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Crescimento do setor de energia faz empresas ampliarem parcerias

Estratégia tem possibilitado que empresas mantenham a qualidade dos serviços e que entreguem projetos focados em necessidades específicas de cada cliente

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Em 2021, no Brasil, houve um aumento na oferta doméstica de energia de 25,7 TWh (+3,9%) em relação a 2020, totalizando 679,2 TWh. Com o crescente volume e com o surgimento da geração distribuída, o avanço das redes inteligentes e o aumento dos dispositivos tecnológicos para o consumidor final, as empresas têm se movimentado para construir um ecossistema sólido de parceiros.

Um relatório da consultoria IDC Brasil, intitulado “The Future of Partner Ecosystems in 2021”, mostrou que 64% das organizações agora estão cocriando com seus clientes e parceiros. A maioria (96%) deles está fazendo ou pensando em cocriar com fornecedores para desenvolver novos produtos e serviços digitais.

Segundo Michel Arres, vice-presidente global do canal de TI e alianças internacionais para a divisão de Secure Power da Schneider Electric, essas parcerias estratégicas beneficiam todos os clientes e as próprias empresas. “Laços mais profundos constroem colaboração e longevidade, o que permite oferecer soluções que ajudam as empresas a terem mais sucesso, ampliando sua relevância e seus mercados”, diz.

Em relação à energia, o setor de transportes foi responsável por 32,5% do consumo total no país, enquanto o setor industrial respondeu por 32,3%. No período, a participação das renováveis ​​na matriz energética foi de 44,7% do total. Esses dados são do relatório resumido do Balanço Energético Nacional 2022 da Empresa de Pesquisa Energética (EPE).

Diante deste cenário, para que as empresas atendam a todas as solicitações dos consumidores diante de um sistema complexo, Arres explica que elas precisam de alianças com empresas alinhadas aos seus objetivos estratégicos e recursos combinados que ajudem a enfrentar desafios e capturar oportunidades.

Desenvolvendo parcerias do futuro

Segundo ele, a transformação digital derruba barreiras que negam o progresso em mercados adjacentes. “Por exemplo, com a visão certa, o conhecimento e o gerenciamento de frota corretos, uma empresa de e-hailing pode passar de um simples serviço de carona a um provedor de serviços de entrega de pacotes em pouco tempo”, explica.

Para aproveitar oportunidades como essa, Arres indica que as empresas tenham equipes focadas em parcerias que trabalhem juntas para alcançar um objetivo comum. Isso só é possível promovendo a transparência, a tomada de decisão conjunta e a responsabilidade mútua entre as partes.

“As parcerias precisam ser confiáveis ​​e fortes o suficiente para poder compartilhar vários recursos, incluindo dados em tempo real e insights de clientes. E, desta forma, apoiar-se mutuamente para se posicionar melhor no mercado saturado e competitivo”.

Vantagem competitiva 

O executivo avalia que, durante anos, a especialização tem sido uma prioridade para a maioria dos parceiros de canal. Para ele, embora ainda seja importante, a especialização também é uma percepção de que as empresas não podem fazer tudo sozinhas. Hoje, as organizações estão adotando um modelo mais inclusivo, reunindo diferentes competências como integração de sistemas, serviços gerenciados, desenvolvimento de software, vendas de hardware e serviços em um único pacote.

Programas de parceiro

Uma pesquisa global de 2022, publicada pela Canalys com parceiros de canal, descobriu que os fornecedores de TI fizeram mudanças significativas em seus programas de parceiros para se alinhar melhor às mudanças nas demandas do mercado.

Os principais fatores apontados pelos respondentes como prioritários nesses programas foram o fortalecimento do relacionamento com os fornecedores, a construção de experiência, o aumento das vendas e aumento da lucratividade.

“Neste mercado competitivo e em evolução, os provedores de soluções de TI procuram fornecedores com programas de parceiros que possam dar a eles uma vantagem competitiva”, diz o vice-presidente global do canal de TI e alianças internacionais. Para ele, são considerados diversos fatores, como o alcance geográfico que reflete onde as organizações operam, a inteligência de mercado necessária para permanecer relevante ou recursos sob demanda para garantir o crescimento organizacional.

