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Quais são os desafios e potenciais de um e-commerce de nicho?

Dentro do e-commerce existem os negócios focados em um determinado tipo de produto ou serviço. Nesse cenário, as lojas de nicho podem enfrentar desafios ou descobrir potenciais.

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Com características diferentes de outros tipos de mercados, o e-commerce de nicho enfrenta alguns desafios e precisa se adaptar a diversas mudanças, mas também conta com grande potencial em meio a um universo de opções na internet. Hoje, há meios que facilitam a venda na rede, por mais específico que seja o produto ou serviço. Para se destacar, é indicado buscar pela especialização, além de planejamento para alcançar o cliente certo na hora certa.

Ao reduzir o leque de produtos e focar em uma especialidade, a loja apresenta-se como diferente dos demais sites de venda, que oferecem de tudo. Esse negócio passa a ter mais conhecimento do mercado e atrai um público mais interessante e fiel Esse posicionamento preciso da marca tende a auxiliar na comunicação e solidifica o relacionamento com o cliente, peças-chave para o sucesso dos comércios virtuais.

Quando um empreendedor se torna especializado em um trade, consegue entender exatamente as necessidades do público construir estratégias e o próprio site de forma focada, atendendo às demandas de alguém que faz uma busca direcionada.

Para trabalhar o público-alvo, é necessário estar ciente de informações como gênero, faixa etária, nível de escolaridade, classe social e profissão das pessoas que buscam por esse tipo de produto. É preciso ter um perfil detalhado para direcionar o conteúdo que será publicado no site, a fim de atrair a atenção. Com essas informações, também é possível definir o layout e os recursos necessários, como tipo de imagem, cor, tipografia e template mais atrativos e funcionais para a audiência.

Alguns nichos podem encontrar mais obstáculos do que outros, mas todos os segmentos precisam se preparar de maneira geral. Para se manter relevante mesmo em momentos de crises, é necessário utilizar a internet a seu favor. O e-commerce de nicho precisa integrar ferramentas on-line para construir uma imagem de referência e ampliar os resultados.

O processo de um e-commerce começa bem antes de ele existir. Como em todo negócio, inicia-se o plano, as estratégias, o levantamento de custos, entre outros pontos fundamentais para o desenvolvimento. Outros aspectos essenciais ao longo do processo vão ao encontro de investir em um bom serviço de atendimento ao consumidor para alcançar devolutivas positivas e negativas dos clientes, em canais digitais para ampliar a marca e oferecer produtos variados no ramo de atuação.

Proporcionar uma experiência completa ao cliente, desde a compra no site, app até a entrega do produto, é fundamental. É preciso que a jornada estimule a vontade de querer comprar novamente na loja.

Para o crescimento, é preciso ainda apostar em estratégias de marketing que sejam precisas e segmentadas. No e-commerce, esses conhecimentos precisam de mais estudo, principalmente se o objetivo é a especialização em um determinado mercado.

A publicidade mais direcionada reduz os gastos com divulgação, já que está diretamente ligada ao público que se pretende atingir. Por isso, a tendência é ter mais conversões, uma vez que o foco permanece nos anúncios, por exemplo.

Trabalhar esses desafios pode trazer o acesso ao grande potencial do e-commerce nichado e, assim, garantir a saúde e o crescimento da empresa. Para se ter uma ideia, dados da ABComm mostram que as pequenas e médias empresas (PMEs) são responsáveis hoje por 22% do total dos valores transacionados no comércio eletrônico e representam mais de 90% do total de lojas on-line no país. Somente no ano passado, o número de lojas virtuais atingiu aumento superior a 20% – crescimento puxado em grande parte por pequenos e médios e-commerces que buscam se tornar referência em seus segmentos de atuação.

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Qual a importância do treinamento, reciclagem e atualização dos funcionários?

