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Indústria aeroespacial busca diminuir custos e emissão de gases do efeito estufa com aeronaves elétricas voltadas à mobilidade urbana

Aviões elétricos usados em escolas de pilotagem, e companhias aéreas da categoria sub-regional cogitam adotar aeronaves elétricas nos próximos anos

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São Paulo, SP 21/7/2021 – Com sensores e tecnologias de localização geográfica cada vez mais maduras, os motoristas ou pilotos se tornam obsoletos

Aviões elétricos usados em escolas de pilotagem, e companhias aéreas da categoria sub-regional cogitam adotar aeronaves elétricas nos próximos anos

A busca por formas mais eficientes com menor custo de voar e emitir menos gases poluentes é o grande desafio da indústria aeronáutica, mas o potencial de negócios para aviões elétricos de pequeno porte é evidente, levando em conta as 2 bilhões de passagens aéreas vendidas por ano para voos a menos de 400 km de distância, segundo a MagniX, fabricante de motores elétricos para aeronaves elétricas. De acordo com fabrica, um avião pequeno como um turboélice Cessna Caravan pode gastar US$ 400 (cerca de R$ 1.500) em combustível convencional para um voo de 160 km, mas com a eletricidade, esse custo ficará entre US$ 8 e US$ 12 (de R$ 30 a R$ 45).

Com a melhora da tecnologia das baterias das aeronaves, não há mais razão para a queima de combustível e a produção de gases de efeito estufa, a nova tendência é mudar de combustível para propulsão elétrica, informa Luís Davi Freitas, graduado em Engenharia Mecânica pela UNESP, com MBA em Gestão Empresarial Avançada pela FAAP.  “Com sensores e tecnologias de localização geográfica cada vez mais maduras, os motoristas ou pilotos se tornam obsoletos. A tendência é mudar de dirigido para autônomo”, relata Luís Davi.

As plataformas de colaboração fizeram surgir um novo modelo de negócio de transporte e novos hábitos, diz o engenheiro mecânico, com a tendência de mudar de propriedade para compartilhamento e mobilidade sob demanda. Freitas avisa que a fabricação de produtos feitos de materiais leves está melhorando rapidamente, tornando possível passar da mobilidade terrestre para a aérea, assim, evitando o tráfego intenso da cidade.

A Eve Urban Air Mobility Solutions, braço da Embraer no ramo de Mobilidade Aérea Urbana, anunciou a primeira venda de aeronaves elétricas. A empresa lançadora do produto é a Halo, que atua no ramo de UAM realizando táxi-aéreo com helicópteros nos Estados Unidos e Inglaterra. Primeiros testes do UAM e VTOL foram realizados em 2020. As aeronaves elétricas da Eve têm a primeira entrega prevista para 2026.

“Tudo isso junto finalmente muda o jogo do transporte, proporcionando uma experiência de mobilidade disruptiva”, alega Luís Davi, com conhecimentos de sistemas associados a aeronaves de defesa – Embraer.

Na maioria dos casos, o profissional lembra que o renascimento da indústria exige uma nova forma de pensar e de fazer as coisas. A tendência é ver startups lidarem com os novos projetos e alavancar o ecossistema de laboratórios de manufatura, em vez de tentar diversificar o portfólio com habilidades e capacidades existentes.

Freitas aponta para dois grandes desafios enfrentados pelas startups disruptivas: o de conseguirem ser inovadoras (precisam ser as primeiros no mercado) e o de entregar um protótipo mais rápido possível (enfrentam uma concorrência crescente, com quase 200 projetos em execução).

“A primeira empresa a realmente entrar no mercado terá uma vantagem competitiva em termos de publicidade, investimento e reconhecimento de marca. Seu veículo será visto como o padrão contra o qual as ofertas posteriores serão julgadas”, observa o engenheiro.

Conforme o especialista, as mudanças de negócios (associadas) têm o intuito de atingir a eficiência da engenharia, de um desenvolvimento mais rápido e de um aumento técnico acelerado ao longo do tempo. Segundo o engenheiro, as startups precisam ser ágeis e ter uma fácil adaptação ao fluxo de caixa dos investidores, e para isso, o ideal é ter um portfólio escalável com nuvem e modelo de aluguel. Também terão que ser capacitados a fazer a promoção da empresa com os primeiros protótipos digitais.

Para serem inovadores, Luís Davi menciona que devem propor uma nova experiência de mobilidade, concentrar os negócios na experiência do cliente e adaptar a tecnologia a isso, não o contrário. Como, por exemplo, trabalhar em voos silenciosos sobre cidades para táxis aéreos.

