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Gestor de jogadores cria treinamento para jovens vencerem a vergonha

Gestor de Imagem de jogadores, Vinicius Vieira já atuou com atletas, como Gabigol, hoje no Flamengo, e Marcelo Moreno, do Cruzeiro. Atualmente, leva o mesmo treinamento de comunicação dos craques, a crianças e adolescentes que desejam perder a vergonha de falar em público.

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São Paulo (SP) 6/11/2020 – Vi muitos jogadores se esconderem das câmeras por vergonha e entendi que esse panorama poderia ser alterado já na infância e na adolescência através do treino

Gestor de Imagem de jogadores, Vinicius Vieira já atuou com atletas, como Gabigol, hoje no Flamengo, e Marcelo Moreno, do Cruzeiro. Atualmente, leva o mesmo treinamento de comunicação dos craques, a crianças e adolescentes que desejam perder a vergonha de falar em público.

A vergonha e a timidez são fatores que cada vez mais afastam crianças e adolescentes de relacionamentos simples no cotidiano. Ou até mesmo causam impactos severos em suas vidas, como a perda de oportunidades profissionais e a dificuldade para se relacionar no dia a dia. Por conta da dificuldade nesta questão com a atual geração de jovens, o gestor de comunicação e imagem de jogadores de futebol, Vinicius Vieira, trouxe a experiência e o material obtido com este grupo de atletas profissionais, para a realização de treinamentos de comunicação a crianças e adolescentes, que têm a dificuldade de se expressar em público.  

Ao perceber a dificuldade de jogadores profissionais realizarem entrevistas, se comunicarem com fãs e, também no dia a dia, quando atuou como assessor de imprensa do Santos, Vinicius Vieira passou a colher materiais de mídia para a criação de uma metodologia. A ideia é que, a partir do treinamento, atletas, crianças e adolescentes tenham facilidade para se relacionar com câmeras, microfones e seguidores nas redes sociais. 

“Vi muitos jogadores se esconderem das câmeras por vergonha e muito pelo medo de sofrerem com brincadeiras dos próprios companheiros de time. Nove em cada dez atletas com que trabalhei e tinham essa dificuldade, não assumiam isso. E os vi perderem oportunidades de realizarem entrevistas e matérias, que valorizassem sua própria marca. Assim como vi muitos fugirem de ações e eventos, que os fariam terem melhores relações e acessos que o futebol proporciona. A carreira de muitos passou. Rapidamente, caíram no esquecimento do público e perderam valorização para o mercado esportivo”, disse Vieira, que já atuou na gestão de imagem de craques como Gabigol, hoje no Flamengo, e Marcelo Moreno, atualmente no Cruzeiro e na Seleção da Bolívia.

O trabalho deste profissional de comunicação e marketing é auxiliar seus clientes para que se expressem melhor e com facilidade em entrevistas. Depois de dez anos de atuação específica com jogadores, Vieira diagnosticou que o medo de se expressar em público fosse “vencido” a partir de treinamentos seguidos por uma metodologia. Com isso, ele trabalha pilares como: uso da linguagem corporal para se comunicar, técnicas de entrevistas, relacionamento com as redes sociais de forma consistente e estratégias de marketing na atmosfera de competição.

“Muito me incomodou, ao ver diversos jogadores com essa vergonha e deixando de mostrar o grande papel de ídolo e agente transformador, que eles são. Desta maneira, percebi que a comunicação pode trazer autoconfiança e autoestima, para que possam executar ações simples, como: conhecer uma nova pessoa, comandar uma reunião ou até mesmo atender aos fãs. Por isso, passei a realizar esse treinamento com os mais jovens, que serão nossos futuros ídolos. Assim, eles poderão ser inseridos o mais cedo possível a essas ferramentas. E também terão a possibilidade de saberem como se comunicar de forma tranquila, fácil e até mesmo divertida”.

No momento, os treinamentos de comunicação com Vieira são realizados de forma online, individual e tem duração de um mês. Este trabalho teve início durante a quarentena por conta do coronavírus. Dentre os atendidos, vale destaque para o caso do estudante e jogador da PSG Academy, do Rio de Janeiro, Pedro Frighetto, de 10 anos, que foi um dos primeiros alunos a ingressar no treinamento.

“Para mim, o maior aprendizado do Pedro na mentoria foi entender a importância da comunicação para a vida dele. Teve um ponto muito interessante que trouxe uma confiança e segurança, que foi a inserção da comunicação não verbal. O olho no olho e o sorriso passaram a transmitir uma verdade na vida dele, que antes não utilizava. Outro ponto de importância foi a criação de relações, que hoje no mundo dos adultos chamamos de Networking. Foram inseridas técnicas simples e que serão fundamentais para a vida do Pedro”, disse Clarisse Araújo, mãe de Frighetto.

O público do futebol feminino também buscou por este tipo capacitação no período. A jogadora do time Sub-17 da Seleção Brasileira e do São Paulo, Maria Eduarda, conhecida como Dudinha, passou a ter mais facilidade para vencer a vergonha e criar conteúdos para suas redes sociais, após participar das aulas.

