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Especialista comenta método de antecipação de aluguel

Operação é permitida por lei, pois é uma cessão de crédito ao proprietário e não uma cobrança adiantada ao inquilino

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Um estudo realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) apontou que 25% dos brasileiros não conseguem pagar suas contas mensais. Conforme a pesquisa, eles acabam recorrendo a empréstimos, cheque-especial e até mesmo deixam algumas contas para o mês seguinte. Porém, no mercado de crédito pessoal, as taxas de juros de créditos crescem. Isso acontece porque a taxa Selic, a taxa básica de juros da economia, utilizada para controlar a inflação, chegou a 13,75% em agosto.

Muitos brasileiros têm como uma das suas fontes de renda imóveis alugados. Segundo informações do IBGE para a Agência Brasil, os imóveis alugados no país representam 18,3% das moradias, o equivalente a 13,3 milhões.

Diante do cenário, algumas empresas cuja atividade principal é a locação de imóveis, sejam eles residenciais ou comerciais, têm adotado um método apresentado por fintechs do setor que consiste na antecipação de aluguéis, uma alternativa de crédito que contempla proprietários de imóveis locados. A operação de adiantamento é legalizada, visto que se trata de uma cessão de crédito, item que está previsto na Lei 10.406/2002, e não uma cobrança adiantada ao inquilino, o que é proibido pela Lei do Inquilinato (8.245/1991). 

Augusto Meirelles, CEO da CashGO, empresa especializada em antecipação de aluguéis, esclarece e comenta sobre esse tipo de operação.

Como funciona o processo de antecipação?

Augusto: A antecipação de aluguel é uma cessão de recebíveis futuros dos aluguéis que o proprietário do imóvel locado receberia mensalmente. Ou seja, uma empresa especializada no processo paga de uma vez só os valores para o proprietário e, depois, desconta diretamente nas parcelas mensais do aluguel. A operação pode ajudar a colocar as contas dos proprietários de imóveis em dia.

Quais são os pontos de atenção para os proprietários e imobiliárias que usam esse serviço?

Augusto: Para a segurança de todas as partes envolvidas, o imóvel deve estar vinculado a uma imobiliária, onde ocorre uma análise do contrato para a liberação do crédito. O principal ponto de atenção é a segurança do contrato de locação. 

Qual a relação entre a antecipação de aluguéis e o risco de inadimplência?

Augusto: Na antecipação de aluguel o risco de inadimplência é menor que os empréstimos sem garantia (empréstimo pessoal, cartão de crédito e cheque especial), e por isso conseguimos entregar uma taxa menor que esses produtos ao mercado.Uma vez que a imobiliária direciona os aluguéis para empresa que realiza a antecipação, a inadimplência pode ocorrer apenas em caso de término antecipado do contrato. Mas, nesses casos, ainda existe um período de carência para o proprietário relocar o imóvel e voltar a descontar as parcelas do aluguel.

Para finalizar, você acredita que imobiliárias e proprietários já estão se familiarizando com as inovações do setor? 

Augusto: Os proprietários estão cada vez mais exigentes, e o bom atendimento deve ser prioridade para as imobiliárias. Diversas inovações e sistemas, como a antecipação de aluguel, já fazem parte do dia a dia das imobiliárias, é um setor que está em plena revolução. 

Para saber mais, basta acessar: https://www.cashgo.com.br/

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Assinatura de carros zero revela novo perfil de consumidor

Aumento na contratação do serviço responde à demanda de perfis que desejam veículos que se adaptem às suas necessidades

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A forma de consumir vem mudando. Fazer o contrato de uma assinatura para utilizar um bem é um fato que tem ganhado espaço em um mundo no qual, antes, a opção predominante era a aquisição em definitivo. Um exemplo real é a assinatura de carros que vem crescendo no Brasil. Em 2021, foram aproximadamente 91 mil automóveis – até o final de setembro de 2022, já foram mais de 106 mil, segundo levantamento da ABLA (Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis). O valor inclui apenas os veículos das empresas de locação e não contabiliza as unidades disponibilizadas pelas próprias montadoras.

A assinatura pode ser uma solução para contornar a dificuldade de se obter um carro zero no Brasil. Em 2021, a produção foi reduzida pela falta no fornecimento de semicondutores para a indústria interna. Em 2022, os estoques de veículos se estabilizaram, mas a alta do preço alcançado na pandemia permaneceu, bem como a alta nas taxas de juros. Segundo dados da B3, a bolsa de valores brasileira, a venda de financiados até o mês de agosto somaram 3,5 milhões de unidades, entre novos e usados, uma queda de 10,2% em relação ao ano de 2021, o que equivale a 403 mil unidades a menos.

Em oposição a essa queda, no Google Trends, as palavras-chave “carro por assinatura” apresentaram um pico de 83% em outubro. Os estados que mais buscam o termo são, em ordem decrescente: Amazonas, Distrito Federal, São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná. Ainda no contexto dessa busca, os carros mais citados são o T-Cross, da Volkswagen, o Pulse da Fiat e carros do tipo hatch. 

