Notícias Corporativas
Especialista comenta as tendências da cirurgia plástica em 2025
Avanços tecnológicos aparecem como os mais promissores
Os avanços tecnológicos e as principais tendências em medicina estética prometem continuar remodelando o mercado em 2025, globalmente. A integração de tecnologias disruptivas no setor, como a inteligência artificial (IA), proporciona procedimentos cada vez menos invasivos, além de movimentos percebidos em mudanças profundas no perfil de consumo do usuário. Essa nova fase é marcada por iniciativas como a telemedicina, o uso de tecnologias como robótica, nanotecnologia e a própria IA. Segundo dados da Bain & Company, 60% das empresas pesquisadas têm como uma das prioridades a implementação de IA nos negócios.
A inovação tecnológica fomenta a criação de startups médicas, setor em plena expansão no mercado. De acordo com levantamento da Liga Ventures, publicado no primeiro semestre de 2024, existem pelo menos 536 startups de saúde em atividade no Brasil.
Diante desse cenário, o Dr. José Cabral, médico-cirurgião plástico e empreendedor, traz algumas tendências e movimentos desse setor:
1) Naturalização da cirurgia plástica
O perfil de consumo no mercado de cirurgia plástica acompanha um movimento de forte tendência de naturalização nos procedimentos, resultando em mais harmonia com a beleza associada ao paciente e equilíbrio estético e valorizando a individualidade de cada usuário.
2) Adoção de novas tecnologias
O uso de tecnologias como a IA colabora para o aperfeiçoamento de técnicas na medicina estética, resultando em mais rapidez no atendimento, além de contribuir para a eficiência do procedimento, no geral.
“A IA permite analisar padrões estéticos, prever resultados esperados pelo paciente e auxiliar na tomada de decisões em cirurgias. Existem softwares avançados que são capazes de simular procedimentos estéticos por meio de um modelo digital do corpo e rosto com alto grau de precisão, o que resulta em uma experiência mais confiável para o usuário”, explica o especialista.
3) Procedimentos minimamente invasivos
A inovação tecnológica também provoca mudanças nos procedimentos adotados pelo mercado de medicina estética. Com a integração de soluções digitais, o processo cirúrgico é menos invasivo, o que reverbera no tempo de recuperação do paciente, reduzindo até mesmo riscos associados ao tratamento.
“A adoção de novas tecnologias permitiu o desenvolvimento de soluções como ultrassom focalizado, laser de alta precisão e injetáveis que estão revolucionando o rejuvenescimento facial e corporal dos pacientes”, ressalta.
4) Personalização e impressão 3D
Em um cenário de mudanças, a personalização de procedimentos cirúrgicos se transformou em uma atividade com alta precisão de resultados. Além de ferramentas de IA, outras tecnologias, como a impressão 3D, prometem criar tendências no mercado de cirurgia plástica em 2025.
“Com impressoras 3D, modelos personalizados de rosto e corpo possibilitam a visualização real e palpável dos resultados antes da cirurgia acontecer, garantindo maior previsibilidade e satisfação do paciente”, completa Cabral.
Assim, com projeções de crescimento para o mercado até 2029, novas tendências devem colaborar para ampliar o número de atendimentos e aprimorar procedimentos nos próximos meses. De acordo com especialistas, a medicina estética deve crescer 7% em 2025.
Notícias Corporativas
Copom eleva Selic a 14,25% ao ano e prevê nova alta em maio
Órgão do Banco Central divulgou ata da última reunião, realizada em meados de março, em que aponta alta de um ponto porcentual na taxa Selic como necessidade. André Oliveira, especialista da Consórcio Fast, pontua como o cenário aumenta a demanda por cotas e pode facilitar a venda

A taxa básica de juros da economia brasileira, Selic, foi elevada em um ponto percentual (pp) pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil (BC) ainda em março e chegou a 14,25%. O órgão do BC também sinalizou uma previsão de aumento menos significativo para maio, conforme divulgado pelo portal de notícias especializado em economia e investimentos InfoMoney.
