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Plásticos mais sustentáveis ajudam na questão ambiental e na rentabilidade do negócio

Bens de consumo embalados são o maior mercado para os biopolímeros, materiais renováveis, totalmente funcionais, biodegradáveis e compostáveis, desenvolvidos por empresa do Paraná

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Curitiba 11/11/2020 –

Bens de consumo embalados são o maior mercado para os biopolímeros, materiais renováveis, totalmente funcionais, biodegradáveis e compostáveis, desenvolvidos por empresa do Paraná

Por suas propriedades e características, o plástico produzido à base de derivados do petróleo, que demora mais de 400 anos para se decompor, além de ser um dos vilões da poluição ambiental, é o maior gargalo para as indústrias, mesmo aquelas que adotam as boas práticas de reaproveitar e reciclar resíduos sólidos ou fazem o processo de logística reversa. Substituir esse material por um produto mais sustentável e conferir a ele protagonismo e finalidades que ajudem nas questões da preservação ambiental e na rentabilidade do negócio têm sido foco de pesquisas no mundo todo.

O Brasil é uma potência na agricultura que, além de movimentar bilhões de reais, produz volumes monstruosos de resíduos agroindustriais. Dados do relatório “Solucionar a Poluição Plástica – Transparência e Responsabilização”, apresentado na assembleia das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEA-4) em 2019, apontam o país como o quarto maior gerador de lixo plástico do mundo, que recicla apenas 1,2% do plástico consumido nacionalmente.

Solução inovadora

Instalada estrategicamente em Curitiba (PR), referência nacional no trinômio: ecologia, reciclagem e sustentabilidade, a Earth Renewable Technologies (ERT), um hub de pesquisas e soluções verdes, fundada em 2009, nos Estados Unidos, desenvolve compostos de plásticos orgânicos, inicialmente, a partir de amido de milho e de mandioca, resíduos da indústria alimentícia. “O plástico feito à base de biopolímeros são materiais renováveis, totalmente funcionais, biodegradáveis e compostáveis, uma alternativa para as empresas que querem substituir o plástico derivado do petróleo em sua linha de produção”, explica Kim Gurtensten Fabri, CEO da ERT.

O CEO garante que a ERT é a única empresa no Brasil a produzir plásticos compostáveis e biodegradáveis a partir de biopolímeros, revelando que a fábrica instalada em Curitiba terá a capacidade de produção de até duas mil toneladas mensais, e já registra uma produção de 60 toneladas. “Desenvolvemos e patenteamos a tecnologia Short Fiber Reinforced Polymer (SFRP), que é capaz de modificar drasticamente a performance de biopolímeros e entregar aplicações antes desconhecidas”.

Kim destaca que para o processo de produção dos compostos é usada como base um polímero derivado do ácido láctico (PLA), matéria-prima importada da Tailândia. A ERT utiliza um processo de extrusão em dupla rosca para incorporar suas mais variadas cargas em seus compostos biodegradáveis, e dependendo da aplicação final do cliente, o produto passa por um processo e formulação especifica. “Porém para que a indústria consiga chegar a elevados níveis de desenvolvimento tecnológico para ir plantando as fundações dos biopolímeros, acreditamos que temos passos intermediários a serem dados, e hoje o PLA de primeira geração se encaixa aqui”, ressalta. Em sua opinião é necessário criar uma cultura capaz de absorver ainda mais os conceitos de compostáveis, não apenas conceitualmente, mas também em relação à disposição de preço.

Atualmente, os biopolímeros estão com preços bem mais acessíveis do que há 5 anos. “A ERT inclusive, tropicalizou algumas fórmulas, carregadas com matérias-primas brasileiras (resíduos ou não), para atender o mercado nacional, e hoje somos capazes de flutuar preços competitivos frente a resinas não compostáveis, mas, mesmo assim e, provavelmente, por um bom tempo, existirá esse delta entre os polímeros”, esclarece Kim.

De acordo com Kim, o bioplástico pode ser aplicado como, por exemplo, na fabricação de talhares, copos, sacolas plásticas, entre outros. “Nos EUA, a ERT possui um produto que serve à indústria de Cannabis, sendo um polímero biodegradável com resíduo da extração de Canabidiol (CBD). Trata-se de um produto com um discurso de economia circular muito interessante, pois o próprio resíduo do CBD é então pré-tratado pela ERT, e incorporado no composto final”, esclarece o CEO.