Assim como o aluguel de uma casa, a pessoa pode contratar o serviço (que não é um aluguel “clássico”) por doze, dezoito ou vinte quatro meses. Ao final do contrato, o carro é devolvido à empresa, que se responsabiliza pela venda no mercado de seminovos – e a pessoa contratante pode renovar a assinatura, trocando o veículo atual por um carro zero. 

“Até pouco tempo atrás, o vínculo de afetividade entre o dono e o carro era algo muito forte. Esse vínculo segue existindo, mas temos observado um novo fator nessa equação: as pessoas estão passando a priorizar a efetividade e buscar somente a parte positiva de ter um veículo”, pondera Luiza Soares, Gerente Comercial do Carro por Assinatura Porto Seguro Bank, que justifica tal constatação ao afirmar que “sem as burocracias e dores de cabeça” envolvidas na compra de um automóvel, a tendência de popularização deste modelo de assinatura é certa.

Novo perfil do consumidor

Assim como em um serviço de streaming – no qual o menu de filmes se adapta ao perfil do assinante -, clubes de compra e de fidelidade, a assinatura de carro atende pessoas consumidoras com necessidades específicas. A tendência pode refletir o comportamento de gerações mais novas como a Y e Z, que valorizam a experiência, mas não a posse em si. Para essas pessoas, nascidas a partir de 1981, o automóvel é visto como uma solução para locomoção eficiente.

De acordo com a ABLA, outro fator responsável pela mudança de comportamento foi a pandemia de Covid-19, fazendo com que as pessoas evitassem aglomerações em transportes coletivos. Por outro lado, a necessidade do isolamento social também diminuiu o uso dos automóveis por um período. Esse cenário influenciou as escolhas pessoais e, atualmente, os consumidores têm se mostrado mais abertos a considerar a assinatura de um carro em vez de gastar um alto valor na compra do mesmo.

Segundo Soares, entre os perfis de clientes que mais se interessam pela assinatura de veículos, estão aqueles que buscam praticidade, sem precisar arcar com as burocracias de uma compra convencional, além de pessoas que estão inseridas no mercado investidor, que se preocupam em utilizar o dinheiro do veículo em um ativo, mantendo a sua liquidez.

“Percebemos que hoje em dia, ao escolher um veículo, os consumidores têm buscado conforto, praticidade e soluções que podem proporcionar economia de tempo”, finaliza a gerente.

Para saber mais sobre a assinatura de veículos, basta acessar: https://conteudos.portosegurocarrofacil.com.br/assinatura-anual-de-carros/

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Mercado tem cinco principais macrotendências para 2023

Guilherme Bastos, fundador e CEO da Ray Consulting, fala sobre a aplicação amplificada de IA, clubes de assinatura, delivery, empresas verdes (ESG) e marcas educadoras

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A estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira neste ano avançou de 2,77% para 2,8%. Para o próximo ano, espera-se que o PIB (Produto Interno Bruto) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – aumente 0,7%. Para 2024 e 2025, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 1,7% e 2%, respectivamente.

Com a proximidade de um novo ano, cresce a expectativa para as tendências do mercado diante de um cenário de estabilidade. A seguir, Guilherme Bastos, fundador e CEO da Ray Consulting, empresa de inteligência de dados, comenta cinco macrotendências a respeito do mercado para 2023: 

1 – Aplicação amplificada da IA

Para Bastos, a aplicação amplificada da IA (Inteligência Artificial) é uma das tendências de negócios para 2023 aplicável a vários setores. Por conta disso, pode ser explorada pelos mais variados modelos de startups: “No varejo, por exemplo, soluções baseadas em IA podem prever padrões de compras e criar automaticamente ofertas de acordo com o perfil do consumidor, impulsionando as aquisições”.

Entre as fintechs, o empresário acredita que a IA pode influenciar e melhorar a experiência do cliente bancário, gerando a possibilidade de uma hiperpersonalização dos produtos e serviços que podem ser desenvolvidos.

2 – Clubes de assinatura

“As compras por assinatura tiveram um aumento de 65% no volume de vendas, enquanto as empresas tradicionais cresceram 28%”, reporta Bastos, citando dados de uma pesquisa da Vindi, plataforma de processamento de pagamentos recorrentes, citados pelo Sebrae-PR (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas).

Para ele, a economia circular já vinha transformando o mercado antes mesmo da pandemia, com itens como livros, bebidas, alimentos e produtos de higiene pessoal – que são os segmentos de maior destaque, mas as possibilidades são muitas e continuam em alta.

“O maior apelo dos clubes de assinatura é a conveniência e as previsões de gastos que eles trazem. O modelo desperta a curiosidade dos consumidores, que recebem bolsas de vinho, discos, livros e produtos de beleza de acordo com o seu comportamento e gosto pessoal”, descreve. “O ‘truque’ é encontrar mercados inexplorados, ou pouco explorados, e investir em negócios de pagamentos recorrentes”.

