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Vendas no varejo brasileiro fecham 2022 com aumento de 1%

O percentual calculado pelo IBGE mostrou que as expectativas de que o ano passado seria de recuperação do setor não se concretizaram. Até mesmo as vendas de dezembro, que costuma ser um mês de alta no faturamento, foram menores que no mês anterior. Com as dificuldades em finalizar vendas, especialista explica que um bom treinamento de equipes de atendimento ao cliente pode fazer a diferença entre vender mais ou menos.

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A última pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre o desempenho do comércio varejista no país mostrou que o setor teve alta nas vendas de apenas 1% em 2022, em comparação com 2021. O percentual se refere ao acumulado do ano e, segundo o órgão, o crescimento de 1,0% do comércio varejista foi o menor da série positiva iniciada em 2017, incluindo todo o período da pandemia de Covid-19 a partir de 2020.

No mês de dezembro, considerado o melhor período para vendas por conta das festas de final de ano, o volume de vendas do comércio varejista caiu 2,6% em relação ao mês anterior. No acumulado do ano, em comparação com 2021, seis atividades do varejo tiveram resultados positivos. São elas: Combustíveis e lubrificantes (23,8%), Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (2,5%), Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (0,8%), Móveis e eletrodomésticos (0,3%), Livros, jornais, revistas e papelaria (0,3%) e Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (0,1%). 

Apresentaram resultado negativo as atividades “outros artigos de uso pessoal e doméstico” (-8,4%) e “tecidos, vestuário e calçados (-11,9%). Os resultados ficaram abaixo do que era esperado para aquele ano, quando a pandemia da Covid-19 começou a dar sinais de recuo.

Para 2023, as expectativas do setor ainda são de espera pela melhoria desses índices. Segundo pesquisa da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio/SP), logo no primeiro mês do ano, o Índice de Confiança do Empresário do Comércio fechou em -4,4%, saindo de 119,3 pontos em dezembro para 114 pontos em janeiro.

Esses resultados pouco animadores para quem atua com vendas representa uma responsabilidade ainda maior na busca por clientes. Nesse cenário, uma boa equipe de vendas faz a diferença na corrida pelos consumidores. Com 18 anos de experiência na área de vendas e marketing, a empresária Anna Karoline Ribeiro de Miranda explica que a formação de uma boa equipe de vendedores não é tarefa fácil, o que não significa que deva ser deixada de lado pelas empresas.

“O treinamento é importante, pois a empresa pode ter o melhor produto, mas se não tiver uma equipe instruída e treinada, para que esse produto seja inserido no mercado com qualidade, corre-se o risco de este se tornar mais um na prateleira, chegando ali já com prazo de validade pronto para o declínio”, comenta.

Um treinamento de equipe de vendas eficaz deve seguir algumas etapas, explica especialista.

A empresária Anna Karoline de Miranda comenta também que para um treinamento eficaz da equipe de vendas uma estratégia que apresenta relevantes resultados é a dos 5Ps, que correspondem às etapas de preparação, planejamento, prospecção, proposta de valor e pós-venda. Na fase de preparação, um dos principais passos é conhecer profundamente o produto que se vai vender e seus concorrentes.

“Conhecer os concorrentes implica em entender suas fortalezas e fraquezas. Também é necessário conhecer o mercado em que se vai atuar, como ele se comporta, o quanto cresceu nos últimos anos e qual a tendência para os próximos anos. Nessa fase é muito importante também entender o perfil do cliente da empresa, entender quem são e por que compram”, ressalta.

Na segunda etapa, de planejamento, a profissional explica que é preciso reunir todas as informações para traçar a estratégia de vendas a ser utilizada. Ana Karoline enfatiza que nessa fase é preciso estar atento à equação “objetivos mais metas vezes o tempo em que se deseja atingir essas metas”. O resultado dessa conta deve estar de acordo com o que foi planejado pela empresa.

Em seguida, vem a fase de prospecção, que nada mais é que a captação de novos clientes. A profissional destaca que este é o momento do contato direto com o cliente, quando ele terá a primeira impressão da marca e quando se coloca em prática o que foi desenvolvido no planejamento.

