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Brasil investe 1% do PIB em infraestrutura de transportes

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O transporte rodoviário representa cerca de 70% de todo o escoamento de cargas que circulam pelo país. Há, portanto, uma dependência deste modal, que carece de investimentos. De acordo com a Confederação Nacional do Transporte (CNT), o Brasil aporta apenas 1% do Produto Interno Bruto (PIB) em infraestrutura de transportes. Sem dinheiro e sem alternativas, cidades e estados têm crescimento e desenvolvimento limitados.

O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Minas Gerais (Crea-MG), em grupos de trabalho, encontros regionais e congressos de profissionais, vem discutindo e elaborando proposições a fim de contribuir para o desenvolvimento sustentável. Resultado dessa mobilização, o Conselho elaborou uma Carta aberta aos candidatos às eleições de 2022. O coordenador da Câmara Especializada de Engenharia Civil do Crea-MG, engenheiro civil Gabriel Faria Nogueira, reforça que é preciso investir em soluções que privilegiem a integração dos diferentes modais de transporte. “É impossível a gente falar sobre transporte, trânsito, mobilidade e logística sem pensar no Sistema Confea/Crea. Os nossos profissionais que estão à frente, são as cabeças pensantes para a elaboração de um bom projeto, que conhecem as normas e as leis relacionadas a essas atividades. Então essa é a importância de eles estarem participando de um projeto relacionado a isso”, destaca Gabriel.

Mesmo sendo prioridade, o modal rodoviário carece de recursos. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), por exemplo, teve orçamento encolhido em 57% entre 2010 e 2020. O DNIT é o executor das políticas do Ministério da Infraestrutura. Gabriel entende que os candidatos devem se comprometer com a pauta da mobilidade e dos transportes de forma mais ampla. Para ele, o transporte ferroviário deveria ter mais atenção e investimentos. “Existe esse gargalo. Todo nosso transporte, a maior parte dele, é feito com malha rodoviária. A melhor alternativa que existe hoje para a gente é, principalmente, o transporte ferroviário, onde vai ter uma interação entre engenharia civil, mecânica, ambiental, elétrica. É essa aglutinação de todas as engenharias para um bem comum que buscamos, que é o bem da sociedade, e o que o nosso Conselho mais preza”, pontua o coordenador.

A Carta do Crea-MG contém uma síntese da Agenda Legislativa Prioritária do Sistema Confea/Crea e Mútua 2022, os projetos que tramitam na esfera estadual e têm relação direta com a agenda nacional. Na Câmara e no Senado, há projetos que pretendem atualizar a Política Nacional de Mobilidade Urbana e precisam de ampla discussão com a sociedade. Em Minas, é necessário debater as políticas estaduais de mobilidade, presentes no Projeto de Lei 53, de 2019 e no PL 2605, de 2021. Conselheiro Titular da Câmara Especializada de Engenharia Civil do Crea-MG, o engenheiro civil José Marques Souza Santos reforça que os candidatos devem assumir compromissos com o interesse público, com as contribuições da área tecnológica. “Tudo na vida passa pela engenharia. Se os candidatos, se as autoridades, como um todo, perceberem a importância de ter um documento técnico com embasamento, fundamentação, isso dá pra ele um direcionamento, uma luz. Quando tem informações fidedignas, como o Crea, ele só tem a ganhar”, reforça o engenheiro.

O documento produzido pelo Crea-MG busca abastecer os candidatos com um conteúdo técnico, resultado de anos de debates entre profissionais do Sistema reunidos em encontros, fóruns e congressos. O Congresso Estadual de Profissionais de Minas Gerais (CEP), em julho, apontou a necessidade de maior compromisso das prefeituras na conservação de estradas rurais, com implementação sistemática de programas de ações preventivas e capacitação dos profissionais que atuam nesse serviço, garantindo o escoamento da produção agropecuária. “Se toda autoridade disponibilizar um tempo, que seja um deputado, um vereador, um prefeito, um governador, e criar um departamento técnico, mesmo que uma equipe mínima dedicada, vai dar para ter segurança na capacidade de investir, de pedir, e não simplesmente ser um repassador de verbas”, pontua José Marques.

