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Mineração: valores da produção, de exportações e de tributos quase dobram no 1º semestre

Os dados da indústria mineral brasileira referentes ao 1º semestre e também ao 2º trimestre de 2021 foram apresentados nesta 4ª feira (21/07) pelo IBRAM.

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Virtual 21/7/2021 –

Os dados da indústria mineral brasileira referentes ao 1º semestre e também ao 2º trimestre de 2021 foram apresentados nesta 4ª feira (21/07) pelo IBRAM.

Os valores da produção e o de tributos recolhidos pelo setor mineral cresceram cerca de 98% cada no 1º semestre de 2021 na comparação com o 1º semestre de 2020. O valor das exportações apresentou comportamento semelhante: 91% de elevação. O saldo comercial de minérios, que é a diferença entre exportações e importações, mais do que dobrou: 110,5%. Os dados da indústria mineral brasileira referentes ao 1º semestre de 2021 foram apresentados nesta 4ª feira (21/07) pelo Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM). A íntegra está disponível no site www.ibram.org.br.

Em volume, a produção mineral brasileira, segundo estima o IBRAM, evoluiu 2% na comparação entre os semestres, passando de 525 milhões de toneladas para 535 milhões de toneladas. Em valor, a produção saltou de R$ 75,3 bilhões para R$ 149 bilhões.

No 1º semestre de 2021 o setor recolheu um total de R$ 51,4 bilhões, ou quase 98% a mais do que no mesmo período em 2020 (R$ 26 bilhões). A mineração é um dos setores produtivos que mais recolhe tributos aos cofres públicos, afirma o IBRAM. Incluído nesse total de tributos está o valor recolhido a título de royalty: R$ 4,5 bilhões ou 111% a mais do que no 1º semestre de 2020 (R$ 2,1 bilhões).

Mais de 9 mil empregos diretos gerados até maio

De dezembro de 2020 a maio de 2021 foram criadas 9.226 vagas diretas no setor mineral. Os dados oficiais são do Novo Caged. Ao aplicar o fator multiplicador (x11), o IBRAM calcula que foram criados 101 mil postos de trabalhos, incluindo diretos, indiretos e induzidos ao longo de toda cadeia produtiva. Em maio de 2021 o setor mineral apresentava saldo de 192.006 postos de trabalhos diretos. Com o fator multiplicador, o total chegava a 2,112 milhões de trabalhadores.

O minério de ferro apresentou a maior alta de faturamento, de 135%; logo atrás ficou o cobre, com 52% de aumento; o ouro com 46%. O valor das exportações de minérios no 1º semestre de 2021 chegou próximo ao dobro (91%) na comparação com o 1º semestre de 2020: US$ 27,6 bilhões ante US$ 14,4 bilhões. Foram exportadas 174,5 milhões de toneladas de minérios, quase 14% a mais do que em igual período de 2020 (153,5 milhões de toneladas).

No 1º semestre o país exportou 167 milhões de toneladas de minério de ferro, ou seja, 15% a mais do que no 1º semestre de 2020. Em valor, a exportação totalizou US$ 21,5 bilhões ou 126% a mais do que em igual período de 2020 (US$ 9,5 bilhões). A China é destino de 64,5% das exportações brasileiras, seguida de Malásia com 7%, Bahrein com 4%, Japão, Omã e Holanda com 3% cada.

Os dados apurados pelo IBRAM mostram que o saldo comercial de minérios mais que dobrou: 110,5%, passando de US$ 11,6 bilhões para US$ 24,5 bilhões. Assim, o saldo mineral representou 67% do saldo comercial brasileiro no 1º semestre do ano, que foi de US$ 36, 7 bilhões. As importações de minérios cresceram apenas 12% no 1º semestre e totalizaram US$ 3 bilhões. No 1º semestre de 2020 o saldo mineral representava 52% do saldo comercial brasileiro total.

Perspectivas positivas

As perspectivas para a indústria da mineração nos próximos anos são positivas, avalia o IBRAM. Cada vez mais estados abrem espaço para a expansão da mineração industrial sustentável e, com isso, atraem investimentos milionários de longo prazo, caso de Bahia, Goiás, Mato Grosso, Pará e Minas Gerais, entre outros. Além disso, o próprio setor mineral tem avançado na implantação de novas estratégias relacionadas a boas práticas de ESG (respeito ao meio ambiente, responsabilidade social e governança), o que impacta positivamente na recuperação da confiança da sociedade, após as tragédias com barragens anos atrás.