“Para finalizar, eles precisam propor uma solução segura e certificar-se de que conseguem alcançar a certificação. A segurança de novas arquiteturas precisa ser demonstrada às autoridades regulatórias, portanto, uma engenharia e governança baseada em um modelo são obrigatórias para obter o certificado de tipo”, conclui Luís Davi Freitas, com experiência na área aeroespacial, focada em desenvolvimento e gerenciamento de projetos, produtos e vendas de software.

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Cenário econômico nacional exige empreendedorismo versátil

Seja por oportunidade ou necessidade, número de empreendedores tem crescido nos últimos anos no país; para empresário da área de serviços de limpeza, a utilização de conhecimentos adquiridos em experiências profissionais anteriores é fundamental para o sucesso

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São Paulo – SP 23/7/2021 –

Seja por oportunidade ou necessidade, número de empreendedores tem crescido nos últimos anos no país; para empresário da área de serviços de limpeza, a utilização de conhecimentos adquiridos em experiências profissionais anteriores é fundamental para o sucesso

Em tempos de crise sanitária causada pela pandemia de Covid-19, a taxa média de desemprego no Brasil, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas), alcançou o índice de 14,7% no primeiro trimestre de 2021, em uma alta de 0,8 ponto percentual em relação ao último trimestre de 2020 (13,9%). Com cerca de 14,8 milhões de desempregados em todo território nacional, muitos brasileiros recorrem ao empreendedorismo para obter uma fonte de renda.

Seja por oportunidade ou necessidade, o empreendedorismo, de acordo com dados disponibilizados pelo Serasa Experian, tem aumentado no país: somente no mês de janeiro de 2021, mais de 312 mil microempreendedores se formalizaram como MEIs, sendo este o maior número já registrado nos estudos realizados pela marca de análises e informações para decisões de crédito e apoio a negócio da Serasa.

Ainda que a atual situação econômica do país impulsione o empreendedorismo, existem inseguranças para aqueles que desejam atuar “por conta própria”. Isso porque, segundo o IBGE, 21% das empresas do país não conseguem ir além do primeiro ano de atuação. Além disso, apenas 40% consegue se manter sustentável por mais de cinco anos. 

Fatores que impulsionam o sucesso

Para ter bom desempenho no empreendedorismo, é preciso dar atenção a alguns detalhes. É o que avalia Vinicius Finavaro, sócio-fundador da SP Serviços, empresa que realiza lavagem e impermeabilização de estofados, assim como controle de pragas e dedetização. “Precisamos unir necessidades do mercado, conhecimento prévio e expectativas com a rotina. Dessa forma, conseguimos ser mais realistas e entender como será o desafio de empreender”, afirma. 

Finavaro conta que a escolha da área em que viria a empreender foi tomada após uma longa análise do mercado. “Sou farmacêutico e, por isso, procurei opções em que meu conhecimento fosse um diferencial competitivo”, explica. Dessa forma, Finavaro optou pelo setor de limpeza e controle de pragas. 

Inclusive, mais do que nunca, os serviços de limpeza são vistos como essenciais. De acordo com pesquisa realizada pela SC Johnson, indústria química que fabrica produtos de higiene e limpeza, 60% dos brasileiros estão mais atentos aos hábitos de higiene do lar. “Esse cuidado protege a família e também cuida da preservação do ambiente e sua mobília. Ambos os serviços, higienização de estofados e dedetização, podem ser feitos periodicamente e preventivamente”, conclui.

Dessa forma, o empreendedor, que já possui carteira de clientes e atua no setor desde 2015, conta que para mantê-los – e conquistar novos consumidores -, investe na inovação. 

“Para conhecer cada vez mais o mercado em que escolhemos empreender, estamos sempre investindo em conhecimentos através de cursos on-line ou presenciais, estando atentos a novas tecnologias tanto para o setor que trabalhamos, quanto para o fazer empreendedor em si. Para nós, as mudanças são bem-vindas, uma vez que podem trazer mais segurança e eficiência para a empresa”, finaliza. 

Para saber mais, basta acessar: https://splavagemeimpermeabilizacao.com/impermeabilizacao-de-sofa/

Website: https://splavagemeimpermeabilizacao.com/impermeabilizacao-de-sofa/

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Crescem as vendas de imóveis por meio do consórcio em 2021

Modalidade oferece aos consorciados condições para realizar o sonho de comprar, construir ou reformar um imóvel.

