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Empresários do e-commerce adotam landing pages como página dos produtos

Uma Landing Page é uma página simples, mas pode trazer muitas vantagens para as vendas no e-commerce; especialista lista as principais

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9/11/2020 – A ferramenta nada mais é que uma página de web criada justamente para a conversão de clientes. Tudo isso através de pequenas estratégias juntas

Uma Landing Page é uma página simples, mas pode trazer muitas vantagens para as vendas no e-commerce; especialista lista as principais

De acordo com artigo publicado no site “Pequenas Empresas & Grandes Negócios”, uma das principais certezas de empreendedores do século XXI é que não basta seus produtos terem boa qualidade, ou suas lojas estarem bem localizadas. Graças à grande concorrência do mercado, negócios e marcas que visam crescer e aumentar sua receita necessitam investir em tecnologias e formatos de serviço mais acessíveis a quem não quer mais sair de casa.

Por isso, especialistas em mercado, tanto varejo quanto atacado, incentivam empreendedores de todos os segmentos a voltarem suas atenções à internet. E quando o assunto é e-commerce, ou sucesso em vendas online, nada mais importante para negócios digitais que os visitantes.

Segundo um estudo publicado pela SalesForce e pela Neilpatel, empresas referência em marketing digital, negócios que focam na geração de leads apresentam 50% mais chances de vendas. Sendo assim, diversas estratégias passaram a ser desenvolvidas por especialistas em negócios online para que essas visitas se transformem em lead e futuramente clientes de um empreendimento. 

Uma dessas estratégias é a construção de landing pages. Mas afinal, o que é essa ferramenta?

Antes de tudo, o que são as landing pages?

Como dito anteriormente, a utilização de landing pages é uma das ações mais certeiras para o aumento de visitantes em uma página, e consequentemente, crescimento de vendas. A landing page entra nessa estratégia como uma ferramenta para a elevação de leads do negócio online.

“A ferramenta nada mais é que uma página de web criada justamente para a conversão de clientes. Tudo isso através de pequenas estratégias juntas, como poucos elementos para guiar o cliente à ação desejada. Entre as ações mais buscadas na construção de uma landing page está o engajamento de formulários de inscrição. Lembrando que a landing page é uma página independente do resto do site, e por isso, seu layout será diferente, apesar de seguir sempre a identidade visual da marca”, explica Bruno Brito, sócio-proprietário da Empreender desenvolvedora da LandingPage.com.br.

Ainda de acordo com ele, para que seja possível toda a construção da estratégia de criação de landing pages para dropshipping, é importante saber antes o que significa este segundo termo apresentado. “Nem tanto conhecido por pessoas fora do setor de marketing de vendas e digital, o dropshipping é uma técnica destinada a lojas virtuais”, complementa.

Basicamente, deixa que a entrega, o estoque e todo o cuidado com o produto seja responsabilidade de uma outra empresa. Ou seja, se baseia em uma parceria. Tanto que, em inglês, “drop” significa largar, e “shipping” pode ser traduzido como remessa. Então, mesmo que o e-commerce venda o produto, quem o fornece é outro empreendedor. 

É importante reforçar que, segundo especialistas, essa é uma tendência dentro do mercado de vendas online e, na realidade, pode ser considerada o carro chefe de ganhos de muitas empresas, como Amazon, Mercado Livre, Dafiti, entre outras conhecidas pelo consumidor brasileiro. 

“Em resumo, o e-commerce que opta pelo dropshipping deixa para uma segunda empresa os cuidados com o estoque, e tudo o que envolve o trabalho com o produto. A grande questão é como juntar essas duas técnicas que estão em alta no mercado para a conversão de clientes. Por isso, algumas dicas foram separadas para que seja possível construir uma boa landing para dropshipping”, salienta Bruno.

Abaixo, ele lista algumas dicas para construir uma landing page para dropshipping. É importante que certos métodos sejam seguidos para que a estratégia de montar uma landing page para dropshipping seja possível. A seguir algumas dicas:

1 – Poucos botões

Como foi citado acima, é fundamental que uma landing page para dropshipping foque a atenção do visitante em ações objetivas. “Ou seja, é importante que poucas opções de ações sejam apresentadas a ele, para que seu olhar seja guiado diretamente à escolha que seja convertida em lead”, explica Bruno. 

