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Lavadores de carro conquistam o primeiro milhão durante a pandemia

Mesmo com a economia recuando em vários setores, empreendedores foram na contramão dessa onda

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Belo Horizonte – MG 10/11/2020 – Tenha um propósito que vai além do dinheiro e dos boletos, é esse propósito que te fará levantar da cama nos seus piores dias.

Mesmo com a economia recuando em vários setores, empreendedores foram na contramão dessa onda

Ao iniciar 2020, muitas esperanças se acenderam. Novos negócios, projetos, estudos foram colocados nas listas de afazeres das pessoas. Mas um imprevisto em março, fez esse cenário modificar. Com a declaração de pandemia do novo Coronavírus e a contaminação ganhando mais força no Brasil, o país fechou. Claramente, a economia foi fortemente afetada, com fechamento de empresas, queda nos faturamentos, queda de investimentos, demissões, desdobramentos do combate contra um inimigo invisível e inesperado. Porém, um movimento na contramão, veio de Belo Horizonte, dos empresários Igor e Maria Luiza, gestores da marca Ao Raboni, empresa focada na estética automotiva. 

De acordo com o Fundo Monetário Internacional, a previsão de recuo da economia brasileira será de 5,8%. Em dados do IBGE, mostram a queda de 9,7% no segundo trimestre deste ano. O desemprego no Brasil chegou a 13,8%, e durante a pandemia foram mais de 11  milhões de postos de trabalho fechados, até o mês de julho. O índice de ocupados é de aproximadamente 82 milhões, o menor contingente da série histórica. Com isso, as palavras “persistência” e “reinventar” precisaram estar presentes nos empreendedores, como foi com o casal Raboni. 

Durante a pandemia e as incertezas que ela traz, a ideia foi tranquilizar funcionários e clientes: “Foi importante levar conscientização dos nossos clientes de como poderíamos trazer soluções pra vida deles no combate ao vírus, fizemos até uma ação de um dia inteiro com tratamento de ozônio gratuito no carro deles, essa estratégia impactou muito, mas com os clientes o desafio foi menor pelo fato de sempre reforçarmos em nossas redes sociais a importância do cuidado e higiene do carro”, afirma Igor.

O que justifica o faturamento dos empreendimentos gerarem 1,7 milhão até o mês de outubro, com múltiplas atividades originadas da estética automotiva. Eles, além de lava-jato, são barbearia, lanchonete, e plataforma de cursos online e presenciais, gerando capacitação acessível e mão de obra para o mercado de trabalho, tudo no mesmo complexo. Além disso, são autoridades no assunto na internet. Igor e Maria Luiza juntos, possuem quase 1 milhão de seguidores “chatos com carro” como são chamados os seguidores do casal. 

A ideia de unir várias atividades veio de um princípio que defendemos há muito tempo e que se tornou uma filosofia para desenvolver estratégias, ‘pessoas têm problemas, empresas têm soluções’. A partir disso faça o que ninguém fez, pra chegar onde ninguém chegou”, explica Igor. Durante a pandemia, a atividade da empresa que mais teve crescimento foram os cursos, que ao ficarem mais desacelerados devido ao isolamento social, se dedicaram aos cursos. 

“Nessa pandemia o crescimento foi de aproximadamente 314%, isso devido a agilidade da nossa empresa ao criar as estratégias para o período, e por antes da pandemia já termos estruturado um curso online, que tinha como respaldo nossa própria empresa como case de sucesso da eficiência do método que ensinávamos, isso unido ao fato de várias pessoas perderem seus empregos, resolveram investir naquilo que amam, e esse fato nos fez ter um crescimento exponencial, com mais de mil alunos formados.” Afirma.

Uma engrenagem que movimenta vários elementos, pois o início da história dos empresários em 2014, foi como simples lavadores de carros, com um capital inicial de R$ 172,00 não imaginavam que em 6 anos multiplicariam este valor em 10 mil vezes. “Esse sucesso pra gente significa muito mais que os números de um faturamento, é uma quebra de tabu, pra gente que veio de família simples, ver que há 6 anos começávamos com 170 reais. Nosso propósito sempre foi pessoas, transformar e impactar a vida delas de alguma forma, o dinheiro é uma das várias consequências positivas de executar um projeto de forma bem-feita. Por isso sempre dizemos a todos, tenha um propósito que vai além do dinheiro e dos boletos, é esse propósito que te fará levantar da cama nos seus piores dias.”

