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Empresa de puericultura investe em TV pela primeira vez em comemoração aos 30 anos de história

Campanha I Lolly You consolida a presença da marca em rede nacional

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Campinas 10/11/2020 – “Essa é a nossa primeira campanha em TV e a primeira do setor, estamos muito motivados com os resultados e honrados com esse presente, que vai ao encontro dos o

Campanha I Lolly You consolida a presença da marca em rede nacional

Com o desafio de ampliar sua participação no mercado e divulgar seu novo posicionamento em um segmento muito disputado por marcas nacionais e internacionais, a Lolly Baby especializada em puericultura leve lança campanha institucional em comemoração aos 30 anos de história,

A Campanha que entrou no ar em outubro e vai até março de 2021, teve o conceito I Lolly You criado pela agência Pragma Comunicação com o objetivo de apresentar a empresa pela primeira vez na mídia de massa e consolidar o seu reconhecimento em uma categoria muito competitiva no mercado. “Buscamos uma forma simples e memorável de reforçar o awareness e o propósito da marca, por meio de uma frase simples e universal, como I Love You, que registra este grande ápice da empresa”, diz Miguel Villalobos, CEO da Pragma.

Para Nélio Loatti, CEO da Lolly, esse conceito foi muito assertivo. “Essa é a nossa primeira campanha em TV e a primeira do setor, estamos muito motivados com os resultados e honrados com esse presente, que vai ao encontro dos objetivos da empresa, que se traduzem em transmitir o amor e o cuidado que temos com os nossos produtos e com os consumidores”, ressalta.

A campanha ganha força com uma equipe de renome e conceituada neste segmento. A produção do comercial de TV é da Produtora Piloto, com direção de Ricardo “Gordo” Carvalho, responsável pela icônica campanha “Mamíferos”, da Parmalat e Thomas Roth, produtora Lua Nova.

A campanha está sendo veiculada em TV aberta, em veículos como Globo e Record e por assinatura, que é o caso da GNT, além de mídias digitais e outras integradas nas principais praças atendidas pela empresa.

Vale ressaltar que a campanha “I Lolly You” marca um momento muito positivo da Lolly Baby, que mesmo diante do cenário econômico causado pela pandemia do Coronavírus e que atingiu diversos setores do varejo, registrou um crescimento exponencial de mais de 109% considerando sua média móvel trimestral de vendas.

“A campanha surgiu em um momento atípico, mas que não nos desencorajou. Pretendemos reforçar nossa presença de marca e consolidar todos os investimentos em tecnologia, gestão, pessoas e comunicação realizados pela empresa. Entendemos que esse é um momento único e desafiador, que dá início a uma nova fase da Lolly”, finaliza Nélio Loatti.

Localizada no interior de São Paulo, na cidade de Capivari, a Lolly Baby é uma empresa brasileira que atua no mercado de Puericultura leve, produzindo chupetas, mamadeiras, acessórios para higiene, alimentação, brinquedos, entre outros. Seu portfólio conta com mais de 500 produtos infantis, distribuídos em todo o território nacional.

A Lolly Baby é uma das melhores empresas do segmento e se faz presente também em países da América do Sul, Europa e África. A qualidade e segurança de seus produtos é atestada por seu laboratório próprio e pelas certificações do INMETRO, ANVISA e ISO9001.
lolly.com.br

Website: http://www.lolly.com.br

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Liderança feminina impulsiona a performance e lucratividade de startups

A representatividade feminina no comando das startups tem avançado. Várias pesquisas indicam a correlação entre diversidade de gênero na liderança e o desempenho superior em geração de valor financeiro e competitivo de longo prazo.

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Campinas, SP 8/3/2021 – Startups criadas por pelo menos uma mulher possuem desempenho 63% melhor e resultados financeiros até 2,5 vezes superiores.

A representatividade feminina no comando das startups tem avançado. Várias pesquisas indicam a correlação entre diversidade de gênero na liderança e o desempenho superior em geração de valor financeiro e competitivo de longo prazo.

A presença das mulheres em posições de liderança vem crescendo ano a ano e nos ecossistemas de inovação não é diferente. A representatividade feminina tem tido cada vez mais espaço no comando das startups e, além de equilíbrio de gênero, pesquisas apontam que empresas com pelo menos uma cofundadora apresentam melhor desempenho em comparação àquelas iniciadas apenas por homens.