2 – Botões de “CTA”

Apesar da dica de a landing page reforçar a opção por poucos botões, é importante que alguns estejam ao alcance visual do cliente. “Esses são chamados CTA (call-to-action), ou em português, “chamada para ação”. É imprescindível que esses botões apresentem formatos e cores chamativas, mas que também não fujam do design da página. Tudo para a garantia de conversão”, diz o empreendedor.

3 – Use a linguagem correta

Tudo dentro de uma landing page é feito para atrair um visitante para que ele vire um cliente. E uma das ferramentas mais importantes para que isso ocorra é a linguagem usada para a comunicação com a pessoa do outro lado. “Logo, é interessante que seja desenvolvida uma mensagem específica para a página, incentivando o cliente a optar pela compra do produto”, complementa.

4 – Design simples e moderno

O layout da landing page é outra questão imprescindível para que o objetivo seja alcançado. “Cabe aqui optar por um design simples, porém elegante e moderno, que atraia a atenção do cliente para o produto, mas não de uma forma agressiva visualmente. Também é preciso fazer o uso da criatividade e da percepção estética do responsável pela criação da página”, esclarece Brito. 

5 – Informações precisas

Ligada à terceira dica, relacionada à mensagem, é fundamental que informações corretas sejam passadas ao cliente na landing page. Apesar de pouco conteúdo, ele precisa ser verdadeiro e atrair não só a atenção do cliente, mas também sua confiança. 

“Por isso, não opte pela propaganda enganosa. Isso só fará seu empreendimento perder crédito no mercado, afastando cada vez mais potenciais clientes”, complementa.

6 – Não esqueça das comprovações de segurança

Um dos grandes receios de clientes que optam pelos negócios online é a segurança da compra. “Por isso, é interessante deixar, ainda que em segundo plano, mas ali, informações sobre a segurança das compras, transações financeiras e de entregas do produto”, diz Bruno.

7 – Escolha os produtos certos

Para que a landing page para dropshipping apresente o resultado esperado, é fundamental também que sejam escolhidos os produtos corretos para o destaque. Avaliar os preços e as demandas dos clientes e escolher marcas e estilos que mais condizem com a procura do mercado. 

“O bom produto, com bom preço e apelo visual pode fazer com que o cliente escolha não só ele, mas aumente seu carrinho com novas aquisições”, conclui.

Pesquisar antes de fazer uma landing page para Dropshipping

Entre todas as dicas possíveis, é também importante reforçar que para alavancar as vendas, todo o estudo e pesquisa são bem-vindos. É fundamental que o empreendedor conheça seus clientes, seus produtos, às demandas do mercado e as novas tendências tecnológicas. Tudo isso pode levar tempo, mas os resultados podem ser surpreendentes. 

“Os serviços online são uma aposta inteligente para o momento vivido no Brasil e no mundo. Por isso, não tenha medo, mas tenha base para seu projeto”, finaliza Bruno Brito.

Website: https://landingpage.com.br/

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Onde investir o 13° salário?

“Apenas” 29% dos beneficiados com o 13° salário pensam em poupar ou investir o recurso

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Foto: Reprodução da internet

Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos / Foto: Divulgação

O décimo terceiro salário é sempre esperado pelos mais de 42 milhões de brasileiros com carteira assinada no país. O dinheiro “extra” sempre dá aquela ajudinha no final de ano com presentes de natal, comemorações e até dívidas a pagar.

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNDL/SPC Brasil, cerca de 43% dos trabalhadores utilizarão o benefício para as comemorações de Natal e Ano Novo ou comprar produtos que tinham vontade; 36% gastarão com presentes de Natal para toda a família; e apenas 29% dos trabalhadores brasileiros vão economizar, poupar ou investir.

