Conecte-se conosco

Notícias

Motivos para investir no empréstimo entre pessoas físicas

As transações são realizadas por meio de fintechs que intermediam essa maneira de empréstimo.

Publicado

em

São Paulo,SP 27/10/2021 –

As transações são realizadas por meio de fintechs que intermediam essa maneira de empréstimo.

Muitos investidores vivem um permanente dilema na hora de aplicar o próprio dinheiro: renda fixa – com baixo retorno, mas com rentabilidade segura – ou renda variável, com possibilidade de grandes ganhos, porém muitos riscos.

Uma forma de investimento, que é conversadora, mas, ao mesmo tempo, permite uma rentabilidade muito maior em relação aos investimentos em renda fixa tradicional é o empréstimo entre pessoas físicas – serviço regulamentado pelo Banco Central do Brasil em 2018 com a criação da Sociedade de Empréstimo entre Pessoas (SEP).

A SEP proporciona uma forma de empréstimo em que instituições financeiras credenciadas conectam pessoas que precisam do empréstimo com quem dispõe de recursos para investir. As transações são realizadas por meio de fintechs que intermediam essa maneira de empréstimo peer-to-peer.

As SEPs não podem utilizar recursos próprios e nem assegurar o cumprimento dos acordos. Elas avaliam e classificam os bons pagadores e os bons poupadores e os conectam para a realização dos empréstimos. Os negócios acontecem em meio totalmente digital.

Vantagens do Empréstimo entre Pessoas

Essa modalidade é vantajosa para os dois lados. Para quem recebe os recursos: juros mais baixos em relação a empréstimos feitos em instituições bancárias e para quem investe, que obtém juros maiores do que os recebidos em investimentos, como aplicação na caderneta de poupança, Crédito Direto Bancário (CDB) ou Tesouro Direto.

Para o investidor, existe liberdade total em escolher para quem o recurso será emprestado. A SEP avalia cada tomador de empréstimo com base no seu histórico de crédito. Com critérios objetivos, classifica quem possui as melhores capacidades de pagamento.

O investidor ainda tem contato direto com a pessoa, conhecendo quem ela é e qual o destino dos recursos do crédito. Dessa forma, quem investe no empréstimo entre pessoas físicas consegue, não apenas uma boa rentabilidade, mas também ajuda diretamente outra pessoa. Assim, o investidor lucra e ainda permite que uma pessoa real resolva sua situação financeira, seja para realizar um sonho ou para se livrar de uma dívida mais pesada. É o típico negócio que faz bem para todos.

Riscos do Empréstimo entre Pessoas

Como todo investimento, essa modalidade inclui riscos. Neste caso, é a inadimplência do tomador do empréstimo. Entretanto, por ser um empréstimo regulamentado, o investidor tem todo o amparo contratual e jurídico para receber juros e multas do atraso de pagamentos. A SEP também pode auxiliar na cobrança entrando em contato direto com o tomador de crédito.

Por ser um negócio peer-to-peer, a falta de pagamento nesse tipo de empréstimo costuma ser bem menor em relação aos empréstimos realizados em instituições bancárias.

Comunidade Financeira

O Bullla foi a primeira fintech autorizada pelo Banco Central a realizar empréstimos entre pessoas físicas. Trata-se de uma comunidade financeira que promove soluções de crédito e investimento.

Mais informações em https://www.bullla.com.br/

Website: https://www.bullla.com.br/

Continuar Lendo
Anúncio
Clieque para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Notícias

Menos invasivo e não cirúrgico, a rinomodelação é alternativa à rinoplastia

A despeito de o procedimento já existir há mais de 20 anos, foi na última década que se popularizou mundo afora, na esteira de outras intervenções de preenchimento facial; PhD em odontologia traz detalhes sobre intervenção realizada com ácido hialurônico

Publicado

em

por

Belo Horizonte – MG 6/12/2021 – A rinomodelação é menos invasiva, sendo ideal para a realização de melhorias sutis em pequenas imperfeições nasais

A despeito de o procedimento já existir há mais de 20 anos, foi na última década que se popularizou mundo afora, na esteira de outras intervenções de preenchimento facial; PhD em odontologia traz detalhes sobre intervenção realizada com ácido hialurônico

A alta procura por cirurgia plástica nasal (a chamada rinoplastia) no Brasil fazem do país, segundo dados de 2019 da Isaps (International Society of Aesthetic Plastic Surgery – Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética, em português), o segundo no ranking dos que mais realizam o procedimento no mundo. Sendo, porém, segundo profissionais qualificados na área, considerada uma operação cirúrgica complexa, a rinoplastia tem perdido a concorrência para uma técnica menos invasiva em relação aqueles que desejam corrigir pequenas imperfeições no nariz: a rinomodelação, também conhecida como bioplastia nasal.

Diferentemente da rinoplastia – cujo procedimento envolve corte na parte externa ou interna no nariz, as correções das estruturas do órgão e o fechamento da incisão -, a rinomodelação consiste em uma técnica de preenchimento que visa corrigir imperfeições do contorno nasal por meio da aplicação de ácido hialurônico. Trata-se de uma intervenção realizada também no nariz, demandada por pacientes que não querem, não precisam ou não podem passar por uma cirurgia complexa como a rinoplastia.

