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República Dominicana aportou US$ 716,7 MI no Brasil em 2022

Negócios entre países podem ser facilitados por Câmaras de Comércios que promovem relacionamento entre empresários brasileiros e a cadeira produtiva e de consumo dominicana

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O mercado entre o Brasil e a República Dominicana está aquecido em 2022 e há motivos para tal situação. Apenas entre janeiro e agosto deste ano, as exportações brasileiras para o país caribenho alcançaram a marca de US$ 716,7 milhões, conforme dados apresentados pelo ComexVis. Muitos destes negócios são frutos de parcerias comerciais realizadas pela Câmara de Comércio Brasil & República Dominicana.

Essas estruturas servem como instrumento de coligação entre empresas e o comércio internacional. As Câmaras de Comércio fornecem todo o know-how essencial para o empresário ter confiança em investir no país, além de informar sobre as condições locais de negócios e regulamentos de comércio em vigor.

O Ph.D em direito tributário, Presidente da Câmara de Comércio Brasil & República Dominicana e indicado a Cônsul Honorário da República Dominicana no Brasil, João Paulo Todde explica que a exemplo do que ocorre com as associações comerciais e entidades de classe, a Câmara de Comércio Brasil & República Dominicana é uma grande e significativa aliada às empresas e órgãos, sendo estes, públicos ou privado, na ordem de viabilizar parcerias comerciais, tecnológicas, intelectuais e de infraestrutura.

A Câmara já firmou diversos Acordos de Cooperação Técnica com Secretarias de Estado, Órgãos fiscalizadores, Associações, além de parcerias comerciais com empresas de variados segmentos como infraestrutura de engenharia, segurança militar, agronegócio, energia, mineração, tecnologia, exportação de bebidas e alimentos, entre várias outras.

“A Câmara de Comércio Brasil & República Dominicana desenvolve atividades que visam estimular o comércio com o Brasil e o país caribenho, além de abrir portas com os demais Estados, por se tratar de um hub comercial, e por manter uma estreita parceria com a Embaixada da República Dominicana. A Câmara constrói toda a base necessária de informação estratégica, para que o empresário tenha uma proposta eficiente, qualitativa e tenha segurança e confiança em fazer seu investimento”, explica o especialista.

O Presidente da Câmara acrescenta que no caso da República Dominicana, durante os últimos anos, a economia passou para uma diversificada combinação de serviços. Dr. João Paulo Todde ainda explica que esse processo de ampliação pode ser possível por conta da atuação da Câmara que contribui para entrelaçar ambas as partes, com destaque a República Dominicana por se tratar de um país emergente com todos os índices de desenvolvimento crescente e veloz.

A República Dominicana ocupa a 49ª posição no ranking de parceiros comerciais do Brasil. O minério de ferro é o principal produto adquirido pelos dominicanos, somando 23% das negociações. Em seguida aparece o milho, com 13% e carnes, que alcançou 6,3% das vendas.

“Apesar de termos muitas empresas brasileiras em atuação na República Dominicana, o produto do Brasil ainda é pouco visto nas prateleiras. A Ambev, por exemplo, está produzindo a cerveja local, mas não emplaca os rótulos brasileiros nas gôndolas. Por isso, acredito que o relacionamento comercial entre essas nações ainda pode ser muito aproveitado”, acrescenta o Ph.D.

Visivelmente disposto, o mercado dominicano é visto pelo Ph.D João Paulo Todde como muito promissor. “A República Dominicana funciona como uma Zona Franca que facilita a exportação para os Estados Unidos, Europa e outros países do Caribe. Outro quesito importante é referente a tributação deste país, que tem um imposto sobre lucros corporativos de 8%. Além disto, o custo de investimento é baixo e abrir uma empresa no país é pouco burocrático, leva menos de uma semana. Uma empresa em atividade pode custar até US$ 1,2 mil por ano, valor muito baixo na comparação com o investimento para manter uma empresa no Brasil”, finaliza.

Com a elucidação sobre o trabalho realizado pela Câmara de Comércio Brasil & República Dominicana dada pelo Ph.D João Paulo Todde, conclui-se que a República Dominicana é um importante aliado ao empresário que visa expandir seu negócio para além das fronteiras e ao ente público que busca divulgar sua atuação e realizar intercâmbio de informações e profissionais.