“O maior aprendizado para mim, é que nós falamos com o corpo. A postura na hora de se comunicar é essencial e isso, de forma rápida e surpreendente, facilitou minha forma de se relacionar com as pessoas. Hoje, brinco que quando pinta a vergonha, eu já posiciono meu corpo para me sentir segura”, disse a jogadora.

Website: http://www.academiaextraordinaria.com.br

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Onde investir o 13° salário?

“Apenas” 29% dos beneficiados com o 13° salário pensam em poupar ou investir o recurso

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Foto: Reprodução da internet

Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos / Foto: Divulgação

O décimo terceiro salário é sempre esperado pelos mais de 42 milhões de brasileiros com carteira assinada no país. O dinheiro “extra” sempre dá aquela ajudinha no final de ano com presentes de natal, comemorações e até dívidas a pagar.

De acordo com uma pesquisa realizada pela CNDL/SPC Brasil, cerca de 43% dos trabalhadores utilizarão o benefício para as comemorações de Natal e Ano Novo ou comprar produtos que tinham vontade; 36% gastarão com presentes de Natal para toda a família; e apenas 29% dos trabalhadores brasileiros vão economizar, poupar ou investir.

A última opção, muitas vezes, não é a primeira escolha dos brasileiros. Investimentos quase sempre são deixados em segundo plano na hora de gerir as finanças. As dívidas, os gostos pessoais e o lazer são postos em primeiro lugar. “Em suma, investir é abrir mão do presente para ter mais conforto no futuro. Pode ser para algo maior, como a compra de uma casa, um carro, ou até a sonhada independência financeira”, comenta Daniel Abrahão, assessor na iHUB Investimentos.

O primeiro pilar para começar a investir e ter uma vida financeira saudável é construir uma reserva de emergência. Esse resguardo pode ser construído investindo uma parte do décimo terceiro. Após construída a reserva, o start para os investimentos diversificados pode ser dado.

Abrir mão de um celular novo, pago em algumas parcelas com juros, durante o Natal, pode ser um caminho viável para comprá-lo à vista no futuro. Outro cenário é estar em uma situação de emergência, conseguir pagar as contas sem precisar recorrer a empréstimos ou cheque especial, apenas usando os recursos investidos, uma opção consciente do investidor.

 

Investir as parcelas do 13° ou esperar o montante cair na conta?

A primeira parcela do benefício deverá ser paga até o dia 30 de novembro, já a segunda, até 20 de dezembro. Para Daniel Abrahão, deixar o dinheiro parado na conta bancária nunca é uma opção viável. “Dinheiro parado não rende, logo é uma péssima opção. Atualmente, o mercado financeiro oferece diversos investimentos de liquidez diária, ou seja, que podem ser resgatados imediatamente”, declara o especialista.

Ao obter o valor total do salário extra, o investidor pode optar pela diversificação em classes de ativos, recompondo e balanceando a carteira com possibilidades de maior risco, como renda variável e utilizando da renda fixa como composição.

 

Como investir o dinheiro do 13° em um objetivo de curto prazo?

Partindo do princípio de um curto prazo de até dois anos, o investidor deve optar por investimentos conservadores e com liquidez curta ou com vencimento próximo ao período de retirada dos recursos.

Opções como Tesouro Selic, Renda Fixa Privada e fundos de investimentos são boas classes de ativos para atender a necessidade do curto prazo, valendo atentar-se aos vencimentos das Renda Fixas Privadas.

 

Inserir o 13° no objetivo a longo prazo é a melhor opção?

Tendo em vista uma perspectiva além de cinco anos, o tempo jogará a favor do investidor. Nesse sentido, o leque de opções é bem maior e pode envolver operações tanto conservadoras como arrojadas.

Em linha com o risco, as ações são opções plausíveis para quem quer atuar em renda variável. “Os papéis são uma fração do capital social de uma empresa. Dessa maneira, ao comprar uma ação, o investidor se torna sócio do negócio, inclusive participando dos lucros e prejuízos. Elas não são a única forma de investir em renda variável, mas a mais conhecida”, comenta Abrahão.

O mundo dos investimentos é repleto de oportunidades e cada necessidade de investimento é individual, cada indivíduo possui um objetivo, um sonho a ser realizado ou uma meta a alcançar com os investimentos. “Não existe resposta certeira ou uma forma única para cada um. Na hora de investir, diversos fatores pessoais também devem ser levados em consideração”, finaliza o assessor de investimentos.

 

Sobre iHUB Investimentos

A iHUB Investimentos é uma empresa especializada em assessoria de investimentos credenciada pela XP Investimentos. Possui mais de 3,5 mil clientes, somando mais de R$1,5 bilhão em valores investidos sob custódia.

 

Por | Matheus Correa – Analista de comunicação – Agência Contatto

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Juridiquês: você não precisa disso

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*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação
*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

Por muitos anos, o Direito, assim como o universo jurídico, foi pensado apenas para os advogados e profissionais que possuem conhecimento na área. Nunca foi uma área acessível para os clientes e cidadãos que não possuem formação jurídica.