O continente Latino-Americano possui 16% de representatividade de mulheres em posições seniores em tecnologia da informação, conforme pesquisa realizada pela KPMG em parceria com a Harvey Nash. Apesar dessa porcentagem ainda ser pequena, ela é superior à média global de 11% de mulheres em posições seniores em tecnologia da informação.

Um estudo feito pelo fundo de capital de risco First Round Capital apontou que as startups fundadas por mulheres apresentam performance 63% melhor. Ainda neste sentido, segundo o Boston Consulting Group, a cada dólar que uma mulher fundadora ou cofundadora levanta, ela gera 2,5 vezes mais receita do que um fundador do gênero masculino. Adicionalmente, a pesquisa realizada pela McKinsey denominada Delivering Through Diversity mostra que empresas que possuem diversidade de gênero na direção possuem lucratividade 21% superior.

Cenário brasileiro

De acordo com dados do Cubo Itaú, hub de inovação e plataforma de geração de negócios entre startups, as mulheres ocupam posições de liderança em 28% das startups da comunidade. O número está acima da média nacional, pois segundo a Associação Brasileira de Startups apenas 15,7% possuem mulheres à frente do negócio.

As barreiras culturais ainda são os maiores empecilhos para esse crescimento, especialmente em ambientes de tecnologia, mas avanços podem ser percebidos. Para se ter uma ideia, somente 20% dos profissionais da área de Tecnologia da Informação no Brasil são mulheres, conforme o estudo da Softex.

Mulheres na Liderança Tecnológica

Mudanças mais significativas ainda são necessárias para se consolidar um cenário de maior diversidade nas empresas, principalmente no ramo de tecnologia e na liderança de startups de tecnologia, mas sinais de avanço já podem ser observados. O estudo da Crunchbase mostra que a porcentagem de startups com apenas fundadoras que captaram investimentos nos últimos 10 anos foi cerca de 3% do total de recursos no mercado, enquanto as startups que contam com fundadoras e fundadores captaram três vezes mais. Por outro lado, a boa notícia é que o investimento em startups com ao menos uma cofundadora aumentou em oito vezes nos últimos dez anos.

O Brasil possui casos de sucesso como startups de alta tecnologia lideradas por mulheres que estão crescendo e captando investimentos, e até uma das empresas consideradas como “unicórnios” brasileiros, o Nubank, tem uma cofundadora, a Cristina Junqueira. Outro caso interessante é o da Neuralmind, startup desenvolvedora de produtos de Inteligência Artificial para mercado financeiro e segurador, baseada em Campinas, São Paulo. A startup é liderada pela engenheira Patricia Tavares, CEO e cofundadora da empresa, que mesmo no contexto econômico ainda mais desafiador devido à pandemia tem alcançado conquistas importantes.

Nesse período, a NeuralMind aumentou o número de clientes, captou seu primeiro investimento seed e conseguiu reconhecimentos importantes, como a recente seleção para integrar o Cubo Itaú. Além disso, pelo segundo ano consecutivo, a Neuralmind foi premiada no ranking 100 Open Startups, que destaca as startups líderes no mercado brasileiro. E, também, foi destaque entre as 10 melhores startups de Inteligência Artificial, categoria inédita no prêmio. Em 2019, a startup já havia sido reconhecida entre as Top 10 na categoria de Visão Computacional. “Sinto-me totalmente parte de um movimento de mulheres que acreditaram em seu espaço na alta liderança”, conta Patricia.

Uma sócia mulher

Mais que estudos e pesquisas, quem salienta os benefícios da presença feminina no comando da startup é Roberto Lotufo, sócio-fundador da NeuralMind e CTO. Segundo ele, as qualidades das mulheres somam muito aos negócios. “Elas são multitarefas, conseguem fazer várias coisas simultaneamente e com qualidade, têm uma sensibilidade e percepção dos relacionamentos humanos muito aguçados. Sem contar no espírito materno para defender com afinco a equipe”, diz.