Mudança de cultura

Kim observa que o Brasil ainda está engatinhando em relação aos compostáveis, mas, sublinha que a maioria da população tem a cultura muito forte em reciclagem e separação do lixo. Ele acredita que esse fator ajudará muito na introdução e aceitação do plástico da ERT pelas empresas e indústrias que terão a possibilidade de substituir suas embalagens tradicionais por outros recipientes plásticos funcionais e biodegradáveis. “Na prática, a solução da ERT permite criar e customizar os mais variados tipos de recipiente, para diversos formatos de indústria, tornando-os efetivamente funcionais”.

Segundo Kim, os biopolímeros são parte da solução quando o assunto for utilizar plásticos mais sustentáveis. “Hoje o mundo não comportaria produzir biopolímeros suficientes se todos decidíssemos substituir. É preciso conscientizar a população da origem e do descarte corretos dos materiais. Os reciclados continuam a ser uma ótima opção para a sustentabilidade também; juntamente com o biopolímero passam a ser complementares para a redução do lixo, da emissão de CO2 e de um meio ambiente mais limpo”, argumenta.

O CEO da ERT pondera que grandes marcas fora do Brasil estão comprometidas muito seriamente com a sustentabilidade. “Vemos empresas como a Pepsico, Unilever e Bacardi, por exemplo, colocando metas audaciosas para redução e ou substituição de polímeros fósseis em seus produtos. Além do comprometimento das multinacionais, vemos o mercado brasileiro cada vez mais alinhado com o exterior. O público consumidor não tolera mais altos índices de resíduos, poluição de rios e mares e o crescimento de lixões pelo país”, contextualiza.

Em sua visão, os brasileiros buscam ativamente por soluções de reciclagem, compostáveis e outras alternativas sustentáveis. “Devemos também incentivar a população a cobrar das marcas um maior comprometimento com suas embalagens, origem e destinação final. Também devem exigir do poder público novas legislações que regulamentem a utilização de materiais plásticos, principalmente na área dos produtos de uso único, como talheres, copos e sacolas plásticas”, coloca. Kim acredita que “estes são os primeiros materiais que deveríamos receber apoio dos nossos governos para que sejam banidos. Vemos movimentos como esse por todo o mundo”, sublinha.

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Concessões de ferrovias contribuirão para baratear custos

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Governo Federal
O Governo Federal quer tornar as ferrovias uma alternativa logística com maior potencial para o escoamento da produção brasileira. - Foto: PPI

Em 2021, o Governo Federal planeja conceder mais de 50 ativos à iniciativa privada, por meio de concessões, privatizações e renovações, em todos os modais. Isso inclui aeroportos, portos, rodovias e ferrovias. Um dos focos do Ministério da Infraestrutura neste ano é o setor ferroviário.

Um destaque será a concessão do primeiro trecho da Ferrovia Oeste-Leste, conhecida como FIOL. Outro, a Ferrogrão, projeto que prevê a construção de uma ferrovia ligando a produção do norte do Mato Grosso aos portos de Miritituba, no Pará.

O Governo Federal quer tornar as ferrovias uma alternativa logística com maior potencial para o escoamento da produção brasileira. E para ampliar a malha ferroviária, a aposta será na participação da iniciativa privada, por meio do PPI, o Programa de Parcerias de Investimentos.

Segundo o Ministério da Infraestrutura, atualmente, o modo ferroviário corresponde a 15% da matriz de transporte brasileira. O objetivo é chegar a 30% nos próximos 10 anos. Ou seja, duplicar a malha ferroviária no país. E, com isso, reduzir o custo do transporte e melhorar a eficiência logística do nosso agronegócio, que hoje depende basicamente do modal rodoviário. A ideia, em médio e longo prazo, é conectar as ferrovias aos portos brasileiros.

Ferrovia Oeste-Leste

Neste ano, o destaque será a concessão do primeiro trecho da Ferrovia Oeste-Leste, conhecida como FIOL, que ligará o minério de Caetité, na Bahia, ao Porto de Ilhéus. O leilão está marcado para o dia 8 de abril.