A despeito de o procedimento já existir há mais de 20 anos, foi na última década que se popularizou mundo afora, na esteira de outras intervenções de preenchimento facial. No início, a rinomodelação era realizada com substâncias não absorvíveis pelo corpo, como o polimetilmetacrilato (PMMA), sendo, posteriormente, substituída pelo ácido hialurônico, que, por ser uma substância pouco alergênica e que é reabsorvida pelo organismo, pode ter seu efeito revertido facilmente. O resultado da rinomodelação, porém, não é definitivo, tendo prazo de duração em média de 12 meses.

Procedimento não cirúrgico e menos invasivo

Para a cirurgiã-dentista Cláudia Starling, que atua em uma clínica em Belo Horizonte que realiza o procedimento de rinomodelação, “as pessoas que, em geral, buscam por este procedimento querem modelar o nariz de acordo com suas preferências: às vezes um pouco maior, menor ou mais arrebitado”, diz. “São muitas as possibilidades de harmonização”.

O fato de a rinomodelação ser um procedimento não cirúrgico, na opinião de Dra. Starling, faz com que muitas pessoas a prefiram em detrimento à rinoplastia. “A rinomodelação é menos invasiva, sendo ideal para a realização de melhorias sutis em pequenas imperfeições nasais”, afirma a cirurgiã-dentista, ressaltando que, nos últimos meses, com o avanço da vacinação contra a Covid-19, a demanda pelo procedimento tem aumentado.

Como todos os procedimentos estéticos, mesmo os mais simples, porém, há riscos: de acordo com a Dra. Cláudia Starling , pacientes com lesões de pele no local da aplicação, histórico de sensibilidade ao ácido hialurônico e que já tenham feito aplicação com PMMA no nariz devem ser avaliados criteriosamente antes de realizar a intervenção.

Para saber mais, basta acessar: https://www.draclaudiastarling.com.br

Website: https://www.draclaudiastarling.com.br

Continuar Lendo

Notícias

Mercado de RPA movimentará R$ 11,6 bilhões até o fim do ano

Ferramenta consiste no uso de robôs digitais (bots) para executar tarefas repetitivas anteriormente realizadas por pessoas; especialistas comentam vantagens de implementação da automatização de processos no meio empresarial

Publicado

em

por

São Paulo – SP 6/12/2021 – Uma jornada de implementação bem-sucedida e estruturada do RPA obtém resultados mais rápidos e assertivos, otimizando os processos

Ferramenta consiste no uso de robôs digitais (bots) para executar tarefas repetitivas anteriormente realizadas por pessoas; especialistas comentam vantagens de implementação da automatização de processos no meio empresarial

Jornadas maçantes de trabalho, com atividades manuais que se sucedem de forma rotineira, trazendo desgaste físico e emocional aos empregados. Tal panorama, comum a tantos trabalhadores brasileiros, em muitos casos, poderia ser atenuado pela automatização de serviços por meio de robôs. 

Pesquisa recente realizada por uma empresa estadunidense especializada em desenvolvimento de software e automação de processos, reforça este cenário: segundo o estudo global, 49% dos entrevistados relataram não conseguir finalizar o expediente no horário correto por conta de tarefas administrativas simples – e repetitivas – que poderiam ser automatizadas. Ademais, 87% dos funcionários afirmaram que gostariam que seus empregadores automatizassem estas atividades; 55% indicaram que deixariam seus empregos caso esse volume de tarefas manuais e repetitivas ficasse muito elevado; e 85% mostram-se atraídos por empresas que investem em automação em tarefas administrativas digitais.

Uma das ferramentas utilizadas neste propósito de automatizar operações realizadas durante as jornadas de trabalho é o RPA (Robotic Process Automation – ou Automação Robótica de Processo, em tradução livre), que consiste, basicamente, no uso de robôs digitais (bots) para executar tarefas repetitivas anteriormente realizadas por pessoas. Para 49% dos trabalhadores entrevistados em uma pesquisa recente realizada pela empresa de consultoria Forrester Consulting a automação de processos resultou na eliminação de atividades maçantes e rotineiras. O mesmo estudo estimou que o mercado global de RPA alcance a cifra de US$ 2,1 bilhões (por volta de R$ 11,6 bilhões) até o final deste ano.

Com o RPA, é possível que sejam automatizadas funções das áreas financeira, contábil, fiscal e tributária, de RH, de TI, e de vendas e marketing. Ações como monitoramento de servidores e aplicativos, gestão de cadastros, redefinição e bloqueio de senhas, pagamento de contas e até mesmo processos seletivos e treinamentos podem ser realizados com automação robótica de processos.

De acordo com a consultoria PwC, 45% das atividades manuais podem ser automatizadas. A estimativa realizada pelo estudo indica que, caso todos estes processos, em âmbito global, deixassem de ser realizados manualmente, haveria uma economia de US$ 22 trilhões (cerca de R$ 122,4 trilhões) em custos com a força de trabalho.