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23/7/2021 –

Modalidade oferece aos consorciados condições para realizar o sonho de comprar, construir ou reformar um imóvel.

A pandemia e a necessidade de isolamento fizeram com que os lares ganhassem uma importância ainda maior para as famílias. Nos últimos meses, muitas pessoas trocaram de residência ou realizaram pequenas reformas para deixar o ambiente ainda mais aconchegante. Só em 2020, a venda de imóveis cresceu 26,1%, de acordo com a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) e a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). Além disso, a expectativa é que em 2021 a alta seja ainda maior.

Os números positivos do mercado imobiliário animam o setor de consórcios de imóveis. Segundo a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), nos primeiros cinco meses de 2021 a modalidade vem apresentando crescimento nas vendas, em relação a 2020. Acompanhando esse movimento, de janeiro a maio deste ano o Consórcio Nacional Bancorbrás comercializou 19% mais cotas de consórcio de imóveis, em comparação ao mesmo período do ano anterior.

José Climério Silva Souza, Diretor Executivo do Consórcio Nacional Bancorbrás, comenta que a modalidade oferece para os consorciados as melhores condições para realizar o sonho de comprar, construir ou reformar um imóvel. “A utilização do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e da restituição do Imposto de Renda para ofertar lances, complementar o valor da carta de crédito e até quitar as parcelas em aberto são fatores que incentivam os clientes a adquirirem um consórcio”, afirma.

Como funciona o consórcio?

O consórcio é a união de pessoas, físicas ou jurídicas, que formam uma poupança comum, destinada à aquisição de bens móveis, bens imóveis e serviços, por meio de um autofinanciamento. Reunidos em um grupo, os consorciados passam a contribuir, por prazo determinado, com uma parcela destinada à formação de um fundo comum. O papel da Administradora é comercializar as cotas para as pessoas interessadas no plano, realizar assembleias mensais, entregar os bens, fazer a gestão dos pagamentos, realizar a cobrança dos cotistas inadimplentes, entre outros serviços. Para isso, ela é remunerada por meio de uma taxa de administração, visando fazer face aos seus custos operacionais.

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Empresas investem em comitês científicos para difundir conhecimento

Inovação tem sido o norte da Central Injetáveis, empresa do ramo farmacêutico situada no estado de Minas Gerais.  A empresa vem se destacando no desenvolvimento de fórmulas para a aplicação das terapias nutricionais injetáveis.

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Ipatinga, Minas Gerais 23/7/2021 – O médico especialista em Cirurgia e Urologia, Dr. Fernando Muniz, de Fortaleza (CE), avalia que essa inovação no segmento aumentou seu faturamento mensal.

Inovação tem sido o norte da Central Injetáveis, empresa do ramo farmacêutico situada no estado de Minas Gerais.  A empresa vem se destacando no desenvolvimento de fórmulas para a aplicação das terapias nutricionais injetáveis.

Com a pandemia do novo coronavírus, a saúde se tornou pauta nas casas de toda a população mundial. Avanços em diversas áreas, como biotecnologia, farmacêutica e medicina tem promovido novos investimentos em inovação na área da saúde. Isso fez com que um movimento global em torno da temática se fortalecesse através de conselhos que ajudam no fortalecimento de políticas de saúde, especialmente, na Organização Mundial de Saúde (OMS).

A partir desses novos desafios, trazidos pela pandemia da covid-19, onze personalidades dos temas Economia, Saúde e Desenvolvimento formaram o grupo de integrantes de novo “Conselho da OMS sobre Economia da Saúde para Todos”. Segundo informação divulgada pela Fiocruz, o Conselho tem como objetivo fornecer aconselhamento independente ao diretor-geral da OMS sobre como abordar a saúde de forma relacionada aos desafios econômicos e o mapeamento de rotas a seguir em apoio às comunidades e países “na construção de sociedades saudáveis”.

De acordo com o comunicado da OMS, o comitê fornecerá recomendações para uma nova abordagem para moldar a economia que apoie a saúde de todos como meta geral. Nesta mesma rota de inovação na área de saúde, empresas brasileiras vem se preparando para abertura do Sistema Único de Saúde (SUS) para investimento privado.

Desde o ano passado, o decreto nº 10.530 do presidente Jair Bolsonaro (Sem partido) propõe uma política de fomento ao setor de atenção primária à saúde. Por meio do Programa de Parcerias de Investimentos da Presidência da República, o decreto abre estudos de alternativas de parcerias com a iniciativa privada para a área da saúde. Com isso, o setor tem buscado investimentos para ofertar novas tecnologias e tratamentos que promovam a longevidade da população, em diálogo com as políticas do Ministério da Saúde.

