Conecte-se conosco

Notícias Corporativas

No quadrimestre, vendas de consórcios crescem 9% e negócios somam R$ 90 bilhões

Nos últimos cinco anos, o tíquete médio das cotas do sistema de consórcios aumentou aproximadamente 35%, descontada a inflação do período

Publicado

em

O sistema de consórcios registrou avanço de 9,3% nas vendas de novas cotas no primeiro quadrimestre deste ano comparado ao do ano passado. O acumulado de janeiro a abril atingiu 1,29 milhão de contratos comercializados contra 1,18 milhão do mesmo período de 2022, segundo a ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios.

O total das novas vendas ficou distribuído em 504,39 mil veículos leves; 427,37 mil de motocicletas; 214,72 mil de imóveis; 89,74 mil de veículos pesados, 35,10 mil de eletroeletrônicos; e 16,25 mil de serviços.

O volume de negócios, resultantes das vendas, alcançou R$ 89,82 bilhões, 20,5% maior que os R$ 74,53 bilhões anteriores. Para atingir este volume, o tíquete médio de abril pontuou R$ 72,40 mil, 9,7% acima dos R$ 66,01 mil daquele mês no ano passado.

Paralelamente, a ABAC constatou, nos últimos cinco anos, um crescimento real de 35% entre os tíquetes médios de abril, já descontada a inflação (IPVA) de 27,7% do período, que anotou a evolução de R$ 42,02, de 2019 para R$ 72,40, de 2023.

O acumulado de consorciados contemplados, completou 540,64 mil, 10,4% maior que as 489,77 mil, constatadas no quadrimestre do ano passado, gerando liberações de créditos para as potenciais aquisições. Entre os contemplados por sorteio ou por lance, neste quadrimestre, houve 239,38 mil de motocicletas; 210,46 mil de veículos leves; 35,08 mil de imóveis; 23,09 mil de veículos pesados; 16,68 mil de eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis; e 15,95 mil de serviços.

A somatória dos créditos concedidos pelas contemplações, momento de concretização dos objetivos dos consorciados, totalizou R$ 26,70 bilhões, potencialmente injetados nos diversos mercados, 20,3% acima dos R$ 22,20 bilhões anteriores.

Em abril, de acordo com a análise da ABAC, o volume de consorciados ativos atingiu 9,44 milhões, 10,4% superior aos 8,55 milhões do mesmo mês do ano passado.

Importante registrar que, depois de quinze meses consecutivos de crescimento, houve ligeira retração, 0,7% sobre o total do mês em relação a março, quando havia cravado 9,51 milhões de participantes. O total de consorciados ativos, apesar de retratar somente o último mês do primeiro quadrimestre, superou os volumes anuais registrados de 2014 a 2022.

“Ao completar quatro meses, o sistema de consórcios segue em ritmo forte de crescimento. Entre as razões que explicam essa constante evolução está o maior conhecimento da educação financeira pelo consumidor. Consciente, ele planeja e busca evitar imediatismos nas compras, ajustando os compromissos assumidos ao orçamento mensal”, diz Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios. ”Ao observar ainda uma maior preocupação com as finanças pessoais, verifica-se que os interessados têm preferido aderir ao mecanismo com vistas à aquisição de bens ou contratação de serviços em virtude do menor custo final, prazos mais longos e, principalmente, pela manutenção do poder de compra”, completa.

Ao longo dos anos, o sistema de consórcios tem como um de seus principais objetivos, além das realizações dos consorciados, ser importante no planejamento da produção industrial nos mais diversos segmentos da economia onde está presente, comprovando seu alcance no desenvolvimento do país.

Os consórcios estão em setores como o de duas rodas que, somente no primeiro quadrimestre de contemplações, apontou a potencial aquisição de uma moto a cada duas comercializadas no mercado interno. No setor automotivo, a potencial presença esteve também em um a cada dois veículos leves vendidos no país.