“Sabendo qual o ponto forte e fraco do produto, e sabendo como combater as fraquezas e fortalezas dos concorrentes, conhecendo o perfil do cliente alvo, é possível levar informações concisas e que realmente façam a diferença para esse cliente. E é um muito importante entender quem compra primeiro o produto não é o cliente, é o vendedor”, aconselha.

Proposta de Valor e Pós-Venda – As duas últimas etapas do treinamento para uma venda de sucesso são a proposta de valor e o pós-venda. O primeiro trata-se de fazer o cliente mostrar o benefício e as vantagens do produto, antes que ele possa focar somente no preço. “É preciso criar uma conexão com o cliente, para passar com clareza e eficiência o real valor do produto, despertando nele o interesse em conhecer e experimentar”, explica.

Já o pós-venda significa se preocupar com o depoimento e opinião do cliente sobre o produto, resolver possíveis situações negativas. “Isso faz o cliente se sentir acolhido e entendendo que ele é importante para a empresa mesmo depois da venda finalizada”, conclui a profissional.

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Plataforma de pedidos online lança novo recurso de pagamento

Plataforma de pedidos online agora aceita Pix como opção de pagamento, atendendo à demanda por praticidade. A plataforma também oferece recursos como cardápios digitais interativos e controle de pedidos, sendo uma ferramenta criada para vendas online.

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plataforma de pedidos online e cardápio digital Cardapex acaba de anunciar a integração do Pix como uma opção de pagamento, acompanhando a crescente adoção dessa modalidade pelos consumidores. A inclusão do Pix na plataforma visa atender à demanda por formas de pagamento mais práticas e ágeis, oferecendo uma solução financeira conveniente tanto para os clientes quanto para os estabelecimentos do setor comercial.

Com a popularidade do Pix em ascensão, cada vez mais pessoas têm aderido a essa modalidade de transação eletrônica no Brasil. Sua praticidade e rapidez têm conquistado consumidores, que buscam alternativas seguras e eficientes para efetuar pagamentos.

Um levantamento da Associação Brasileira de Bancos (Febraban) com base em números do Banco Central aponta que o Pix se consolidou como o meio de pagamento mais utilizado pelos brasileiros. Desde 16 de novembro de 2020, data em que a ferramenta começou a funcionar no país, até o último dia 30 de setembro de 2022 foram 26 bilhões de transações feitas no sistema financeiro nacional e a movimentação chegou a R$12,9 trilhões. 

Ao incorporar o Pix como uma opção de pagamento, o cardápio digital Cardapex possibilita que os clientes realizem transações de forma simples e instantânea. Através de um código QR ou chave de pagamento gerado pelo estabelecimento, os consumidores podem efetuar o pagamento diretamente da conta bancária para o destinatário desejado, sem a necessidade de inserir dados adicionais ou enfrentar burocracias.

A decisão de implementar o Pix no gestor de pedidos Cardapex está alinhada com as tendências de mercado e a demanda dos consumidores por formas de pagamento digitais. O objetivo é proporcionar uma experiência de compra ainda mais ágil e segura, eliminando a dependência de dinheiro físico ou transações com cartões de crédito ou débito.

Bruno Machado, cofundador do Cardapex Pedidos Online, destaca que “o Pix é uma opção de pagamento cada vez mais utilizada pelos consumidores brasileiros. Ao integrá-lo à nossa plataforma, estamos atendendo às necessidades dos clientes e acompanhando as demandas do mercado, garantindo uma experiência de compra mais moderna e conveniente”.

O Cardapex Pedidos Online é uma ferramenta criada para estabelecimentos que realizam vendas online. Além do novo recurso de pagamento via Pix, a plataforma oferece a criação de cardápios digitais interativos, controle de pedidos online e outras funcionalidades para facilitar o atendimento aos clientes e gestão de negócio.

A integração do Pix como opção de pagamento já está disponível para todos os estabelecimentos cadastrados na plataforma de cardápio digital Cardapex. Com isso, os clientes têm mais uma alternativa prática e segura para efetuar pagamentos em seus pedidos, garantindo uma experiência de compra ainda mais fluida.