Eduardo Banzato, diretor da IMAM Consultoria, explica por que o treinamento, a reciclagem e a atualização profissional são fundamentais para viabilizar bons resultados

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O orçamento das empresas que foi destinado ao treinamento e desenvolvimento aumentou 21% em 2021, conforme dados de uma pesquisa da ABTD (Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento), divulgada pela Plataforma Melhor RH. Além disso, para 96% dos empreendimentos do setor de TMT (Tecnologia, Mídia e Telecomunicações), o investimento em treinamento e formação de funcionários foi prioritário ao longo deste ano, segundo o estudo “Agenda”, da Deloitte. 

A pesquisa também demonstrou que a maioria dos empresários à frente de negócios de grande porte no Brasil planejava investir em qualificação tecnológica dos seus funcionários em 2022, enquanto expandiam suas equipes. O estudo coletou respostas de 491 empresas, sendo 57 do setor de TMT.

Paralelamente, um estudo da ServiceNow e ThoughtLab, noticiado pelo portal Segs, revelou que mais da metade (51%) dos empreendimentos relataram aumento de receita devido à inovação. Segundo os entrevistados, a inovação teve um impacto positivo para a satisfação de seus clientes (40%), além de desempenhar um papel de destaque para a criação de melhores produtos (39%), diminuição de custos (36%) e novos modelos de negócios (36%). 

Para Eduardo Banzato, diretor da IMAM Consultoria – empresa que busca auxiliar as organizações na busca de resultados positivos por meio das pessoas, destaca que nas áreas de Supply Chain e Excelência Operacional os modelos de capacitação como as Academias Corporativas são fundamentais para viabilizar de maneira mais democrática o treinamento, a reciclagem e atualização dos colaboradores

“Conectar os objetivos e estratégias corporativas com todos os seus funcionários não é tarefa fácil, mas é fundamental para o sucesso organizacional”, afirma. “O treinamento, a reciclagem e a atualização profissional são o caminho para assegurar esse alinhamento” complementa. 

Conhecimentos, habilidades e atitudes

Banzato destaca que há uma série de treinamentos e iniciativas de reciclagem e atualização dos funcionários que podem ser realizados por uma empresa, além de ações específicas que podem ser utilizadas para diferentes propósitos.

“Para levar um profissional mais longe, há treinamentos relacionados a conhecimentos, (como formação em supply chain management – gestão da cadeia de abastecimentos, em portugues) e outros que apoiam o desenvolvimento de determinadas habilidades, como os cursos de cronoanálise”, explica.

O diretor da IMAM Consultoria ainda destaca um terceiro grupo de treinamentos que impacta em atitudes e comportamentos, como os programas de Kaizen – práticas que incidem sobre a melhoria contínua -, por exemplo.

“Em resumo, a soma de conhecimentos, habilidades e atitudes potencializa a competência e torna o colaborador um profissional de excelência no mercado”, finaliza.

Para mais informações, basta acessar: https://www.imam.com.br/

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Assinatura de carros zero revela novo perfil de consumidor

Aumento na contratação do serviço responde à demanda de perfis que desejam veículos que se adaptem às suas necessidades

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A forma de consumir vem mudando. Fazer o contrato de uma assinatura para utilizar um bem é um fato que tem ganhado espaço em um mundo no qual, antes, a opção predominante era a aquisição em definitivo. Um exemplo real é a assinatura de carros que vem crescendo no Brasil. Em 2021, foram aproximadamente 91 mil automóveis – até o final de setembro de 2022, já foram mais de 106 mil, segundo levantamento da ABLA (Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis). O valor inclui apenas os veículos das empresas de locação e não contabiliza as unidades disponibilizadas pelas próprias montadoras.

A assinatura pode ser uma solução para contornar a dificuldade de se obter um carro zero no Brasil. Em 2021, a produção foi reduzida pela falta no fornecimento de semicondutores para a indústria interna. Em 2022, os estoques de veículos se estabilizaram, mas a alta do preço alcançado na pandemia permaneceu, bem como a alta nas taxas de juros. Segundo dados da B3, a bolsa de valores brasileira, a venda de financiados até o mês de agosto somaram 3,5 milhões de unidades, entre novos e usados, uma queda de 10,2% em relação ao ano de 2021, o que equivale a 403 mil unidades a menos.