Outro exemplo de participação pode ser verificado no mercado de veículos pesados, onde o mecanismo marcou quase uma a cada duas comercializações de caminhões negociados para ampliação ou renovação de frotas do setor de transportes com destaque para uso no agronegócio.

A consistência dos consórcios na economia brasileira pode ser comprovada pelos totais de créditos concedidos e potencialmente inseridos, como nos mercados de veículos automotores e imobiliário, levantados pela ABAC. Nas liberações acumuladas de janeiro a abril, o sistema de consórcios atingiu 41,8% de potencial presença no setor de automóveis, utilitários e camionetas. No de motocicletas, houve 50,1% de possível participação, e no de veículos pesados, a relação para caminhões foi de 44,3%, no período.               

No segmento imobiliário, somente nos três primeiros meses deste ano, as contemplações representaram potenciais 15,6% de participação no total de 160,85 mil imóveis financiados, incluindo os consórcios. Aproximadamente um imóvel a cada seis comercializados.

Entre os consorciados contemplados, nos mesmos quatro meses deste ano, também durante a última década, foi possível verificar que as 489,77 mil foram o melhor acumulado.

Nos primeiros quatro meses, percebeu-se uma economia brasileira buscando realinhamento em várias situações, como o esforço na redução da Taxa Selic, convivência com mais de 70% de famílias endividadas, entre outros, face às expectativas dos agentes econômicos, de acordo com o divulgado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Mesmo com o fechamento da inflação em 4,18% até abril, registrados nos últimos 12 meses, abaixo dos 12,13% anotados de maio/21 a abril/22, citados pelo Banco Central, e considerando a manutenção da taxa de juros básica (Selic) em 13,75%, a assessoria econômica da ABAC projeta crescimento para o Sistema de Consórcios, durante 2023.

“Ao considerar os excelentes resultados obtidos pelo sistema de consórcios, no primeiro quadrimestre, as probabilidades para uma boa performance, até o final do ano, são as melhores, apoiadas principalmente pelo comportamento financeiro dos consumidores, nos últimos meses”, conclui Rossi.

Novamente, dos seis indicadores, quatro registraram evolução nos totais das comercializações: imóveis, com 18,4%; veículos pesados, com 16,3%; motocicletas, com 12,1%; e veículos leves, com 9,4%. Apenas dois setores tiveram redução: eletroeletrônicos e outros bens móveis duráveis, com -39,4%; e serviços, com -17,2%; que, mesmos retraídos, tiveram pouca interferência no crescimento geral de 9,3% na soma quadrimestral das adesões, conforme compilado pelo ABAC.

Notícias Corporativas

Especialista dá dicas para quem está começando a investir no mercado imobiliário

Babiton Espindola, CEO da Urban Company, conta que o mercado imobiliário é uma boa opção para investimentos seguros e apresenta versatilidade que pode atrair novos investidores.

Publicado

em

por

O mercado imobiliário pode ser uma alternativa para quem busca diversificar o seu portfólio de investimentos de maneira segura e versátil. De acordo com o Índice do FipeZAP+ divulgado em uma matéria do Estadão, entre os anos de 2010 e 2022 os imóveis para locação valorizaram, aproximadamente, 49,74% no período. A constante valorização dos imóveis apontada neste índice pode ser atrativa para quem deseja construir renda fixa.

Quando o assunto é investimento, no Brasil, um terço da população busca investir algum valor do seu orçamento, conforme dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA). A pesquisa também demonstra que a forma mais comum de investimento segue sendo a poupança, que apresenta um perfil seguro. Devido aos investimentos em imóveis também contarem com perfil de baixo risco, essa alternativa pode atrair quem deseja diversificar os ativos.