Mais detalhes da história do casal Ao Raboni nas redes sociais: 

Instagram: https://www.instagram.com/aoraboni/ https://www.instagram.com/maria_raboni/ 

YouTube: https://www.youtube.com/aoraboni 

Site de cursos: http://aoraboni.com.br/lista-espera.html 

 

Website: http://aoraboni.com.br/lista-espera.html

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Bandeira tarifária acionada para março é amarela

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Bandeira tarifária acionada para março é amarela

Mantida bandeira amarela, que representa custo de R$ 1,343 a cada 100kWh consumidos

Bandeira tarifária acionada para março é amarela

A bandeira tarifária permanece amarela em março, com custo de R$1,343 para cada 100kWh consumidos. Em fevereiro, houve registros significativos de precipitação nas principais bacias do Sistema Interligado Nacional (SIN). Março ainda é um mês típico do período úmido nessas regiões. Todavia, os principais reservatórios de hidrelétricas do SIN ainda apresentam estoques reduzidos para essa época do ano, em função do volume de chuvas muito abaixo do padrão histórico registrado entre setembro e janeiro.

Essa realidade sinaliza patamar desfavorável de produção pelas hidrelétricas, pressionando os custos relacionados ao risco hidrológico (GSF). A conciliação de baixa produção hidrelétrica com o preço da energia no mercado de curto prazo (PLD) levou à caracterização do patamar amarelo para o acionamento das Bandeiras. O PLD e o GSF são as duas variáveis que determinam a cor da bandeira a ser acionada.

Criado pela ANEEL, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o bom uso da energia elétrica. O funcionamento das bandeiras tarifárias é simples: as cores verde, amarela ou vermelha (nos patamares 1 e 2) indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração.

Com as bandeiras, a conta de luz ficou mais transparente e o consumidor tem a melhor informação, para usar a energia elétrica de forma mais eficiente, sem desperdícios.

Com a manutenção do acionamento da bandeira amarela é importante reforçar ações relacionadas ao uso consciente e ao combate ao desperdício de energia.

Confira abaixo algumas dicas.

Dicas de Economia de Energia

Chuveiro elétrico
·         Tomar banhos mais curtos, de até cinco minutos
·         Selecionar a temperatura morna no verão
·         verificar as potências no seu chuveiro e calcular o seu consumo

Ar condicionado
·         Não deixar portas e janelas abertas em ambientes com ar condicionado
·         Manter os filtros limpos
·         Diminuir ao máximo o tempo de utilização do aparelho de ar condicionado
·         Colocar cortinas nas janelas que recebem sol direto

Geladeira
·         Só deixar a porta da geladeira aberta o tempo que for necessário
·         Regular a temperatura interna de acordo com o manual de instruções
·         Nunca colocar alimentos quentes dentro da geladeira
·         Deixar espaço para ventilação na parte de trás da geladeira e não utilizá-la para secar panos
·         Não forrar as prateleiras
·         Descongelar a geladeira e verificar as borrachas de vedação regularmente

Iluminação
·         Utilizar iluminação natural ou lâmpadas econômicas e apagar a luz ao sair de um cômodo; pintar o ambiente com cores claras

Ferro de passar
·         Juntar roupas para passar de uma só vez
·         Separar as roupas por tipo e começar por aquelas que exigem menor temperatura
·         Nunca deixe o ferro ligado enquanto faz outra coisa

Aparelhos em stand-by
·         Retirar os aparelhos da tomada quando possível ou durante longas ausências

 

Por | Agência Nacional de Energia Elétricaaneel.gov.br

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Especialista relata a situação da EMBRAER na recuperação da desaceleração do setor aéreo no cenário de pós-pandemia

A tendência está voltada para um cenário positivo, principalmente para o mercado de aviação doméstica e regional

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São Paulo, SP 1/3/2021 – Essa dificuldade, fez com que o Banco Nacional de Desenvolvimento – BNDES voltasse a oferecer apoio com linhas de financiamento para a exportação de aeronaves

A tendência está voltada para um cenário positivo, principalmente para o mercado de aviação doméstica e regional

Em razão da pandemia da Covid-19, o mercado de aviação passa por uma instabilidade em que a demanda global de passageiros caiu aproximadamente 66,3%, a capacidade 57,6%, e os lucros das empresas aéreas foram reduzidos em U$118,5 bilhões de dólares, segundo a Associação Internacional do Transporte Aéreo – IATA. De acordo com entidade, 2020 registrou o pior ano financeiro do setor e um grande número de desemprego em massa nos principais fabricantes de aeronaves e companhias aéreas.

