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Energia solar auxilia a expansão do agronegócio

A energia solar pode ser uma grande aliada do agronegócio e extremamente vantajosa para o produtor rural pois pode gerar economia de até 95% na conta de luz, além de ser uma alternativa ecologicamente correta e que gera autonomia energética.

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São Paulo, SP 27/10/2021 – A energia solar é uma das alternativas mais promissoras para o agronegócio, já que as soluções tecnológicas aplicadas ao proporcionam qualidade e segurança

A energia solar pode ser uma grande aliada do agronegócio e extremamente vantajosa para o produtor rural pois pode gerar economia de até 95% na conta de luz, além de ser uma alternativa ecologicamente correta e que gera autonomia energética.

A energia solar pode ser uma grande aliada do agronegócio e extremamente vantajosa para o produtor rural. Em território nacional existem muitas fazendas de pequeno a grande porte que possuem acesso à rede elétrica e com altos gastos com conta de luz por causa de seus processos produtivos, porém muitos desses locais ainda não contam com esse benefício e assim deixam de aproveitar essa excelente oportunidade.

Segundo a Absolar (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica), nos primeiros oito meses de 2021, foram instalados 180 mil sistemas para a geração de distribuição de energia solar, ou seja, 41% maior do que no mesmo período de 2020. Esse crescimento se deu por conta de uma das piores crises hídricas que o país vem sofrendo. Além da vantagem ambiental, investir em energia solar também é benéfica para o bolso, pois garante até 95% na redução da conta de luz.

“É muito importante solucionar essa situação com alternativas que agregam economia e facilidade na geração de energia. Nesse contexto, a energia solar é uma das alternativas mais promissoras para o agronegócio, já que as soluções tecnológicas aplicadas ao proporcionam qualidade e segurança com a possibilidade de aumento da produtividade e estímulo ao crescimento”, Guilherme Coelho da Costa é gerente de Energia solar On Grid da Intelbras (INTB3), empresa brasileira com 45 anos de história e desenvolvedora de soluções solares On Grid e Off Grid.

Utilização da energia solar

O uso da energia solar é feito a partir da instalação de painéis fotovoltaicos, geralmente em telhados, mas nada impede que essa estrutura seja utilizada com fixação no solo das fazendas e propriedades rurais, por exemplo. Os painéis, também chamados de módulos fotovoltaicos, possuem a capacidade de transformar a energia solar em energia elétrica, ou seja, a energia gerada será distribuída por toda a propriedade. Em outras palavras, qualquer equipamento ou estrutura que precise da eletricidade para funcionar, poderá ser alimentado por essa nova fonte de energia, que é limpa, renovável e sustentável.

Aplicações da energia solar no agronegócio

O sistema fotovoltaico pode ser aplicado em dois formatos diferentes: On Grid e Off Grid. No sistema On Grid, a propriedade deve ter acesso à rede de distribuição pública, uma vez que a produção de energia excedente pelos painéis será entregue à concessionaria, que concede créditos ao consumidor por forma de compensação de energia. Já no sistema Off Grid funciona de maneira autônoma e precisa do armazenamento em baterias para o fornecimento de energia à noite ou em dias nublados. O sistema é ideal para propriedades isoladas que não têm acesso à rede pública de energia.

Vantagens da utilização do sistema fotovoltaico

Existem diversos fatores que tornam o uso da energia solar no agronegócio um investimento atrativo. O principal deles certamente é a economia de recursos financeiros, mas não é o único.

“Outra vantagem é que com mais autonomia, o produtor rural não fica refém de tarifas das concessionárias de energia e assim pode ter um controle mais eficiente de seus custos. O retorno de investimento em energia solar também é excelente se comparado com tantos outros investimentos, ocorre em média, em 4 a 6 anos após a instalação do sistema. Considerando que os módulos fotovoltaicos possuem vida útil de 25 anos, o investimento será usufruído por 20 anos ou mais”, afirma o gerente da Intelbras.

Outra vantagem são as linhas de créditos especificas para o setor que facilitam o empréstimo para o investimento em energia solar. As parcelas dos financiamentos chegam a ser iguais ou muito próximas ao valor a economia ganha na conta de luz. Os sistemas fotovoltaicos são facilmente instalados por profissionais capacitados que desenharão o melhor projeto para a necessidade do usuário. A manutenção do sistema não é frequente já que as chuvas fazem parte do trabalho de limpeza dos painéis. O indicado é que a limpeza seja realizada entre seis meses a um ano para que o sistema sempre esteja apto a gerar no seu potencial mais adequado.

“Investir no uso da energia solar está se tornando algo ainda mais atraente e indispensável. Argumentos positivos não faltam para que o produtor rural, agricultores, fazendeiros e pecuaristas comecem a utilizar energia renovável e sustentável o quanto antes”, finaliza Guilherme Costa da Intelbras.