O InfoMoney também assinalou que a alta prevista para maio levaria a taxa ao menos a 14,50% e que, de acordo com o relatório semanal de mercado do BC Focus mais recente, a expectativa é de altas de 0,5 pp em maio e de 0,25 pp em junho, o que elevariam os juros a 15,00%.
André Oliveira, sócio da Consórcio Fast, explica como a alta da taxa Selic afeta o crédito tradicional e o financiamento de bens e serviços no Brasil. “Existem muitos fatores que podem guinar a oferta de créditos em geral. A taxa Selic tem papel direto e quando elevada, o crédito fica mais caro, basicamente levam as pessoas e empresas a investirem menos em seus projetos atuais e principalmente os futuros”.
Segundo Oliveira, é nesse cenário de juros elevados que o consórcio pode se tornar uma alternativa mais vantajosa para consumidores e investidores. “Com a taxa Selic elevada, consequentemente o crédito fica mais caro e muitas vezes inviável. Uma das opções é o consórcio. Quando feito de maneira planejada, ele pode se tornar atraente, pois não existem juros e sim taxa de administração, que pode variar bastante de acordo com cada administrador e prazo”.
Cenário econômico aumenta demanda por cotas e facilita venda
A Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC) destacou a funcionalidade do consórcio como autofinanciamento e alternativa de investimento, que possibilita a ascensão do poder aquisitivo do consorciado, e mostrou que o crescimento do setor em 2024, com alta de 7,8% no volume de venda de cotas, esteve dentro do previsto, entre 6% e 8%, no final do ano anterior.
De acordo com a organização, em novembro de 2024, o total de consorciados ativos subiu 9,1%, em relação ao mesmo mês do ano anterior, e alcançou 11,22 milhões de participantes ativos. O montante acumulado em negociações feitas entre janeiro e novembro de 2024 atingiu R$ 354,13 bilhões, 20,6% acima do valor de 2023.
O sócio da Consórcio Fast revela que a empresa tem observado um aumento na procura por cotas de consórcio devido à alta da Selic. “O aumento significativo da procura por cotas novas, em andamento e contempladas, tem relação direta com o custo de crédito mais alto e o cenário acaba por impactar positivamente na facilidade de venda das cotas de consórcio. Com a demanda mais alta, as administradoras podem abrir mais grupos ou alocar novos consorciados em grupos com vagas, gerando grupos mais saudáveis”.
Oliveira esclarece que a conjuntura de alta demanda nas contratações de cotas de consórcio leva muitos consorciados a alterarem o planejamento e não utilizarem as cotas. Uma forma de reaver parte do valor pago no consórcio é a venda da cota.
Conforme alerta o especialista, alguns fatores devem ser observados por quem deseja entrar em um consórcio nesse momento do mercado. “As melhores estratégias incluem avaliar primeiramente qual o objetivo da compra do consórcio, se o investimento ou a retirada do bem e em que prazo”.
Para Oliveira, a definição é fundamental, pois se a necessidade na retirada do bem for breve, deve-se observar qual o valor do lance a ser ofertado para contemplar a cota, já que no sorteio a possibilidade é remota. “Também é importante considerar qual a administradora contratar e a taxa de administração cobrada”, reforça.
Para 2025, a ABAC prevê um crescimento de 8,0% so Sistema de Consórcios, considerando aumentos de 20,0% para os imóveis, 10,0% para veículos pesados, 6,0% para os veículos leves, 2,0% para as motocicletas, 23,0% para os eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis e 10,0% para os serviços.
Para mais informações, basta acessar: consorciofast.com.br/
Notícias Corporativas
Mercado de mkt digital cresce 30% no Brasil em 12 meses
Segundo pesquisa, 42% dos infoprodutores afirmaram que tem venda de infoprodutos como principal fonte de renda; Leandro Ladeira lança método para impulsionar vendas

O mercado de infoprodutos, segmento do marketing digital que vende produtos digitais, no Brasil vive um momento de expansão, com um crescimento de 30% no número de trabalhos diretos e indiretos gerados na Creator Economy em um período de 12 meses, segundo estudo da Fundação Getúlio Vargas desenvolvido em parceria com a Hotmart.
