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Saulo Da Rós é premiado por inovação em Coworking

Com uma abordagem prática e acessível à gestão de negócios, Saulo Da Rós, fundador da Coworking Smart, tem implementado um modelo low cost que permite expansão sustentável. O reconhecimento por instituições nacionais e internacionais destaca a consolidação da marca no setor de coworkings e a efetividade do método descrito em seu livro e curso.

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Saulo Da Rós é premiado por inovação em Coworking

O crescimento da Coworking Smart tem sido acompanhado por reconhecimento institucional. Em 2024, a empresa foi o único coworking presente no Ranking Negócios em Expansão da Revista Exame, o maior ranking de empreendedorismo do país, e recebeu premiações como o selo GPTW (Great Place to Work), o Prêmio Quality Brasil, a certificação da Latin American Quality Institute (LAQI) como Empresa Brasileira do Ano de 2025, e o prêmio internacional da Global Recognition Awards, que reconhece lideranças e negócios que aplicam inovação com impacto concreto em seus segmentos de atuação.

O setor de coworkings no Brasil tem apresentado crescimento contínuo nos últimos anos, impulsionado por transformações no modelo de trabalho, pelo aumento do empreendedorismo individual e por mudanças legislativas que favorecem a formalização de pequenos negócios. Normas como a Lei Complementar nº 123/2006 e o Projeto de Lei nº 8.300/2017, que propõe a regulamentação de escritórios virtuais e espaços compartilhados, têm contribuído para esse movimento. Segundo o Censo Coworking 2024 da Woba, o Brasil já ultrapassou 2.500 espaços em funcionamento e é considerado o maior mercado do setor na América Latina.

Nesse cenário, o Coworking Smart adotou um modelo de negócios com base em custos operacionais reduzidos, uso intensivo de automação e foco em acessibilidade. Fundado por Saulo Da Rós em 2014, a empresa se expandiu para oito unidades físicas em Brasília, São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Oferece planos low cost, com soluções como endereço fiscal, salas privativas, escritórios virtuais e planos de uso compartilhado. O objetivo central é atender micro e pequenos empreendedores que precisam operar com estrutura profissional e baixo custo fixo.

“A lógica que seguimos desde o início é simples: permitir que o pequeno empreendedor consiga vender mais, gastando menos. Isso contraria parte da lógica tradicional de crescimento a qualquer custo”, afirma Saulo Da Rós, fundador e CEO da Coworking Smart.

A empresa estruturou seu modelo com foco em escalabilidade, padronização e simplicidade operacional, o que permitiu replicação em diferentes regiões mantendo o mesmo nível de serviço. Desde que Saulo passou a residir nos Estados Unidos, a gestão tem sido realizada de forma remota, com apoio de tecnologia, processos e descentralização das decisões. “O desafio não é a distância, mas a clareza dos processos. Se a equipe entende o que precisa ser feito e tem autonomia para agir, o negócio se mantém em movimento”, explica Da Rós.

Autor do livro O Empreendedor Smart, publicado na Amazon, e do curso digital Missão Empreender, Saulo afirma estar aplicando os próprios métodos na rotina de gestão da empresa. “Tudo o que compartilho no curso e no livro tem sido colocado em prática no dia a dia. São conceitos simples, diretos e testados, voltados para quem precisa crescer sem ter margem para errar”.

Além das soluções operacionais, a empresa criou dois produtos voltados ao fortalecimento do ecossistema de empreendedores: o SmartMind, um programa de mentoria em grupo com foco em gestão e estratégia, e o Clube Smart de Vantagens, que oferece descontos e vantagens em serviços utilizados por microempresas. Segundo Da Rós, “o objetivo desses programas é complementar a estrutura física com apoio prático e acessível para quem está construindo negócios”.

Segundo Da Rós, um dos elementos centrais do modelo da Coworking Smart é o equilíbrio entre inovação e viabilidade financeira. “A gente testa tudo em pequena escala. Só depois de validar com dados e retorno dos clientes é que decidimos expandir. Isso nos permite crescer dobrando o faturamento ano após ano, com previsibilidade e menos risco”, afirma.

A atuação da empresa se baseia em um modelo de crescimento enxuto, priorizando a ocupação contínua dos espaços e mantendo custos fixos baixos. A adoção de ferramentas de automação, CRM, controle digital de contratos e análise de dados permite operar com equipe reduzida e manter contato com clientes de forma centralizada, mesmo com expansão física e aumento da base de usuários. “Os próximos passos são a expansão para todos os estados brasileiros, bem como, a escala internacional”, conclui Saulo.