Website: http://www.ibram.org.br

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Cenário econômico nacional exige empreendedorismo versátil

Seja por oportunidade ou necessidade, número de empreendedores tem crescido nos últimos anos no país; para empresário da área de serviços de limpeza, a utilização de conhecimentos adquiridos em experiências profissionais anteriores é fundamental para o sucesso

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São Paulo – SP 23/7/2021 –

Seja por oportunidade ou necessidade, número de empreendedores tem crescido nos últimos anos no país; para empresário da área de serviços de limpeza, a utilização de conhecimentos adquiridos em experiências profissionais anteriores é fundamental para o sucesso

Em tempos de crise sanitária causada pela pandemia de Covid-19, a taxa média de desemprego no Brasil, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas), alcançou o índice de 14,7% no primeiro trimestre de 2021, em uma alta de 0,8 ponto percentual em relação ao último trimestre de 2020 (13,9%). Com cerca de 14,8 milhões de desempregados em todo território nacional, muitos brasileiros recorrem ao empreendedorismo para obter uma fonte de renda.

Seja por oportunidade ou necessidade, o empreendedorismo, de acordo com dados disponibilizados pelo Serasa Experian, tem aumentado no país: somente no mês de janeiro de 2021, mais de 312 mil microempreendedores se formalizaram como MEIs, sendo este o maior número já registrado nos estudos realizados pela marca de análises e informações para decisões de crédito e apoio a negócio da Serasa.

Ainda que a atual situação econômica do país impulsione o empreendedorismo, existem inseguranças para aqueles que desejam atuar “por conta própria”. Isso porque, segundo o IBGE, 21% das empresas do país não conseguem ir além do primeiro ano de atuação. Além disso, apenas 40% consegue se manter sustentável por mais de cinco anos. 

Fatores que impulsionam o sucesso

Para ter bom desempenho no empreendedorismo, é preciso dar atenção a alguns detalhes. É o que avalia Vinicius Finavaro, sócio-fundador da SP Serviços, empresa que realiza lavagem e impermeabilização de estofados, assim como controle de pragas e dedetização. “Precisamos unir necessidades do mercado, conhecimento prévio e expectativas com a rotina. Dessa forma, conseguimos ser mais realistas e entender como será o desafio de empreender”, afirma. 

Finavaro conta que a escolha da área em que viria a empreender foi tomada após uma longa análise do mercado. “Sou farmacêutico e, por isso, procurei opções em que meu conhecimento fosse um diferencial competitivo”, explica. Dessa forma, Finavaro optou pelo setor de limpeza e controle de pragas. 

Inclusive, mais do que nunca, os serviços de limpeza são vistos como essenciais. De acordo com pesquisa realizada pela SC Johnson, indústria química que fabrica produtos de higiene e limpeza, 60% dos brasileiros estão mais atentos aos hábitos de higiene do lar. “Esse cuidado protege a família e também cuida da preservação do ambiente e sua mobília. Ambos os serviços, higienização de estofados e dedetização, podem ser feitos periodicamente e preventivamente”, conclui.

Dessa forma, o empreendedor, que já possui carteira de clientes e atua no setor desde 2015, conta que para mantê-los – e conquistar novos consumidores -, investe na inovação. 

“Para conhecer cada vez mais o mercado em que escolhemos empreender, estamos sempre investindo em conhecimentos através de cursos on-line ou presenciais, estando atentos a novas tecnologias tanto para o setor que trabalhamos, quanto para o fazer empreendedor em si. Para nós, as mudanças são bem-vindas, uma vez que podem trazer mais segurança e eficiência para a empresa”, finaliza. 

Para saber mais, basta acessar: https://splavagemeimpermeabilizacao.com/impermeabilizacao-de-sofa/

Website: https://splavagemeimpermeabilizacao.com/impermeabilizacao-de-sofa/

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Crescem as vendas de imóveis por meio do consórcio em 2021

Modalidade oferece aos consorciados condições para realizar o sonho de comprar, construir ou reformar um imóvel.

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23/7/2021 –

Modalidade oferece aos consorciados condições para realizar o sonho de comprar, construir ou reformar um imóvel.