Saiba mais sobre os projetos que integram a Carta do Crea-MG em https://bit.ly/cartacandidatos2022

Por | Renato Franco

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OBA e OBAFOG abrem inscrições gratuitas para estudantes de todo o Brasil

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OBA e OBAFOG abrem inscrições

Para compartilhar os mistérios do universo, da astronomia, da astronáutica e de ciências afins, a Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) e a Olimpíada Brasileira de Foguetes (OBAFOG) abrem inscrições para a edição de 2025. Voltada para estudantes dos níveis fundamental e médio de todo o país, as escolas não cadastradas interessadas em participar ou com a inscrição inativa, precisam criar uma conta pelo  link: app.oba.org.br. O prazo final é até o dia 1º de maio de 2025.

Leia também: OBA e Manual do Mundo lançam nova categoria de foguetes multiestágios

Aplicada por meio de uma prova única, a OBA é dividida em quatro níveis. O nível 1 é aplicado em estudantes do 1º ao 3º ano do fundamental. O nível 2 é do 4º ao 5º ano. O nível 3, do 6º ao 9º ano. Já o nível 4, é destinado ao ensino médio. O exame presencial acontece no dia 16 de maio. A prova possui dez perguntas, sendo sete de astronomia e três de astronáutica.

Além disso, os melhores classificados no nível 4 são convidados para participar de seletivas que escolhem os alunos que vão representar o país nas Olimpíadas Internacional de Astronomia e Astrofísica (IOAA) e na Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica (OLAA).

OBA e OBAFOG abrem inscrições

Coordenador nacional da OBA – astrônomo e professor Dr. João Canalle / Imagem: Divulgação OBA

OBAFOG

Já na OBAFOG, podem participar estudantes dos ensinos fundamental, médio e superior. A proposta é elaborar e lançar foguetes feitos de papel, canudinho, garrafa pet ou de tubo de pvc. Os estudantes podem lançar os foguetes até o dia 16 de maio, dia da prova da OBA.

A OBAFOG é dividida em 6 níveis. O nível 1 é destinado aos alunos do 1º ao 3º ano do fundamental. O objetivo é construir e lançar foguetes de canudo por impulso de ar comprimido. No nível 2, estudantes do 4º ao 5º ano lançam foguetes de papel movidos por impulso de ar comprimido.

Já o nível 3 é para os matriculados entre o 6º e o 9º, que precisam elaborar e lançar foguetes de garrafa pet movidos com água e ar comprimido. No nível 4, alunos do ensino médio lançam foguetes movidos com vinagre e bicarbonato de sódio. Já no nível 5, alunos do ensino médio ou superior lançam foguetes de propulsão sólida.

Além disso, alunos dos 8º e 9º anos do fundamental e ensino médio (níveis 3 e 4 da OBAFOG) podem participar da nova modalidade de foguetes multiestágios feitos de garrafa pet: nível 6 “categoria Manual do Mundo”.

Melhores medalhistas

Os melhores colocados dos níveis 3 ao 6 são convidados para participar das Jornadas de Foguetes, que acontecem na cidade de Barra do Piraí (RJ). A programação conta com palestras e oficinas práticas sobre astronáutica, astronomia e ciências afins com astrônomos e especialistas, observação das constelações, apresentação de alunos e lançamento de foguetes numa pista de pouso. Além disso, os participantes lançam seus foguetes e podem receber medalhas e troféus.

A programação também conta com o planetário itinerante da OBA. Durante as sessões, alunos e professores recebem uma aula sobre as constelações com imagens transmitidas por um projetor no teto de uma cúpula inflável.

OBA e OBAFOG abrem inscrições

OBA / Foto Divulgação

Objetivo

Segundo o professor Dr. João Canalle, coordenador da OBAFOG e da OBA, o objetivo é mostrar que o estudo pode ser algo emocionante na vida do aluno e que é possível aprender ciência de modo lúdico e divertido.

