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Economia circular: contribuição para um mundo mais sustentável

Conjunto de ações que colaboram diretamente para a saúde ambiental e da população

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Segundo a Confederação Nacional da Indústria – CNI, a economia circular é um conceito que relaciona o desenvolvimento econômico ao um melhor uso dos recursos naturais. Por meio de novos modelos de negócios, é possível otimizar processos de fabricação com menor dependência de matéria-prima virgem. Deste modo, prioriza-se os insumos mais duráveis, recicláveis e renováveis.

A falta de comprometimento com as questões de sustentabilidade afeta diretamente o meio ambiente. O estudo desenvolvido pela fundação Ellen MacArthur ressalta a perda de 90% da biodiversidade devido a retirada e processamento de recursos naturais. Em contrapartida, se fossem aplicadas estratégias de economia circular nas cadeias produtivas de materiais como cimento, plástico, aço, alumínio, seria esperado a redução de 9,3 bilhões de toneladas de dióxido de carbono na atmosfera. 

Todavia, a economia circular colabora com a sociedade como um todo, contribuindo no enfrentamento das mudanças climáticas, no combate contra o aquecimento global ou na perda da biodiversidade. Vale ressaltar que esse processo tem um forte potencial econômico com a geração de novos empregos, investimentos e negócios.

Portanto, essa mudança de mentalidade e comportamento são fundamentais para o crescimento empresarial sustentável. As empresas que ainda não estão dando a devida atenção ao tema ficarão ultrapassadas. Apesar de o mercado viver em constante movimento, essa tendência tem cada vez mais se firmado e ganhado força. 

O caminho para avançar na economia circular não pode ser percorrido sozinho, é um trabalho colaborativo. Logo, estruturar esses ecossistemas com a busca de conhecimento, diálogos amplos e parcerias, é fundamental.

Os famosos 5 Rs da sustentabilidade (repensar, recusar, reduzir, reutilizar e reciclar) já fazem parte da mentalidade do consumidor moderno e as empresas que desenvolverem rapidamente a economia circular terão uma forte vantagem competitiva! 

*Sergio de Carvalho Mauricio — Presidente Executivo da ABREE — Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos 

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Como os processos gerenciais podem ajudar na gestão de vendas na Black Friday

Em operações que movimentam alto volume de mercadorias e faturamento, são necessárias estratégias claras aliadas a processos que sejam capazes não só de reter, mas também de ampliar a base de clientes.

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Empresas são criadas para vender produtos ou serviços e, por mais que haja as inegáveis responsabilidades social e ambiental das organizações, é importante que esse princípio esteja claro, porque ele norteia e leva a um ponto crucial: para vender é preciso provocar o desejo de compra, e para alcançar esse objetivo, as empresas usam as mais diversas táticas.

Nos Estados Unidos, uma delas é a liquidação de mercadorias após o Dia de Ação de Graças, que se tornou tradicional durante o século XX, e passou a ser conhecida como Black Friday a partir das décadas de 1980 e 1990, sendo atualmente uma data consolidada e que leva multidões para as lojas.

Para Carla Tieppo, neurocientista da Ilumne Consultoria, empresa especializada em uma forma de pensar o Gerenciamento de Pessoas, Liderança e Alta Performance, que participou da 17ª edição do CONAREC (Congresso Nacional das Relações Empresa-Cliente), “a emocionalidade tem um papel fundamental no processo da tomada de decisão e na jornada da experiência do cliente”. Um dos paradigmas que o cérebro enfrenta, de acordo com a especialista, é justamente relacionado ao desejo e à escolha do consumidor.

Em 2022, especificamente, o evento vem acompanhado pela Copa do Mundo do Catar, e seguido pelas festas de fim de ano. De acordo com dados da ABV (Associação Brasileira do Varejo), essas datas comemorativas devem aumentar as vendas em 12% em comparação ao primeiro semestre de 2022, além de injetarem mais de R$ 20 bilhões na economia.

