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Assistência técnica em celulares está em alta no Brasil, e curso técnico é alternativa para entrar neste mercado

O uso do celular se tornou indispensável tanto para a realização de atividades pessoais quanto profissionais. Apesar da grande oferta de novos modelos no mercado, é cada vez mais comum as pessoas optarem por consertar os seus aparelhos em vez de substituí-los. Diante desse cenário, o curso técnico em manutenção de celulares é uma excelente alternativa para quem deseja se profissionalizar e empreender no ramo.

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São Paulo, SP 10/10/2018 – “A qualificação é essencial para iniciar na área. Assim você não irá correr riscos de ter prejuízo e já começar seu próprio negócio no vermelho”.

Segundo uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Brasil tem mais de um smartphone ativo por pessoa. Essa condição torna o mercado de conserto de celulares bastante aquecido e promissor.

Essa mudança no comportamento do brasileiro se deve a dois principais motivos: o primeiro é que, mesmo sendo atraentes, os celulares novos e de última geração são caros, e nem todo mundo pode fazer esse investimento. O segundo é que atualmente há uma preocupação maior com o consumo consciente.

A quantidade de aparelhos por habitante só aumenta e isso implica na necessidade de técnicos para efetuar os serviços relacionados ao conserto e à manutenção dos aparelhos.

As melhores oportunidades para esse ramo estão:

  • nas empresas de assistência técnica, em que o profissional será contratado para prestar o seu serviço, tendo uma remuneração média de R$ 1.200,00 a R$ 2.000,00;
  • no setor de empreendedorismo, visto que pode montar o seu negócio e trabalhar por conta própria. Nesse caso, os seus ganhos são maiores, variando de R$ 3.000,00 no início e podendo chegar até a R$ 5.000,00 ao atingir a estabilidade.


Entenda como funciona um curso de qualificação para se tornar um técnico em manutenção de celulares

“A qualificação é essencial para iniciar na área. Assim você não irá correr riscos de ter prejuízo e já começar seu próprio negócio no vermelho. Se qualificar é um item fundamental para começar corretamente”, afirma Andrews Oliveira, um dos diretores da escola de manutenção de celulares Premium Phone, hoje referência na área em todo o Brasil.

Esse curso prepara o empreendedor a abrir o seu próprio negócio e ganhar dinheiro a partir da manutenção de celulares. Nas aulas, os alunos aprendem sobre os consertos do hardware dos dispositivos móveis, como Android e iOS.

Com relação aos aplicativos, os alunos aprendem técnicas específicas para solucionar problemas ligados, por exemplo, ao Android, tais como: soft reset, hard reset e atualização ROM.

As aulas também são voltadas para a resolução de problemas de smartphones que foram molhados, além de complicações apresentadas nos conectores do botão de liga/desliga, do microfone, da entrada de fone de ouvido, entre outros.

Além de aprender a parte teórica e prática de consertar os celulares, o aluno receberá suporte para as questões que envolvem a gestão de um negócio próprio nessa área, bem como orientações sobre as melhores ferramentas de trabalho e como fazer orçamentos e cobrar pelo seu serviço.

Dessa forma, o aluno sai do curso preparado para começar a atender os clientes e a administrar a sua atividade da maneira correta.

É importante ressaltar que um curso de qualificação, logo não há necessidade de aprovação do Ministério da Educação (MEC) ou do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA).

Contudo, ao final das aulas, o aluno recebe um certificado para comprovar as habilidades adquiridas.

Conheça o mercado de trabalho para técnicos em manutenção de celulares.

Mão de obra valorizada

Ainda há poucos profissionais qualificados para atender a grande demanda por consertos de celulares existente no país.

Assim, essa mão de obra é muito valorizada e, consequentemente, tem bom potencial de lucratividade. O valor de um serviço de manutenção pode variar de R$ 100,00 a R$ 250,00.

Consertando pelo menos, um aparelho por dia, totalizando 30 no final do mês, os ganhos podem passar de R$ 3.000,00.

O rendimento pode ser ainda maior para consertos de iPhones, visto que as suas peças são baratas, mas a mão de obra é mais cara devido à complexidade de montagem e desmontagem. Em média, cobra-se de R$ 200,00 a R$ 350,00 para reparar modelos dessa categoria.

Baixo investimento

Um curso completo para técnico de celulares custa cerca de R$ 2.180,00, e o investimento com a compra de materiais e equipamentos para trabalhar é de aproximadamente R$ 2.700,00.