Ainda segundo a pesquisa, compartilhada pela própria FGV, 42% dos entrevistados afirmaram que a venda de produtos digitais é sua principal fonte de renda.
Para o especialista em marketing digital Leandro Ladeira, que já ajudou mais de 45 mil alunos e 1.200 mentorados a criar e vender seus infoprodutos, os dados demonstram que o mercado de infoprodutos vive um momento promissor e acessível. “Ao contrário do que muitos pensam, o setor ainda está em crescimento e se tornou mais acessível. Hoje, é muito mais fácil entrar no mercado digital do que era há 10 anos”, diz.
Ladeira observa que, hoje em dia, o empreendedor digital não precisa mais investir em equipamentos caros ou conhecimentos técnicos complexos. “Com um celular e ferramentas simples, é possível criar e vender infoprodutos. Plataformas como a Hotmart têm batido recordes de vendas, indicando que o mercado continua aquecido”, afirma.
Tendências e formatos de infoprodutos
Ladeira alerta que, ao contrário do que as pessoas imaginam, o mercado de infoprodutos vai além de cursos on-line e e-books. Ele aponta quatro grandes tendências para os próximos anos:
- Agentes de Chat GPT: venda de acesso a agentes de inteligência artificial, treinados para facilitar ou agilizar o trabalho em nichos específicos;
- Produtos High Ticket: itens de alto valor e alta entrega, como mentorias e masterminds, que exigem mais habilidades de vendas e marketing, trazendo um faturamento maior;
- Imersões: programas que ajudam na implementação rápida e eficiente do conhecimento;
- Produtos de rápido consumo: planilhas, planners e mapas mentais, que oferecem praticidade a um custo acessível.
O especialista aproveita para recomendar o funil de vendas no perpétuo como a estratégia mais eficaz do mercado digital, uma vez que combina a previsibilidade das vendas constantes com a injeção de caixa dos lançamentos.
Ladeira acredita que o mercado de infoprodutos terá um novo salto nos próximos anos, impulsionado pela Inteligência Artificial. “Muitas pessoas poderão perder empregos e precisarão estudar ou empreender. Quem está no mercado digital estará bem posicionado para ensinar essas novas profissões”, prevê. Ele também ressalta que, apesar do avanço tecnológico, a autenticidade e a personalidade continuarão sendo diferenciais.
Para quem está começando, Ladeira destaca uma orientação: “Tenha pressa para começar e paciência pelo resultado. Crie um plano, coloque em prática e não espere o momento perfeito”.
O método Venda Todo Santo Dia
Dentro desse contexto, depois de mais de 10 anos de experiência com as vendas no modelo perpétuo e a fim de impulsionar o empreendedorismo no mercado digital, Ladeira criou o método “VTSD – Venda Todo Santo Dia”.
O método ensina como vender infoprodutos de forma contínua, previsível e sem depender de poucos eventos, como acontece nas vendas realizadas no formato de lançamentos. O objetivo é reduzir a barreira de entrada e ensinar conceitos essenciais, como tráfego pago, copywriting e funil de vendas.
“É um modelo escalável, de implementação possível, que tem como objetivo gerar empregos, empoderar pessoas e ajudar, especialmente mulheres e mães, a conquistarem independência financeira”, conclui Ladeira.
Para mais informações, basta acessar: https://www.vendatodosantodia.com.br/pv0622/
Notícias Corporativas
Seguro cyber é alternativa para empresas do país
Custo médio de um vazamento de dados no país em 2023 foi de R$ 6,8 milhões; especialista da Genebra Seguros esclarece principais dúvidas sobre a modalidade de seguro focada na proteção para prejuízos cibernéticos

A digitalização trouxe eficiência e agilidade para os negócios, mas também aumentou os riscos de ataques cibernéticos. Segundo um relatório da IBM Security, divulgado pela CNN Brasil, o custo médio de um vazamento de dados no país em 2023 foi de R$ 6,7 milhões, evidenciando a necessidade de proteção.