Já a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) projeta que a Black Friday deve movimentar R$ 6,05 bilhões no comércio eletrônico, com o número de pedidos chegando a 8,3 milhões neste ano.

“Em operações que movimentam alto volume de mercadorias e faturamento, são necessárias estratégias claras aliadas a processos que sejam capazes não só de reter, mas também de ampliar a base de clientes”, analisa Deiah Rodrigues, especialista CBPP (Certified Business Process Professional) da Optimize TI e da Ela Acelera, destacando ainda “que a padronização dos processos e seu uso estratégico, podem auxiliar essa fase do ano, podendo trazer mais tranquilidade para consumidores e vendedores.”

Para a especialista, no mundo BANI (Brittle, Anxious, Nonlinear, Incomprehensible), sigla em Inglês que define a dinâmica de mundo atual, e que em Português significa: frágil, ansioso, não linear e incompreensível, “é comum presenciar a ‘viralização’ de notícias negativas nas redes sociais que podem até mesmo comprometer a continuidade de muitos negócios, sendo importante revisitar processos para que estejam alinhados ou que sejam rapidamente corrigidos.”

“Uma atuação mal executada na Black Friday pode comprometer a reputação da marca, atingindo também as vendas de Natal. Falha na entrega, cancelamentos, problemas no pagamento, vendedores despreparados, estoque insuficiente, negligência na pós-compra, são exemplos que transformarão uma oportunidade em uma ameaça ao negócio. No âmbito estratégico e operacional, recomenda-se que as empresas desenvolvam continuamente a BPM (Business Process Management), que significa Gerenciamento de Processos de Negócios, e que por definição é uma capacidade da organização que utiliza conceitos como mapeamento, padronização, melhoria e otimização de processos, sendo refletidos no relacionamento com o cliente, no comportamento e valorização de seus colaboradores e nas vendas da empresa”, conclui Deiah Rodrigues.

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Cognite Data Fusion® lança fluxos de trabalho de integração de simulador nativo para promover soluções digitais industriais de IA/ML em escala

A principal plataforma Industrial DataOps agora pode transmitir dados sintéticos de simuladores e implantar aprendizagem automática orientada pela física para casos de uso de produção sensíveis

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Cognite, líder mundial em software industrial, anunciou hoje o lançamento de integração de simulador nativo e recursos de fluxo de trabalho Hybrid AI para sua principal plataforma Industrial DataOps da Cognite Data Fusion®. Estes fluxos de trabalho de IA híbrida combinam o melhor da aprendizagem automática orientada a dados e modelagem com base na física, a fim de implantar soluções digitais avançadas em escala, incluindo soluções para casos de uso de produção sensíveis que podem reduzir custos, e aumentar as tomadas de decisão proativas com possível otimização da produção.

Com a Cognite Data Fusion®, as organizações industriais podem automatizar estudos de simulador de rotina ou monitorar casos de problemas ao executar automaticamente um simulador com dados ao vivo, coletar resultados, ativar ações e visualizar o resultado. A Cognite Data Fusion® é independente de fornecedor e pode se integrar com simulações com liderança no setor, como Unisim, Olga, Turbulent Flux, Multiflash e Hysys. Além disto, a Cognite anunciou recentemente uma parceria estratégica com a SLB (anteriormente Schlumberger), um líder mundial em simulador industrial, software e serviços, para simplificar e potencializar o acesso a soluções Hybrid AI para clientes do setor de energia.

A Neptune Energy, operadora da Cygnus, aproveitou a Cognite Data Fusion® para desenvolver um aplicativo híbrido de modelagem e monitoramento de poços de IA. Mediante uma integração nativa com o PROSPER, um simulador de modelagem de poços e dutos, a Cognite Data Fusion® oferece modelagem automatizada e monitoramento de poços quase em tempo real, o que elimina processos manuais e obtém volumes maiores de vigilância mais ampla bem como avaliações de melhor qualidade. Como resultado dos fluxos de trabalho Hybrid AI na Cognite Data Fusion®, a Neptune percebeu:

  • Redução de 80% no tempo gasto em mineração e manipulação de dados
  • Redução de 67% no tempo gasto na análise e validação de dados
  • Maior tomadas de decisão proativas devidoàvigilância quase em tempo real em um aplicativo comum que permite cooperação multidisciplinar

“A Cognite Data Fusion oferece a nossos engenheiros uma riqueza de eficiências ao fornecer dados extraídos, contextualizados, modelados e visualizados para que possam atuar. Agora, eles podem dedicar mais tempoàinterpretação de resultados e às tomadas de decisão colaborativas com base em dados”, disse Alan Bibb, Diretor Global de Parcerias de Negócios de TI da Neptune Energy. “Com os fluxos de trabalho híbridos de IA nA Cognite Data Fusion, podemos nos concentrar em uma otimização de engenharia mais holística e aprimorar o tempo de retorno.”

“A transformação digital começa e é bem-sucedida com acesso simples a dados industriais complexos. O anúncio de hoje garante que a Cognite Data Fusion forneça uma fonte de verdade central e contextualizada a dados de uma organização, tanto para modelos de IA híbrida como para especialistas no assunto que supervisionam o processo de tomadas de decisão, o que é crucial para a otimização de ativos e produção”, disse Geir Engdahl, Cofundador e Diretor de Tecnologia da Cognite.

A Cognite Data Fusion® torna os dados de ativos mais acessíveis e significativos a pessoas e máquinas, ao fornecer dados e informações confiáveis para revelar oportunidades em tempo real, reduzir custos e aperfeiçoar a integridade e sustentabilidade de suas operações. Para saber mais sobre a Cognite Data Fusion, acesse: cognite.com/why-cognite-data-fusion

Sobre a Cognite

A Cognite é uma empresa internacional SaaS industrial que foi fundada com uma visão clara: capacitar as empresas industriais com rapidez e dados contextualizados, confiáveis e acessíveis a fim de ajudar a impulsionar a transformação digital em escala total de setores com intensidade em ativos a nível mundial. Nossa principal plataforma Industrial DataOps, Cognite Data Fusion®, permite que usuários de domínio e dados industriais cooperem de modo rápido e seguro para desenvolver, operacionalizar e dimensionar soluções e aplicativos de IA industrial a fim de proporcionar lucratividade e sustentabilidade. Acesse nosso site em www.cognite.com e siga-nos no Twitter e LinkedIn.

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

Contato:

Michelle Holford

Líder Global de Relações Públicas na Cognite

+47 482 90 454 (Noruega)

+1 (512) 744-3420 (EUA)

michelle.holford@cognite.com

Fonte: BUSINESS WIRE

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Projeto brasileiro de educação antirracista recebe US$ 10 mi

Iniciativa Seta está entre as cinco premiadas no Desafio de Equidade Racial 2030, promovido pela Fundação H. K. Kellogg, e será desenvolvido pela ActionAid, com apoio de outras seis instituições brasileiras

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A iniciativa brasileira Projeto Seta – Sistema de Educação por uma Transformação Antirracista é uma das cinco premiadas pela Fundação W.K. Kellogg no Desafio de Equidade Racial 2030. Única finalista latino-americana entre as selecionadas, receberá 10 milhões de dólares (cerca de 53 milhões de reais na cotação atual) para a sua implementação, do total de 80 milhões de dólares (420 milhões de reais) a serem distribuídos entre os escolhidos para construir e viabilizar ideias de enfrentamento às desigualdades raciais em todo o planeta.

O Seta foi elaborado por um grupo de trabalho formado pela ActionAid e outras seis organizações de sociedade civil: Ação Educativa, Campanha Nacional pelo Direito à Educação, CONAQ – Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas , Geledés – Instituto da Mulher Negra, Makira E’ta – Rede de Mulheres Indígenas do Estado do Amazonas e UNEafro Brasil. O subsídio será fundamental para viabilizar mudanças transformadoras e de longo prazo nos sistemas e instituições que ainda vivem sob desigualdades raciais no Brasil.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o país conta atualmente com 115 milhões de pessoas negras 1,13 milhão de quilombolas e 1,1 milhão de indígenas. Este número representa cerca de 60% da população brasileira, que, embora seja maioria,  sofre com a desigualdade, uma vez que o rendimento-hora do trabalho das pessoas brancas foi, em média, 69% acima das pretas ou pardas.