Mais informações sobre a empresa estão disponíveis em: https://coworkingsmart.com.br

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Esri lança edição ampliada do dicionário GIS mais abrangente do mundo

A to Z GIS é a referência obrigatória de terminologia para qualquer pessoa que trabalhe com GIS

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A Esri, líder global em inteligência de localização, acaba de publicar a terceira edição do A to Z GIS: An Illustrated Dictionary of Geographic Information Systems (GIS de A a Z: Um Dicionário Ilustrado de Sistemas de Informações Geográficas, em tradução livre). À medida que a tecnologia do sistema de informações geográficas (GIS) evoluiu e se tornou mais popular, o mesmo aconteceu com a linguagem dessa poderosa ferramenta. Um guia essencial para gerentes, programadores, usuários, escritores, editores e estudantes, a edição atualizada do A to Z GIS contém

  • Insights de mais de 200 especialistas no assunto.
  • Um dicionário de referências cruzadas com quase 3.000 termos, incluindo mais de 1.400 novas adições.
  • Ilustrações coloridas revisadas e de alta qualidade.

Um dicionário popular e abrangente, A to Z GIS: An Illustrated Dictionary of Geographic Information Systems é um recurso crucial para todos que atuam na área de GIS, ajudando tanto profissionais quanto estudantes a se manterem atualizados com a terminologia geoespacial mais recente.

A to Z GIS: An Illustrated Dictionary of Geographic Information Systems está disponível em versão de bolso (ISBN: 9781589488113, US$ 34,99) e como e-book (ISBN: 9781589488120, US$ 34,99). Este livro pode ser obtido na maioria dos varejistas on-line em qualquer parte do mundo. Os varejistas interessados ​​podem entrar em contato com a distribuidora de livros da Esri Press, Ingram Publisher Services.

Sobre a Esri

A Esri, líder global de mercado em software de sistema de informações geográficas (GIS), inteligência de localização e mapeamento, ajuda os clientes a liberar todo o potencial dos dados para melhorar os resultados operacionais e comerciais. Fundada em 1969 em Redlands, Califórnia, EUA, o software da Esri é implementado em centenas de milhares de organizações no mundo inteiro, incluindo empresas da Fortune 500, agências governamentais, instituições sem fins lucrativos e universidades. A Esri possui escritórios regionais, distribuidores internacionais e parceiros que fornecem suporte local em mais de 100 países em seis continentes. Com seu compromisso pioneiro com a tecnologia e a análise geoespaciais, a Esri desenvolve as soluções mais inovadoras que utilizam uma abordagem geográfica para resolver alguns dos problemas mais complexos do mundo, colocando-os no contexto crucial da localização. Visite-nos em esri.com.

Copyright © 2025 Esri. Todos os direitos reservados. Esri, o logotipo do globo Esri, ArcGIS, The Science of Where, esri.com e @esri.com são marcas comerciais, marcas de serviço ou marcas registradas da Esri nos Estados Unidos, na Comunidade Europeia ou em algumas outras jurisdições. Outras empresas e produtos ou serviços mencionados neste documento podem ser marcas comerciais, marcas de serviço ou marcas registradas de seus respectivos proprietários.

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

Contato:

Jo Ann Pruchniewski

Relações Públicas, Esri

Celular: 301-693-2643

E-mail: jpruchniewski@esri.com

Fonte: BUSINESS WIRE

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Combinar ferramentas de feedback pode ajudar os CSCs

Pesquisa do IEG com cerca de 100 empresas revela que a falta de avaliação estruturada compromete a motivação e o desempenho dos colaboradores

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Combinar ferramentas de feedback pode ajudar os CSCs

De acordo com um levantamento realizado na plataforma MIA, do IEG, em 2025, com cerca de 100 empresas, apenas 29% dos Centros de Serviços Compartilhados (CSCs) aplicam, de forma integrada, a avaliação de eNPS (employee Net Promoter Score), pesquisas de clima organizacional e entrevistas de desligamento.

Para Pedro Moi, responsável pela plataforma MIA e sócio do IEG, “a ausência da avaliação regular de uma dessas métricas pode dificultar a obtenção de insights pelos CSCs sobre a satisfação e o comprometimento de suas equipes, tornando mais desafiadora a implementação de ações eficazes de melhoria”.

Ainda segundo o empresário, esse cenário revela um grande potencial de aprimoramento, uma vez que a combinação dessas três ferramentas oferece informações essenciais para compreender os fatores que influenciam a satisfação e o engajamento dos colaboradores.

“O engajamento dos colaboradores nos CSCs é impulsionado por diversos fatores, como a criação de um ambiente de trabalho colaborativo, o reconhecimento de desempenho e a implementação de programas de desenvolvimento e capacitação contínuos. A utilização de métricas, como o eNPS, também permite identificar pontos críticos e alinhar as ações de gestão de pessoas visando melhorar o engajamento”, analisa.

O especialista também ressalta o papel central da cultura organizacional nesse processo. De acordo com ele, empresas que priorizam a transparência, o reconhecimento e o desenvolvimento contínuo tendem a ter seus colaboradores mais motivados.

“Além disso, a integração de práticas inovadoras que atendam às novas demandas, especialmente da Geração Z, como flexibilidade no trabalho e benefícios voltados ao bem-estar, fortalece a conexão dos profissionais com a organização”, acrescenta.