Mas, no mundo dos negócios nada acontece como mágica. Para adquirir uma carteira com boa lucratividade, segurança e margem de crescimento, é necessário buscar os investimentos adequados, como explica Babiton Espindola, CEO da Urban Company – imobiliária especialista em investimentos imobiliários -. “O mercado imobiliário é versátil e conta com diferentes produtos que se adaptam à realidade dos investidores. Além de ser menos volátil do que outros investimentos. Quando apostamos nas direções certas e com estratégia, traz muito retorno”, destaca.

O especialista em investimentos imobiliários tem um case de sucesso e hoje utiliza sua expertise para direcionar novos investidores aos produtos mais assertivos. “Sempre destaco que o investimento adequado depende do perfil do investidor. Se  deseja uma renda fixa estável, investir em imóvel residencial ou comercial pode ser um bom negócio”, explica. 

Já para quem busca maior dinamismo e possibilidade de rotatividade financeira dentro do ramo, Babiton reforça que empreendimentos como os Studios ou Condo Hoteis tendem a ser mais interessantes, devido ao seu perfil mais contemporâneo e com maior margem de giro.

Em termos de investimentos para iniciantes é válido apostar na diversificação de portfólio como estratégia para minimizar possíveis riscos, como destaca o empresário. “Eu sempre sinalizo aos iniciantes que invistam em produtos diferentes para construir um portfólio robusto e fortalecido. E não faltam opções inteligentes para impulsionar os ativos em nossa área”, complementa.

Imóveis como investimento: segurança e estabilidade

Conforme Babiton Espindola aponta, investir em imóveis é uma forma de ter controle direto sobre seu patrimônio, com chances quase nulas de perder o valor investido. Além de poder ganhar renda fixa através dos alugueis, os imóveis são um patrimônio sólido, com constante valorização de mercado. 

“No mercado imobiliário uma das vantagens é a valorização com o tempo. Escolhendo regiões em plena ascensão, comprando na planta, buscando negócios estratégicos, a margem de lucro se torna alta. E nem só dos altos investimentos o mercado gira”, conclui.

Informações: https://www.urban.imb.br/

Continuar Lendo

Notícias Corporativas

Livro aborda valia da escada de valor no empreendedorismo

Cristina Boner explica o conceito de “escada de valor”, que é discutida em um tópico no livro “Passos para a estabilidade do seu empreendimento na pós-pandemia”, e sua importância

Publicado

em

por

Cristina Boner, empresária e profissional da área de tecnologia, lança no dia 23 de outubro o livro “Passos para a estabilidade do seu empreendimento na pós-pandemia”, pela Editora Autografia, em Brasília (DF). Entre os assuntos discutidos no trabalho que será distribuído fisicamente e por e-book, a obra aborda a importância da “escada de valor” no empreendedorismo.

Para a autora, os ensinamentos presentes no livro podem auxiliar os empreendedores brasileiros à frente de iniciativas de todos os portes e segmentos a entenderem que não existe um único caminho para alcançar o sucesso.

Boner conta que o livro conta com um tópico chamado “Como criar uma escada de valor para manter os clientes”. Ela explica que uma escada de valor é um método pelo qual o empreendedor oferece seu produto ou serviço em ordem crescente de valor e preço.

“[Escada de valor ] É uma estratégia que elimina barreiras de entrada de forma que se pode criar um relacionamento posicionando a sua credibilidade”, detalha.

Na visão da empresária da área de tecnologia, a chamada escada de valor está entre as questões mais relevantes do empreendedorismo. “Existe uma teoria de que, se um sapo pular em uma bacia de água quente, sai imediatamente, mas, se entrar em uma água em temperatura ambiente e ela for esquentando aos poucos, não percebe o aquecimento e pode acabar morrendo cozido”, exemplifica.

Boner complementa que, no atual mercado, o comportamento dos clientes funciona assim: “Se estiver ‘muito quente’, ele pula fora”, articula.

No Brasil, foram registradas mais de 21 milhões de empresas ativas no primeiro quadrimestre de 2023, de acordo com o mais recente Mapa de Empresas, realizado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

Por fim, a autora resume que, para alcançar o sucesso esperado, o empreendedor precisa conquistar e manter clientes. “Assim, estruturar a escada [de valor] corretamente faz parte da receita para construir um negócio bem-sucedido”, conclui.