A última opção, muitas vezes, não é a primeira escolha dos brasileiros. Investimentos quase sempre são deixados em segundo plano na hora de gerir as finanças. As dívidas, os gostos pessoais e o lazer são postos em primeiro lugar. “Em suma, investir é abrir mão do presente para ter mais conforto no futuro. Pode ser para algo maior, como a compra de uma casa, um carro, ou até a sonhada independência financeira”, comenta Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos.

O primeiro pilar para começar a investir e ter uma vida financeira saudável é construir uma reserva de emergência. Esse resguardo pode ser construído investindo uma parte do décimo terceiro. Após construída a reserva, o start para os investimentos diversificados pode ser dado.

Abrir mão de um celular novo, pago em algumas parcelas com juros, durante o Natal, pode ser um caminho viável para comprá-lo à vista no futuro. Outro cenário é estar em uma situação de emergência, conseguir pagar as contas sem precisar recorrer a empréstimos ou cheque especial, apenas usando os recursos investidos, uma opção consciente do investidor.

 

Investir as parcelas do 13° ou esperar o montante cair na conta?

A primeira parcela do benefício deverá ser paga até o dia 30 de novembro, já a segunda, até 20 de dezembro. Para Daniel Abrahão, deixar o dinheiro parado na conta bancária nunca é uma opção viável. “Dinheiro parado não rende, logo é uma péssima opção. Atualmente, o mercado financeiro oferece diversos investimentos de liquidez diária, ou seja, que podem ser resgatados imediatamente”, declara o especialista.

Ao obter o valor total do salário extra, o investidor pode optar pela diversificação em classes de ativos, recompondo e balanceando a carteira com possibilidades de maior risco, como renda variável e utilizando da renda fixa como composição.

 

Como investir o dinheiro do 13° em um objetivo de curto prazo?

Partindo do princípio de um curto prazo de até dois anos, o investidor deve optar por investimentos conservadores e com liquidez curta ou com vencimento próximo ao período de retirada dos recursos.

Opções como Tesouro Selic, Renda Fixa Privada e fundos de investimentos são boas classes de ativos para atender a necessidade do curto prazo, valendo atentar-se aos vencimentos das Renda Fixas Privadas.

 

Inserir o 13° no objetivo a longo prazo é a melhor opção?

Tendo em vista uma perspectiva além de cinco anos, o tempo jogará a favor do investidor. Nesse sentido, o leque de opções é bem maior e pode envolver operações tanto conservadoras como arrojadas.

Em linha com o risco, as ações são opções plausíveis para quem quer atuar em renda variável. “Os papéis são uma fração do capital social de uma empresa. Dessa maneira, ao comprar uma ação, o investidor se torna sócio do negócio, inclusive participando dos lucros e prejuízos. Elas não são a única forma de investir em renda variável, mas a mais conhecida”, comenta Abrahão.

O mundo dos investimentos é repleto de oportunidades e cada necessidade de investimento é individual, cada indivíduo possui um objetivo, um sonho a ser realizado ou uma meta a alcançar com os investimentos. “Não existe resposta certeira ou uma forma única para cada um. Na hora de investir, diversos fatores pessoais também devem ser levados em consideração”, finaliza o assessor de investimentos.

 

Sobre iHUB Investimentos

A iHUB Investimentos é uma empresa especializada em assessoria de investimentos credenciada pela XP Investimentos. Possui mais de 3,5 mil clientes, somando mais de R$1,5 bilhão em valores investidos sob custódia.

 

Por | Matheus Correa – Analista de comunicação – Agência Contatto

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Juridiquês: você não precisa disso

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*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação
*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

Por muitos anos, o Direito, assim como o universo jurídico, foi pensado apenas para os advogados e profissionais que possuem conhecimento na área. Nunca foi uma área acessível para os clientes e cidadãos que não possuem formação jurídica.

A relação entre advogados e clientes sempre foi uma relação desequilibrada, em que o profissional do Direito era o único possuidor do conhecimento jurídico, enquanto o cliente ficava apenas de expectador.

Dessa forma, ao mesmo tempo que a nossa Constituição prega o princípio do acesso à justiça, a cultura jurídica afasta essa mesma justiça dos leigos, ou seja, de qualquer cidadão que não possua formação jurídica.