Ele explica que, ao alavancar programas de parceiros, os provedores de soluções podem diversificar seus modelos de negócios para atender melhor os clientes existentes, em vez de apenas trabalhar mais em modelos antigos para lidar com as complexidades de TI e gerar receita de volume.

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Mercado tem cinco principais macrotendências para 2023

Guilherme Bastos, fundador e CEO da Ray Consulting, fala sobre a aplicação amplificada de IA, clubes de assinatura, delivery, empresas verdes (ESG) e marcas educadoras

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A estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira neste ano avançou de 2,77% para 2,8%. Para o próximo ano, espera-se que o PIB (Produto Interno Bruto) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – aumente 0,7%. Para 2024 e 2025, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 1,7% e 2%, respectivamente.

Com a proximidade de um novo ano, cresce a expectativa para as tendências do mercado diante de um cenário de estabilidade. A seguir, Guilherme Bastos, fundador e CEO da Ray Consulting, empresa de inteligência de dados, comenta cinco macrotendências a respeito do mercado para 2023: 

1 – Aplicação amplificada da IA

Para Bastos, a aplicação amplificada da IA (Inteligência Artificial) é uma das tendências de negócios para 2023 aplicável a vários setores. Por conta disso, pode ser explorada pelos mais variados modelos de startups: “No varejo, por exemplo, soluções baseadas em IA podem prever padrões de compras e criar automaticamente ofertas de acordo com o perfil do consumidor, impulsionando as aquisições”.

Entre as fintechs, o empresário acredita que a IA pode influenciar e melhorar a experiência do cliente bancário, gerando a possibilidade de uma hiperpersonalização dos produtos e serviços que podem ser desenvolvidos.

2 – Clubes de assinatura

“As compras por assinatura tiveram um aumento de 65% no volume de vendas, enquanto as empresas tradicionais cresceram 28%”, reporta Bastos, citando dados de uma pesquisa da Vindi, plataforma de processamento de pagamentos recorrentes, citados pelo Sebrae-PR (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas).

Para ele, a economia circular já vinha transformando o mercado antes mesmo da pandemia, com itens como livros, bebidas, alimentos e produtos de higiene pessoal – que são os segmentos de maior destaque, mas as possibilidades são muitas e continuam em alta.

“O maior apelo dos clubes de assinatura é a conveniência e as previsões de gastos que eles trazem. O modelo desperta a curiosidade dos consumidores, que recebem bolsas de vinho, discos, livros e produtos de beleza de acordo com o seu comportamento e gosto pessoal”, descreve. “O ‘truque’ é encontrar mercados inexplorados, ou pouco explorados, e investir em negócios de pagamentos recorrentes”.

3 – Delivery de tudo

Na visão de Bastos, as retailtechs (startups com foco no mercado de logística e varejo) ajudam o setor varejista a crescer com a oferta de soluções tecnológicas. “Além de ajudar com o desenvolvimento e oferta de ferramentas para implementação de Social Commerce, as startups podem contribuir com outra tendência de negócios para 2023: a implementação de delivery para quase tudo o que é oferecido aos clientes”, explica.

Ele observa que, à medida que as compras on-line foram ganhando popularidade durante a crise sanitária, a necessidade das empresas em pensar na logística de entrega também aumentava: “Esta corrida contra o tempo pode ter sido um tanto estressante para alguns no início, mas atualmente a maior parte do mercado já se adaptou”.

“Por isso”, prossegue, “se o seu negócio ainda não implementou a modalidade nas vendas, fique atento: considerar o delivery na experiência de compra do cliente é tão (ou mais) fundamental para os negócios quanto a presença digital”.

4 – Empresas verdes (ESG)

“A ESG (Environmental, Social e Governance, na sigla em inglês – Ambiental, Social e Governança, em português) em startups chama a atenção dos investidores. Tanto que, segundo dados noticiados pelo site Exame Invest, as empresas do modelo já receberam, juntas, mais de US$ 991 milhões (R$ 5,319 bilhões) em aportes ao longo dos últimos dez anos”, afirma Bastos.

O empresário aponta que 46% dos consumidores brasileiros esperam um impacto social positivo das marcas com as quais têm relacionamento, em referência a indicativos de uma pesquisa da Opinion Box, citados em uma matéria do site Meio & Mensagem, 

“No que se refere ao reflexo que isso pode ter para os negócios em crescimento e aumento de faturamento, o relatório ‘Tendências da experiência do cliente 2021’ destacou que 63% dos clientes desejam comprar produtos ou serviços de empresas com responsabilidade social”, acrescenta.