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Qual a importância do treinamento, reciclagem e atualização dos funcionários?

Eduardo Banzato, diretor da IMAM Consultoria, explica por que o treinamento, a reciclagem e a atualização profissional são fundamentais para viabilizar bons resultados

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O orçamento das empresas que foi destinado ao treinamento e desenvolvimento aumentou 21% em 2021, conforme dados de uma pesquisa da ABTD (Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento), divulgada pela Plataforma Melhor RH. Além disso, para 96% dos empreendimentos do setor de TMT (Tecnologia, Mídia e Telecomunicações), o investimento em treinamento e formação de funcionários foi prioritário ao longo deste ano, segundo o estudo “Agenda”, da Deloitte. 

A pesquisa também demonstrou que a maioria dos empresários à frente de negócios de grande porte no Brasil planejava investir em qualificação tecnológica dos seus funcionários em 2022, enquanto expandiam suas equipes. O estudo coletou respostas de 491 empresas, sendo 57 do setor de TMT.

Paralelamente, um estudo da ServiceNow e ThoughtLab, noticiado pelo portal Segs, revelou que mais da metade (51%) dos empreendimentos relataram aumento de receita devido à inovação. Segundo os entrevistados, a inovação teve um impacto positivo para a satisfação de seus clientes (40%), além de desempenhar um papel de destaque para a criação de melhores produtos (39%), diminuição de custos (36%) e novos modelos de negócios (36%). 

Para Eduardo Banzato, diretor da IMAM Consultoria – empresa que busca auxiliar as organizações na busca de resultados positivos por meio das pessoas, destaca que nas áreas de Supply Chain e Excelência Operacional os modelos de capacitação como as Academias Corporativas são fundamentais para viabilizar de maneira mais democrática o treinamento, a reciclagem e atualização dos colaboradores

“Conectar os objetivos e estratégias corporativas com todos os seus funcionários não é tarefa fácil, mas é fundamental para o sucesso organizacional”, afirma. “O treinamento, a reciclagem e a atualização profissional são o caminho para assegurar esse alinhamento” complementa. 

Conhecimentos, habilidades e atitudes

Banzato destaca que há uma série de treinamentos e iniciativas de reciclagem e atualização dos funcionários que podem ser realizados por uma empresa, além de ações específicas que podem ser utilizadas para diferentes propósitos.

“Para levar um profissional mais longe, há treinamentos relacionados a conhecimentos, (como formação em supply chain management – gestão da cadeia de abastecimentos, em portugues) e outros que apoiam o desenvolvimento de determinadas habilidades, como os cursos de cronoanálise”, explica.

O diretor da IMAM Consultoria ainda destaca um terceiro grupo de treinamentos que impacta em atitudes e comportamentos, como os programas de Kaizen – práticas que incidem sobre a melhoria contínua -, por exemplo.

“Em resumo, a soma de conhecimentos, habilidades e atitudes potencializa a competência e torna o colaborador um profissional de excelência no mercado”, finaliza.

Para mais informações, basta acessar: https://www.imam.com.br/

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Assinatura de carros zero revela novo perfil de consumidor

Aumento na contratação do serviço responde à demanda de perfis que desejam veículos que se adaptem às suas necessidades

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A forma de consumir vem mudando. Fazer o contrato de uma assinatura para utilizar um bem é um fato que tem ganhado espaço em um mundo no qual, antes, a opção predominante era a aquisição em definitivo. Um exemplo real é a assinatura de carros que vem crescendo no Brasil. Em 2021, foram aproximadamente 91 mil automóveis – até o final de setembro de 2022, já foram mais de 106 mil, segundo levantamento da ABLA (Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis). O valor inclui apenas os veículos das empresas de locação e não contabiliza as unidades disponibilizadas pelas próprias montadoras.