Se considerarmos essa estimativa de lucro, o técnico poderá recuperar o dinheiro investido na sua qualificação já a partir do segundo mês de trabalho.

Portanto, trata-se de um baixo investimento com retorno rápido, sendo ideal para quem quer ser dono do seu próprio negócio, mas tem um capital financeiro limitado.

Maior qualidade de vida

Ter que se deslocar todo o dia para o trabalho para cumprir uma carga horária extensa, além de perder tempo no trânsito durante o percurso de ida e vinda, é um fator de estresse que leva muita gente a sonhar com a independência financeira.

Ao se formar nessa área, é possível trabalhar em uma assistência técnica ou prestar o serviço direto do conforto do seu lar.

Os novos profissionais podem começar a atender os clientes dentro da sua própria casa, sem a necessidade de alugar um espaço ou de adquirir uma estrutura sofisticada.

Com isso, a possibilidade de desenvolver e gerenciar a sua empresa, sem depender de patrão, salário único e demais exigências comuns em um emprego formal.

Trabalhe no seu ritmo, gastando em torno de 45 minutos para trocar uma peça de celular e administrando a sua produtividade de acordo com a demanda. Tudo isso resulta no aumento da sua qualidade de vida.

Possibilidade de renda extra

Muitos técnicos novos na área iniciam trabalhando de casa mesmo e assim conseguindo uma boa renda extra ao final do mês. Já é um início até se estruturar e abrir uma loja própria.

Opções diversificadas de trabalho

As suas opções de trabalho com conserto de celulares não se resumem a abrir um negócio próprio ou a ser contratado por uma assistência técnica. O mercado é amplo e oferece alternativas diversificadas.

Uma possibilidade é trabalhar como consultor para empresas especializadas na área, fornecendo orientações para os seus funcionários ou fazendo parte da equipe que recruta a mão de obra para o serviço, verificando se os candidatos estão qualificados o suficiente para exercerem a função.

Empreendimentos desse ramo estão em crescimento e frequentemente oferecem novos postos de trabalho.

Mas se a sua intenção é ser autônomo, que tal abrir uma loja virtual para disponibilizar os seus serviços? Use a tecnologia para aumentar o seu alcance, conquistar mais clientes e lucrar com manutenção de celulares.

Ausência de pré-requisitos para fazer o curso

Não há pré-requisitos profissionais específicos para fazer esse curso, ou seja, qualquer pessoa interessada em ingressar nesse ramo está habilitada para tal.

Basicamente, basta ter interesse em fazer a sua matrícula, querer aprender, ter dedicação para estudar a parte teórica e prática e gostar de trabalhar com tecnologia.

O curso é democrático e atende todos os públicos.

Aberto a todos os públicos

O curso técnico em manutenção de celulares é indicado para homens e mulheres de todas as idades.

Técnicos em Informática que trabalham com o conserto de computadores, notebooks e impressoras e sentem que estão perdendo dinheiro devido a uma baixa na procura pelos seus serviços podem recorrer a essa formação para começar a trabalhar com o reparo de smartphones e explorar essa fatia do mercado, aumentando, assim, a sua renda.

Os lojistas que vendem celulares e acessórios podem encontrar nesse curso de qualificação a solução para oferecer um serviço a mais na sua loja, conquistando a preferência daqueles clientes que não têm condições financeiras ou não querem trocar o seu aparelho por um modelo novo.

Escola oferece suporte pós-curso aos alunos

“Assim que o aluno da Premium Phone finaliza o curso, ele contará com um suporte pós-curso ao lado do professor. Temos uma área exclusiva para atender os alunos. No suporte ele terá todo acompanhamento e instrução para ajudar nos primeiros aparelhos de seu próprio cliente. Assim, o aluno se sentirá mais seguro”, conclui Marcelo Guedes, diretor comercial da Premium Phone.

 

O curso técnico em manutenção de celulares pode mudar a sua vida profissional para melhor, pois funciona como uma chave para abrir diversas portas no mercado de trabalho. Escolher uma instituição de ensino de qualidade é fundamental para garantir uma aprendizagem de qualidade e uma carreira de sucesso.

 

 

 

 

Website: http://www.premiumphone.com.br

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Onde investir o 13° salário?

