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Pesquisa mostra que consorciados de imóveis preferem residências urbanas

Participantes aderem à cota de mais de R$ 400 mil, com taxa de administração de 0,10% ao mês e prazo de 185 meses

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Criado em março de 1990 de acordo com a Portaria 028/1990 da Receita Federal, órgão que regulamentava o Sistema à época, o consórcio de imóveis tem proporcionado, ao longo de mais de três décadas, a realização do sonho de milhares de brasileiros para aquisição da casa própria. Desde 2005, o total de consorciados contemplados alcançou pouco mais de 1,27 milhão, que deram início iniciaram ou ampliaram seus patrimônios pessoais, familiares, profissionais e empresariais. Somente de 2019 até maio de 2023, foram registradas 377,07 mil contemplações, 29,7% do acumulado em 18 anos.

Até maio, o mecanismo contava com 1,50 milhão de participantes ativos com objetivos abrangentes, incluindo, além da casa própria, outros tipos de imóveis como os de veraneio em praia ou no campo, aquisição de terrenos, construção, reformas, sítios, chácaras, fazendas, entre outros. Também estão inclusos os imóveis comerciais, compreendendo escritórios, instalações para lojas e indústrias, galpões etc.

Recente pesquisa realizada pela assessoria econômica da ABAC Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios, revelou que 43,3% utilizaram seus créditos na compra de imóveis residenciais urbanos. Entre os demais 56,7%, houve 12,8% que estão construindo ou reformando, 8,8% adquiriram terrenos, 0,9% assinou compra na planta, e 0,4% investiu em casas de veraneio. Outros 0,3% destinaram seus valores para aquisição de imóveis comerciais, enquanto 33,5% utilizaram o crédito para compra de outros imóveis ou finalidades.

“Enquanto a maioria prefere o imóvel residencial, principal sonho do brasileiro”, explica Paulo Roberto Rossi, presidente executivo da ABAC, os demais consorciados utilizam seus créditos para a aquisição de imóveis comerciais, tais como escritórios, por exemplo, ou para a compra de casas de veraneio, terrenos, construção ou reformas”, entre outros, complementa.

O levantamento feito junto às administradoras de consórcios que atuam no setor imobiliário, mostrou ainda que, desde maio de 2019 até o mesmo mês deste ano, houve crescimento de 128,0% nos acumulados de adesões de novos consorciados e aumento de 62,2% no total de participantes ativos.

Para aqueles que entendem o consórcio de imóveis como uma ferramenta para investimento patrimonial, visando inclusive a possibilidade de obtenção de rendimentos, a modalidade viabiliza a aquisição do bem por meio de parcelas mensais acessíveis e sem entrada.

A pesquisa demonstrou, também, que a participação média de um consorciado em grupo de imóveis foi de 185 meses, com 0,10% de taxa média de administração mensal e com adesão a contratos no valor médio de R$ 216,00 mil.

O total de consorciados ativos é formado por 63,1% de pessoas físicas e 36,9% de pessoas jurídicas.

Entre as físicas, houve o predomínio (45,6%) daqueles que têm acima de 45 anos, seguido, com proximidade, pelos que estavam na faixa etária de 31 a 45 anos, com 45,1%. Os que se encaixavam na de 18 a 30 anos anotaram 9,3%.

“Um dos aspectos positivos do consórcio de imóveis está na preservação do poder de compra, quando o consorciado é contemplado”, realça Rossi. “Para tanto, periodicamente, os créditos dos contratos são reajustados e atualizados. Os índices mais utilizados são o INCC Índice Nacional da Construção Civil, com 76,9%, seguido pelos IGP-M Índice Geral de Preços do Mercado, com 15,4%, e 50% da SELIC, com 7,7%”, detalha.

Mais perspectivas no consórcio de imóveis

Entre as mais recentes tendências dos consumidores têm sido a de participar do consórcio de imóveis com objetivo futuro de renda extra.

Para o presidente executivo da ABAC, “a procura tem como um dos principais objetivos dos investidores a obtenção de rendimentos com vistas à melhoria da qualidade da vida financeira na aposentadoria”.

Participação na soma das vendas financiadas

Segundo dados da ABECIP Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança, a presença das contemplações do consórcio de imóveis no total de contratos de financiamentos habitacionais do país tem crescido, ampliando a somatória de vendas imobiliárias financiadas.

No primeiro quadrimestre de 2019, o Sistema contemplou 30,07 mil consorciados, enquanto os financiamentos imobiliários com recursos da Sociedade Brasileira de Poupança e Empréstimo (SBPE) totalizaram 84,10 mil contratos. No mesmo período de 2023, o volume de consorciados contemplados chegou a 42,37 mil e a soma geral setorial financiada atingiu 177,40 mil.

No período, o crescimento das contemplações foi de 42,0% e o dos contratos de financiamentos alcançou 110,9% de aumento. Ainda no primeiro quadrimestre deste ano, as contemplações representaram potenciais 16,5% de participação no total de 212,48 mil imóveis financiados, incluindo os consórcios, isto é, aproximadamente um imóvel a cada seis comercializados.