Organizadores da OBA

A OBA é realizada pela Sociedade Astronômica Brasileira (SAB), conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), com os Deputados Federais Tabata Amaral, André Janones, Vitor Lippi, Ismael Alexandrino, Senador astronauta Marcos Pontes, Centro Universitário Facens, BTG Pactual, Bizu Space, UERJ, Força Aérea Brasileira e Agência Espacial Brasileira.

A OBA ainda tem como embaixadores os canais Manual do Mundo, Física Total e AstroBioFísica.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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Como Reconquistar seu EX

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Como reconquistar seu EX
Como reconquistar seu EX

Capa do livro “Como reconquistar seu EX”

Com certeza a esta altura você já deve ter corrido atrás dele(a) de todas as maneiras possíveis e imagináveis. Ligou, mandou mensagem, e-mail e nada o(a) fez mudar de ideia. Muito pelo contrário. Quanto mais você fica mandando mensagens desesperadas e insistentes, mais você sente que ele(a) está cada vez mais longe e que não tem mais jeito.

Tem jeito? Sim!

Segundo a escritora Paula Cassim, se você soube conquistá-lo(a), saberá reconquistá-lo(a) da mesma forma. A primeira coisa que você tem que fazer, é lembrar tudo o que você fez no começo, como era, o que diziam, como se tratavam, para você entender o que de fato o(a) fez se apaixonar por você. O segredo é repetir o padrão, desaparecer completamente e agir de uma maneira que ele(a) não está acostumado a ver você agir.

“A sua mudança de comportamento é fundamental nesta etapa para trazê-lo(a) de volta, sem precisar ficar insistindo e indo atrás.”

Responda para si mesmo(a): Suas amigas não aguentam mais você falando dele(a) e ficam o tempo todo falando que você merece alguém melhor? Você está com medo de ele(a) sair, conhecer gente nova e não sabe mais o que fazer para ele(a) voltar?

Paula traz em seu livro “Como reconquistar seu EX” várias técnicas onde ensina tudo o que você tem que fazer enquanto estiver esperando ele(a) voltar.

O QUE VOCÊ APRENDERÁ NO LIVRO “COMO RECONQUISTAR SEU EX”?

O livro traz diversas técnicas e dicas certeiras do que escrever, o que falar, o que postar nas redes sociais, como agir com a família dele(a), como se comportar com os amigos em comum, o que terá que fazer de diferente para que ele(a) se sinta atraído por você novamente. Vai aprender principalmente a controlar o seu ciúme, sua insegurança neste período afastado e tudo o que terá que fazer depois que ele(a) voltar, para não perdê-lo(a) novamente. Ficar chorando, imaginando um monte de coisas, se culpando, não vai adiantar nada agora. Não o(a) fará voltar, muito pelo contrário. E para aqueles que já insistiram muito, entupindo ele(a) de mensagens, indo atrás diversas vezes, implorando, você vai aprender como reverter e usar tudo isso que você fez a seu favor. Tudo o que você precisa fazer é parar imediatamente de ir atrás dele(a), sumir completamente e seguir as dicas do livro, colocando em prática tudo o que está escrito lá.

ONDE LER O LIVRO?

O livro está à venda no formato E-BOOK pelos aplicativos de celular na Apple Store, Google Play Store, Kobo e em todas as livrarias do Brasil. Você pode ler também pelo site.

FICHA TÉCNICA
COMO RECONQUISTAR SEU EX
Autora: Paula Cassim
Editora: Editora Allure
Edição: 3ª
Páginas: 148
Capítulos: 20
https://www.comoreconquistarseuex.com.br

 

Por | Ana Atanasov – Assessora de Imprensa | DEZ PRAS DEZ

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Coração e rins em risco: campanha nacional alerta para a síndrome cardiorrenal em cães e gatos

Iniciativa promovida pela VetFamily integra responsáveis, médicos-veterinários e indústria no combate à SCR

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síndrome cardiorrenal em cães e gatos
Campanha “Rins e coração, saúde em conexão" tem como objetivo conscientizar responsáveis por pets sobre a síndrome cardiorrenal (SCR) / Imagem: Pixabay
síndrome cardiorrenal em cães e gatos