“Apenas” 29% dos beneficiados com o 13° salário pensam em poupar ou investir o recurso

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Foto: Reprodução da internet

Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos / Foto: Divulgação

O décimo terceiro salário é sempre esperado pelos mais de 42 milhões de brasileiros com carteira assinada no país. O dinheiro “extra” sempre dá aquela ajudinha no final de ano com presentes de natal, comemorações e até dívidas a pagar.

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNDL/SPC Brasil, cerca de 43% dos trabalhadores utilizarão o benefício para as comemorações de Natal e Ano Novo ou comprar produtos que tinham vontade; 36% gastarão com presentes de Natal para toda a família; e apenas 29% dos trabalhadores brasileiros vão economizar, poupar ou investir.

A última opção, muitas vezes, não é a primeira escolha dos brasileiros. Investimentos quase sempre são deixados em segundo plano na hora de gerir as finanças. As dívidas, os gostos pessoais e o lazer são postos em primeiro lugar. “Em suma, investir é abrir mão do presente para ter mais conforto no futuro. Pode ser para algo maior, como a compra de uma casa, um carro, ou até a sonhada independência financeira”, comenta Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos.

O primeiro pilar para começar a investir e ter uma vida financeira saudável é construir uma reserva de emergência. Esse resguardo pode ser construído investindo uma parte do décimo terceiro. Após construída a reserva, o start para os investimentos diversificados pode ser dado.

Abrir mão de um celular novo, pago em algumas parcelas com juros, durante o Natal, pode ser um caminho viável para comprá-lo à vista no futuro. Outro cenário é estar em uma situação de emergência, conseguir pagar as contas sem precisar recorrer a empréstimos ou cheque especial, apenas usando os recursos investidos, uma opção consciente do investidor.

 

Investir as parcelas do 13° ou esperar o montante cair na conta?

A primeira parcela do benefício deverá ser paga até o dia 30 de novembro, já a segunda, até 20 de dezembro. Para Daniel Abrahão, deixar o dinheiro parado na conta bancária nunca é uma opção viável. “Dinheiro parado não rende, logo é uma péssima opção. Atualmente, o mercado financeiro oferece diversos investimentos de liquidez diária, ou seja, que podem ser resgatados imediatamente”, declara o especialista.

Ao obter o valor total do salário extra, o investidor pode optar pela diversificação em classes de ativos, recompondo e balanceando a carteira com possibilidades de maior risco, como renda variável e utilizando da renda fixa como composição.

 

Como investir o dinheiro do 13° em um objetivo de curto prazo?

Partindo do princípio de um curto prazo de até dois anos, o investidor deve optar por investimentos conservadores e com liquidez curta ou com vencimento próximo ao período de retirada dos recursos.

Opções como Tesouro Selic, Renda Fixa Privada e fundos de investimentos são boas classes de ativos para atender a necessidade do curto prazo, valendo atentar-se aos vencimentos das Renda Fixas Privadas.

 

Inserir o 13° no objetivo a longo prazo é a melhor opção?

Tendo em vista uma perspectiva além de cinco anos, o tempo jogará a favor do investidor. Nesse sentido, o leque de opções é bem maior e pode envolver operações tanto conservadoras como arrojadas.

Em linha com o risco, as ações são opções plausíveis para quem quer atuar em renda variável. “Os papéis são uma fração do capital social de uma empresa. Dessa maneira, ao comprar uma ação, o investidor se torna sócio do negócio, inclusive participando dos lucros e prejuízos. Elas não são a única forma de investir em renda variável, mas a mais conhecida”, comenta Abrahão.

O mundo dos investimentos é repleto de oportunidades e cada necessidade de investimento é individual, cada indivíduo possui um objetivo, um sonho a ser realizado ou uma meta a alcançar com os investimentos. “Não existe resposta certeira ou uma forma única para cada um. Na hora de investir, diversos fatores pessoais também devem ser levados em consideração”, finaliza o assessor de investimentos.

 

Sobre iHUB Investimentos

A iHUB Investimentos é uma empresa especializada em assessoria de investimentos credenciada pela XP Investimentos. Possui mais de 3,5 mil clientes, somando mais de R$1,5 bilhão em valores investidos sob custódia.

 

Por | Matheus Correa – Analista de comunicação – Agência Contatto

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Juridiquês: você não precisa disso

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*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação
*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

Por muitos anos, o Direito, assim como o universo jurídico, foi pensado apenas para os advogados e profissionais que possuem conhecimento na área. Nunca foi uma área acessível para os clientes e cidadãos que não possuem formação jurídica.

