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Corporate Venture tem unido empresas e startups no Brasil

Estratégia que aproxima empresas e startups teve volume de aportes de fundos de mais de US$ 622 milhões no Brasil.

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São Paulo – SP 20/1/2022 – 75% das empresas que compõem a Fortune 100, as empresas mais valiosas do mundo, possuem algum tipo de interação oficial com as startups

Estratégia que aproxima empresas e startups teve volume de aportes de fundos de mais de US$ 622 milhões no Brasil.

Sem dúvidas a tecnologia está cada vez mais influenciando a rotina das empresas, sejam elas pequenas ou grandes. Nesse cenário, uma tendência tem chamado a atenção dos gestores de inovação, tecnologia, comerciais ou mesmo CEOs: o Corporate Venture, estratégia que envolve relacionamento entre grandes empresas e startups.

Com o mercado cada vez mais aquecido e acelerado, essa estratégia tem impulsionado as startups e empresas a atuarem em conjunto, independentemente se vai ser uma parceria, aquisição, investimento ou desenvolvimento de negócios, precisa ser em conjunto.

Prova disso é que, segundo o estudo Corporate Venture Capital Report 2021, o volume de aportes de fundos de Corporate Venture chegou a US$ 622 milhões no Brasil. Esse dado corresponde somente aos meses de janeiro a setembro de 2021 e é o triplo do valor investido em 2020.

Para João Gabriel Chebante, especialista em Corporate Venture do Grupo FCamara, consultoria de soluções tecnológicas e transformação digital, uma opção para quem quer dar seus primeiros passos para compreender e desenvolver uma estratégia inicial de atuação com startups é entender mais sobre Corporate Venture por meio de livros.

Na obra “Estilo Startup”, de Eric Ries, por exemplo, o autor cunhou o termo “lean startup” e a metodologia que permeia a atuação de startups: faça por menos, teste sempre, falhe rápido. O seu segundo livro mostra a sua saga ao aplicar os conceitos de gestão de negócios de forte crescimento e agilidade para grandes corporações. “Ao ler este livro você compreenderá o desafio de mudança cultura e de comportamento para tal atuação, bem como boas dicas para os primeiros passos”, conta Chebante.

Já em “Do sonho à realização em 4 passos”, de Steve Blank”, o leitor se debruça sobre a metodologia da Startup Enxuta, voltada para novos empreendimentos. Steve, inclusive, foi o professor de Eric em Stanford e após anos de análise e investimento em startups desenvolveu um método de desenvolvimento e validação de novos negócios – o Customer Development. “Termos como Mininum Viable Product (MVP) e Product¨Market Fit nascem do bê-a-bá desta densa obra, mas incrível e fundamental para compreender a forma que startups testam, validam e escalam novos projetos”, comentou o executivo.

Uma vez entendido a influência das startups para grandes organizações e como elas operam para ganhar escala, é hora de entender a forma de pensar e trajetória dos principais empreendedores do segmento no país. É com este propósito que a terceira edição da série “Fora da Curva”, criada pela Casa do Saber, se debruçou, entrevistando alguns dos unicórnios e startups de maior renome no país.

E por falar em startups, hoje, o Brasil tem mais de 17 mil empresas do tipo, de acordo com a Sling Hub. O estudo apontou, ainda, que o país domina o ecossistema latino-americano de startups e representa 77% do mercado. “Certa vez um VC de sucesso me disse que sua grande preocupação, ao assinar um acordo que coloca milhões para investimento de uma startup, é que o crescimento – principalmente no que tange a pessoas – possa levar a uma quebra da cultura ali presente e torne a empresa inoperante, ou fora de foco”, compartilhou Chebante. 

Para Chebante, tudo numa startup (e isso inclui as grandes rodadas de investimento) gira em torno de uma palavra: crescimento. É o fator de conseguir crescer mais rápido e com menor contingente de pessoas (ou recursos) que uma empresa tradicional que chama a atenção de investidores e empresas para se aproximarem e gerar sinergias. “Entre tantas obras que dissecam as melhores práticas, o livro Blitzscalling – de Reid Hoffman, o fundador do Linkedin e investidor em série – consolida algumas das melhores práticas para repensar a forma de gerar crescimento ao seu negócio, bem como avaliar startups neste sentido”, disse.