Coração e rins em risco campanha nacional alerta para a síndrome cardiorrenal em cães e gato / Imagem: Divulgação

Doenças cardíacas e renais se inter-relacionam e estão entre as principais enfermidades que levam cães e gatos a óbito, especialmente os idosos. Identificar precocemente os sinais e garantir um acompanhamento médico adequado são medidas essenciais para preservar a saúde e a qualidade de vida dos animais de estimação. Diante desse cenário, a VetFamily, maior comunidade de médicos-veterinários, clínicas e hospitais do Brasil e do mundo, lança a campanha “Rins e coração, saúde em conexão”, que tem como objetivo conscientizar responsáveis por pets sobre a síndrome cardiorrenal (SCR) e apoiar os profissionais da medicina veterinária na orientação dos clientes, na identificação, no diagnóstico e no manejo adequado dessa condição complexa.

Leia também: Limpeza específica em casa com pets pode prevenir doenças

A síndrome cardiorrenal é caracterizada pela interação entre o coração e os rins, em que a doença ou mesmo o tratamento de um desses órgãos agrava ou desencadeia problemas no outro. “Avaliando dados globais, podemos estimar que cerca de 10% dos cães e 15% dos gatos desenvolvem doenças do coração, e 10% dos cães e 30% dos gatos com mais de 15 anos possuem doença renal crônica (DRC), estimativas que comprovam a relevância de uma campanha que esclareça a população e apoie os médicos-veterinários. Como os sistemas cardíaco e renal estão interligados, ao diagnosticar um animal com doença cardíaca, automaticamente deve-se acender um alerta para monitorar, prevenir e diagnosticar precocemente potenciais disfunções nos rins e vice-versa”, explica o médico-veterinário, Head Latam e Diretor-Geral da VetFamily no Brasil, Henry Berger.

Em humanos, a relação entre doenças cardíacas e renais é conhecida há décadas. Porém, o termo “síndrome cardiorrenal” ganhou destaque mais recentemente, e a doença passou a ser classificada em cinco subtipos com base na sequência e na natureza da disfunção dos órgãos envolvidos. Na medicina veterinária, a compreensão da SCR avançou nos últimos anos e a literatura veterinária também descreve cinco subtipos, semelhantes aos identificados em humanos, reconhecendo a complexidade das interações entre esses órgãos. São eles:

• Síndrome cardiorrenal aguda (tipo 1): ocorre quando uma disfunção cardíaca súbita, como choque cardiogênico, causa lesão renal aguda.
• Síndrome cardiorrenal crônica (tipo 2): caracteriza-se pela disfunção cardíaca crônica, como a doença degenerativa mitral, que afeta a pressão arterial e compromete a perfusão renal.
• Síndrome renocardíaca aguda (tipo 3): resulta de um evento agudo renal que leva à disfunção cardíaca.
• Síndrome renocardíaca crônica (tipo 4): ocorre quando uma doença renal crônica primária causa hipertrofia ventricular e eleva o risco de arritmias cardíacas. Pode causar alterações eletrolíticas no organismo do animal, hipertensão arterial e anemia, comprometendo o funcionamento do coração.
• Síndrome cardiorrenal secundária (tipo 5): relacionada a distúrbios sistêmicos que comprometem simultaneamente a função cardíaca e renal, como hiperadrenocorticismo, sepse e pancreatite.