3 – Delivery de tudo

Na visão de Bastos, as retailtechs (startups com foco no mercado de logística e varejo) ajudam o setor varejista a crescer com a oferta de soluções tecnológicas. “Além de ajudar com o desenvolvimento e oferta de ferramentas para implementação de Social Commerce, as startups podem contribuir com outra tendência de negócios para 2023: a implementação de delivery para quase tudo o que é oferecido aos clientes”, explica.

Ele observa que, à medida que as compras on-line foram ganhando popularidade durante a crise sanitária, a necessidade das empresas em pensar na logística de entrega também aumentava: “Esta corrida contra o tempo pode ter sido um tanto estressante para alguns no início, mas atualmente a maior parte do mercado já se adaptou”.

“Por isso”, prossegue, “se o seu negócio ainda não implementou a modalidade nas vendas, fique atento: considerar o delivery na experiência de compra do cliente é tão (ou mais) fundamental para os negócios quanto a presença digital”.

4 – Empresas verdes (ESG)

“A ESG (Environmental, Social e Governance, na sigla em inglês – Ambiental, Social e Governança, em português) em startups chama a atenção dos investidores. Tanto que, segundo dados noticiados pelo site Exame Invest, as empresas do modelo já receberam, juntas, mais de US$ 991 milhões (R$ 5,319 bilhões) em aportes ao longo dos últimos dez anos”, afirma Bastos.

O empresário aponta que 46% dos consumidores brasileiros esperam um impacto social positivo das marcas com as quais têm relacionamento, em referência a indicativos de uma pesquisa da Opinion Box, citados em uma matéria do site Meio & Mensagem, 

“No que se refere ao reflexo que isso pode ter para os negócios em crescimento e aumento de faturamento, o relatório ‘Tendências da experiência do cliente 2021’ destacou que 63% dos clientes desejam comprar produtos ou serviços de empresas com responsabilidade social”, acrescenta.

5 – Marcas e empresas educadoras

O CEO da Ray Consulting destaca que encontrar colaboradores qualificados nem sempre é fácil para os negócios. Por isso, ao invés de esperar passivamente por candidatos que atendam a todas as competências, muitas empresas estão preferindo agir de forma proativa e se tornarem elas condutoras de conhecimento.

“Enquanto alguns negócios implementam a ideia de modo interno, oferecendo treinamentos, cursos ou bolsas de estudo para colaboradores já contratados, outras vão além e criam programas ou parcerias educacionais para o público externo, participando ativamente do processo de formação da população”, detalha Bastos.

Para mais informações, basta acessar: https://rayconsulting.com.br/

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ExpressVPN submete aplicativos de desktop a três auditorias independentes

A ExpressVPN validou a postura de segurança de todos os seus aplicativos de desktop; Cure53 e a F-Secure auditaram os aplicativos macOS, Linux e Windows da ExpressVPN

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Dados de um levantamento da Tenable, empresa de segurança, demonstram que organizações de todo o mundo se viram desafiadas por conta de criminosos digitais. De acordo com o balanço, o número de vazamentos de dados chegou a 40,4 bilhões em 2021, sendo 815 milhões apenas no Brasil – uma alta de 78% no total de registros expostos. 

Nesse panorama, empresas públicas e privadas, de diversos setores e portes, empreendem medidas a fim de garantir a segurança no ambiente virtual. Exemplo disso, a ExpressVPN validou a postura de segurança de todos os seus aplicativos de desktop por meio de três novas auditorias independentes de empresas de segurança cibernética, Cure53 e F-Secure. 

As três novas auditorias ocorrem apenas algumas semanas após a auditoria da política de não registro da ExpressVPN da KPMG. De acordo com a empresa, o Cure53 testou os aplicativos de desktop macOS e Linux da ExpressVPN por meio de testes de penetração de caixa branca e auditorias de código-fonte. As avaliações confirmam que os aplicativos são protegidos contra ameaças de segurança cibernética de adversários mal-intencionados.

A F-Secure também analisou o aplicativo Windows v12 da ExpressVPN por meio de testes de penetração e auditoria de código-fonte e não encontrou pontos fracos significativos. A auditoria verifica se o aplicativo de desktop Windows mais recente da ExpressVPN não pode ser manipulado para vazar informações, como o endereço IP de um usuário, fora do túnel VPN.

Além disso, a auditoria confirma que o aplicativo não é suscetível a ataques de execução remota de código. Com os aplicativos de desktop auditados, os usuários podem ficar on-line com a garantia de que sua privacidade está protegida.

Segundo Brian Schirmacher, gerente de testes de penetração da ExpressVPN, a empresa está comprometida em fornecer auditorias nos aplicativos móveis e espera dar continuidade ao trabalho para garantir privacidade e segurança em todos os pontos de contato do produto.

Para mais informações, basta acessar: https://www.expressvpn.com/pt

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