“Essa ferrovia vai transportar carga agrícola e também carga de minério. Essas são as principais cargas ali da região. É uma ferrovia de 570 quilômetros”, explicou a secretária Nacional de Fomento, Planejamento e Parcerias, do Ministério da Infraestrutura, Natália Marcassa.

“O leilão já está marcado. Vai ser dia 8 de abril, onde a gente tem a previsão de pelo menos R$ 3,5 bilhões de investimentos nessa malha para que ela se torne totalmente viável. Hoje, ela já tem mais ou menos 70% pronta e, com o leilão, ela vai ficar totalmente pronta pra gente conseguir transportar toda essa carga”, acrescentou a secretária.

Ferrogrão

Outro foco do Governo Federal em 2021 será a Ferrogrão, projeto que prevê a construção de uma ferrovia ligando a produção do norte do Mato Grosso aos portos de Miritituba, no Pará. A Ferrogrão deve contar com quase mil quilômetros de extensão cruzando os estados do Mato Grosso e Pará. E terá um papel estruturante para o escoamento da produção de milho e soja da região de Sinop (MT).

“Temos hoje uma previsão pra chegar, daqui mais ou menos dez anos, em mais de 40 milhões de toneladas sendo escoadas por ali, pelo eixo norte”, explicou a secretária Natália Marcassa.

Na Ferrogrão, está previsto R$ 20 bilhões em investimentos e mais R$ 60 bilhões de recursos para operação, que são os vagões e toda a parte necessária para operar a ferrovia. “É um projeto de 60 anos. Então, é o nosso maior projeto aqui no Ministério da Infraestrutura”, afirmou Natália Marcassa.

Malha ferroviária MRS

Além das novas concessões, o Governo Federal prevê, em 2021, renovar, por mais 30 anos, o contrato com a concessionária de ferrovias MRS, que atua na região Sudeste. Segundo a secretária, a concessionária é responsável por uma das ferrovias do país com maior produtividade e liga três estados importantes, que são Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo.

“É uma ferrovia que está ali no nosso coração produtivo. Ela está muito focada em transporte da região de minério de ferro, ali de Minas Gerais, mas ela também tem uma importância em carga geral que trafega em São Paulo e que trafega no Rio de Janeiro. Nessa malha estão previstos mais ou menos R$ 14 bilhões de investimento”, finalizou a secretária do Ministério da Infraestrutura.

 

Por | gov.com.br

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Zema anuncia investimento no valor de R$ 25 bi com instalação de fábrica de veículos elétricos na RMBH

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Governo de Minas

O governador Romeu Zema assinou, nesta sexta-feira (5/3), protocolo de intenção entre o Estado e a Bravo Motor Company para implantação de uma fábrica de veículos elétricos e packs de baterias na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A empresa faz parte do grupo que desenvolveu o primeiro carro elétrico da América Latina. O investimento estimado para a fase 1 do projeto, chamada de Projeto Colosso 1, é de R$ 25 bilhões.

Novas fases de investimento estão previstas para outras regiões de Minas, com produção de baterias de lítio, e devem ser tema de futuros protocolos com a empresa.

Zema comemorou a iniciativa e ressaltou que ela deve gerar bons frutos para os mineiros a longo prazo.

“É um empreendimento que abre um cenário muito positivo para o futuro. Sabemos que, nas próximas décadas, a indústria automobilística deverá se reinventar totalmente, passando do tipo de motorização atual para motores elétricos. Vamos começar esse processo em Minas Gerais e no Brasil. Faremos tudo para que essas raízes fiquem muito consistentes e, independentemente de quem estiver aqui, que isso prospere o máximo possível. É um momento único, na minha gestão, receber algo tão inovador e que possa gerar tanta mudança positiva nesse estado que amamos tanto”, disse o governador.

Potencial

O CEO da Bravo Motor Company Brasil, Eduardo Javier Muñoz, disse que o potencial de Minas Gerais levou a empresa a concentrar aqui suas operações no Brasil.

“Industrialmente, nossa estratégia inicial era abrir três fábricas no Brasil. Uma em Minas, outra no Sul e outra no Norte. Em dezembro, na primeira visita aqui, entendi rapidamente que teríamos que fazer um esforço muito grande e que deveríamos nos concentrar em Minas Gerais. É muito importante entender que estamos vindo para Minas Gerais para trazer a indústria 4.0, a eficiência e a transparência aumentadas. Eficiência aumentada do ponto de vista da tecnologia empreendedora, e transparência aumentada do ponto de vista da implantação e integração dessa tecnologia e serviços com a população”, explicou.