Por outro lado, analisar financeiramente uma startup tem boas diferenças em relação a uma empresa tradicional. Ainda que os princípios contábeis sejam os menos, mas o valor da empresa envolve uma outra abordagem, que considera crescimento x lucro, queima de caixa, rodadas de investimento e participações dos sócios. 

O Grupo FCamara é uma consultoria de TI para resultados em negócios, que promove transformação digital ao prover múltiplas soluções tecnológicas, com atuação nos principais players do mercado de saúde, educação, indústrias, entre outros. Após imersão no Vale do Silício, fundou a Orange Ventures, sua própria Venture Builder, que já lançou diversas startups com foco B2B. www.fcamara.com.br/

 

Website: http://www.fcamara.com.br

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Efeito estufa ou aquecimento global? Qual a diferença?

Empresa de energia solar listou as diferenças entre aquecimento global e efeito estufa

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24/5/2022 –

Empresa de energia solar listou as diferenças entre aquecimento global e efeito estufa

As mudanças climáticas causadas pelo aquecimento global podem prejudicar muito o planeta, por isso, a hora de se movimentar é agora. Usando energia solar é possível diminuir a utilização de gases produzidos pelas usinas termoelétricas. Consequentemente, amenizam-se os efeitos do aquecimento global. Sendo assim, a energia solar é uma solução sustentável, pois vem de uma fonte renovável, limpa e não poluente

A SOL Copérnico, empresa cujo propósito é democratizar a energia solar e sustentável no Brasil, oferecendo soluções para a geração de energia fotovoltaica, listou as diferenças entre aquecimento global e efeito estufa:  

— A manutenção da vida na Terra depende de diversos fatores que precisam ser equilibrados, entre eles a temperatura.

— O Sol é grande fornecedor de energia do planeta e o calor emitido por ele nos aquece durante o dia e faz com que as plantas e plânctons produzam oxigênio.

— Calor de mais ou de menos coloca o planeta em risco. É por isso que a natureza atua de forma brilhante, emitindo gases que criam uma camada de proteção ao redor da Terra.

— Contudo, muitas atividades humanas aumentam a emissão de gases, fazendo com que a temperatura média do planeta se eleve.

— A luz entra, é absorvida e aquece o ambiente, por isso o nome efeito estufa. A consequência do efeito estufa é que conhecemos de como aquecimento global que, com o próprio nome diz, gera um aumento progressivo da temperatura da Terra. A temperatura da Terra fica bagunçada, fazendo com que o calor e frio extremos sejam vivenciados com mais frequência, prejudicando a agricultura, aumentando o nível do mar e colocando em risco diversas espécies.

Website: https://www.solcopernico.com.br/

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Câmeras em uniformes de policiais são vistas como aliadas na segurança pública

Aliadas na redução de 87% dos confrontos em SP, câmeras em uniformes policiais também ajudam na coleta de provas

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São Paulo 24/5/2022 – Hoje, as imagens e áudios captados servem como meio probatório para processos penais

Aliadas na redução de 87% dos confrontos em SP, câmeras em uniformes policiais também ajudam na coleta de provas

A redução de 87% nas ocorrências de confrontos em São Paulo com o uso de câmeras operacionais portáteis é uma das comprovações da eficácia desta tecnologia como aliada da segurança pública. O levantamento da Polícia Militar do Estado de São Paulo analisou dados entre junho e outubro, de 2019 até 2021, e concluiu que as ocorrências de resistência a abordagens policiais também caíram (32,7%).

Em São Paulo, o governo pretende encerrar 2022 com mais de 10 mil bodycams instaladas nos uniformes de policiais. Em Santa Catarina, onde elas também são usadas, houve uma redução de 61,2% no uso da força (como contatos físicos e uso de algemas) pelos agentes. Na região Centro-Oeste, o Grupo Brako pretende levar a tecnologia a uma das capitais da região ainda neste ano.

“As câmeras corporais estão sendo uma ferramenta de coleta de dados para melhoria das ações dos agentes de segurança pública e vêm demonstrando grande capacidade de servirem como mais um elemento das garantias individuais, tanto para inibir abusos dos agentes em suas ações como para garantir sua defesa. Hoje, as imagens e áudios captados servem como meio probatório para processos penais”, explica o diretor de Engenharia do Grupo Brako, Gustavo Marchiori.

