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Citi Global Wealth Investments lança o seu relatório Outlook 2023: Roteiro para a recuperação: portfólios para antecipar oportunidades

À medida que um 2022 turbulento chega ao fim, o Citi Global Wealth Investments prevê uma recessão superficial em 2023, mas acredita que os mercados começarão a se concentrar na recuperação de 2024

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O Citi Global Wealth Investments (CGWI) divulgou hoje o seu relatório Wealth Outlook 2023 (ou Outlook, Perspectivas de riqueza para 2023), intitulado Roteiro para a recuperação: portfólios para antecipar oportunidades. Publicado duas vezes por ano, o Outlook oferece perspectivas detalhadas sobre a economia global e os mercados financeiros para o anoàfrente e além. O título da última edição reflete a jornada de investimento que o CGWI prevê e as etapas que os investidores devem considerar para a diversificação de suas carteiras de investimento.

Em 2023, o CGWI prevê o crescimento econômico mundial anual mais fraco em quarenta anos fora da crise financeira global e das paralisações causadas pela COVID. O anoàfrente provavelmente verá:

  • Uma recessão superficial nos EUA e pior em outros lugares, como a zona do euro
  • Por outro lado, uma recuperação no crescimento chinês,àmedida que as restrições pandêmicas são relaxadas
  • A inflação nos EUA continua a diminuir, fechando 2023 em torno de 3,5%
  • O Federal Reserve dos EUA começará a cortar as taxas de juros no segundo semestre do ano
  • Uma queda de 10% no lucro global por ação

Assim como a turbulência do mercado global de 2022 refletiu essas condições previstas para o próximo ano, provavelmente os investidores começarão a se concentrar na recuperação de 2024 durante 2023. Com o atual mercado de ações em baixa provavelmente incompleto, o CGWI entra no ano posicionado defensivamente, mas espera mudar esta situaçãoàmedida que o ano avançar.

“Ao longo do tempo, o mercado de ações dos EUA nunca chegou ao fundo do poço antes de uma recessão associada ter começado, então consideramos o recente aumento das ações como um rali do mercado em baixa”, disse David Bailin, diretor de investimentos e chefe do Citi Global Wealth Investments. “Um ano como o de 2022 pode fazer com que manter o excesso de dinheiro pareça tentador, mas a lição clara desta história é que isso quase sempre levaàperda de oportunidades quando os mercados começam a se recuperar. Para 2023, reiteramos a sabedoria fundamental de manter os portfólios totalmente investidos, antecipando as oportunidades que esperamos.”

O CGWI vê uma sequência provável de oportunidades potenciais, incluindo:

  • Renda fixa de curto prazo com grau de investimento nos EUA em meio ao ambiente de taxas de juros mais altas de hoje
  • Ações defensivas, como pagadores de dividendos resilientes, já que, por enquanto, o mercado em baixa continua
  • Ações de crescimento não cíclico devem apresentar perdas perante as ações cíclicas, quando o Fed se movimentar para cortar taxas
  • Um ponto de entrada subsequente para ações mais cíclicas
  • “Deep value” (valor profundo) em ativos e moedas selecionados fora dos EUA quando o dólar dos EUA atingir o pico
  • Certas estratégias alternativas para se posicionar para as dificuldades e outras oportunidades após a recessão

“Em 2022, as quedas acentuadas em muitas classes de ativos deixaram as avaliações de longo prazo mais atraentes”, disse Steven Wieting, estrategista-chefe de investimentos e economista-chefe no Citi Global Wealth Investments. “Pela primeira vez em muitos anos, por exemplo, vemos um valor de carteira genuíno em renda fixa. Títulos do tesouro dos EUA de curta duração representam uma alternativa atraente de investimento.”

O CGWI também atualizou o seu caso para “tendências imparáveis”, os poderosos fenômenos plurianuais que continuam a remodelar os negócios e a vida cotidiana, assim como as carteiras de investimentos. Estas incluem a digitalização, envelhecimento da população, rivalidade entre EUA e China e a transição para fontes de energia limpas e seguras. O CGWI destaca maneiras de buscar exposição para estas forças transformacionais em carteiras de investimento.

O relatório completo, versões resumidas, vídeos curtos e outros materiais podem ser acessados aqui.