Sobre o Cardapex

O Cardapex é uma plataforma de pedidos online e cardápios digitais que foi lançada em 2017, sendo a primeira ferramenta para cardápio digital via WhatsApp e gestão de pedidos online desenvolvida. A empresa tem como objetivo auxiliar na venda e gestão de pedidos, oferecendo uma solução inteligente e prática. Através de sua plataforma, diversos tipos de estabelecimentos podem criar menus online interativos, receber pedidos, gerar relatórios e agora também receber pagamentos online.

Website: www.cardapex.com.br

Instagram: www.instagram.com/cardapex 

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Segurança e resistência influenciam no uso de chapas de alumínio em ônibus

Material pode evitar acidentes entre os passageiros

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Dentro de transportes públicos diversos materiais são usados, vidros nas janelas, tecido nos bancos, espuma para o estofado e o alumínio na estrutura são alguns dos exemplos mais comuns. No entanto, um deles é amplamente aproveitado: o alumínio. Ele está presente no acabamento de janelas e portas, nos puxadores, nos apoios, nas escadas, paredes, teto e no piso dos veículos. Segundo a Associação Brasileira do Alumínio (ABAL), entre as vantagens do alumínio estão a leveza, resistência, durabilidade e capacidade de variação nos acabamentos. 

Essas vantagens são alguns pontos que favorecem o uso do material, pois ele permite que o veículo não fique pesado e dispensa certos cuidados que outros materiais demandam, como a fragilidade do vidro ou a pouca durabilidade da madeira que pode ser prejudicada pela água em excesso e pela ação de pragas.   

Diferente da aplicação lisa utilizada no exterior dos ônibus, no interior o alumínio é encontrado no chão de chapas xadrez, que combinam sua resistência com a segurança que a textura proporciona por tornar a superfície antiaderente. Graças ao relevo que as chapas deste estilo apresentam, nos dias de chuva, os usuários sentem mais aderência ao caminhar ou passar com cadeiras de rodas pelo piso. 

“As chapas podem ser xadrez, stucco ou lisas, cada uma tem sua finalidade e uso indicado. No caso da xadrez, o maior diferencial e vantagem é a textura, que permite sua aplicação em locais que precisam de antiaderência sem perder resistência e garantindo facilidade na limpeza”, explica o especialista em alumínios e gestor da divisão de laminados da franquia Mundo Serralheiro, Trajano Neto.

Trajano reforça que a estabilidade e a durabilidade do alumínio são as características que mais influenciam no uso em veículos. “Ele (alumínio) oferece vantagens que outros materiais não conseguem proporcionar. Por isso, se torna a opção mais utilizada para essa finalidade”. 

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Sustentabilidade ganha espaço na tatuagem

A sustentabilidade é um tema cada vez mais importante na sociedade atual. Com o aumento da população e o consequente aumento do consumo, é fundamental pensar em formas de utilizar os recursos naturais de maneira consciente, preservando o meio ambiente para as gerações futuras.

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A sustentabilidade é um tema cada vez mais importante na sociedade atual. Com o aumento da população e o consequente aumento do consumo, é fundamental pensar em formas de utilizar os recursos naturais de maneira consciente, preservando o meio ambiente para as gerações futuras. Nesse sentido, o empreendedorismo tem um papel importante, uma vez que os empreendedores podem criar soluções inovadoras e sustentáveis para diversos setores.

O combate à destruição do meio ambiente é um tema que rege a humanidade há anos. Segundo o relatório da ONU Meio Ambiente “Single-use Plastics: A roadmap for Sustainability”, publicado em 2018, cerca de 300 milhões de toneladas de plástico são produzidas anualmente em todo o mundo. Desse total, aproximadamente 50% são de produtos descartáveis, que são utilizados apenas uma vez e depois descartados.

Ainda, de acordo com a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil lança 3,44 milhões de toneladas de lixo plástico no mar por ano. E não é só isso, um estudo realizado pela WWF, em 2019, revelou que mais de 104 milhões de toneladas de plástico irão poluir o ecossistema até 2030, caso nenhuma providência seja tomada.