Lofuto valoriza a atuação da sócia no atual patamar alcançado pela startup. “A Patricia é admirável na sua coragem, ousadia, capacidade de liderança, resiliência e determinação. Todos esses fatores refletem o estágio de crescimento que a NeuralMind conquistou até hoje. Trabalhamos em conjunto, mas o drive da empresa é dado por ela, sem dúvida”, completa.

Exemplos que inspiram

Ver mulheres no topo serviu de inspiração para Patricia, que mirou em pessoas como a Primeira-ministra do Reino Unido, Margaret Tatcher, e a juíza norte-americana Ruth Bader Ginsburg, “Elas foram grandes mulheres, com trajetórias exemplares. Assim como elas se tornaram referência para mim, acredito que nosso exemplo pode inspirar a próxima geração de líderes femininas. Por isso, acredito ser nosso papel estimular o desenvolvimento da liderança em outras mulheres”, destaca.

Segundo Patricia, o caminho para escalar a trilha da liderança possui muitos desafios, mas os exemplos de mulheres bem-sucedidas no comando de empresas cresce cada vez mais. “Acredite no seu potencial e trabalhe duro para continuar expandindo suas competências. Seja sempre flexível mas determinada. Mantenha uma postura de aprendizado, mudança constante e o sucesso virá”, aconselha.

Futuro

A partir da sua visão sistêmica do negócio e das perspectivas futuras, Patricia busca cada vez mais inserir mulheres em seu time e encorajar o ingresso feminino no universo da inovação.

“Nosso objetivo é trabalhar constantemente na evolução da tecnologia e na incorporação dela em negócios de diferentes portes, permitindo que as competências das pessoas, homens e mulheres, seja mais bem empregada em trabalhos mais criativos e complexos. O progresso de empresas de tecnologia como a nossa abre oportunidade para reconhecermos cada vez mais o talento feminino nessa área, tão tradicionalmente ocupada por homens”, reforça.

 

 

 

Website: http://www.neuralmind.ai

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Perspectivas para os supermercados em 2021

Apesar dos desafios e das incertezas sobre a retomada econômica, supermercadistas esperam um 2021 favorável para o varejo

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Florianópolis – SC 8/3/2021 –

Apesar dos desafios e das incertezas sobre a retomada econômica, supermercadistas esperam um 2021 favorável para o varejo

Em meio à crise provocada pela pandemia do novo coronavírus, os supermercados foram um dos setores que mais se destacaram na economia no ano passado.

De acordo com o Índice Nacional de Vendas da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), 2020 acumulou alta de 9,36% em relação a 2019. Uma pesquisa da entidade, divulgada no início de fevereiro deste ano, mostrou que as vendas em dezembro cresceram 18% em relação a novembro. Já na comparação com dezembro de 2019, o aumento foi de 11,5%.

Segundo o vice-presidente da ABRAS, Marcio Milan, o auxílio emergencial teve grande impacto nesse resultado, pois grande parte desses recursos foram utilizados no varejo.

2020: superação de dificuldades

Apesar do crescimento, o setor também precisou superar desafios no ano passado. Uma das dificuldades, segundo Milan, foi o aumento dos custos operacionais devido à alta da inflação e do dólar. Além disso, os investimentos para adequação das lojas aos protocolos de segurança sanitária também sacrificaram as finanças dos supermercadistas.

Em evento realizado em novembro pela Associação Paranaense de Supermercados (APRAS), o presidente da entidade, Carlos Beal, também afirmou que 2020 foi um ano de dificuldades. No entanto, oportunidades também se fizeram presentes.

Segundo Bial, o setor contratou cerca de 15 mil pessoas desde o início da pandemia até novembro do ano passado. E o evento promovido pela APRAS teve como objetivo justamente orientar o varejo de todos os portes e regiões do país para que soubessem como iniciar e o que fazer em 2021.

Perspectivas para os supermercados em 2021

Segundo especialistas do mercado financeiro, a tendência para 2021 é de que o segmento se fortaleça ainda mais e assuma uma posição ainda melhor do que tinha antes da pandemia.