Sobre o Citi:

O Citi é um parceiro bancário proeminente para instituições com necessidades internacionais, um líder global em gestão de patrimônio e um banco pessoal valioso no seu mercado doméstico nos Estados Unidos. O Citi faz negócios em mais de 160 países e jurisdições, oferecendo às corporações, governos, investidores, instituições e indivíduos diversos produtos e serviços financeiros. É possível encontrar informações adicionais em www.citigroup.com | Twitter: @Citi | YouTube: www.youtube.com/citi | Blog: http://blog.citigroup.com | Facebook: www.facebook.com/citi | LinkedIn: www.linkedin.com/company/citi.

Sobre o Citi Global Wealth:

O Citi Global Wealth é uma plataforma integrada de gestão de patrimônio que oferece uma solução total de patrimônio aos clientes em todo o ciclo do patrimônio. O Citi Global Wealth atende indivíduos e escritórios familiares com patrimônio líquido ultra-alto por meio do Citi Private Bank, opera nos segmentos afluente e de patrimônio líquido alto por meio do Citigold® e do Citigold Private Client, captura a gestão de patrimônio no local de trabalho por meio do Global Wealth at Work e oferece serviços bancários e empréstimos superiores para clientes de consultores de investimentos registrados (RIAs) por meio do Citi Alliance. O Citi Global Wealth fornece aos clientes uma plataforma com liderança em estratégias de investimento, que oferece investimentos tradicionais e alternativos, estratégias de contas gerenciadas, pesquisa de ponta e orientação de investimento a todos os clientes.

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.

Contato:

Mídia:

América do Norte: Jamie Letica +1 646 303 4280 jamie.letica@citi.com

EMEA (Europa, Oriente Médio e África): Kimberley Mosley +44 20 7508 3082 kimberley.mosley@citi.com

APAC (Ásia-Pacífico): Harsha Jethnani +852 2868-7738 harsha.jethnani@citi.com

LATAM (América Latina): Denise Rockenbach +1 305 420 4304 denise.rockenbach@citi.com

Fonte: BUSINESS WIRE

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Associação fornece coletores de lâmpadas ao comércio de SE

Reciclus quer ampliar adesão do comércio sergipano como ponto de coleta e evitar o descarte no lixo comum

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Com o LED substituindo rapidamente as lâmpadas fluorescentes, é preciso atenção para o descarte desses resíduos, que contêm mercúrio e por isso demandam um fluxo específico na coleta e a destinação correta. A logística reversa de lâmpadas é a saída para evitar tanto o descarte no lixo comum quanto problemas ambientais, como a contaminação do solo, da água e, em grandes quantidades, até das pessoas.

No Brasil, a Reciclus (Associação Brasileira para a Gestão da Logística Reversa), organização sem fins lucrativos responsável pela gestão do processo no país, já deu a destinação correta a mais de 29,4 milhões de lâmpadas.

A Associação quer aproveitar a proximidade entre o comércio e os consumidores para conscientizar o público e estimular o descarte correto. Para tanto, vai instalar gratuitamente coletores em estabelecimentos comerciais de três municípios de Sergipe: Barra dos Coqueiros, Nossa Senhora do Socorro e São Cristóvão.

Atualmente, a Reciclus conta com 3.633 pontos de entrega em estabelecimentos comerciais em 780 municípios de todas as regiões do país. Qualquer varejista ou comércio aberto ao público, preferencialmente do segmento de supermercados e lojas de material de construção, pode ter um coletor Reciclus gratuitamente, e recebe da Associação todo o suporte necessário para instalação e solicitações de coleta.

Ao descartar as lâmpadas usadas nesses coletores, ao invés de jogar no lixo comum, os consumidores domésticos têm a garantia da coleta, transporte e destinação ambientalmente correta, por meio de recicladores homologados.

Mais informações sobre como os comerciantes podem aderir ao programa Reciclus e instalar pontos de entrega em seus estabelecimentos pelo telefone (11) 98469-1113, ou pelo e-mail reciclus@reciclus.org.br.

A Reciclus é uma associação sem fins lucrativos que reúne os principais produtores e importadores de lâmpadas do Brasil, com o objetivo de promover o Sistema de Logística Reversa.

A iniciativa envolveu diversos segmentos da sociedade e atende à determinação da PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos), a Lei Federal nº 12.305/2010 que fala na responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos e na logística reversa (LR) como soluções para o descarte correto de itens que podem causar danos ao meio ambiente.