Nesse contexto, ganham destaque modalidades como o “seguro cyber”, solução estratégica para uma empresa mitigar prejuízos financeiros e reputacionais. É o que ressalta Maria Eduarda Oliveira, especialista em seguro cyber na Genebra Seguros, que explica os principais aspectos dessa proteção.
“O seguro cyber, também conhecido como RC Cyber ou seguro de riscos cibernéticos, é uma proteção voltada para empresas que desejam se resguardar contra incidentes digitais”, explica Oliveira.
A busca por seguro contra ataque hacker cresceu 12,7% entre janeiro e junho de 2024, com uma arrecadação de R$ 110,6 milhões, conforme balanço da Confederação Nacional das Seguradoras (CNSeg), repercutido com exclusividade pela CBN Globo. Já na série histórica iniciada em 2020, a alta é ainda maior: chega a 512,4%.
De acordo com a especialista da Genebra, as coberturas variam de acordo com as seguradoras, entretanto a cobertura básica cobre reclamações, honorários de peritos e processos decorrentes de vazamento de dados.
“Entre os principais riscos cobertos, estão vazamento de dados (clientes, colaboradores, fornecedores), ataques de hackers (ransomware, phishing, DDoS), extorsão cibernética e roubo de identidade e fraudes digitais, além de custos com recuperação de sistemas e interrupção de negócios”, lista.
Quais são as principais pautas de cibersegurança em 2025?
Os ataques digitais estão cada vez mais sofisticados. De acordo com um estudo realizado pela Sophos e compartilhado pela TI Inside Online, a “persistência dos ataques de ransomware”, “uma nova era de ataques à IA (Inteligência Artificial)” e a “vulnerabilidades na cadeia de suprimentos” devem ser as três principais pautas de cibersegurança em 2025.
“Cada vez mais, ganham destaque no país golpes financeiros (fraudes em transações digitais) e ataques a cadeias de suprimentos (fornecedores vulneráveis)”, complementa. Oliveira alerta: “Empresas que lidam com grandes volumes de dados sensíveis, startups de tecnologia, instituições de saúde e consultorias jurídicas são alvos frequentes. O seguro cyber ajuda a reduzir os impactos desses ataques”, afirma.
Quem precisa de um seguro cyber?
Segundo a especialista em seguro cyber na Genebra Seguros, qualquer empresa que utilize meios digitais está exposta a riscos, mas alguns setores são mais vulneráveis:
- E-commerces e fintechs (dados financeiros);
- Hospitais e clínicas (prontuários médicos);
- Escritórios de advocacia (documentos sigilosos);
- Indústrias com sistemas IoT (risco de sabotagem digital).
“A contratação de um seguro cibernético é uma consideração importante para diversas organizações, especialmente aquelas que dependem de dados digitais e tecnologia em suas operações”, reforça a especialista.
Suporte jurídico e resposta a incidentes
Além da cobertura financeira, muitas apólices oferecem suporte jurídico em casos de vazamento de dados, como assessoria em notificações obrigatórias (LGPD), defesa em processos judiciais e negociação em casos de extorsão.
“Algumas seguradoras oferecem suporte jurídico em caso de vazamento de informações sigilosas. Esse benefício é crucial, pois lida com aspectos legais complexos e dispendiosos”, destaca a porta-voz da Genebra.
Importância do seguro cyber em 2024 nunca foi tão alta, diz especialista
Com o aumento da obrigatoriedade à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), empresas que sofrem vazamentos podem enfrentar multas de até 2% do faturamento, como destaca o portal Agência Senado. Além disso, a reputação de um negócio pode ser severamente afetada.
Oliveira finaliza: “Nos dias atuais, a relevância do seguro cibernético nunca foi tão alta. Ele protege dados sensíveis, mitiga perdas financeiras e garante a continuidade dos negócios. Para indivíduos, também oferece segurança contra fraudes e roubo de identidade”.
Para mais informações, basta acessar: https://www.genebraseguros.com.br/
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