O FGTS no consórcio de imóveis

A utilização dos saldos das contas do FGTS Fundo de Garantia do Tempo de Serviços está autorizada para os trabalhadores-consorciados há vários anos, em diversas situações do consórcio de imóveis.

De acordo com as regras estabelecidas no Manual do FGTS para aquisição da casa própria e atendimento aos requisitos do imóvel, o saldo disponível pode, por exemplo, complementar o valor do crédito contemplado, permitindo negociação com imóvel de maior valor.

Para acelerar a contemplação, existe a possibilidade de ofertar lances visando aumentar as chances de obter a liberação do crédito. Durante o andamento do grupo, o consorciado poderá amortizar ou liquidar saldo devedor e pagar parte das prestações.

Ao relembrar que, entre os requisitos, é preciso que o bem seja urbano e destinado à moradia do trabalhador, Rossi adianta que, “caso o objetivo seja adquirir terreno com FGTS, isso só é possível se a compra estiver associada à construção imediata do imóvel. A permissão para construir está entre os requisitos que o trabalhador-consorciado contemplado precisará observar sobre si mesmo e sobre o imóvel”.

No acumulado de janeiro a maio deste ano, foram liberados R$ 75,62 milhões para 1.326 consorciados-trabalhadores participantes dos grupos em andamento do consórcio de imóveis.

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Especialista dá dicas para quem está começando a investir no mercado imobiliário

Babiton Espindola, CEO da Urban Company, conta que o mercado imobiliário é uma boa opção para investimentos seguros e apresenta versatilidade que pode atrair novos investidores.

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O mercado imobiliário pode ser uma alternativa para quem busca diversificar o seu portfólio de investimentos de maneira segura e versátil. De acordo com o Índice do FipeZAP+ divulgado em uma matéria do Estadão, entre os anos de 2010 e 2022 os imóveis para locação valorizaram, aproximadamente, 49,74% no período. A constante valorização dos imóveis apontada neste índice pode ser atrativa para quem deseja construir renda fixa.

Quando o assunto é investimento, no Brasil, um terço da população busca investir algum valor do seu orçamento, conforme dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA). A pesquisa também demonstra que a forma mais comum de investimento segue sendo a poupança, que apresenta um perfil seguro. Devido aos investimentos em imóveis também contarem com perfil de baixo risco, essa alternativa pode atrair quem deseja diversificar os ativos.

Mas, no mundo dos negócios nada acontece como mágica. Para adquirir uma carteira com boa lucratividade, segurança e margem de crescimento, é necessário buscar os investimentos adequados, como explica Babiton Espindola, CEO da Urban Company – imobiliária especialista em investimentos imobiliários -. “O mercado imobiliário é versátil e conta com diferentes produtos que se adaptam à realidade dos investidores. Além de ser menos volátil do que outros investimentos. Quando apostamos nas direções certas e com estratégia, traz muito retorno”, destaca.

O especialista em investimentos imobiliários tem um case de sucesso e hoje utiliza sua expertise para direcionar novos investidores aos produtos mais assertivos. “Sempre destaco que o investimento adequado depende do perfil do investidor. Se  deseja uma renda fixa estável, investir em imóvel residencial ou comercial pode ser um bom negócio”, explica. 

Já para quem busca maior dinamismo e possibilidade de rotatividade financeira dentro do ramo, Babiton reforça que empreendimentos como os Studios ou Condo Hoteis tendem a ser mais interessantes, devido ao seu perfil mais contemporâneo e com maior margem de giro.

Em termos de investimentos para iniciantes é válido apostar na diversificação de portfólio como estratégia para minimizar possíveis riscos, como destaca o empresário. “Eu sempre sinalizo aos iniciantes que invistam em produtos diferentes para construir um portfólio robusto e fortalecido. E não faltam opções inteligentes para impulsionar os ativos em nossa área”, complementa.

Imóveis como investimento: segurança e estabilidade

Conforme Babiton Espindola aponta, investir em imóveis é uma forma de ter controle direto sobre seu patrimônio, com chances quase nulas de perder o valor investido. Além de poder ganhar renda fixa através dos alugueis, os imóveis são um patrimônio sólido, com constante valorização de mercado. 

“No mercado imobiliário uma das vantagens é a valorização com o tempo. Escolhendo regiões em plena ascensão, comprando na planta, buscando negócios estratégicos, a margem de lucro se torna alta. E nem só dos altos investimentos o mercado gira”, conclui.

Informações: https://www.urban.imb.br/

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Livro aborda valia da escada de valor no empreendedorismo

Cristina Boner explica o conceito de “escada de valor”, que é discutida em um tópico no livro “Passos para a estabilidade do seu empreendimento na pós-pandemia”, e sua importância

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Cristina Boner, empresária e profissional da área de tecnologia, lança no dia 23 de outubro o livro “Passos para a estabilidade do seu empreendimento na pós-pandemia”, pela Editora Autografia, em Brasília (DF). Entre os assuntos discutidos no trabalho que será distribuído fisicamente e por e-book, a obra aborda a importância da “escada de valor” no empreendedorismo.