Há, ainda, a disponibilidade de câmeras embarcadas nas viaturas, que filmam dentro e fora do veículo, monitorando o comportamento do policial. Seja no uniforme ou na viatura, os benefícios associados ao uso desta solução são amplos:

• Aumento da transparência das ações policiais;

• Efeito civilizador, resultando em um melhor comportamento entre os agentes e os cidadãos;

• Diminuição das queixas dos cidadãos e rapidez na resolução de ocorrências, pois melhoram as provas;

• Comunicação mais rápida e eficaz entre os agentes e seus superiores, fornecendo subsídios visuais para o planejamento das ações e a transmissão de ordens;

• Acompanhamento em tempo real das ocorrências;

• Identificação de pontos fracos e desenvolvimento de melhorias, tais como oferecer novos programas de treinamento ou revisão de procedimentos e protocolos de ação.

Empresa de soluções tecnológicas customizadas, o Grupo Brako, oferece o equipamento usado por policiais e agentes da segurança. A câmera individual no uniforme tem capacidade de gravação e transmissão de áudio e vídeo, além de disponibilizar a localização geográfica. Com isso, há a possibilidade de acompanhamento remoto por uma central de monitoramento.

Website: http://www.grupobrako.com.br

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Ferramentas que aumentam produtividade facilitam o trabalho remoto

Home-office foi adotado por 46% das empresas na pandemia, mas 67% dos gestores enfrentaram dificuldades; especialista comenta ferramentas que podem auxiliar no processo

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24/5/2022 – A principal necessidade […] está na facilitação da comunicação, na gestão de atividades e no controle da produtividade

Home-office foi adotado por 46% das empresas na pandemia, mas 67% dos gestores enfrentaram dificuldades; especialista comenta ferramentas que podem auxiliar no processo

A produtividade dos colaboradores é uma das principais preocupações para empresas de diferentes segmentos e portes. Com o advento do trabalho remoto, que foi adotado por 46% das empresas do país durante a pandemia de Covid-19, conforme balanço da FIA (Fundação Instituto de Administração) realizado com 139 pequenos, médios e grandes negócios, a preocupação atingiu outro patamar. Exemplo disso, mais da metade (67%) dos gestores enfrentaram alguma dificuldade em implementar o trabalho à distância, de acordo com a “Pesquisa Gestão de Pessoas na Crise Covid-19”, também elaborada pela FIA.

Neste contexto, algumas ferramentas podem aumentar a produtividade de uma empresa, possibilitando a continuidade do regime de teletrabalho para seus funcionários, afirma Marcelo Menezes, cofundador da Lean Solutions, empresa que atua com treinamentos corporativos e transformação digital.

“O home office é uma realidade do mercado. Não é raro encontrar pessoas que trabalham para empresas a quilômetros de distância do conforto da sua casa. A principal necessidade para esta nova configuração laboral está na facilitação da comunicação, na gestão de atividades e no controle da produtividade”, afirma.

Neste aspecto, para Menezes, algumas suítes de ferramentas são ideais para o desenvolvimento do teletrabalho. “Como referência nestas funções, estão o Microsoft Office 365, o Google Workstation e Salesforce. A grande diferença entre eles está no custo para implementação e a interface de uso, permitindo a adequação das soluções de teletrabalho a empresas de qualquer tamanho. Antes, limitado apenas às grandes corporações”.

Na visão do cofundador da Lean Solutions, o home office é um modelo que deve permanecer em voga no futuro pós-pandêmico, já que não existe uma discussão de retrocessos em diversos setores da indústria e dos serviços. O que se discute hoje é como implementar, em alguns casos, o trabalho híbrido, com preferência ao trabalho remoto.

“As oportunidades proporcionadas e a qualidade de vida que os colaboradores possuem trabalhando à distância criaram uma cadeia profissional, na qual os profissionais podem determinar qual tipo de trabalho melhor se adequa a seu próprio perfil”, explica Menezes. “Antes, as imposições vinham de cima para baixo. Hoje, empresas que voltaram ao modelo 100% presencial têm tido dificuldade em manter seus principais talentos”, acrescenta.

De fato, o home-office ampliou as possibilidades em um mercado de trabalho global. Segundo dados da Page Group, negócio de recrutamento do Reino Unido, a contratação de brasileiros por empresas estrangeiras cresceu 20% nos últimos 12 meses.

Para mais informações, basta acessar: https://www.leansolutions.com.br/office-365/

Website: https://www.leansolutions.com.br/office-365/

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