Inovação na indústria de injetáveis

O Brasil já tem quase 600 healthtechs, segundo uma pesquisa da Distrito, que atuam com plataformas de telemedicina, serviços acessíveis de saúde, gestão e vacinas a domicílio. As start-ups voltadas para a saúde, receberam, entre janeiro e março deste ano, aportes que totalizaram US$ 91,7 milhões, o equivalente a pouco mais de meio bilhão de reais.

Diante disso, a Central Injetáveis, empresa do ramo farmacêutico, criou um comitê científico interno, especializado em orientar médicos e profissionais da saúde sobre as melhores práticas em terapias nutricionais injetáveis. Além disso a empresa passou a realizar eventos focados na saúde e bem-estar dos pacientes, associados à prática de injetáveis. De acordo com o empresário Renildo Flores, proprietário da Central Injetáveis, só no ano de 2020 foram feitos investimentos em torno de R$ 12,5 milhões.

A empresa tem criado uma rede de médicos e empresários interessados no conhecimento gerado por essa equipe de profissionais. É o caso do médico, Dr. Dias Júnior, da cidade de Juiz de Fora (MG). Dono de uma clínica no interior mineiro, ele destaca a importância de um comitê científico bem estruturado.

“Trabalho com a prática ortomolecular há 12 anos e há cinco anos venho trabalhando com injetáveis. Nesses cinco anos, eu tive contato com vários laboratórios, participei de vários congressos, cursos. Também tive contato com vários fornecedores, mas me chamou atenção o atendimento da Central, tanto da parte técnica, sobre como utilizar os ativos. Além do suporte para quem está iniciando nesse nicho, sobre como utilizar os injetáveis”, afirma o médico.

Comitê técnico-científico e melhores práticas em saúde

Segundo Renildo Flores, para garantir que os colegas do setor da saúde tenham acesso às práticas mais modernas e eficazes já utilizadas em diversos países, foi preciso ouvir a ciência em prol de um objetivo comum: longevidade saudável. Para isso, a Central Injetáveis mantém um comitê técnico-científico com profissionais da área farmacêutica para garantir as melhores práticas de terapias injetáveis no Brasil.

  • Edilaine Reis: farmacêutica, pós-graduada em farmacologia clínica, diretora técnica;
  • Tamiris Marques: farmacêutica, doutora em ciências biomédicas, especialista em docência no ensino superior e gestão de assistência farmacêutica, consultora técnica da Central Injetáveis e membro do corpo de diretores de teses de mestrado e doutorado do IUNIR-Argentina;
  • Irma Rodrigues: farmacêutica, mestre em ciências farmacêuticas, gerente do laboratório de produtos estéreis da Central Injetáveis, docente no ensino superior;
  • Lorenna Franco: farmacêutica, graduada pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), especialista em prescrição farmacêutica e farmácia clínica, supervisora do laboratório da Central Injetáveis;
  • Marisângela dos Reis: farmacêutica, responsável técnica da Central Nutrition, com MBA em gestão da qualidade, especialista em desenvolvimento de produto farmacêutico e pós graduanda em gerenciamento de projetos pela FGV;
  • Jamara Fernanda: farmacêutica, pós-graduada em farmacologia clínica, supervisora do laboratório de manipulação.
  • Kiara Franco: farmacêutica, pós-graduada em atenção farmacêutica, supervisora da central de vendas;
  • Ana Paula Gonçalves: farmacêutica, pós-graduada em farmacologia, supervisora da central de vendas;
  • Juliana do Nascimento: farmacêutica, gerente de laboratório de manipulação;
  • Amaraline Luciano: farmacêutica, pós-graduada em farmacologia clínica e atenção farmacêutica, supervisora comercial;
  • Jesney Costa: farmacêutico, com MBA em gerenciamento de projetos pela FGV, MBA em vendas, negociação e resultados de alta performance pela PUCRS. Gerente de relacionamentos da Central Injetáveis;
  • Angelisa Ferreira: graduada em farmácia, especialista em farmacologia clínica, pós-graduada em saúde estética avançada e consultora farmacêutica.

A criação e o fortalecimento desse comitê têm criado no Brasil uma rede de parceiros que movimentam as economias regionais, com as terapias injetáveis. O médico especialista em Cirurgia e Urologia, Dr. Fernando Muniz, de Fortaleza (CE), avalia que essa inovação no segmento aumentou seu faturamento mensal.

Website: https://centralinjetaveis.com.br/

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