A assinatura pode ser uma solução para contornar a dificuldade de se obter um carro zero no Brasil. Em 2021, a produção foi reduzida pela falta no fornecimento de semicondutores para a indústria interna. Em 2022, os estoques de veículos se estabilizaram, mas a alta do preço alcançado na pandemia permaneceu, bem como a alta nas taxas de juros. Segundo dados da B3, a bolsa de valores brasileira, a venda de financiados até o mês de agosto somaram 3,5 milhões de unidades, entre novos e usados, uma queda de 10,2% em relação ao ano de 2021, o que equivale a 403 mil unidades a menos.

Em oposição a essa queda, no Google Trends, as palavras-chave “carro por assinatura” apresentaram um pico de 83% em outubro. Os estados que mais buscam o termo são, em ordem decrescente: Amazonas, Distrito Federal, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná. Ainda no contexto dessa busca, os carros mais citados são o T-Cross, da Volkswagen, o Pulse da Fiat e carros do tipo hatch. 

Assim como o aluguel de uma casa, a pessoa pode contratar o serviço (que não é um aluguel “clássico”) por doze, dezoito ou vinte quatro meses. Ao final do contrato, o carro é devolvido à empresa, que se responsabiliza pela venda no mercado de seminovos – e a pessoa contratante pode renovar a assinatura, trocando o veículo atual por um carro zero. 

“Até pouco tempo atrás, o vínculo de afetividade entre o dono e o carro era algo muito forte. Esse vínculo segue existindo, mas temos observado um novo fator nessa equação: as pessoas estão passando a priorizar a efetividade e buscar somente a parte positiva de ter um veículo”, pondera Luiza Soares, Gerente Comercial do Carro por Assinatura Porto Seguro Bank, que justifica tal constatação ao afirmar que “sem as burocracias e dores de cabeça” envolvidas na compra de um automóvel, a tendência de popularização deste modelo de assinatura é certa.

Novo perfil do consumidor

Assim como em um serviço de streaming – no qual o menu de filmes se adapta ao perfil do assinante -, clubes de compra e de fidelidade, a assinatura de carro atende pessoas consumidoras com necessidades específicas. A tendência pode refletir o comportamento de gerações mais novas como a Y e Z, que valorizam a experiência, mas não a posse em si. Para essas pessoas, nascidas a partir de 1981, o automóvel é visto como uma solução para locomoção eficiente.

De acordo com a ABLA, outro fator responsável pela mudança de comportamento foi a pandemia de Covid-19, fazendo com que as pessoas evitassem aglomerações em transportes coletivos. Por outro lado, a necessidade do isolamento social também diminuiu o uso dos automóveis por um período. Esse cenário influenciou as escolhas pessoais e, atualmente, os consumidores têm se mostrado mais abertos a considerar a assinatura de um carro em vez de gastar um alto valor na compra do mesmo.

Segundo Soares, entre os perfis de clientes que mais se interessam pela assinatura de veículos, estão aqueles que buscam praticidade, sem precisar arcar com as burocracias de uma compra convencional, além de pessoas que estão inseridas no mercado investidor, que se preocupam em utilizar o dinheiro do veículo em um ativo, mantendo a sua liquidez.

“Percebemos que hoje em dia, ao escolher um veículo, os consumidores têm buscado conforto, praticidade e soluções que podem proporcionar economia de tempo”, finaliza a gerente.

Para saber mais sobre a assinatura de veículos, basta acessar: https://conteudos.portosegurocarrofacil.com.br/assinatura-anual-de-carros/

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Mercado tem cinco principais macrotendências para 2023

Guilherme Bastos, fundador e CEO da Ray Consulting, fala sobre a aplicação amplificada de IA, clubes de assinatura, delivery, empresas verdes (ESG) e marcas educadoras

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A estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira neste ano avançou de 2,77% para 2,8%. Para o próximo ano, espera-se que o PIB (Produto Interno Bruto) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – aumente 0,7%. Para 2024 e 2025, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 1,7% e 2%, respectivamente.