5 – Marcas e empresas educadoras

O CEO da Ray Consulting destaca que encontrar colaboradores qualificados nem sempre é fácil para os negócios. Por isso, ao invés de esperar passivamente por candidatos que atendam a todas as competências, muitas empresas estão preferindo agir de forma proativa e se tornarem elas condutoras de conhecimento.

“Enquanto alguns negócios implementam a ideia de modo interno, oferecendo treinamentos, cursos ou bolsas de estudo para colaboradores já contratados, outras vão além e criam programas ou parcerias educacionais para o público externo, participando ativamente do processo de formação da população”, detalha Bastos.

Para mais informações, basta acessar: https://rayconsulting.com.br/

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ExpressVPN submete aplicativos de desktop a três auditorias independentes

A ExpressVPN validou a postura de segurança de todos os seus aplicativos de desktop; Cure53 e a F-Secure auditaram os aplicativos macOS, Linux e Windows da ExpressVPN

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Dados de um levantamento da Tenable, empresa de segurança, demonstram que organizações de todo o mundo se viram desafiadas por conta de criminosos digitais. De acordo com o balanço, o número de vazamentos de dados chegou a 40,4 bilhões em 2021, sendo 815 milhões apenas no Brasil – uma alta de 78% no total de registros expostos. 

Nesse panorama, empresas públicas e privadas, de diversos setores e portes, empreendem medidas a fim de garantir a segurança no ambiente virtual. Exemplo disso, a ExpressVPN validou a postura de segurança de todos os seus aplicativos de desktop por meio de três novas auditorias independentes de empresas de segurança cibernética, Cure53 e F-Secure. 

As três novas auditorias ocorrem apenas algumas semanas após a auditoria da política de não registro da ExpressVPN da KPMG. De acordo com a empresa, o Cure53 testou os aplicativos de desktop macOS e Linux da ExpressVPN por meio de testes de penetração de caixa branca e auditorias de código-fonte. As avaliações confirmam que os aplicativos são protegidos contra ameaças de segurança cibernética de adversários mal-intencionados.

A F-Secure também analisou o aplicativo Windows v12 da ExpressVPN por meio de testes de penetração e auditoria de código-fonte e não encontrou pontos fracos significativos. A auditoria verifica se o aplicativo de desktop Windows mais recente da ExpressVPN não pode ser manipulado para vazar informações, como o endereço IP de um usuário, fora do túnel VPN.

Além disso, a auditoria confirma que o aplicativo não é suscetível a ataques de execução remota de código. Com os aplicativos de desktop auditados, os usuários podem ficar on-line com a garantia de que sua privacidade está protegida.

Segundo Brian Schirmacher, gerente de testes de penetração da ExpressVPN, a empresa está comprometida em fornecer auditorias nos aplicativos móveis e espera dar continuidade ao trabalho para garantir privacidade e segurança em todos os pontos de contato do produto.

Para mais informações, basta acessar: https://www.expressvpn.com/pt

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Moody’s adquire SCRiesgo, expandindo seu alcance nos mercados domésticos de crédito da América Latina

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A Moody’s Corporation (NYSE:MCO) anunciou hoje que concordou em adquirir a SCRiesgo, um grupo líder de agências locais de classificação de crédito que atendem aos mercados financeiros domésticos na América Central e na República Dominicana. A aquisição expande significativamente a presença da Moody’s na América Latina e reafirma seu compromisso e apoio ao desenvolvimento contínuo dos mercados de capitais regionais.

Após a aquisição, a SCRiesgo irá se tornar uma afiliada da Moody’s Local, a plataforma doméstica de classificação de crédito da Moody’s, com a SCRiesgo continuando a emitir classificações domésticas com um processo independente de análise e comitê de classificação. O diretor geral da SCRiesgo, Gary Barquero, continuará liderando as operações da empresa após a aquisição.

“Os mercados financeiros em amadurecimento da América Latina são prioritáriosàMoody’sàmedida que expandimos nossa presença regional e consolidamos a Moody’s Local e suas afiliadas como as principais agências domésticas de classificação de crédito na região”, disse Martin Fernandez-Romero, diretor geral e chefe regional de Serviço de Investidores da Moody’s na América Latina. “A SCRiesgo e sua impressionante equipe irão aprofundar as capacidades analíticas da Moody’s, ajudar a criar mais transparência nos mercados domésticos e expandir nosso alcance na América Central, na República Dominicana e mais além.”