Em oposição a essa queda, no Google Trends, as palavras-chave “carro por assinatura” apresentaram um pico de 83% em outubro. Os estados que mais buscam o termo são, em ordem decrescente: Amazonas, Distrito Federal, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná. Ainda no contexto dessa busca, os carros mais citados são o T-Cross, da Volkswagen, o Pulse da Fiat e carros do tipo hatch. 

Assim como o aluguel de uma casa, a pessoa pode contratar o serviço (que não é um aluguel “clássico”) por doze, dezoito ou vinte quatro meses. Ao final do contrato, o carro é devolvido à empresa, que se responsabiliza pela venda no mercado de seminovos – e a pessoa contratante pode renovar a assinatura, trocando o veículo atual por um carro zero. 

“Até pouco tempo atrás, o vínculo de afetividade entre o dono e o carro era algo muito forte. Esse vínculo segue existindo, mas temos observado um novo fator nessa equação: as pessoas estão passando a priorizar a efetividade e buscar somente a parte positiva de ter um veículo”, pondera Luiza Soares, Gerente Comercial do Carro por Assinatura Porto Seguro Bank, que justifica tal constatação ao afirmar que “sem as burocracias e dores de cabeça” envolvidas na compra de um automóvel, a tendência de popularização deste modelo de assinatura é certa.

Novo perfil do consumidor

Assim como em um serviço de streaming – no qual o menu de filmes se adapta ao perfil do assinante -, clubes de compra e de fidelidade, a assinatura de carro atende pessoas consumidoras com necessidades específicas. A tendência pode refletir o comportamento de gerações mais novas como a Y e Z, que valorizam a experiência, mas não a posse em si. Para essas pessoas, nascidas a partir de 1981, o automóvel é visto como uma solução para locomoção eficiente.

De acordo com a ABLA, outro fator responsável pela mudança de comportamento foi a pandemia de Covid-19, fazendo com que as pessoas evitassem aglomerações em transportes coletivos. Por outro lado, a necessidade do isolamento social também diminuiu o uso dos automóveis por um período. Esse cenário influenciou as escolhas pessoais e, atualmente, os consumidores têm se mostrado mais abertos a considerar a assinatura de um carro em vez de gastar um alto valor na compra do mesmo.

Segundo Soares, entre os perfis de clientes que mais se interessam pela assinatura de veículos, estão aqueles que buscam praticidade, sem precisar arcar com as burocracias de uma compra convencional, além de pessoas que estão inseridas no mercado investidor, que se preocupam em utilizar o dinheiro do veículo em um ativo, mantendo a sua liquidez.

“Percebemos que hoje em dia, ao escolher um veículo, os consumidores têm buscado conforto, praticidade e soluções que podem proporcionar economia de tempo”, finaliza a gerente.

Para saber mais sobre a assinatura de veículos, basta acessar: https://conteudos.portosegurocarrofacil.com.br/assinatura-anual-de-carros/

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Mercado tem cinco principais macrotendências para 2023

Guilherme Bastos, fundador e CEO da Ray Consulting, fala sobre a aplicação amplificada de IA, clubes de assinatura, delivery, empresas verdes (ESG) e marcas educadoras

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A estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira neste ano avançou de 2,77% para 2,8%. Para o próximo ano, espera-se que o PIB (Produto Interno Bruto) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – aumente 0,7%. Para 2024 e 2025, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 1,7% e 2%, respectivamente.

Com a proximidade de um novo ano, cresce a expectativa para as tendências do mercado diante de um cenário de estabilidade. A seguir, Guilherme Bastos, fundador e CEO da Ray Consulting, empresa de inteligência de dados, comenta cinco macrotendências a respeito do mercado para 2023: 

1 – Aplicação amplificada da IA

Para Bastos, a aplicação amplificada da IA (Inteligência Artificial) é uma das tendências de negócios para 2023 aplicável a vários setores. Por conta disso, pode ser explorada pelos mais variados modelos de startups: “No varejo, por exemplo, soluções baseadas em IA podem prever padrões de compras e criar automaticamente ofertas de acordo com o perfil do consumidor, impulsionando as aquisições”.