Entre os objetivos do Seta estão aprimorar o diálogo nacional e a incidência sobre racismo na educação; promover a produção de evidências e pesquisas sobre educação antirracista; sensibilizar e formar gestores para criação e implementação de políticas públicas; mobilizar, formar e apoiar profissionais da educação com materiais educacionais para educação étnico-racial; contribuir para maior diálogo sobre o racismo nas comunidades escolares.

O projeto considera o fortalecimento da juventude, da educação e dos movimentos negros peças-chave para que seja desencadeado um processo de transformação no Brasil. Para isso, estão previstas ações em formatos variados, como oficinas, debates e palestras online e presenciais com diferentes grupos sociais, articulação e mobilização de camadas da sociedade, parcerias com universidades, institutos, fundações e fundos que trabalham com a educação.

Um exemplo prático é o encontro já realizado com educadores da Rede Municipal do Rio de Janeiro, em parceria com a Gerência de Relações Étnico-Raciais da Secretaria Municipal de Educação, com o objetivo de apresentar a coleção educação da autoavaliação institucional e monitoramento das políticas públicas educacionais. Na oportunidade, o Seta propôs o preenchimento de um questionário com o objetivo de monitorar e avaliar a implementação da lei 10.639/03, que versa sobre as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira”, entre outras providências. Ação semelhante também foi realizada com professores da rede pública de Porto Alegre (RS).

“A educação é um vetor de transformação e de mobilidade social. Os dados sobre desempenho escolar da população negra, indígena e quilombola evidenciam que o estado brasileiro não oferece uma educação de qualidade para essa população. É preciso criar um ecossistema educacional que entenda e pressione o poder público sobre a importância e urgência no investimento na equidade racial na educação”, afirma Ana Paula Brandão, diretora de Políticas e Programas da ActionAid no Brasil e uma das gestoras do Projeto Seta.

Um brasileiro entre projetos de 72 países

O Desafio de Equidade Racial 2030 foi criado por uma das principais entidades filantrópicas dos Estados Unidos com o intuito de viabilizar e escalonar ideias de transformação dos sistemas e instituições que ainda sustentam as desigualdades raciais. O objetivo é desencadear soluções que possam melhorar a vida de crianças, de famílias e de comunidades em todo o planeta.

O anúncio do Desafio de Equidade Racial ocorreu em 2020, 90 anos após a origem da Fundação W. K. Kellogg. Foram recebidas 1.453 inscrições de 72 países. Em setembro de 2021, a Fundação Kellogg anunciou os 10 projetos finalistas, sendo o Projeto Seta um destes. Todas as iniciativas passaram por um processo com várias etapas de revisão, diálogo e diligências, que envolveram especialistas multidisciplinares de todo o mundo.

“Educação é uma ferramenta poderosa. Como nosso fundador Will Keith Kellogg disse, ‘a melhor oportunidade de transformação de uma geração para outra é a educação’”, diz Carla Thompson Payton, vice-presidente de estratégia programática na Fundação W.K. Kellogg. “A ActionAid e demais organizações do Seta estão utilizando a educação como ponto de partida para conscientizar as pessoas e eliminar o racismo estrutural no Brasil. Estamos orgulhosos de sermos parceiros pelos próximos oito anos”.

O Desafio de Equidade Racial 2030 foi administrado em parceria com a Lever for Change, uma organização sem fins lucrativos filiada à Fundação John D. e Catherine T. MacArthur, que conecta doadores com soluções ousadas aos maiores problemas do mundo – como questões de desigualdade racial, desigualdade de gênero, falta de acesso a oportunidades econômicas e mudanças climáticas. Mais informações sobre o Desafio de Equidade Racial 2030, os premiados e os finalistas podem ser encontrados no site.

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