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Empresas enfrentam miopia empresarial, mas há como evitá-la
A miopia empresarial ocorre quando empresas resistem à inovação e se concentram apenas no presente, ignorando mudanças de mercado e necessidades dos clientes. Isso gera estagnação e pode comprometer a competitividade. Investir em tecnologia e adotar uma mentalidade inovadora são essenciais para garantir a sobrevivência e o sucesso no futuro

Como explorado no livro Miopia Corporativa – Como a Negação de Fatos Evidentes Impede a Tomada das Melhores Decisões, de Richard Tedlow, a miopia empresarial é um fenômeno que se reflete na estagnação e na incapacidade de adaptação às mudanças do mercado. Quando uma organização adota uma visão de curto prazo, focando apenas no que já está dando certo, ela corre o risco de se tornar vulnerável às necessidades emergentes do mercado e dos clientes. Um dos principais sinais dessa condição é a falta de planejamento estratégico, aliada ao imediatismo nas decisões.
Segundo dados da BigDataCorp, divulgados pela Capitalist, em 2023 3,9 milhões de empresas foram abertas no Brasil, mas 1,8 milhões dessas viram suas portas sendo fechadas devido ao mau planejamento. Uma pesquisa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) de 2021 mostrou que 17% das empresas não fazem nenhum planejamento, e 59% fazem para no máximo 6 meses. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indica ainda, através de uma matéria veiculada pela A Tarde, que 48% das empresas no Brasil encerram suas atividades em até três anos devido à falta de planejamento e à gestão financeira inadequada.
Em muitos casos, isso ocorre quando líderes tomam decisões sem levar em consideração o longo prazo, limitando a visão da empresa e negligenciando inovações que poderiam agregar valor ao negócio. De acordo com uma pesquisa feita pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), publicada pela Agencia Brasil, 68% das pequenas empresas ainda nem possuem uma área dedica à inovação e 76% não têm orçamento dedicado a esse fim. No livro, é tratado o fato de que a miopia empresarial também está ligada a questões emocionais dentro das organizações, como o ego inflado e a vaidade.
Segundo Viviam Posterli, CEO do Grupo Skill, a crença de que “já se tem ou já se oferece o melhor” pode cegar os líderes para as reais necessidades de evolução. “A vaidade que infla o ego, que colabora com a cegueira ou miopia empresarial, e a falta de empatia e concentração, nas necessidades em constantes evoluções dos seus clientes”, explica ela.
Além disso, ainda como abordado na obra de Tedlow, a falta de atenção aos sinais pequenos e discretos dos consumidores pode resultar em decisões empresariais equivocadas. Em um cenário competitivo e em constante transformação, é fundamental que as empresas estejam dispostas a se questionar constantemente e a se adaptar às mudanças. A inquietação, muitas vezes vista como um fator negativo, pode, na verdade, ser uma aliada do progresso. “Nos dias de hoje, a inquietação é saudável porque, apesar de alguns fatores estarem inconclusivos, o momento é oportuno para se aliar e pensar fora da caixa”, enfatiza Viviam.
Fazer rupturas no momento certo, especialmente quando a organização está estável, pode ser a chave para o crescimento. O erro está em esperar a crise para agir, quando a inovação pode e deve ser pensada de forma preventiva. Ter “um olhar atento ao cliente e ao mercado, com sede de inovar” pode ser o que a organização precisa para “ganhar um novo fôlego” e alcançar novos horizontes, como citado pela CEO.
No entanto, de acordo com a Presidente do Grupo Skill, de nada adianta pensar em inovação com um olhar míope. Ou seja, ao decidir mudar a rota e caminhar rumo a um universo inovador, é essencial contar com recursos que apoiem essa transformação. Nesse sentido, investir em tecnologia é vital. Hoje, as organizações têm à disposição diversas ferramentas, como Big Data, Cloud Computing e a tão falada Inteligência Artificial, que oferecem oportunidades para otimizar operações, reduzir custos e melhorar a experiência do cliente.
Mesmo já sendo recursos amplamente conhecidos, segundo o Relatório de Habilidades em Nuvem, divulgado pela SoftwareOne, 53% das empresas relatam falta de habilidades em IA para acompanhar a inovação acelerada. Dessa forma, é essencial enfatizar que investir em tecnologia não significa apenas adquirir novos softwares ou equipamentos, mas também promover capacitação e desenvolver uma mentalidade organizacional mais dinâmica e inovadora.
Investir em inovação e tecnologia não é mais opcional; é uma questão de sobrevivência no ambiente empresarial atual. A visão estratégica e inovadora das empresas é o que garante sua longevidade e sucesso. “Hoje investir em tecnologia significa vida, e com um olhar atento em inovar, as organizações ganham sobrevida”, finaliza Viviam.