Um dos motivos é o fato de que, com o home-office, muitas pessoas mudaram os seus hábitos de consumo. As refeições, que passaram a ser feitas em casa, é um dos exemplos dessa mudança de comportamento. Embora algumas empresas já tenham retomado as atividades presenciais, muitas ainda mantêm o trabalho remoto – de forma total ou parcial. E essa situação deve perdurar, ao menos até que toda a população seja vacinada contra a COVID-19. Por isso, a tendência é de que a demanda por gêneros de primeira necessidade permaneça aquecida, o que beneficia os supermercados.

Outro ponto levantado por especialistas é o aumento do consumo de marcas próprias. Com a alta da inflação, houve uma migração natural dos consumidores para esses produtos que, historicamente, proporcionam melhores margens aos supermercados.

Já a ABRAS estima crescimento de 4,5% para o setor supermercadista em 2021. Os motivos do otimismo, segundo Milan, são o início da vacinação contra a COVID-19 e as expectativas favoráveis na condução de importantes reformas, como a tributária e a administrativa.

Consumidor multicanal

Uma pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC) mostrou a mudança de comportamento do consumidor brasileiro durante o isolamento. As compras online de bebidas e alimentos cresceram 79% no ano passado. Já os pedidos por aplicativos registraram alta de 30%.

Segundo o presidente da APRAS, com a pandemia, o consumidor se tornou multicanal. Além de estarem mais conectadas, as pessoas estão mais exigentes e atentas às tendências do mercado. Isso faz com que o setor supermercadista fique mais competitivo, não somente entre os atuais players, mas também com a entrada de novos participantes, como padarias e casas de carnes especializadas e pequenos produtores orgânicos, por exemplo.

Carlos Beal acredita que o novo consumidor deseja novas oportunidades. Segundo ele, atualmente a concorrência não está somente na internet, e o varejo tradicional só sobreviverá se descobrir meios de se adaptar a essas novas demandas. E isso inclui, além de qualidade e diversificação de produtos, um eficiente atendimento online.

Website: https://visualsuper.com.br

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Chefes de família: pesquisa revela aumento no número de mulheres empreendedoras

Como as mulheres brasileiras mudaram o cenário da família tradicional, ao conciliar atividades do lar e trabalho

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São Paulo, SP 8/3/2021 –  “As mulheres se reinventam para permanecer. É necessário continuar essa jornada, e tentar impactar de forma positiva no negócio e nas futuras gerações”

Como as mulheres brasileiras mudaram o cenário da família tradicional, ao conciliar atividades do lar e trabalho

A tradicional família brasileira mudou. A hierarquia dentro dos lares também. Há tempos, que as donas de casa, que antes tinham como tarefa cuidar, alimentar e educar os filhos, começaram a exercer algum tipo de atividade financeira, para ajudar com as despesas da casa.

O tempo voou e o trabalho feminino tornou-se tão importante, que a Organização das Nações Unidas (ONU) criou em 2014, uma data para celebrar a mulher empreendedora e seu impacto na economia, dia 19 de novembro, o Dia Global do Empreendedorismo Feminino.

Um estudo da Serasa Experian revelou que mais de cinco milhões de brasileiras são empreendedoras e que estão à frente de 43% dos negócios do país, a maior parte delas atuando como MEI ou sócias de micro e pequenas empresas.

Cenário bem diferente, nas grandes corporações, onde somente 0,2% das empreendedoras são sócias de grandes empresas.

“O empreendedorismo torna viável a mulher trabalhar, fazer o que gosta e ter mais flexibilidade com horários, o que é imprescindível, já que há a necessidade de conciliar as tarefas domésticas e a educação dos filhos”, opina Monica Marchett, fundadora do Instituto Vida e Saber.

Grande parte das mulheres empreende por necessidade ou desejo de independência, e por tantas vezes, acabam tornando-se as chefes do domicílio. Segundo o SEBRAE, atualmente são 9,3 milhões de mulheres à frente de uma empresa no Brasil, representando 34% de todos os  donos de negócios do país.

“As mulheres se reinventam para permanecer. É necessário continuar essa jornada, e tentar impactar de forma positiva no negócio e nas futuras gerações de mulheres e jovens empreendedoras”, conclui Monica Marchett.

 

Website: https://monicamarchett.com.br/as-novas-chefes-de-domicilio-nos-lares-brasileiros/

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