Entre as fintechs, o empresário acredita que a IA pode influenciar e melhorar a experiência do cliente bancário, gerando a possibilidade de uma hiperpersonalização dos produtos e serviços que podem ser desenvolvidos.

2 – Clubes de assinatura

“As compras por assinatura tiveram um aumento de 65% no volume de vendas, enquanto as empresas tradicionais cresceram 28%”, reporta Bastos, citando dados de uma pesquisa da Vindi, plataforma de processamento de pagamentos recorrentes, citados pelo Sebrae-PR (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas).

Para ele, a economia circular já vinha transformando o mercado antes mesmo da pandemia, com itens como livros, bebidas, alimentos e produtos de higiene pessoal – que são os segmentos de maior destaque, mas as possibilidades são muitas e continuam em alta.

“O maior apelo dos clubes de assinatura é a conveniência e as previsões de gastos que eles trazem. O modelo desperta a curiosidade dos consumidores, que recebem bolsas de vinho, discos, livros e produtos de beleza de acordo com o seu comportamento e gosto pessoal”, descreve. “O ‘truque’ é encontrar mercados inexplorados, ou pouco explorados, e investir em negócios de pagamentos recorrentes”.

3 – Delivery de tudo

Na visão de Bastos, as retailtechs (startups com foco no mercado de logística e varejo) ajudam o setor varejista a crescer com a oferta de soluções tecnológicas. “Além de ajudar com o desenvolvimento e oferta de ferramentas para implementação de Social Commerce, as startups podem contribuir com outra tendência de negócios para 2023: a implementação de delivery para quase tudo o que é oferecido aos clientes”, explica.

Ele observa que, à medida que as compras on-line foram ganhando popularidade durante a crise sanitária, a necessidade das empresas em pensar na logística de entrega também aumentava: “Esta corrida contra o tempo pode ter sido um tanto estressante para alguns no início, mas atualmente a maior parte do mercado já se adaptou”.

“Por isso”, prossegue, “se o seu negócio ainda não implementou a modalidade nas vendas, fique atento: considerar o delivery na experiência de compra do cliente é tão (ou mais) fundamental para os negócios quanto a presença digital”.

4 – Empresas verdes (ESG)

“A ESG (Environmental, Social e Governance, na sigla em inglês – Ambiental, Social e Governança, em português) em startups chama a atenção dos investidores. Tanto que, segundo dados noticiados pelo site Exame Invest, as empresas do modelo já receberam, juntas, mais de US$ 991 milhões (R$ 5,319 bilhões) em aportes ao longo dos últimos dez anos”, afirma Bastos.

O empresário aponta que 46% dos consumidores brasileiros esperam um impacto social positivo das marcas com as quais têm relacionamento, em referência a indicativos de uma pesquisa da Opinion Box, citados em uma matéria do site Meio & Mensagem, 

“No que se refere ao reflexo que isso pode ter para os negócios em crescimento e aumento de faturamento, o relatório ‘Tendências da experiência do cliente 2021’ destacou que 63% dos clientes desejam comprar produtos ou serviços de empresas com responsabilidade social”, acrescenta.

5 – Marcas e empresas educadoras

O CEO da Ray Consulting destaca que encontrar colaboradores qualificados nem sempre é fácil para os negócios. Por isso, ao invés de esperar passivamente por candidatos que atendam a todas as competências, muitas empresas estão preferindo agir de forma proativa e se tornarem elas condutoras de conhecimento.

“Enquanto alguns negócios implementam a ideia de modo interno, oferecendo treinamentos, cursos ou bolsas de estudo para colaboradores já contratados, outras vão além e criam programas ou parcerias educacionais para o público externo, participando ativamente do processo de formação da população”, detalha Bastos.

Para mais informações, basta acessar: https://rayconsulting.com.br/

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