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Esri lança edição ampliada do dicionário GIS mais abrangente do mundo
A to Z GIS é a referência obrigatória de terminologia para qualquer pessoa que trabalhe com GIS
A Esri, líder global em inteligência de localização, acaba de publicar a terceira edição do A to Z GIS: An Illustrated Dictionary of Geographic Information Systems (GIS de A a Z: Um Dicionário Ilustrado de Sistemas de Informações Geográficas, em tradução livre). À medida que a tecnologia do sistema de informações geográficas (GIS) evoluiu e se tornou mais popular, o mesmo aconteceu com a linguagem dessa poderosa ferramenta. Um guia essencial para gerentes, programadores, usuários, escritores, editores e estudantes, a edição atualizada do A to Z GIS contém
- Insights de mais de 200 especialistas no assunto.
- Um dicionário de referências cruzadas com quase 3.000 termos, incluindo mais de 1.400 novas adições.
- Ilustrações coloridas revisadas e de alta qualidade.
Um dicionário popular e abrangente, A to Z GIS: An Illustrated Dictionary of Geographic Information Systems é um recurso crucial para todos que atuam na área de GIS, ajudando tanto profissionais quanto estudantes a se manterem atualizados com a terminologia geoespacial mais recente.
A to Z GIS: An Illustrated Dictionary of Geographic Information Systems está disponível em versão de bolso (ISBN: 9781589488113, US$ 34,99) e como e-book (ISBN: 9781589488120, US$ 34,99). Este livro pode ser obtido na maioria dos varejistas on-line em qualquer parte do mundo. Os varejistas interessados podem entrar em contato com a distribuidora de livros da Esri Press, Ingram Publisher Services.
Sobre a Esri
A Esri, líder global de mercado em software de sistema de informações geográficas (GIS), inteligência de localização e mapeamento, ajuda os clientes a liberar todo o potencial dos dados para melhorar os resultados operacionais e comerciais. Fundada em 1969 em Redlands, Califórnia, EUA, o software da Esri é implementado em centenas de milhares de organizações no mundo inteiro, incluindo empresas da Fortune 500, agências governamentais, instituições sem fins lucrativos e universidades. A Esri possui escritórios regionais, distribuidores internacionais e parceiros que fornecem suporte local em mais de 100 países em seis continentes. Com seu compromisso pioneiro com a tecnologia e a análise geoespaciais, a Esri desenvolve as soluções mais inovadoras que utilizam uma abordagem geográfica para resolver alguns dos problemas mais complexos do mundo, colocando-os no contexto crucial da localização. Visite-nos em esri.com.
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Contato:
Jo Ann Pruchniewski
Relações Públicas, Esri
Celular: 301-693-2643
E-mail: jpruchniewski@esri.com
Fonte: BUSINESS WIRE
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Combinar ferramentas de feedback pode ajudar os CSCs
Pesquisa do IEG com cerca de 100 empresas revela que a falta de avaliação estruturada compromete a motivação e o desempenho dos colaboradores

De acordo com um levantamento realizado na plataforma MIA, do IEG, em 2025, com cerca de 100 empresas, apenas 29% dos Centros de Serviços Compartilhados (CSCs) aplicam, de forma integrada, a avaliação de eNPS (employee Net Promoter Score), pesquisas de clima organizacional e entrevistas de desligamento.
Para Pedro Moi, responsável pela plataforma MIA e sócio do IEG, “a ausência da avaliação regular de uma dessas métricas pode dificultar a obtenção de insights pelos CSCs sobre a satisfação e o comprometimento de suas equipes, tornando mais desafiadora a implementação de ações eficazes de melhoria”.
Ainda segundo o empresário, esse cenário revela um grande potencial de aprimoramento, uma vez que a combinação dessas três ferramentas oferece informações essenciais para compreender os fatores que influenciam a satisfação e o engajamento dos colaboradores.
“O engajamento dos colaboradores nos CSCs é impulsionado por diversos fatores, como a criação de um ambiente de trabalho colaborativo, o reconhecimento de desempenho e a implementação de programas de desenvolvimento e capacitação contínuos. A utilização de métricas, como o eNPS, também permite identificar pontos críticos e alinhar as ações de gestão de pessoas visando melhorar o engajamento”, analisa.
O especialista também ressalta o papel central da cultura organizacional nesse processo. De acordo com ele, empresas que priorizam a transparência, o reconhecimento e o desenvolvimento contínuo tendem a ter seus colaboradores mais motivados.
“Além disso, a integração de práticas inovadoras que atendam às novas demandas, especialmente da Geração Z, como flexibilidade no trabalho e benefícios voltados ao bem-estar, fortalece a conexão dos profissionais com a organização”, acrescenta.
O levantamento elaborado pela MIA aponta ainda os principais fatores de motivação para a Geração Z, que incluem a possibilidade de trabalhar remotamente (86%), a flexibilidade de horários (66%) e remuneração e benefícios competitivos (63%).