Com sede na Costa Rica e El Salvador, a SCRiesgo fornece classificações de crédito doméstico para bancos, instituições financeiras, fundos de investimento, corporações, emissores do setor público e outros participantes do mercado na Costa Rica, El Salvador, Nicarágua, Panamá, Honduras, Guatemala e República Dominicana.

A Moody’s Local é uma plataforma doméstica de classificação de crédito lançada em 2019 para fornecer classificações e pesquisas a mercados de capitais em toda a América Latina. A plataforma combina metodologias personalizadas com equipes experientes de analistas locais para oferecer informações valiosas e específicas do mercado. A Moody’s Local opera na Argentina, Bolívia, Brasil, México, Panamá, Peru e Uruguai. A Moody’s pretende fundir as operações da SCRiesgo’s Panamá com a Moody’s Local Panamá logo após a conclusão.

A aquisição da SCRiesgo pela Moody’s está sujeitaàaprovação regulatória em certas jurisdições. A transação deve ser concluída no segundo trimestre de 2023.

SOBRE A MOODY’S CORPORATION

Moody’s (NYSE: MCO) é uma empresa mundial integrada de avaliação de risco que capacita as organizações a tomar melhores decisões. Seus dados, soluções analíticas e percepções ajudam os tomadores de decisão a identificar oportunidades e gerenciar os riscos de fazer negócios com outras pessoas. Acreditamos que maior transparência, decisões com mais informação e acesso justo às informações abrem as portas para o progresso compartilhado. Com cerca de 14.000 funcionários em mais de 40 países, a Moody’s combina presença internacional com experiência local e mais de um século de experiência em mercados financeiros. Saiba mais em moodys.com/about.