A Empresa Brasileira de Aeronáutica – EMBRAER, terceira maior fabricante de aeronaves do mundo, sofre uma grande pressão, no cenário atual, para que aumente o “backlog” (carteira de pedidos) e mantenha o quadro especializado de funcionários, declara Celso Valério Bastos Casagrande, engenheiro de sistemas aeroespaciais sênior, com foco em Sistema de Propulsão. “Essa dificuldade fez com que o Banco Nacional de Desenvolvimento – BNDES voltasse a oferecer apoio com linhas de financiamento para a exportação de aeronaves brasileiras da EMBRAER, num valor total de R$ 3 bilhões. Isto pode permitir que a empresa se mantenha competitiva, comparada com suas concorrentes internacionais”, informa Casagrande.

No presente momento, o especialista acredita que há a necessidade de o Estado brasileiro apoiar de forma irrestrita, e com mecanismos de amparo, a indústria e o setor aeronáutico. “Fazendo isso, além de garantir suporte financeiro para a venda de novas aeronaves, também pode, em conjunto, ampliar o quadro de novas pesquisas tecnológicas que reflitam as tendências mundiais em crescimento, como as áreas de combustíveis alternativos e a mobilidade urbana”, afirma Casagrande, pós-graduado em Gestão Estratégica de Negócios pelo INPG – Brasil, e em Tecnologia de Controle Digital pelo CEFET-PR – Brasil.

Conforme o engenheiro, com mais de 23 anos de experiência na indústria aeronáutica, mesmo em crise, existem perspectivas positivas no mercado regional e doméstico da aviação, como as companhias aéreas de mercados domésticos maiores ou de grandes operações de carga, que apresentam uma melhora no desempenho no setor. A IATA anunciou que a demanda de passageiros (medida em passageiros-quilômetros pagos transportados, ou RPKs) caiu 91,3% em maio de 2020 em relação a maio de 2019, resultado um pouco melhor que a queda anual de 94% registrada em abril de 2020. Essa melhoria se deve à retomada de alguns mercados domésticos.

“De acordo com o CEO da Lufthansa, Carsten Spohr, hoje existe uma necessidade de adequar pedidos de aviões maiores para aeronaves de alcance mais ajustado, com menores rotas. Caso isso se confirme, posso dizer que a EMBRAER terá produtos a disposição para esse novo contexto. Imagine aviões da família E2, com nova motorização e performance melhorada quando comparados aos jatos regionais anteriores, como não seria? É imperativo a necessidade de abertura de novas linhas de crédito por parte do BNDES”, relata Casagrande, com larga experiência em gestão de projetos e liderança técnica, participando de atividades de desenvolvimento em aviação e na indústria aeroespacial.

Um fator, também, importante para a Embraer, alerta o profissional, é em relação à manutenção do fluxo de caixa dos programas militares, o cargueiro KC-390 e o caça Gripen que representam uma manutenção de cadência produtiva e de mão de obra altamente qualificada. Segundo um estudo da Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate – COPAC, divulgado pela Força Aérea, o projeto de aquisição dos caças Gripen, em conjunto com o desenvolvimento em estruturação e tecnologia, pode gerar cerca de 21 mil empregos na cadeia econômica do país.

“Apesar de parecer incoerente com o momento atual, visto que aparentemente existem outras prioridades em termos de gastos com orçamento e contingenciamento de verbas, é de suma importância essa manutenção dos programas militares. É de relevância estratégica, para qualquer país, a segurança da estrutura de empregos de suas fabricantes de aeronaves, assim como a ampliação da estrutura de fornecedores nacionais”, diz Celso Casagrande, com certificação e entrada em serviço de diversos programas de aeronaves (Jatos Executivos Embraer EMB 545/500 e EMB 500/505, Aviões Regionais Embraer EMB 170/175 / 190/195 e Mitsubishi MRJ 90 e aviões militares EMB-314 Super Tucano e E-99 SIVAM). 