A pandemia e a necessidade de isolamento fizeram com que os lares ganhassem uma importância ainda maior para as famílias. Nos últimos meses, muitas pessoas trocaram de residência ou realizaram pequenas reformas para deixar o ambiente ainda mais aconchegante. Só em 2020, a venda de imóveis cresceu 26,1%, de acordo com a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) e a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). Além disso, a expectativa é que em 2021 a alta seja ainda maior.

Os números positivos do mercado imobiliário animam o setor de consórcios de imóveis. Segundo a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), nos primeiros cinco meses de 2021 a modalidade vem apresentando crescimento nas vendas, em relação a 2020. Acompanhando esse movimento, de janeiro a maio deste ano o Consórcio Nacional Bancorbrás comercializou 19% mais cotas de consórcio de imóveis, em comparação ao mesmo período do ano anterior.

José Climério Silva Souza, Diretor Executivo do Consórcio Nacional Bancorbrás, comenta que a modalidade oferece para os consorciados as melhores condições para realizar o sonho de comprar, construir ou reformar um imóvel. “A utilização do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e da restituição do Imposto de Renda para ofertar lances, complementar o valor da carta de crédito e até quitar as parcelas em aberto são fatores que incentivam os clientes a adquirirem um consórcio”, afirma.

Como funciona o consórcio?

O consórcio é a união de pessoas, físicas ou jurídicas, que formam uma poupança comum, destinada à aquisição de bens móveis, bens imóveis e serviços, por meio de um autofinanciamento. Reunidos em um grupo, os consorciados passam a contribuir, por prazo determinado, com uma parcela destinada à formação de um fundo comum. O papel da Administradora é comercializar as cotas para as pessoas interessadas no plano, realizar assembleias mensais, entregar os bens, fazer a gestão dos pagamentos, realizar a cobrança dos cotistas inadimplentes, entre outros serviços. Para isso, ela é remunerada por meio de uma taxa de administração, visando fazer face aos seus custos operacionais.

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Empresas investem em comitês científicos para difundir conhecimento

Inovação tem sido o norte da Central Injetáveis, empresa do ramo farmacêutico situada no estado de Minas Gerais.  A empresa vem se destacando no desenvolvimento de fórmulas para a aplicação das terapias nutricionais injetáveis.

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Ipatinga, Minas Gerais 23/7/2021 – O médico especialista em Cirurgia e Urologia, Dr. Fernando Muniz, de Fortaleza (CE), avalia que essa inovação no segmento aumentou seu faturamento mensal.

Inovação tem sido o norte da Central Injetáveis, empresa do ramo farmacêutico situada no estado de Minas Gerais.  A empresa vem se destacando no desenvolvimento de fórmulas para a aplicação das terapias nutricionais injetáveis.

Com a pandemia do novo coronavírus, a saúde se tornou pauta nas casas de toda a população mundial. Avanços em diversas áreas, como biotecnologia, farmacêutica e medicina tem promovido novos investimentos em inovação na área da saúde. Isso fez com que um movimento global em torno da temática se fortalecesse através de conselhos que ajudam no fortalecimento de políticas de saúde, especialmente, na Organização Mundial de Saúde (OMS).

A partir desses novos desafios, trazidos pela pandemia da covid-19, onze personalidades dos temas Economia, Saúde e Desenvolvimento formaram o grupo de integrantes de novo “Conselho da OMS sobre Economia da Saúde para Todos”. Segundo informação divulgada pela Fiocruz, o Conselho tem como objetivo fornecer aconselhamento independente ao diretor-geral da OMS sobre como abordar a saúde de forma relacionada aos desafios econômicos e o mapeamento de rotas a seguir em apoio às comunidades e países “na construção de sociedades saudáveis”.

De acordo com o comunicado da OMS, o comitê fornecerá recomendações para uma nova abordagem para moldar a economia que apoie a saúde de todos como meta geral. Nesta mesma rota de inovação na área de saúde, empresas brasileiras vem se preparando para abertura do Sistema Único de Saúde (SUS) para investimento privado.

Desde o ano passado, o decreto nº 10.530 do presidente Jair Bolsonaro (Sem partido) propõe uma política de fomento ao setor de atenção primária à saúde. Por meio do Programa de Parcerias de Investimentos da Presidência da República, o decreto abre estudos de alternativas de parcerias com a iniciativa privada para a área da saúde. Com isso, o setor tem buscado investimentos para ofertar novas tecnologias e tratamentos que promovam a longevidade da população, em diálogo com as políticas do Ministério da Saúde.