O levantamento elaborado pela MIA aponta ainda os principais fatores de motivação para a Geração Z, que incluem a possibilidade de trabalhar remotamente (86%), a flexibilidade de horários (66%) e remuneração e benefícios competitivos (63%).

“Esse panorama reforça a procura dos jovens profissionais por equilíbrio entre qualidade de vida e crescimento profissional, tanto no Brasil quanto no âmbito internacional”, explica.

No geral, uma equipe engajada contribui para a redução de desafios nas empresas como a alta rotatividade, queda na produtividade e falhas na comunicação interna. Segundo Pedro, com profissionais mais envolvidos, é possível fortalecer um ambiente de trabalho mais colaborativo e eficiente, além de aumentar a retenção de talentos.

“As melhores práticas para promover o engajamento incluem a implementação de programas contínuos de treinamento e capacitação, o reconhecimento regular do desempenho, a criação de oportunidades de crescimento e a promoção de uma cultura de feedback aberto. Além disso, investir em iniciativas de bem-estar e flexibilidade, como políticas de trabalho remoto, tem se mostrado essencial para engajar os colaboradores, especialmente a Geração Z”, conclui.

Para mais informações, basta acessar: www.ieg.com.br

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Pedidos indeferidos pelo INSS podem ser revertidos

Cerca de 1,8 milhão de brasileiros aguardam análise de benefícios. Advogado especialista explica os principais motivos para a recusa do pedido e como recorrer da decisão

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Pedidos indeferidos pelo INSS podem ser revertidos

Em um cenário de crescente demanda por benefícios previdenciários no Brasil, muitos cidadãos têm visto seus pedidos junto ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) serem indeferidos. Informações do Ministério da Previdência Social, divulgadas pelo jornal Extra, apontam que cerca de 1,8 milhão de brasileiros estão na fila da instituição aguardando análise de benefícios.

Deste total, quase 1,5 milhão dependem somente da análise do INSS e da perícia médica. Já os mais de 319 mil restantes apresentam pendências relativas a documentos a serem apresentados pelos segurados. Os números repercutidos são referentes ao Boletim Estatístico da Previdência Social (Beps) de setembro de 2024. No entanto, a legislação brasileira prevê diversas possibilidades para reverter decisões de indeferimento, proporcionando esperança e alternativas para quem enfrenta essa realidade.

Segundo o advogado especialista em direito previdenciário André Beschizza, o indeferimento pode ocorrer quando o órgão analisa a solicitação e conclui que os requisitos necessários não foram atendidos. “Mesmo com a negativa, ainda é possível corrigir erros ou recorrer para reverter a decisão”.

“Quando o processo é indeferido, o destinatário recebe uma notificação explicando o motivo da negativa, mas nem sempre a decisão é definitiva. Em caso de recusa, o beneficiário pode buscar uma nova análise do pedido, seja por meio de um recurso administrativo junto ao INSS ou, caso necessário, por via judicial”, acrescenta o advogado.

Como reverter o indeferimento

De acordo com o especialista, o órgão pode negar um pedido por vários motivos, como a falta de documentação completa, requisitos mínimos não cumpridos, inconsistências nas informações, erros no preenchimento do requerimento, incapacidade para o trabalho não comprovada e erro na contribuição ao INSS.

Para evitar que isso aconteça, Beschizza ressalta que o segurado precisa tomar alguns cuidados como, por exemplo, conhecer os critérios de determinadas solicitações, verificar se os dados do Cadastro Nacional de Informações Sociais estão corretos, comparecer à perícia médica (se necessário) e manter exames e laudos atualizados.

Recentemente, conforme veiculado no portal UOL I Economia, o Tribunal de Contas da União (TCU) determinou que o INSS adote medidas para a melhoria na análise dos pedidos de benefícios previdenciários. Isso ocorreu após a Corte ter identificado desconformidades que caracterizam indeferimento indevido em 10,94% dos benefícios negados automaticamente em 2024.

“Compreender o motivo da negativa é essencial para formular um recurso eficaz. Se tiver dificuldades, um advogado previdenciário pode ajudar a corrigir falhas e garantir que todos os requisitos sejam cumpridos. Isso porque o especialista pode analisar a decisão, identificar falhas técnicas, orientar sobre recursos administrativos ou já entrar com uma ação judicial, se for o caso”, avalia.

O TCU estabeleceu ainda que o INSS implemente mecanismos para identificar e corrigir falhas na instrução dos requerimentos, incluindo as verificações automáticas, além de adotar processos de avaliação da qualidade das análises e treinamentos para os servidores.

“Por isso é recomendado buscar apoio profissional antes mesmo do indeferimento. Além disso, acompanhar o status do pedido é fundamental para saber se ele foi aprovado, negado ou se existem pendências. A consulta é simples e pode ser realizada de forma online, pelo portal Meu INSS, ou pela Central 135”, finaliza Beschizza.

Para saber mais, basta acessar: https://andrebeschizza.com.br/indeferido-no-inss-motivos-e-como-reverter-o-indeferimento/

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