Atenção redobrada

Os sinais clínicos da síndrome cardiorrenal podem variar conforme o estágio e o órgão afetado. Em casos de doença cardíaca, é comum observar tosse seca persistente, cansaço fácil, dificuldade respiratória e desmaios. Já os sinais de doença renal incluem aumento do consumo de água, urina em excesso, perda de peso, apatia, vômitos e, em casos mais graves, convulsões. “O diagnóstico precoce é determinante para um manejo eficiente. Reforçamos a importância de consultas regulares com médicos-veterinários para avaliação integral do paciente”, destaca a médica-veterinária da VetFamily Brasil, Beatriz Alves de Almeida.

síndrome cardiorrenal em cães e gatos

A síndrome cardiorrenal é caracterizada pela interação entre o coração e os rins e afeta cães e gatos / Imagem: Pixabay

Exames diagnósticos e tratamento multidisciplinar

Para identificar a síndrome cardiorrenal, é necessário um protocolo diagnóstico abrangente, com exames específicos para avaliar a saúde cardiovascular e renal. Entre os exames recomendados para a avaliação cardíaca estão a radiografia torácica, que avalia o tamanho do coração e possíveis alterações pulmonares; o eletrocardiograma (ECG), para análise da frequência e do ritmo cardíaco; e o ecocardiograma, que permite observar em detalhes as estruturas cardíacas e sua funcionalidade.

Para a avaliação da função renal, são indicados exames como ureia, creatinina, SDMA (dimetilarginina simétrica) – biomarcador que detecta precocemente a insuficiência renal – e ultrassonografia abdominal, que identifica alterações estruturais nos rins. “A combinação de exames laboratoriais e de imagem é essencial para um diagnóstico correto, permitindo a abordagem terapêutica adequada e personalizada para cada paciente”, acrescenta a médica-veterinária.

O manejo terapêutico da SCR é desafiador e exige um acompanhamento contínuo, com ajuste de doses e monitoramento rigoroso dos parâmetros clínicos. Entre os medicamentos frequentemente utilizados estão o pimobendan, que melhora a contratilidade do coração sem aumentar a demanda de oxigênio; o telmisartan e o benazepril, indicados para o controle da hipertensão arterial; além de fluidoterapia para estabilização de pacientes com lesão renal aguda e reposição hormonal em casos de anemia decorrente de disfunção renal.

A prevenção e o manejo adequado da síndrome cardiorrenal envolvem medidas que vão além do tratamento medicamentoso. Uma dieta específica, prescrita pelo médico-veterinário, pode retardar a progressão da doença, enquanto a prática de exercícios moderados auxilia na manutenção do equilíbrio metabólico e cardiovascular. Exames periódicos são fundamentais para monitorar a evolução do quadro e ajustar a abordagem terapêutica conforme a necessidade do paciente.

síndrome cardiorrenal em cães e gatos

Consultas regulares com médicos-veterinários possibilitam um diagnóstico precoce e um manejo eficiente da síndrome cardiorrenal em animais de estimação / Imagem: Pexels

Conexão que beneficia os animais de estimação

“A missão da VetFamily é criar soluções inovadoras para médicos-veterinários e apoiá-los para que promovam melhor qualidade de vida aos animais. Com a campanha ‘Rins e coração, saúde em conexão’, queremos ampliar a conscientização sobre a síndrome cardiorrenal e reforçar a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento contínuo. A integração entre nossa comunidade, médicos-veterinários, responsáveis e indústria farmacêutica é essencial para enfrentar os desafios dessa condição complexa”, conclui Beatriz. A campanha conta com o patrocínio das maiores indústrias farmacêuticas do país – Boehringer Ingelheim, Dechra e Elanco – e divulgação nas redes sociais da VetFamily, parceiros e membros da comunidade.

Para saber mais sobre a campanha “Rins e coração, saúde em conexão” e acessar materiais exclusivos visite: hub.vetfamily.com/pt-br/campanha-cardiorrenal.

 

Sobre a VetFamily
Organização global líder em soluções para clínicas e hospitais veterinários, faz parte do Vimian Group, tem sede em Estocolmo (Suécia) e reúne mais de 6.500 clínicas e 20 mil veterinários em mais de 11 países da União Europeia, Estados Unidos, Austrália e, agora, Brasil. Seu objetivo principal é contribuir para a melhor administração e lucratividade das clínicas, oferecendo diversos serviços, como centralização da negociação com parceiros comerciais, apoio à gestão e disseminação de conhecimento. Conheça mais em www.vetfamilybrasil.com.br.

 

Por | Josiane Fontana – deepzo

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