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

A maior dificuldade do meio jurídico sempre foi o seu distanciamento da realidade, o seu formalismo exagerado e a linguagem rebuscada, o famoso juridiquês. Quem nunca se sentou à mesa com mais de um advogado e pareceu estar ouvindo outro idioma? Ou pegou um contrato para ler e teve certeza de que aquele documento foi feito para prejudicar? Por exemplo, há pessoas que possuem medo de alugar o apartamento ou a casa, pois não conseguem compreender o texto do contrato de locação.

O juridiquês só gera receio e dúvidas. Mas há boas notícias. Um novo conceito jurídico tem ganhado força no mercado: o Legal Design. É uma técnica que utiliza ferramentas e elementos de Design, unidos ao Design Thinking para tornar documentos jurídicos mais acessíveis e compreensíveis para o destinatário final daquele documento.

A proposta é colocar o destinatário final do documento jurídico como foco de toda estratégia de elaboração. Em âmbito contratual, podemos citar o exemplo de um contrato, que, em regra, no dia a dia, é lido por pessoas comuns, que não são da área jurídica, e que pode ser redigido utilizando uma linguagem simplificada e objetiva, usando elementos de design (gráficos, tabelas, fluxogramas).

A ideia é trazer mais clareza. A pessoa precisa entender o papel que está assinando desde a primeira linha.  O objetivo do Legal Design é tornar documentos jurídicos mais acessíveis, compreensíveis e estratégicos, fazendo com que sejam mais eficientes e que melhorem a experiência dos usuários finais. Portanto, que possamos deixar de lado o juridiquês para sermos cada vez mais claros e transparentes. Consumidores, clientes, magistrados e todos aqueles que têm contato com o documento agradecem.

(*) Advogada contratualista, especialista em Legal Design, criadora da Formação Completa em Legal Design e Visual Law – Metodologia LDFD, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e pós-graduanda na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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Como as telas implicam na vida das crianças

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Foto: Divulgação

* Luciana Brites é CEO do Instituto Neurosaber e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento / Foto: Divulgação

Um estudo da American Academy Of Child e Adolescent Psychiatry (AACAP), mostrou que crianças americanas, com idade entre 8 a 12 anos, passam de quatro a seis horas usando telas. Já quando se trata de adolescentes, esse tempo passa para até nove horas.

As crianças estão cada vez mais expostas às telas, sejam elas de celular, tablet ou até mesmo da TV. É importante reforçar que, como tudo na vida, a tecnologia também deve ser usada com moderação. Ela traz muitos benefícios quando bem usada e quando usada em excesso pode fazer mal.

Vale ressaltar que os jogos digitais estimulam a criatividade e o raciocínio lógico das crianças. Dependendo do jogo, pode até despertar mais interesse por alguma matéria escolar.

É na primeira infância quando a gente mais se desenvolve. Pensando nos pequenos, os jogos voltados para eles devem ser mais lúdicos e com as músicas mais baixas para não afetar a audição. Os jogos estimulam muitos neurotransmissores. Isso faz com que a criança queira jogar cada vez mais.

Por isso, os pais devem limitar um tempo para que elas joguem sem ter prejuízos no desenvolvimento. Lembre-se que a criança precisa ter contato social. Os responsáveis devem evitar jogos com muito barulho e sem objetivo. Verifique a faixa etária dos jogos e veja se eles se adequam a idade do seu filho.

É importante reforçar que já há trabalhos que correlacionam o uso de telas com atraso de linguagem. Isso é muito preocupante e por isso a necessidade de um limite de tempo é necessária. Quando esse atraso acontece na fase de alfabetização, essa criança também pode ter uma demora para aprender a ler e escrever.

Então, aproveite e limite o tempo de uso de tecnologias. Além disso, incentive-o a praticar esportes, participar de jogos coletivos e interagir socialmente com outras crianças para que ela se desenvolva da forma correta e sem prejuízos.

(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber (https://institutoneurosaber.com.br/), autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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