Consoante o engenheiro, a tendência do setor aeronáutico no pós-pandemia, está voltada ao mercado de aviação doméstica e regional, com intuito de reduzir emissões de gás e ruídos, de melhorar a performance dos voos e do uso de aeronaves com propulsão alternativa. As propulsões elétrica, híbrida ou com uso de combustíveis alternativos voltarão a ser o foco cada vez mais valorizado. Casagrande também ressalta que os importantes “players” industriais (Boeing, Airbus, Rolls-Royce e GE) e os institutos de pesquisa de renome mundial, como a NASA, têm feito substanciais investimentos no desenvolvimento de projetos disruptivos de Propulsão, inclusive com a proposta de uso intenso de supercondutores e nova tecnologia de baterias.

“O cenário atual é desafiador. A pandemia afeta todas as empresas ligadas ao segmento aeronáutico, como: fornecedores, indústria e operadoras. Neste momento de crise, é fundamental o apoio do Estado à cadeia nacional de construção aeronáutica. Porque passado esta fase da pandemia, é mandatória a manutenção dos mecanismos de amparo à indústria e do apoio ao financiamento na venda de novas aeronaves. Além de ampliação de dispositivos de financiamento para pesquisas de novas tecnologias e tendências mundiais, de combustíveis alternativos e de mobilidade urbana. Isto garante a adequação aos futuros desafios em termos de normas ambientais, garantindo competitividade para a Indústria Aeronáutica local”, finaliza o engenheiro de sistemas propulsivos Celso Valério Bastos Casagrande.

Website: http://linkedin.com/in/celso-casagrande

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Oferta de crédito e juro baixo impulsionam vendas de imóveis usados na capital paulista

Lello registrou alta de 20% nas transações no segundo semestre do ano passado em comparação com 2019; financiamento imobiliário representou 60% dos negócios

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São Paulo, SP 1/3/2021 – A Lello manteve seu ritmo na intermediação da venda de imóveis em 2020, porque já estava em processo de transformação digital

Lello registrou alta de 20% nas transações no segundo semestre do ano passado em comparação com 2019; financiamento imobiliário representou 60% dos negócios

A maior oferta de crédito e os juros baixos têm impulsionado a venda de imóveis residenciais usados em São Paulo. Com a redução histórica da taxa Selic para 2% ao ano, ocorrida em agosto do ano passado, as instituições financeiras sentiram-se seguras para oferecer juros menores em suas operações, entre as quais o crédito imobiliário. Dentro deste contexto, a aquisição de um imóvel tornou-se um investimento rentável e o financiamento imobiliário, atrativo.

Diante deste cenário, a administradora e imobiliária Lello registrou, no segundo semestre de 2020, 20% mais vendas de imóveis na comparação com igual período do ano anterior.

Já em relação ao financiamento imobiliário, o ano passado respondeu por 60% das vendas, o que representa uma alta de 30% em relação ao número de imóveis vendidos por meio da concessão de crédito no ano de 2019.

Do total de imóveis comercializados, 72% foram apartamentos, que continuam sendo a preferência de compra dos paulistanos, e 28% optaram por casas. A procura por casas registrou expressivo aumento. Em 2019, esse segmento havia representado apenas 18% do total de negócios.

A partir do segundo semestre do ano passado, foram observadas mudanças no comportamento e no interesse dos compradores de imóveis, como a necessidade de  mais espaço, proporcionado pelas casas. Em relação aos apartamentos, os mais buscados foram os imóveis bem iluminados, arejados, com espaço para home-office e varanda gourmet. 

Para Gabriela Marques, gerente comercial da Lello Imóveis, o setor imobiliário vive um bom momento. “Tivemos um segundo semestre muito positivo, superando as expectativas, inclusive. Para muitas pessoas, houve uma ressignificação do morar, com a necessidade de conciliar espaços de lazer, convivência e trabalho. Isso fez com que as pessoas buscassem novas moradias, o que ajudou a movimentar o mercado”, afirma. “Além, claro, da retomada dos investidores, que voltaram a apostar no ramo imobiliário”. Gabriela acredita que em 2021 o mercado se manterá aquecido.

A Lello manteve seu ritmo na intermediação da venda de imóveis em 2020, porque já estava em processo de transformação digital, hoje exigido em qualquer negócio. E, mesmo no momento de distanciamento social, pode garantir a continuidade dos negócios de seus clientes, por meio de atendimento e visitas online, visitas por vídeo, fotos profissionais com tour 360º, contratos digitais e até registros de escrituras com assinatura eletrônica, das unidades comercializadas.

Website: http://www.lelloimoveis.com.br

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