DECLARAÇÃO DE “PORTO SEGURO” SEGUNDO A LEI DE REFORMA DE LITÍGIOS DE VALORES MOBILIÁRIOS PRIVADOS DE 1995

Certas declarações contidas neste comunicado são declarações prospectivas e baseadas em expectativas futuras, planos e perspectivas para os negócios e operações da Moody’s que envolvem uma série de riscos e incertezas. Tais declarações envolvem estimativas, projeções, metas, previsões, suposições e incertezas que podem fazer com que os resultados reais ou resultados difiram materialmente daqueles contemplados, expressos, projetados, antecipados ou implícitos nas declarações prospectivas. Acionistas e investidores são advertidos a não depositar confiança indevida nessas declarações prospectivas. As declarações prospectivas contidas neste comunicado são feitas a partir da presente data, sendo que a Moody’s não assume nenhuma obrigação (nem pretende) de complementar, atualizar ou revisar publicamente tais declarações futuramente, seja como resultado de desenvolvimentos subsequentes, expectativas alteradas ou de outro modo, exceto conforme exigido pela lei ou regulamentação aplicável. Em conexão com as disposições de “porto seguro” da Lei de Reforma de Litígios de Títulos Privados de 1995, a Moody’s está identificando certos fatores que podem fazer com que os resultados reais difiram, talvez materialmente, daqueles indicados por estas declarações prospectivas. Estes fatores, riscos e incertezas incluem, mas não estão limitados ao impacto das condições econômicas gerais, incluindo inflação e ações de política monetária relacionadas pelos governos em respostaàinflação, nos mercados de crédito mundiais e na atividade econômica e seu efeito no volume de dívida e outros valores mobiliários emitidos no mercado de capitais nacional e/ou internacional; os impactos mundiais de cada uma das crises na Ucrânia e COVID-19 na volatilidade nos mercados financeiros dos EUA e mundiais, nas condições econômicas gerais e PIB nos EUA e no mundo, nas relações internacionais e nas próprias operações e pessoal da Moody’s; outros assuntos que possam afetar o volume de dívida e outros títulos emitidos nos mercados de capitais domésticos e/ou mundiais, incluindo regulamentação, questões de qualidade de crédito, mudanças nas taxas de juros, inflação e outras volatilidades nos mercados financeiros; o nível de atividade de fusões e aquisições nos EUA e no exterior; a eficácia incerta e as possíveis consequências colaterais das ações dos governos dos EUA e estrangeiros que afetam os mercados de crédito, o comércio internacional e a política econômica, incluindo aquelas referentes a tarifas, acordos tributários e barreiras comerciais; o impacto da retirada da MIS de seus classificações de crédito em entidades russas e da Moody’s não mais conduzir operações comerciais na Rússia; preocupações no mercado que afetem nossa credibilidade ou afetem as percepções do mercado sobre a integridade ou uso das classificações das agências de crédito independentes; a introdução de produtos ou tecnologias concorrentes por outras empresas; pressão de preços de concorrentes e/ou clientes; o nível de sucesso do desenvolvimento de novos produtos e expansão mundial; o impacto da regulamentação como NRSRO, o potencial para novas legislações e regulamentações dos EUA, estaduais e locais; o potencial para maior concorrência e regulamentação na UE e outras jurisdições estrangeiras; exposição a litígios referentes às nossas opiniões de classificação, bem como quaisquer outros litígios, processos governamentais e regulatórios, investigações e inquéritos aos quais a Moody’s possa estar sujeita de tempos em tempos; provisões na legislação dos EUA que modificam os padrões de defesa e regulamentos da UE que alteram os padrões de responsabilidade, aplicáveis às agências de classificação de crédito de modo adverso às agências de classificação de crédito; disposições dos regulamentos da UE que impõem requisitos processuais e substantivos adicionais sobre o preço dos serviços e a expansão do mandato de supervisão para incluir classificações não pertencentesàUE utilizadas para fins regulatórios; incerteza quanto ao futuro relacionamento entre os EUA e a China; a possível perda de funcionários-chave; falhas ou mau funcionamento de nossas operações e infraestrutura; quaisquer vulnerabilidades a ameaças cibernéticas ou outras questões de segurança cibernética; o cronograma e a eficácia de nossos programas de reestruturação, como o Programa de Reestruturação de Geolocalização 2022 – 2023; volatilidade monetária e cambial; o resultado de qualquer revisão pelas autoridades fiscais controladoras das iniciativas de planejamento tributário mundial da Moody’s; exposição a possíveis sanções criminais ou reparações civis se a Moody’s deixar de cumprir as leis e regulamentos estrangeiros e dos EUA aplicáveis nas jurisdições em que a Moody’s opera, incluindo leis de proteção de dados e privacidade, leis de sanções, leis anticorrupção e leis locais que proíbem pagamentos corruptos a funcionários do governo; o impacto de fusões, aquisições, como a aquisição da RMS ou outras combinações de negócios e a capacidade da Moody’s de integrar com sucesso os negócios adquiridos; o nível de fluxos de caixa futuros; os níveis de investimentos de capital; e queda na demanda por ferramentas de gestão de risco de crédito por parte das instituições financeiras. Estes fatores, riscos e incertezas, bem como outros riscos e incertezas que podem fazer com que os resultados reais da Moody’s difiram materialmente daqueles contemplados, expressos, projetados, antecipados ou implícitos nas declarações prospectivas são descritos em mais detalhes em “Fatores de Risco”, Parte I, Item 1A do relatório anual da Moody’s no Formulário 10-K para o ano finalizado em 31 de dezembro de 2021 e em outras apresentações feitas pela Moody’s de tempos em temposàSEC ou em materiais aqui incorporados ou nos mesmos. Acionistas e investidores são advertidos de que a ocorrência de qualquer um destes fatores, riscos e incertezas pode fazer com que os resultados reais da Moody’s difiram materialmente daqueles contemplados, expressos, projetados, antecipados ou implícitos nas declarações prospectivas, o que poderia ter um efeito material e adverso sobre os negócios, resultados operacionais e condição financeira da Moody’s. Novos fatores podem surgir de tempos em tempos, não sendo possívelàMoody’s prever novos fatores, nem avaliar o efeito potencial de quaisquer novos fatores sobre ela.

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

Contato:

Pela Moody’s:

SHIVANI KAK

Relações com Investidores

+1 212-553-0298

Shivani.kak@moodys.com

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joe.mielenhausen@moodys.com

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EDUARDO BARKER

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+1 212-553-7717

Eduardo.Barker@moodys.com

Fonte: BUSINESS WIRE

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