O secretário de Estado adjunto de Desenvolvimento Econômico, Fernando Passalio, destacou o crescimento da economia mineira.

“Minas deu um grande avanço como uma economia cada vez mais sólida, diversificada, sustentável e promissora com as tendências do mercado global. Esse investimento é fruto do reconhecimento das diversas potencialidades que o estado tem. Começo falando do potencial tecnológico e um expressivo ecossistema de inovação”, lembrou.

O projeto

A estimativa é a de que a fábrica de veículos elétricos e packs de baterias comece a ser implantada em junho de 2021 na Região Metropolitana de Belo Horizonte e inicie a operação em 2023. A produção estimada para 2024 é de 22.790 unidades de veículos e 43.750 de unidades de packs de baterias. O investimento total de R$ 25 bilhões deve ser realizado até o final de 2029 e a previsão é que sejam gerados 13.813 empregos diretos e indiretos.

Durante a agenda nesta sexta-feira, também foi assinado protocolo de cooperação entre a Bravo e a Agência Brasileira de Promoções de Exportações e Investimentos (Apex), para apoio às ações.

O gerente de investimento da Apex, Roberto Escoto, destacou a importância do trabalho em conjunto para atrair bons investimentos ao estado.

“O Indi tem uma equipe extremamente profissional e proativa, e nós temos trabalhado em parceria intensamente. Minas tem sido uma referência para os outros estados. A Apex entende que a atração de investimentos estrangeiros é muito mais efetiva quando temos este nível de integração que nós atingimos com o estado de Minas Gerais. Não há dúvida que este investimento é inovador, vai gerar uma grande quantidade de empregos qualificados e transferir tecnologia para todo o país”, afirmou.

Economia verde

Além da geração de empregos e benefícios econômicos, a implantação da nova fábrica vai gerar ganhos significativos ao meio ambiente, já que o carro elétrico é mais sustentável e menos poluente.

Além disso, os veículos elétricos tendem a ser mais silenciosos e eficientes, ter menor custo de abastecimento e menor custo tributário e de manutenção.

O diretor de atração de investimentos do Indi (Instituto Integrado de Desenvolvimento Econômico), Ronaldo Alexandre Barquette, avalia que o projeto deve ser exemplo para todo o país.

“A implantação deste projeto eleva Minas Gerais a um novo patamar de desenvolvimento de tecnologias disruptivas e sustentáveis ainda não visto no Brasil, voltadas à mobilidade elétrica, com o desenvolvimento e produção de veículos elétricos e seus componentes. Reflete a importância de Minas nos mais variados setores da economia e sua busca constante para se manter na vanguarda de tecnologias que facilitem e melhorem a vida das pessoas”, afirmou.

A empresa

A empresa ArqBravo Group começou a operar em 2008 na Argentina. Em 2019, criou a primeira comunidade de energia de vanguarda para produção de baterias, tetos solares e veículos, na Califórnia. No Brasil, produz atualmente projetos de mobilidade elétrica no Pará, com frota de 1,1 mil veículos elétricos em Belém. Em 2021, o grupo abriu CNPJ em Minas sob a razão Bravo Motor Company Brasil.

Cluster Industrial

Cluster Industrial é um conjunto de empresas dedicado à inovação aplicada nas áreas de mobilidade urbana e energia, onde serão fabricadas baterias de lítio de alta densidade energética, veículos de mobilidade urbana (pessoas e mercadorias), sistemas de armazenamento de energia, nodos de comunicação para satélites, sistemas de cargas por indução, robôs para uso em logística e combate a incêndios, sistemas de motorização elétrica para mobilidade de pessoas com deficiência motora e sistemas de transporte público.

Investimentos em Minas

Até fevereiro de 2021, Minas fechou mais de R$ 95 bilhões em investimentos via Indi, além do protocolo firmado nesta sexta-feira. Somente os R$ 25 bilhões assinados pela Bravo é quase equivalente a todo o investimento atraído entre 2015 e 2018, que foi no total de R$ 28,2 bilhões.