Mais informações: www.reciclus.org.br

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Estudo mostra tendências da comunicação corporativa em 2023

A LLYC realizou um estudo sobre as tendências em comunicação corporativa para 2023, analisando visões de especialistas de quatro países sobre os principais pontos que moldarão a comunicação corporativa neste ano

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É no ano de 2023 que se consolidam como tendências alguns fatores que já vinham influenciando a forma como empresas observavam e se comunicam com o mundo. Digitalização, polarização e busca por propósito, em um cenário global de contenção de custos e otimização de recursos, convergem para as ações de parar, olhar, examinar, entender e dar o próximo passo. Diante desse cenário, a LLYC, consultoria global de comunicação, marketing digital e assuntos públicos, desenvolveu o estudo “A busca pela simplicidade: tendências para comunicação corporativa em 2023”, que conta com a visão de especialistas de quatro países: Espanha, Brasil, Colômbia e México, levantando 12 questões que foram discutidas e analisadas chegando a estas tendências, que indicam caminhos para ação e pontos de atenção adequados a empresas de diferentes perfis e realidades.

As tendências elaboradas pelos especialistas encontraram intercessões importantes. Elas passam pela busca da simplicidade de fazer mais com menos recursos, até a consolidação de fatores que já vinham representando desafios, como a polarização política, ou oportunidades para a comunicação corporativa, como a busca por propósito e a digitalização das relações públicas, transformando a experiência da comunicação presencial. Além disso, 2023 se impõe para cada gestor e cada companhia de forma diferente, com todos os desafios já conhecidos: recessão global, inflação, instabilidade política e desorganização das cadeias produtivas, entre outros fatores.

Para Thyago Mathias, diretor-geral da LLYC Brasil, o melhor investimento de tempo e recursos para a comunicação corporativa em 2023 é entender o momento externo e interno de cada empresa, de modo a identificar os gaps entre eles e alocar aí os maiores esforços. “Anos críticos como o que temos pela frente também oferecem boas oportunidades para demonstrar o valor estratégico da comunicação para o negócio e, assim, conquistar o espaço estratégico que também lhe cabe nas tomadas de decisão da companhia”, complementa.

Conheça as quatro tendências que moldarão a comunicação corporativa em 2023:

  • Do “purpose washing” ao ativismo corporativo real e atemporal – Usar datas especiais para projetar ou posicionar-se sobre algum dos desafios enfrentados pela sociedade é algo comum dentro das organizações. Esse ativismo, porém, nem sempre está associado ao propósito, valores e essência da empresa, mas sim à sua necessidade para se posicionarem e se fazerem visíveis em conversas macro – que podem revelar incongruências entre o que a marca faz internamente e o que ela defende publicamente. 

Em uma pesquisa da Associação de Diretores de Comunicação do Panamá (Dircom Panamá), 83% dos entrevistados disseram entender que as empresas são uma plataforma poderosa para falar sobre importantes desafios sociais e contribuir para sua solução. O consumidor, entretanto, não quer mais apenas o produto ou serviço, mas busca o compromisso das empresas com uma série de valores sociais, ambientais e políticos com os quais se identificam.

  • Polarização política com impacto no desenvolvimento dos negócios – Ao longo dos últimos anos, o exacerbamento da polarização política dificultou a gestão de empresas que atuam em setores altamente regulados ou que têm grande visibilidade entre perfis de consumidores mais politizados. Diferente do ativismo corporativo que se alinha a uma perspectiva de propósito das companhias, o ativismo político alimentado pela polarização cobra um posicionamento que nem sempre se alinha diretamente à atuação das companhias e resvala no “risco de torcida”, constituído por desagradar um ou outro lado, independentemente dos fatos.
  • Public Relations, cada vez mais Digital Relations – Embora a pandemia pareça estar longe, alguns de seus efeitos vieram para ficar. É o caso da redução drástica do presencial em termos de PR (relações públicas, na sigla em inglês). Os jornalistas estão cada vez mais relutantes em participar de coletivas de imprensa ou mesmo de reuniões individuais, preferindo se conectar digitalmente, mesmo quando o tema é interessante e claramente relevante.
  • Estratégias de comunicação mais simples em um mundo mais complexo – Um dos maiores desafios apresentados para a comunicação das empresas em 2023 é como obter mais impacto com menos recursos ou atividades. Com 25% de chance de o PIB global crescer menos de 2% em 2023, de acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI), o que seria definido como uma recessão global, e a continuidade na política de cortes, especialmente no setor de tecnologia, as empresas devem concentrar seus esforços em projetos autênticos, que gerem impacto em seus públicos e que possam se desdobrar em ações de sustentação ao longo de um período mais longo.

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Em mutirão, bancos negociam mais de 2 milhões de contratos

As negociações são para facilitar o pagamento de dívidas de clientes e diminuir os números de brasileiros endividados. Segundo especialista em atendimento, confiança e relacionamento sólido entre instituições ou empresas e clientes garantem acordos que beneficiam as duas partes.