Para mais informações, basta acessar: https://gplux.com.br/

Continuar Lendo

Notícias Corporativas

JotaJá Summit reúne donos de restaurante em sua 3ª edição

Próximo a acontecer no Riocentro, o evento tem como objetivo promover a conexão entre empreendedores e especialistas, oferecendo uma rede de apoio, facilitando a entrada e a integração no ecossistema do ramo food e delivery

Publicado

em

por

No dia 22 de agosto, a partir das 8h, será realizada, no Riocentro, a 3ª edição do JotaJá Summit, evento que reúne especialistas e empreendedores do ecossistema do ramo food e delivery, incluindo investidores e líderes empresariais, com objetivo de proporcionar compartilhamento de conhecimento e conexões.

Ao longo do evento, os participantes encontrarão palestras, painéis de discussões e oportunidades de networking, visando a troca de ideias e criação de parcerias estratégicas que impulsionem o crescimento do negócio. O JotaJá Summit é um evento anual promovido pela JotaJá Pedidos, empresa brasileira do setor de tecnologia desenvolvedora de uma aplicação que busca ajudar restaurantes a atender pedidos de delivery.

Essa iniciativa iniciou-se na pandemia e tem como objetivo principal apoiar negócios do ramo food e delivery a fortalecerem sua base própria de clientes finais para que não dependam de marketplaces. Com a expectativa de mais de 1.500 participantes nesta edição, o JotaJá Summit se tornou um ponto de encontro para reunir marcas, empreendedores, líderes empresariais e profissionais na área food e delivery, buscando oferecer um ambiente para a troca de conhecimento, networking e desenvolvimento de novas oportunidades de negócios.

“Criamos o JotaJá Summit para unir empreendedores do setor de food e delivery, impulsionando a educação, o sucesso coletivo e fortalecendo a comunidade” pontua Rafael Ribeiro – CEO do JotaJá Pedidos.

Uma das principais características do JotaJá Summit 2023 é a feira de negócios que acontecerá num espaço projetado para aqueles que estão em busca de oportunidades para expandir seus negócios. O ambiente oferece networking, contato com profissionais portugueses especializados no setor e a oportunidade de estabelecer parcerias estratégicas.

Nessa 3ª edição, o JotaJá Summit contará com João Branco (EX-VP de MKT do McDonald’s), Caito Maia (fundador da Chilli Beans), Chef Ju Lima (Chef e churrasqueira), Marcelo Marani (CEO do portal Donos de Restaurante) e Jean Richon (ex-Outback, especialista em food experience), Fernando Baldino (Mentor de delivery com mais de 5.000 alunos) entre outros. Estes profissionais irão compartilhar suas experiências, discutirão tendências, inovações e estratégias de sucesso, fornecendo um panorama abrangente das oportunidades existentes no setor.

O JotaJá Summit 2023 é uma realização da JotaJá Pedidos, empresa brasileira com sede no Rio de Janeiro, que fomenta negócios e parcerias dentro do ecossistema do ramo food e delivery.

O evento JotaJá Summit busca impactar na construção de uma ponte empreendedora fortalecendo as relações comerciais e fomentando o intercâmbio de conhecimentos e experiências, discutindo o atual cenário e as perspectivas para o futuro de quem deseja evoluir sua operação atual.

Data: 22/08

Horário: 8h às 18h

Local: Evento presencial no Riocentro Pavilhão 5

O que: Evento com palestras

Inscrição: https://www.jotajasummit.com.br/

JotaJá Summit 2023 é uma realização da JotaJá Pedidos, empresa brasileira com sede no Rio de Janeiro, que fomenta negócios e parcerias dentro do ecossistema do ramo food e delivery.

Continuar Lendo

Em Alta

...