A relação entre advogados e clientes sempre foi uma relação desequilibrada, em que o profissional do Direito era o único possuidor do conhecimento jurídico, enquanto o cliente ficava apenas de expectador.

Dessa forma, ao mesmo tempo que a nossa Constituição prega o princípio do acesso à justiça, a cultura jurídica afasta essa mesma justiça dos leigos, ou seja, de qualquer cidadão que não possua formação jurídica.

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

A maior dificuldade do meio jurídico sempre foi o seu distanciamento da realidade, o seu formalismo exagerado e a linguagem rebuscada, o famoso juridiquês. Quem nunca se sentou à mesa com mais de um advogado e pareceu estar ouvindo outro idioma? Ou pegou um contrato para ler e teve certeza de que aquele documento foi feito para prejudicar? Por exemplo, há pessoas que possuem medo de alugar o apartamento ou a casa, pois não conseguem compreender o texto do contrato de locação.

O juridiquês só gera receio e dúvidas. Mas há boas notícias. Um novo conceito jurídico tem ganhado força no mercado: o Legal Design. É uma técnica que utiliza ferramentas e elementos de Design, unidos ao Design Thinking para tornar documentos jurídicos mais acessíveis e compreensíveis para o destinatário final daquele documento.

A proposta é colocar o destinatário final do documento jurídico como foco de toda estratégia de elaboração. Em âmbito contratual, podemos citar o exemplo de um contrato, que, em regra, no dia a dia, é lido por pessoas comuns, que não são da área jurídica, e que pode ser redigido utilizando uma linguagem simplificada e objetiva, usando elementos de design (gráficos, tabelas, fluxogramas).

A ideia é trazer mais clareza. A pessoa precisa entender o papel que está assinando desde a primeira linha.  O objetivo do Legal Design é tornar documentos jurídicos mais acessíveis, compreensíveis e estratégicos, fazendo com que sejam mais eficientes e que melhorem a experiência dos usuários finais. Portanto, que possamos deixar de lado o juridiquês para sermos cada vez mais claros e transparentes. Consumidores, clientes, magistrados e todos aqueles que têm contato com o documento agradecem.

(*) Advogada contratualista, especialista em Legal Design, criadora da Formação Completa em Legal Design e Visual Law – Metodologia LDFD, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e pós-graduanda na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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Como as telas implicam na vida das crianças

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Foto: Divulgação

* Luciana Brites é CEO do Instituto Neurosaber e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento / Foto: Divulgação

Um estudo da American Academy Of Child e Adolescent Psychiatry (AACAP), mostrou que crianças americanas, com idade entre 8 a 12 anos, passam de quatro a seis horas usando telas. Já quando se trata de adolescentes, esse tempo passa para até nove horas.

As crianças estão cada vez mais expostas às telas, sejam elas de celular, tablet ou até mesmo da TV. É importante reforçar que, como tudo na vida, a tecnologia também deve ser usada com moderação. Ela traz muitos benefícios quando bem usada e quando usada em excesso pode fazer mal.

Vale ressaltar que os jogos digitais estimulam a criatividade e o raciocínio lógico das crianças. Dependendo do jogo, pode até despertar mais interesse por alguma matéria escolar.

É na primeira infância quando a gente mais se desenvolve. Pensando nos pequenos, os jogos voltados para eles devem ser mais lúdicos e com as músicas mais baixas para não afetar a audição. Os jogos estimulam muitos neurotransmissores. Isso faz com que a criança queira jogar cada vez mais.

Por isso, os pais devem limitar um tempo para que elas joguem sem ter prejuízos no desenvolvimento. Lembre-se que a criança precisa ter contato social. Os responsáveis devem evitar jogos com muito barulho e sem objetivo. Verifique a faixa etária dos jogos e veja se eles se adequam a idade do seu filho.

É importante reforçar que já há trabalhos que correlacionam o uso de telas com atraso de linguagem. Isso é muito preocupante e por isso a necessidade de um limite de tempo é necessária. Quando esse atraso acontece na fase de alfabetização, essa criança também pode ter uma demora para aprender a ler e escrever.

Então, aproveite e limite o tempo de uso de tecnologias. Além disso, incentive-o a praticar esportes, participar de jogos coletivos e interagir socialmente com outras crianças para que ela se desenvolva da forma correta e sem prejuízos.

(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber (https://institutoneurosaber.com.br/), autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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