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Um total de 2,325 milhões de contratos foram renegociados em apenas um mês entre clientes e instituições bancárias e financeiras. Os dados são do Banco Central, que recentemente divulgou o balanço do Mutirão de Negociação e Orientação Financeira, realizado no mês de novembro de 2022 com o objetivo de melhorar a saúde financeira dos brasileiros.

Segundo a instituição, o volume de contratos renegociados é recorde, sendo 36,7% superior aos 1,7 milhões de acordos fechados no mutirão anterior, realizado em março de 2022. A renegociação foi realizada em parceria entre o Banco Central, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e Procons de todo país.

A inadimplência de famílias brasileiras, incluindo dívidas com bancos e instituições financeiras, vem batendo recordes desde 2020. Segundo o último Boletim Econômico da Serasa Experian, divulgado em dezembro de 2022, a inadimplência era uma realidade para 68,4 milhões de brasileiros. Outro levantamento, feito pelo Confederação Nacional de Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), mostrou que 77,9% de consumidores entrevistados – cerca de 18 mil pessoas de todas as capitais do país – afirmaram que fecharam o ano com dívidas a vencer.

Limpar o nome na praça ou nem deixar que ele entre na lista de devedores requer alguns cuidados dos consumidores. De acordo com a administradora e gerente de relacionamento em uma instituição bancária, Caroline Silveira Sales Dittrich, entre esses cuidados está em montar uma reserva financeira antes iniciar novas aquisições. Outra precaução é montar planilhas financeiras, que ajudam a visualizar pequenos e grandes gastos para verificar, dentro da capacidade financeira de cada um, se eles são necessários ou podem ser cortados.

“Criar metas de investimentos e de gastos, analisar onde se quer estar daqui a cinco anos, por exemplo, e calcular se as expectativas são viáveis dentro do cenário atual, é mais um cuidado importante”, diz ela. “Aproveitar consultorias financeiras gratuitas também é uma boa ideia. Grandes bancos possuem gerentes capacitados para ajudar a montar um planejamento financeiro de acordo com o perfil do cliente”, acrescenta a profissional.

Com nove anos de experiência no mercado financeiro, Caroline Silveira informa ainda que manter o CPF sem dívidas possibilita várias vantagens quando o cliente precisar de crédito. “Manter o CPF sem restrições é importante pois quanto melhor seu histórico de crédito junto ao mercado, maiores são as chances de conseguir taxas menores”, destaca.

Como os bancos costumam se precaver de possíveis inadimplências do cliente

Do outro lado dessa relação, os bancos e instituições financeiras também podem ajudar os clientes a não assinarem contratos de aquisição de crédito que possam comprometer sua capacidade de pagamento. Caroline Silveira enfatiza que, atualmente, os bancos conseguem acompanhar e identificar possíveis atrasos, o que aumenta a probabilidade de evitar a inadimplência. Algumas instituições possuem opções de parcelamento ou adiamento das parcelas, mas essas opções nem sempre valem a pena para todo perfil de cliente.

“Essas operações acarretam juros, o que pode apenas prorrogar atrasos e não ajudar o cliente a se recuperar financeiramente. Por isso, persistir na cobrança buscando alternativas de pagamento que estejam dentro do perfil de pagamento de cada pessoa é importante”, ressalta.

Outra forma de os bancos e instituições financeiras evitarem a inadimplência dos clientes é reforçar os cuidados da análise de crédito, especialmente em caso de renegociação de dívidas, como explica Caroline Silveira:

“As instituições analisam minuciosamente o histórico da dívida, verificam se existem garantias que possam ser utilizadas para a quitação do débito, quantos pagamentos o cliente efetuou após a contratação do crédito e analisam se houve negociações anteriores; caso existam garantias reais e avais, é importante mantê-las ativas para novas propostas”.

Em caso de não haver garantias de pagamento do valor total da dívida, a profissional comenta que os bancos passam a analisar se existem outros bens do cliente, buscam informações junto aos escritórios de cobrança responsáveis por esse cliente e verificam a situação atual da cobrança.

“Somente após a montagem desse banco de informações e de analisar a capacidade de pagamento do cliente e, ainda, verificar se ele possui outras dívidas no mercado, é que o banco passa a oferecer propostas de pagamento”, relata a gerente, acrescentando que buscar negociação por call centers, por assinatura de contratos através de aplicativos bancários e por mutirões de negociação de órgãos competentes são algumas facilidades que ajudam o cliente a quitar dívidas e recuperar sua saúde financeira.

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