O plástico é prejudicial ao meio ambiente por diversas razões. Primeiramente, ele leva centenas de anos para se decompor e, quando descartado de maneira incorreta, pode poluir rios, mares e solos, prejudicando a fauna e a flora. Além disso, sua produção requer grandes quantidades de energia e recursos naturais, como petróleo, gás e água.

A preocupação da população em relação ao tema tem crescido nos últimos anos, conforme apontado pelo estudo “Percepções dos consumidores sobre plásticos e embalagens”, realizado pela empresa britânica Unilever em 2019. Segundo a pesquisa, 96% dos entrevistados acreditam que é importante reduzir o uso de plástico e 90% estão dispostos a mudar seus hábitos de consumo para ajudar a resolver o problema.

Diante desse cenário, é fundamental que a população esteja cada vez mais preocupada com o tema da sustentabilidade. Um levantamento realizado pela Opinion Box revelou que aproximadamente 82% dos brasileiros têm preferência por empresas sustentáveis.

Esses dados mostram que a sustentabilidade deixou de ser uma preocupação de uma minoria engajada e está se tornando uma demanda crescente da sociedade. As empresas que não se adaptarem a essa nova realidade podem correr o risco de perder clientes.

No Brasil, o problema ganha proporções ainda maiores. Isso porque uma pesquisa realizada pelo WFF (Fundo Mundial para a Natureza), desenvolvida com base em dados do Banco Mundial, aponta o Brasil como o 4.° maior produtor de lixo plástico do mundo, atrás apenas dos EUA, China e Índia.

TATUAGEM E O USO EXCESSIVO DE PLÁSTICO

O ramo das tatuagens é um setor que tem despertado a atenção para a sustentabilidade nos últimos anos. A prática de tatuar é antiga, mas a utilização de plástico filme para cobrir a tatuagem é uma prática relativamente recente. Esse material é utilizado para proteger a tatuagem do contato com sujeiras e possíveis atritos.

No caso dos tatuadores, a utilização de técnicas sustentáveis pode ser um diferencial competitivo e um fator de fidelização dos clientes que se preocupam com a preservação do meio ambiente. 

De acordo com dados do Portal do Empreendedor, atualmente, existem cerca de 150 mil estúdios de tatuagem e colocação de piercing no Brasil. É importante ressaltar também, que o mercado de tatuagem e piercing no Brasil é bastante pulverizado, com muitos profissionais atuando informalmente ou em pequenos estabelecimentos sem registro formal.

O que especialistas da pele dizem sobre o uso do plástico na tattoo

Segundo a CEO da MBoah Tattoo, Thaísa Boaventura, “Se cada tatuador ou tatuadora fizesse, em média, uma tatuagem por dia, gastando minimamente 20 cm de plástico em cada uma, estaríamos despejando como lixo não reciclável em torno 50 mil quilos de plástico por dia. Isso porque o plástico ou adesivo usado no pós tattoo é contaminado por material biológico e não pode ser reciclado. Usar o No Plastic é simplesmente deixar de jogar esse lixo no planeta. E olha que estamos falando somente do cenário nacional, imagine isso em escala mundial.’’

Agenda 2030 e responsabilidade social

Nesse sentido, outro fator importante foi a fundação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável do Brasil, um apelo global que conta com o apoio da ONU (Organização das Nações Unidas), em prol das melhorias e transformações sócio-ambientais.

O objetivo é encontrar soluções inovadoras em conjunto a empresas e a população mundial, visando combater a pobreza, os danos ao meio ambiente e garantir que pessoas de todas as nacionalidades e culturas, tenham sua integridade e segurança preservadas, com acesso à qualidade de vida e prosperidade. A concretização desses objetivos é vista pela ONU como uma meta a ser atingida até a Agenda 2030 no Brasil.

Nas palavras da diretora técnica da MBoah Tattoo, Mônica Boaventura, ‘’Se cada um de nós colaborar um pouco, um pouquinho que seja, teremos com certeza um ambiente mais saudável e mais favorável à vida. À vida humana, inclusive. Pense nisso antes de descartar plásticos não biodegradáveis no ambiente.’’

Para saber mais, basta acessar: MBoah Tattoo

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