes corporações buscam resguardar suas marcas, enquanto empresas menores tentam se estabelecer no mercado. Em alguns casos, a escolha do nome comercial não está ligada à cópia intencional, mas sim a fatores pessoais, como um sobrenome ou um conceito significativo para o empreendedor. No entanto, a falta de uma pesquisa prévia pode resultar em litígios, transformando um sonho empresarial em um obstáculo jurídico.
A ausência de um registro formal da marca é um dos principais fatores que expõem empreendedores a esse risco. Embora o registro seja facultativo no Brasil, a Associação Brasileira de Propriedade Intelectual (ABPI) defende que essa etapa deveria ser uma prioridade no início de qualquer negócio. Empresas de grande porte contam com departamentos jurídicos especializados na proteção de suas marcas e patentes, uma cultura que, segundo especialistas, deveria ser mais difundida no país.
No Brasil, a Mark-se, empresa de São Paulo especializada em registro de marcas e patentes, observa uma baixa procura espontânea pelo serviço. “Cerca de 95% dos atendimentos realizados na empresa são derivados da busca ativa de consultores, enquanto apenas 5% dos clientes procuram diretamente registrar suas marcas e patentes”, afirma Junior Murakami, executivo da empresa em São Paulo. Os dados indicam que grande parte dos negócios ainda não prioriza a proteção de suas marcas, o que pode resultar em disputas legais futuras.
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Congresso Nacional debaterá futuro do ESG e sustentabilidade
Entre os temas do evento estão: previsões e tendências em sustentabilidade, meio ambiente, mudanças climáticas, incêndios e queimadas, chuvas e enchentes no Brasil, transição energética, energias renováveis, crédito de carbono, cidades sustentáveis, gestão e educação ambiental, combate ao racismo, saúde mental e bem-estar, diversidade e inclusão, felicidade no trabalho, inteligência artificial e ESG, governança corporativa, COP 30, e outros

Nos dias 13 e 14 de maio, São Paulo será palco do Congresso Nacional de ESG, reunindo líderes empresariais, governamentais e investidores no Centro de Eventos da AMCHAM Brasil. O evento promove discussão sobre o futuro do ESG e sustentabilidade, além de práticas responsáveis e inovadoras em Governança Ambiental, Social e Corporativa (ESG).
O congresso contará com a participação de palestrantes como: Fernanda Facchini (Natura), Tamara Braga (Petrobras), Regina Magalhães (Microsoft), Gabriel Santamaria (Banco do Brasil), Gabriel Clemente (Vale), Filipe Alvarez (Azul Linhas Aéreas), Lucianne Pessoa (Nestlé Professional), Patricia Pereira (L’Oréal), Cintia Kasai (C&A), Sabrina Petrina (Volkswagen), João Zeni (Electrolux), Alexandro Gandur (EMS), Ana Luiza Silva (Nissan), Rodolfo Sirol (CPFL), Gabriel Prudlik (Diageo), Claudia Veiga (Syngenta), Fábio Junio (Sicoob), Patrícia Ruth (Rumo Logística), Pier Pesce (Braskem), Nathalia Abreu (Zurich Seguros), Jefferson Giorgi (Bridgestone), Renato Costa (Odontoprev), Andressa Borba (Leroy Merlin Brasil), entre outros.
A programação abordará temas cruciais, como mudanças climáticas, inclusão social, diversidade, saúde e bem-estar, inteligência artificial (IA) e integração de metas ESG nas operações empresariais.
Com o tema central “Liderança Visionária – Conectando Sustentabilidade, Diversidade e Inteligência Artificial”, o congresso buscará fomentar a troca de experiências e o networking entre os principais players do mercado, incentivando a colaboração e o avanço de práticas ESG em todas as esferas da economia.
A realização do evento conta com o apoio de entidades importantes, como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB Nacional), o Conselho Federal de Administração (CFA), a Confederação Nacional do Comércio (CNC), entre outras, que representam milhares de profissionais e organizações comprometidas com os temas de ESG e sustentabilidade
Cristiano Lagôas, presidente da Associação Brasileira de ESG, responsável pela organização do evento, destaca a relevância do congresso: “ESG e sustentabilidade são pilares fundamentais para as empresas que desejam prosperar em um cenário de transformação constante. Este congresso é uma oportunidade para líderes se inspirarem e explorarem novas abordagens para um mundo melhor para todos”.
Para mais informações sobre a programação e inscrições, basta acessar: www.congressodeesg.org.br
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Marketing de afiliados cresce e se consolida no digital
O mercado de marketing de afiliados, avaliado em US$ 17 bilhões, cresce 10% ao ano, impulsionado pelo e-commerce e mudanças no consumo digital. Com projeção de US$ 40 bilhões até 2030, esse modelo de remuneração por resultado atrai 81% das marcas e permite que afiliados gerem renda sem gerenciar estoque ou logística. A flexibilidade e o baixo investimento inicial tornam essa estratégia cada vez mais relevante.

De acordo com relatórios recentes do setor, o mercado de marketing de afiliados tem um valor estimado atual de US$17 bilhões de dólares e tem crescido de forma acelerada com uma taxa anual de receita do mercado em 10%, impulsionado pelo e-commerce e pelas mudanças nos hábitos de consumo digital.
Esse modelo de negócios conecta empresas a promotores de produtos e serviços, oferecendo uma alternativa eficiente para a aquisição de clientes e a ampliação da visibilidade das marcas.
Crescimento de um mercado bilionário
Segundo esse mesmo relatório, a projeção para 2030 é de que o setor alcance 40 bilhões de dólares globalmente, acompanhando a expansão das vendas online e a popularização de novas formas de consumo digital.
A estrutura de funcionamento dos programas de afiliados baseia-se em um modelo de remuneração por resultados, como vendas ou cliques, o que contribui para a previsibilidade e o controle dos investimentos realizados pelas empresas.
Segundo pesquisas recentes, 81% das marcas utilizam programas de afiliados como parte da estratégia de aquisição de clientes. Para os afiliados, a atividade representa a possibilidade de obter renda por meio da promoção de produtos de terceiros, sem a necessidade de gerenciar estoque, logística ou atendimento ao cliente.
A flexibilidade do modelo também permite que muitas pessoas vejam nessa atividade uma forma de gerar renda extra, podendo se dedicar de maneira parcial ou integral ao trabalho de divulgação on-line, sendo uma forma viável de ganhar dinheiro na internet.
Mudanças no comportamento de consumo
O constante crescimento do e-commerce e o aumento do tempo de conexão das pessoas na internet criaram um ambiente propício para a expansão dos programas de afiliados. Esse crescimento também reflete a importância crescente dos produtores de conteúdo e influenciadores digitais no processo de divulgação de produtos e serviços.
A combinação de baixo investimento inicial, a possibilidade de trabalhar de casa, potencial de retorno financeiro e flexibilidade tem consolidado o marketing de afiliados como uma alternativa viável para a expansão de negócios e a geração de renda. Com o crescimento contínuo do setor, a participação em programas de afiliados tem se configurado como uma estratégia relevante no cenário digital.
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