Inovação na indústria de injetáveis

O Brasil já tem quase 600 healthtechs, segundo uma pesquisa da Distrito, que atuam com plataformas de telemedicina, serviços acessíveis de saúde, gestão e vacinas a domicílio. As start-ups voltadas para a saúde, receberam, entre janeiro e março deste ano, aportes que totalizaram US$ 91,7 milhões, o equivalente a pouco mais de meio bilhão de reais.

Diante disso, a Central Injetáveis, empresa do ramo farmacêutico, criou um comitê científico interno, especializado em orientar médicos e profissionais da saúde sobre as melhores práticas em terapias nutricionais injetáveis. Além disso a empresa passou a realizar eventos focados na saúde e bem-estar dos pacientes, associados à prática de injetáveis. De acordo com o empresário Renildo Flores, proprietário da Central Injetáveis, só no ano de 2020 foram feitos investimentos em torno de R$ 12,5 milhões.

A empresa tem criado uma rede de médicos e empresários interessados no conhecimento gerado por essa equipe de profissionais. É o caso do médico, Dr. Dias Júnior, da cidade de Juiz de Fora (MG). Dono de uma clínica no interior mineiro, ele destaca a importância de um comitê científico bem estruturado.

“Trabalho com a prática ortomolecular há 12 anos e há cinco anos venho trabalhando com injetáveis. Nesses cinco anos, eu tive contato com vários laboratórios, participei de vários congressos, cursos. Também tive contato com vários fornecedores, mas me chamou atenção o atendimento da Central, tanto da parte técnica, sobre como utilizar os ativos. Além do suporte para quem está iniciando nesse nicho, sobre como utilizar os injetáveis”, afirma o médico.

Comitê técnico-científico e melhores práticas em saúde

Segundo Renildo Flores, para garantir que os colegas do setor da saúde tenham acesso às práticas mais modernas e eficazes já utilizadas em diversos países, foi preciso ouvir a ciência em prol de um objetivo comum: longevidade saudável. Para isso, a Central Injetáveis mantém um comitê técnico-científico com profissionais da área farmacêutica para garantir as melhores práticas de terapias injetáveis no Brasil.

  • Edilaine Reis: farmacêutica, pós-graduada em farmacologia clínica, diretora técnica;
  • Tamiris Marques: farmacêutica, doutora em ciências biomédicas, especialista em docência no ensino superior e gestão de assistência farmacêutica, consultora técnica da Central Injetáveis e membro do corpo de diretores de teses de mestrado e doutorado do IUNIR-Argentina;
  • Irma Rodrigues: farmacêutica, mestre em ciências farmacêuticas, gerente do laboratório de produtos estéreis da Central Injetáveis, docente no ensino superior;
  • Lorenna Franco: farmacêutica, graduada pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), especialista em prescrição farmacêutica e farmácia clínica, supervisora do laboratório da Central Injetáveis;
  • Marisângela dos Reis: farmacêutica, responsável técnica da Central Nutrition, com MBA em gestão da qualidade, especialista em desenvolvimento de produto farmacêutico e pós graduanda em gerenciamento de projetos pela FGV;
  • Jamara Fernanda: farmacêutica, pós-graduada em farmacologia clínica, supervisora do laboratório de manipulação.
  • Kiara Franco: farmacêutica, pós-graduada em atenção farmacêutica, supervisora da central de vendas;
  • Ana Paula Gonçalves: farmacêutica, pós-graduada em farmacologia, supervisora da central de vendas;
  • Juliana do Nascimento: farmacêutica, gerente de laboratório de manipulação;
  • Amaraline Luciano: farmacêutica, pós-graduada em farmacologia clínica e atenção farmacêutica, supervisora comercial;
  • Jesney Costa: farmacêutico, com MBA em gerenciamento de projetos pela FGV, MBA em vendas, negociação e resultados de alta performance pela PUCRS. Gerente de relacionamentos da Central Injetáveis;
  • Angelisa Ferreira: graduada em farmácia, especialista em farmacologia clínica, pós-graduada em saúde estética avançada e consultora farmacêutica.

A criação e o fortalecimento desse comitê têm criado no Brasil uma rede de parceiros que movimentam as economias regionais, com as terapias injetáveis. O médico especialista em Cirurgia e Urologia, Dr. Fernando Muniz, de Fortaleza (CE), avalia que essa inovação no segmento aumentou seu faturamento mensal.

Website: https://centralinjetaveis.com.br/

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