A automação na área tributária e fiscal

Uma das áreas onde o RPA é mais empregado é a fiscal e tributária, sendo possível, entre outros processos, automatizar a elaboração de cálculos de impostos, realizar compliance dos processos fiscais e tributários e realizar planejamentos tributários com base nos processos dos clientes. 

Para Davi Santana, Tax Manager na Samsung SDS, “a automação na área tributária e fiscal já é uma prática que foi impulsionada pela transformação digital das empresas”, sendo esta prática algo essencial para que a empresa possa “desafogar colaboradores de atividades que não agregam para focar naquelas que realmente importam”. O executivo pontua que a automação de processos manuais e repetitivos permite que a empresa “elimine erros e riscos de input de informações incorretas”, gerando tempos de respostas mais rápidos, menores custos operacionais, maior qualidade de trabalho e maior produtividade da equipe. 

“Uma jornada de implementação bem-sucedida e estruturada do RPA obtém resultados mais rápidos e assertivos, otimizando os processos e aumentando a performance da operação”, diz Mônica Oliveira, IT Sales Manager na Samsung SDS. “O RPA veio para apoiar as empresas nos processos operacionais, onde o volume de ações repetitivas impacta no dia a dia do executor e, com a automação destes processos, o colaborador fica orientado no negócio e nos resultados da empresa”. Sobre a implementação do RPA, Davi Santana diz que é preciso realizar “uma análise profunda dos processos da empresa” antes que eles sejam automatizados. 

“Precisamos entender os processos que serão mapeados, qual a prioridade e o impacto desta automação, para poder direcionar o cliente no ganho de produtividade, performance e retorno deste investimento”, pontua. “Além desta etapa inicial, é muito importante termos um processo de governança e risco, onde aplica-se a gestão de demanda e de mudança adotados durante toda a jornada de implementação”. 

Para saber mais, basta acessar: http://samsungsds.rds.land/rpa-home?utm_source=DINO&utm_medium=materia&utm_campaign=RPA&utm_content=automacao+fiscal

Website: https://www.samsungsds.com/la/index.html

Continuar Lendo

Notícias

Uze faz parceria com Serasa para facilitar a renegociação de dívidas com cliente

No primeiro mês de operação, a empresa cresceu 50% no número de negociações comparado aos meses anteriores

Publicado

em

por

São Paulo, SP 6/12/2021 – O maior ganho é que esse cliente volta a ter crédito no mercado a partir da quitação e negociação de dívidas, melhorando todo o ciclo cliente+compras

No primeiro mês de operação, a empresa cresceu 50% no número de negociações comparado aos meses anteriores

Dados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor mostram que o percentual de famílias brasileiras com dívidas continua em alta e, no mês passado, atingiu 72,9%. Um novo recorde mensal. Além disso, cerca de 62,21 milhões de brasileiros estão endividados no país, de acordo com o último Mapa de Inadimplência e Renegociação de Dívidas divulgado em setembro pela Serasa.

Foi pensando nessa grande fatia de inadimplentes que a UZE, empresa focada em soluções de crédito para o varejo, anuncia a parceria com o Serasa Limpa Nome, maior plataforma de renegociação de dívidas do país. A união de forças oferece ao cliente descontos de até 90% com credoras de diversos segmentos, a fim de facilitar o processo de conciliação de clientes inadimplentes, além de lançar campanhas que oferecem altos descontos para auxiliar essas pessoas a voltarem a ter acesso ao crédito.

Com a parceria, clientes UZE que tiverem débitos a partir de R$ 50,00 poderão fazer acordos com descontos de até 90% nas taxas de juros. Os clientes que quiserem checar o valor devido, poderão acessar o site oficial do Serasa Limpa Nome ou baixar o aplicativo Serasa, disponível para Android ou iOS. Em agosto, um em cada quatro brasileiros (25,6%) não estava conseguindo quitar as dívidas no prazo.

Resultados da ação:
No primeiro mês de operação, a empresa contabilizou um crescimento exponencial de 50% no aumento de tratativas. Dentro dessa porcentagem, 46% do atendimento foi feito por telefone e 54% por meio do digital.

Para a Uze, esse processo está relacionado a uma estratégia de multicanalidade. A empresa defende que o acesso tem que acontecer independentemente do canal, e se prepara para estar presente em todos os ambientes que sejam possíveis de haver esse contato cliente/empresa. Além dos canais próprios e da parceria com a Serasa, a Uze também disponibiliza outras ferramentas para negociação.

A estratégia tem contabilizado grandes resultados para a empresa, para o cliente e o mercado como um todo, que passa a ter novamente um consumidor com melhores chances de acesso ao crédito. Para Giuliano Manocchio, Gerente de Cobranças da Uze, a movimentação que a empresa tem feito é um benefício para o próprio consumidor, que quita sua dívida e passa ter opções em todos os canais para esse processo. “O maior ganho é que esse cliente endividado, volta a ter crédito no mercado a partir da quitação e negociação de dívidas, melhorando todo o ciclo que envolve cliente+compras”, explica.

Website: https://uzecomvoce.com.br/

Continuar Lendo

Em Alta

...