A relação entre advogados e clientes sempre foi uma relação desequilibrada, em que o profissional do Direito era o único possuidor do conhecimento jurídico, enquanto o cliente ficava apenas de expectador.

Dessa forma, ao mesmo tempo que a nossa Constituição prega o princípio do acesso à justiça, a cultura jurídica afasta essa mesma justiça dos leigos, ou seja, de qualquer cidadão que não possua formação jurídica.

*Advogada Gabriella Ibrahim / Foto: Divulgação

A maior dificuldade do meio jurídico sempre foi o seu distanciamento da realidade, o seu formalismo exagerado e a linguagem rebuscada, o famoso juridiquês. Quem nunca se sentou à mesa com mais de um advogado e pareceu estar ouvindo outro idioma? Ou pegou um contrato para ler e teve certeza de que aquele documento foi feito para prejudicar? Por exemplo, há pessoas que possuem medo de alugar o apartamento ou a casa, pois não conseguem compreender o texto do contrato de locação.

O juridiquês só gera receio e dúvidas. Mas há boas notícias. Um novo conceito jurídico tem ganhado força no mercado: o Legal Design. É uma técnica que utiliza ferramentas e elementos de Design, unidos ao Design Thinking para tornar documentos jurídicos mais acessíveis e compreensíveis para o destinatário final daquele documento.

A proposta é colocar o destinatário final do documento jurídico como foco de toda estratégia de elaboração. Em âmbito contratual, podemos citar o exemplo de um contrato, que, em regra, no dia a dia, é lido por pessoas comuns, que não são da área jurídica, e que pode ser redigido utilizando uma linguagem simplificada e objetiva, usando elementos de design (gráficos, tabelas, fluxogramas).

A ideia é trazer mais clareza. A pessoa precisa entender o papel que está assinando desde a primeira linha.  O objetivo do Legal Design é tornar documentos jurídicos mais acessíveis, compreensíveis e estratégicos, fazendo com que sejam mais eficientes e que melhorem a experiência dos usuários finais. Portanto, que possamos deixar de lado o juridiquês para sermos cada vez mais claros e transparentes. Consumidores, clientes, magistrados e todos aqueles que têm contato com o documento agradecem.

(*) Advogada contratualista, especialista em Legal Design, criadora da Formação Completa em Legal Design e Visual Law – Metodologia LDFD, pós-graduada em Direito e Processo do Trabalho e pós-graduanda na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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Como as telas implicam na vida das crianças

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Foto: Divulgação

* Luciana Brites é CEO do Instituto Neurosaber e doutoranda em distúrbios do desenvolvimento / Foto: Divulgação

Um estudo da American Academy Of Child e Adolescent Psychiatry (AACAP), mostrou que crianças americanas, com idade entre 8 a 12 anos, passam de quatro a seis horas usando telas. Já quando se trata de adolescentes, esse tempo passa para até nove horas.

As crianças estão cada vez mais expostas às telas, sejam elas de celular, tablet ou até mesmo da TV. É importante reforçar que, como tudo na vida, a tecnologia também deve ser usada com moderação. Ela traz muitos benefícios quando bem usada e quando usada em excesso pode fazer mal.

Vale ressaltar que os jogos digitais estimulam a criatividade e o raciocínio lógico das crianças. Dependendo do jogo, pode até despertar mais interesse por alguma matéria escolar.

É na primeira infância quando a gente mais se desenvolve. Pensando nos pequenos, os jogos voltados para eles devem ser mais lúdicos e com as músicas mais baixas para não afetar a audição. Os jogos estimulam muitos neurotransmissores. Isso faz com que a criança queira jogar cada vez mais.

Por isso, os pais devem limitar um tempo para que elas joguem sem ter prejuízos no desenvolvimento. Lembre-se que a criança precisa ter contato social. Os responsáveis devem evitar jogos com muito barulho e sem objetivo. Verifique a faixa etária dos jogos e veja se eles se adequam a idade do seu filho.

É importante reforçar que já há trabalhos que correlacionam o uso de telas com atraso de linguagem. Isso é muito preocupante e por isso a necessidade de um limite de tempo é necessária. Quando esse atraso acontece na fase de alfabetização, essa criança também pode ter uma demora para aprender a ler e escrever.

Então, aproveite e limite o tempo de uso de tecnologias. Além disso, incentive-o a praticar esportes, participar de jogos coletivos e interagir socialmente com outras crianças para que ela se desenvolva da forma correta e sem prejuízos.

(*) Luciana Brites é CEO do Instituto NeuroSaber (https://institutoneurosaber.com.br/), autora de livros sobre educação e transtornos de aprendizagem, palestrante, especialista em Educação Especial na área de Deficiência Mental e Psicopedagogia Clínica e Institucional pela UniFil Londrina e em Psicomotricidade pelo Instituto Superior de Educação ISPE-GAE São Paulo, além de ser Mestra e Doutoranda em Distúrbios do Desenvolvimento pelo Mackenzie.

 

Por | Joyce Nogueira – Drumond Assessoria de Comunicação

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