Para a autora, os ensinamentos presentes no livro podem auxiliar os empreendedores brasileiros à frente de iniciativas de todos os portes e segmentos a entenderem que não existe um único caminho para alcançar o sucesso.

Boner conta que o livro conta com um tópico chamado “Como criar uma escada de valor para manter os clientes”. Ela explica que uma escada de valor é um método pelo qual o empreendedor oferece seu produto ou serviço em ordem crescente de valor e preço.

“[Escada de valor ] É uma estratégia que elimina barreiras de entrada de forma que se pode criar um relacionamento posicionando a sua credibilidade”, detalha.

Na visão da empresária da área de tecnologia, a chamada escada de valor está entre as questões mais relevantes do empreendedorismo. “Existe uma teoria de que, se um sapo pular em uma bacia de água quente, sai imediatamente, mas, se entrar em uma água em temperatura ambiente e ela for esquentando aos poucos, não percebe o aquecimento e pode acabar morrendo cozido”, exemplifica.

Boner complementa que, no atual mercado, o comportamento dos clientes funciona assim: “Se estiver ‘muito quente’, ele pula fora”, articula.

No Brasil, foram registradas mais de 21 milhões de empresas ativas no primeiro quadrimestre de 2023, de acordo com o mais recente Mapa de Empresas, realizado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

Por fim, a autora resume que, para alcançar o sucesso esperado, o empreendedor precisa conquistar e manter clientes. “Assim, estruturar a escada [de valor] corretamente faz parte da receita para construir um negócio bem-sucedido”, conclui.

Para mais informações, basta acessar: https://gplux.com.br/

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JotaJá Summit reúne donos de restaurante em sua 3ª edição

Próximo a acontecer no Riocentro, o evento tem como objetivo promover a conexão entre empreendedores e especialistas, oferecendo uma rede de apoio, facilitando a entrada e a integração no ecossistema do ramo food e delivery

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No dia 22 de agosto, a partir das 8h, será realizada, no Riocentro, a 3ª edição do JotaJá Summit, evento que reúne especialistas e empreendedores do ecossistema do ramo food e delivery, incluindo investidores e líderes empresariais, com objetivo de proporcionar compartilhamento de conhecimento e conexões.

Ao longo do evento, os participantes encontrarão palestras, painéis de discussões e oportunidades de networking, visando a troca de ideias e criação de parcerias estratégicas que impulsionem o crescimento do negócio. O JotaJá Summit é um evento anual promovido pela JotaJá Pedidos, empresa brasileira do setor de tecnologia desenvolvedora de uma aplicação que busca ajudar restaurantes a atender pedidos de delivery.

Essa iniciativa iniciou-se na pandemia e tem como objetivo principal apoiar negócios do ramo food e delivery a fortalecerem sua base própria de clientes finais para que não dependam de marketplaces. Com a expectativa de mais de 1.500 participantes nesta edição, o JotaJá Summit se tornou um ponto de encontro para reunir marcas, empreendedores, líderes empresariais e profissionais na área food e delivery, buscando oferecer um ambiente para a troca de conhecimento, networking e desenvolvimento de novas oportunidades de negócios.

“Criamos o JotaJá Summit para unir empreendedores do setor de food e delivery, impulsionando a educação, o sucesso coletivo e fortalecendo a comunidade” pontua Rafael Ribeiro – CEO do JotaJá Pedidos.

Uma das principais características do JotaJá Summit 2023 é a feira de negócios que acontecerá num espaço projetado para aqueles que estão em busca de oportunidades para expandir seus negócios. O ambiente oferece networking, contato com profissionais portugueses especializados no setor e a oportunidade de estabelecer parcerias estratégicas.

Nessa 3ª edição, o JotaJá Summit contará com João Branco (EX-VP de MKT do McDonald’s), Caito Maia (fundador da Chilli Beans), Chef Ju Lima (Chef e churrasqueira), Marcelo Marani (CEO do portal Donos de Restaurante) e Jean Richon (ex-Outback, especialista em food experience), Fernando Baldino (Mentor de delivery com mais de 5.000 alunos) entre outros. Estes profissionais irão compartilhar suas experiências, discutirão tendências, inovações e estratégias de sucesso, fornecendo um panorama abrangente das oportunidades existentes no setor.

O JotaJá Summit 2023 é uma realização da JotaJá Pedidos, empresa brasileira com sede no Rio de Janeiro, que fomenta negócios e parcerias dentro do ecossistema do ramo food e delivery.

O evento JotaJá Summit busca impactar na construção de uma ponte empreendedora fortalecendo as relações comerciais e fomentando o intercâmbio de conhecimentos e experiências, discutindo o atual cenário e as perspectivas para o futuro de quem deseja evoluir sua operação atual.

Data: 22/08

Horário: 8h às 18h

Local: Evento presencial no Riocentro Pavilhão 5

O que: Evento com palestras

Inscrição: https://www.jotajasummit.com.br/

JotaJá Summit 2023 é uma realização da JotaJá Pedidos, empresa brasileira com sede no Rio de Janeiro, que fomenta negócios e parcerias dentro do ecossistema do ramo food e delivery.

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