“Esse panorama reforça a procura dos jovens profissionais por equilíbrio entre qualidade de vida e crescimento profissional, tanto no Brasil quanto no âmbito internacional”, explica.
No geral, uma equipe engajada contribui para a redução de desafios nas empresas como a alta rotatividade, queda na produtividade e falhas na comunicação interna. Segundo Pedro, com profissionais mais envolvidos, é possível fortalecer um ambiente de trabalho mais colaborativo e eficiente, além de aumentar a retenção de talentos.
“As melhores práticas para promover o engajamento incluem a implementação de programas contínuos de treinamento e capacitação, o reconhecimento regular do desempenho, a criação de oportunidades de crescimento e a promoção de uma cultura de feedback aberto. Além disso, investir em iniciativas de bem-estar e flexibilidade, como políticas de trabalho remoto, tem se mostrado essencial para engajar os colaboradores, especialmente a Geração Z”, conclui.
Para mais informações, basta acessar: www.ieg.com.br
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Pedidos indeferidos pelo INSS podem ser revertidos
Cerca de 1,8 milhão de brasileiros aguardam análise de benefícios. Advogado especialista explica os principais motivos para a recusa do pedido e como recorrer da decisão

Em um cenário de crescente demanda por benefícios previdenciários no Brasil, muitos cidadãos têm visto seus pedidos junto ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) serem indeferidos. Informações do Ministério da Previdência Social, divulgadas pelo jornal Extra, apontam que cerca de 1,8 milhão de brasileiros estão na fila da instituição aguardando análise de benefícios.
Deste total, quase 1,5 milhão dependem somente da análise do INSS e da perícia médica. Já os mais de 319 mil restantes apresentam pendências relativas a documentos a serem apresentados pelos segurados. Os números repercutidos são referentes ao Boletim Estatístico da Previdência Social (Beps) de setembro de 2024. No entanto, a legislação brasileira prevê diversas possibilidades para reverter decisões de indeferimento, proporcionando esperança e alternativas para quem enfrenta essa realidade.
Segundo o advogado especialista em direito previdenciário André Beschizza, o indeferimento pode ocorrer quando o órgão analisa a solicitação e conclui que os requisitos necessários não foram atendidos. “Mesmo com a negativa, ainda é possível corrigir erros ou recorrer para reverter a decisão”.
“Quando o processo é indeferido, o destinatário recebe uma notificação explicando o motivo da negativa, mas nem sempre a decisão é definitiva. Em caso de recusa, o beneficiário pode buscar uma nova análise do pedido, seja por meio de um recurso administrativo junto ao INSS ou, caso necessário, por via judicial”, acrescenta o advogado.
Como reverter o indeferimento
De acordo com o especialista, o órgão pode negar um pedido por vários motivos, como a falta de documentação completa, requisitos mínimos não cumpridos, inconsistências nas informações, erros no preenchimento do requerimento, incapacidade para o trabalho não comprovada e erro na contribuição ao INSS.
Para evitar que isso aconteça, Beschizza ressalta que o segurado precisa tomar alguns cuidados como, por exemplo, conhecer os critérios de determinadas solicitações, verificar se os dados do Cadastro Nacional de Informações Sociais estão corretos, comparecer à perícia médica (se necessário) e manter exames e laudos atualizados.
Recentemente, conforme veiculado no portal UOL I Economia, o Tribunal de Contas da União (TCU) determinou que o INSS adote medidas para a melhoria na análise dos pedidos de benefícios previdenciários. Isso ocorreu após a Corte ter identificado desconformidades que caracterizam indeferimento indevido em 10,94% dos benefícios negados automaticamente em 2024.
“Compreender o motivo da negativa é essencial para formular um recurso eficaz. Se tiver dificuldades, um advogado previdenciário pode ajudar a corrigir falhas e garantir que todos os requisitos sejam cumpridos. Isso porque o especialista pode analisar a decisão, identificar falhas técnicas, orientar sobre recursos administrativos ou já entrar com uma ação judicial, se for o caso”, avalia.
O TCU estabeleceu ainda que o INSS implemente mecanismos para identificar e corrigir falhas na instrução dos requerimentos, incluindo as verificações automáticas, além de adotar processos de avaliação da qualidade das análises e treinamentos para os servidores.
“Por isso é recomendado buscar apoio profissional antes mesmo do indeferimento. Além disso, acompanhar o status do pedido é fundamental para saber se ele foi aprovado, negado ou se existem pendências. A consulta é simples e pode ser realizada de forma online, pelo portal Meu INSS, ou pela Central 135”, finaliza Beschizza.
Para saber mais, basta acessar: https://andrebeschizza.com.br/indeferido-no-inss-motivos-e-como-reverter-o-indeferimento/
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