Com a proximidade de um novo ano, cresce a expectativa para as tendências do mercado diante de um cenário de estabilidade. A seguir, Guilherme Bastos, fundador e CEO da Ray Consulting, empresa de inteligência de dados, comenta cinco macrotendências a respeito do mercado para 2023: 

1 – Aplicação amplificada da IA

Para Bastos, a aplicação amplificada da IA (Inteligência Artificial) é uma das tendências de negócios para 2023 aplicável a vários setores. Por conta disso, pode ser explorada pelos mais variados modelos de startups: “No varejo, por exemplo, soluções baseadas em IA podem prever padrões de compras e criar automaticamente ofertas de acordo com o perfil do consumidor, impulsionando as aquisições”.

Entre as fintechs, o empresário acredita que a IA pode influenciar e melhorar a experiência do cliente bancário, gerando a possibilidade de uma hiperpersonalização dos produtos e serviços que podem ser desenvolvidos.

2 – Clubes de assinatura

“As compras por assinatura tiveram um aumento de 65% no volume de vendas, enquanto as empresas tradicionais cresceram 28%”, reporta Bastos, citando dados de uma pesquisa da Vindi, plataforma de processamento de pagamentos recorrentes, citados pelo Sebrae-PR (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas).

Para ele, a economia circular já vinha transformando o mercado antes mesmo da pandemia, com itens como livros, bebidas, alimentos e produtos de higiene pessoal – que são os segmentos de maior destaque, mas as possibilidades são muitas e continuam em alta.

“O maior apelo dos clubes de assinatura é a conveniência e as previsões de gastos que eles trazem. O modelo desperta a curiosidade dos consumidores, que recebem bolsas de vinho, discos, livros e produtos de beleza de acordo com o seu comportamento e gosto pessoal”, descreve. “O ‘truque’ é encontrar mercados inexplorados, ou pouco explorados, e investir em negócios de pagamentos recorrentes”.

3 – Delivery de tudo

Na visão de Bastos, as retailtechs (startups com foco no mercado de logística e varejo) ajudam o setor varejista a crescer com a oferta de soluções tecnológicas. “Além de ajudar com o desenvolvimento e oferta de ferramentas para implementação de Social Commerce, as startups podem contribuir com outra tendência de negócios para 2023: a implementação de delivery para quase tudo o que é oferecido aos clientes”, explica.

Ele observa que, à medida que as compras on-line foram ganhando popularidade durante a crise sanitária, a necessidade das empresas em pensar na logística de entrega também aumentava: “Esta corrida contra o tempo pode ter sido um tanto estressante para alguns no início, mas atualmente a maior parte do mercado já se adaptou”.

“Por isso”, prossegue, “se o seu negócio ainda não implementou a modalidade nas vendas, fique atento: considerar o delivery na experiência de compra do cliente é tão (ou mais) fundamental para os negócios quanto a presença digital”.

4 – Empresas verdes (ESG)

“A ESG (Environmental, Social e Governance, na sigla em inglês – Ambiental, Social e Governança, em português) em startups chama a atenção dos investidores. Tanto que, segundo dados noticiados pelo site Exame Invest, as empresas do modelo já receberam, juntas, mais de US$ 991 milhões (R$ 5,319 bilhões) em aportes ao longo dos últimos dez anos”, afirma Bastos.

O empresário aponta que 46% dos consumidores brasileiros esperam um impacto social positivo das marcas com as quais têm relacionamento, em referência a indicativos de uma pesquisa da Opinion Box, citados em uma matéria do site Meio & Mensagem, 

“No que se refere ao reflexo que isso pode ter para os negócios em crescimento e aumento de faturamento, o relatório ‘Tendências da experiência do cliente 2021’ destacou que 63% dos clientes desejam comprar produtos ou serviços de empresas com responsabilidade social”, acrescenta.

5 – Marcas e empresas educadoras

O CEO da Ray Consulting destaca que encontrar colaboradores qualificados nem sempre é fácil para os negócios. Por isso, ao invés de esperar passivamente por candidatos que atendam a todas as competências, muitas empresas estão preferindo agir de forma proativa e se tornarem elas condutoras de conhecimento.

“Enquanto alguns negócios implementam a ideia de modo interno, oferecendo treinamentos, cursos ou bolsas de estudo para colaboradores já contratados, outras vão além e criam programas ou parcerias educacionais para o público externo, participando ativamente do processo de formação da população”, detalha Bastos.

Para mais informações, basta acessar: https://rayconsulting.com.br/

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