 

Por | Agência Minas

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Itaúsa lança novo site em parceria com a RIWeb

A holding em parceria com a RIWeb, empresa especializada em soluções para o mercado de RI, construiu um design inovador, dinâmico e que facilita a comunicação com o mercado, imprensa e investidores.

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São Paulo, SP 5/3/2021 – Tivemos a preocupação, desde a definição das informações até a forma de como disponibilizá-las, para facilitar a navegação e o acesso do público

A holding em parceria com a RIWeb, empresa especializada em soluções para o mercado de RI, construiu um design inovador, dinâmico e que facilita a comunicação com o mercado, imprensa e investidores.

A Itaúsa, holding de investimentos, lança seu novo portal mais moderno, dinâmico e com ferramentas e simuladores estimulando o autosserviço do investidor para acompanhamento do desempenho de suas ações. Além disso, possui um conteúdo detalhado sobre a companhia, seu modelo de negócios, governança corporativa, portfólio das empresas investidas e muito mais.

Um dos diferenciais do site é a calculadora de dividendos que tem como objetivo simular o ganho total obtido a partir do investimento nas ações da companhia, por meio da variação da ação acumulada no período, acrescida dos proventos (dividendos, juros sobre capital próprio e demais benefícios). Para determinar a quantidade de ações na data inicial, a ferramenta se baseia na cotação de fechamento das ações na data escolhida como inicial. O portal também disponibiliza gráficos interativos para o investidor saber a cotação das ações, no período que preferir. 

O site traz um menu de informações com o Perfil da Companhia, contendo o portfólio das investidas, os relatórios anuais e a gestão ESG; já no capítulo Governança Corporativa o usuário pode conferir a estrutura societária, a composição acionária, atribuição dos comitês, pautas das assembleias e as políticas da holding; em Resultados e Divulgações, todas as informações das nossas divulgações de resultados; Mercado de Capitais é onde se encontra a calculadora de investimentos, os gráficos interativos de ações, além de um conteúdo orientativo sobre dividendos e juros sobre capital próprio (JCP), valor dos ativos, entre outros; Serviço aos Investidores, aqui temos o “Saiba como investir”, os canais de comunicação que os acionistas podem falar com a companhia e se cadastrar para receber comunicações sobre a Itaúsa, informações sobre o informe de rendimentos, perguntas frequentes, etc.

“Tivemos a preocupação, desde a definição das informações até a forma de como disponibilizá-las, para facilitar a navegação e o acesso do público, de maneira clara e interativa”, afirma Bruno Brasil, head de Relações com Investidores da Itaúsa. “O autosserviço do nosso portal traz agilidade aos possíveis questionamentos dos nossos acionistas sobre ações, pagamento de dividendos, entre outros”, conclui. 

Com o alto crescimento de investidores pessoas físicas na Bolsa de Valores Brasileira (B3), e a Itaúsa sendo uma das maiores bases acionárias da B3, traz para a companhia uma grande responsabilidade em se comunicar da melhor forma com esse público, e o uso da tecnologia, dos canais digitais e das redes sociais são grandes facilitadores desse diálogo.

A Itaúsa vem constantemente aprimorando sua cultura do digital e cada vez mais conectada com seus acionistas, também traz para esse novo portal, o acesso aos seus perfis nas redes sociais como LinkedIn, Instagram e You Tube. Entre lá e confira!

 

Sobre a Itaúsa 

A Itaúsa é uma holding brasileira de investimentos de capital aberto com mais de 45 anos de trajetória. Com portfólio diversificado de empresas líderes em seus segmentos e presentes em mais de 50 países, a companhia tem cerca de 900 mil acionistas pessoas físicas, uma das maiores bases acionárias da bolsa de valores brasileira. 

Ela investe em empresas relevantes da economia, com destaques em seus setores, tais como Itaú Unibanco, Alpargatas, Duratex, Copagaz e NTS, atuando com seriedade, ética, disciplina e confiança em todas as ações, decisões de investimento e relacionamentos que cultiva. A Itaúsa tem como propósito a criação sustentável de valor para os acionistas e para toda a sociedade.
 

Mais informações à imprensa

Deal Comunicações: (11) 2121-7430
Dariela Assumpção – [email protected]
Clarissa Toscano – [email protected]
Stefânia Akel – [email protected]

Website: https://www.itausa.com.br/

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