Website: https://www.intelbras.com/pt-br/energia-solar

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Sebrae aponta: 70% dos postos de trabalho são gerados por pequenas empresas

Vencedor do prêmio em Gestão pelo RD Station recebe cerca de oitocentos empresários de pequenas e médias empresas em evento no espaço Transamérica, em São Paulo

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São Paulo, SP 7/12/2021 – A imersão EAG é a oportunidade de preparar melhor a empresa para um novo cenário. Afinal, são cerca de 800 empresários reunidos com um único objetivo

Vencedor do prêmio em Gestão pelo RD Station recebe cerca de oitocentos empresários de pequenas e médias empresas em evento no espaço Transamérica, em São Paulo

O Brasil ainda registra altos índices de empresas que decretam falência nos primeiros anos de vida. Segundo dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) cerca de 80% das empresas no país não conseguem sobreviver após 10 anos de atividade. O estudo ainda não reflete os impactos da pandemia, que trouxe uma série de dificuldades para os negócios a partir de 2020. E se tratando do cenário atual, de possível recuperação da economia no pós-pandemia, os empresários se veem diante de uma situação ainda mais desafiadora, o que exige muito planejamento para buscar um caminho de estabilidade nos negócios diante dos riscos apresentados.

Marcelo Germano, vencedor do prêmio Mindshifters pelo RD Station na categoria Vendas – Gestão, especialista em gestão empresarial e idealizador do método do EAG (Empresa Autogerenciável) comenta que, via de regra, os empresários não têm as competências necessárias para fazer com que as empresas tenham resultados, algo de grande importância para sobreviver neste mercado competitivo, ainda mais se tratando de um momento pós-pandemia:

“Não esperamos que um advogado não estude para exercer a advocacia, e também que um médico não estude para exercer a medicina – eu suponho que ninguém em sã consciência colocaria o coração na mão de um cirurgião que não estudou muito sobre o assunto”, comenta Marcelo Germano.

Porém, quando se analisa sobre o mesmo raciocínio, no momento em que uma empresa é montada, não é esperado que o empresário não tenha estudado sobre liderança, cultura, gestão, domínio pessoal, finanças e tração do negócio. No entanto, o que é visto na prática, é que as pessoas que abrem uma empresa normalmente não desenvolvem essas competências. Marcelo continua:

“É justamente isso que causa a quebra das empresas. Quando comecei, há 25 anos, ouvi uma frase muito impactante: ‘quem não tem competência, não se estabelece’. As empresas que fecham é porque os donos não desenvolveram as competências que precisam para poder performar em ambiente cada vez mais competitivo.”

De acordo com levantamento feito pelo Sebrae, com base nos dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), do Ministério da Economia, no acumulado do ano de 2021, as micro e pequenas empresas figuram com aproximadamente 70% dos postos de trabalho gerados no país. Dos 2,2 milhões de vagas criadas nos oito primeiros meses de 2021, mais de 1,5 milhão são dos pequenos negócios, contra 507 mil das médias e grandes empresas. Marcelo Germano comenta que os países que são fortes economicamente têm como base pequenas empresas fortes. Ele cita que esses empresários são os diamantes do Brasil, visto que geram postos de trabalho e educam os milhões de colaboradores que empregam: “Sempre digo que são os empresários do Brasil que vão fazer um país melhor, não apenas os políticos. Mas sim, os donos de empresas que são realmente os futuros líderes.”

Evento para pequenos e médios empresários  – Imersão EAG

Marcelo Germano (idealizador do método EAG), vencedor do prêmio Mindshifters pelo RD Station na categoria Vendas – Gestão, sedia o evento Imersão EAG, em São Paulo – capital, e recebe cerca de 800 empresários em um grande plenário, nos dias 8, 9 e 10 de dezembro, no Centro de Convenções Transamérica. Em seus treinamentos e método de ensino, Marcelo Germano auxilia donos de pequenas e médias empresas a acabar com o caos das empresas através de uma equipe autogerenciável. Ele fala sobre a temática dos desafios dos donos de empresas no período pós-pandemia no Brasil. E também comenta sobre a “solidão do poder” dos líderes de empresas ao gerenciar os negócios nesta fase da economia.

O método EAG (Empresa Autogerenciável) vem há cinco anos ajudando os donos de pequenas e médias empresas a acabar com o caos da empresa através de uma equipe autogerenciável. Isso se torna cada vez mais importante agora, em um momento de retomada da economia. “A imersão EAG para os empresários é uma oportunidade de preparar melhor a empresa para um novo cenário pós-pandemia, organizando a empresa, e também uma grande oportunidade de networking, afinal, são cerca de 800 empresários reunidos com o único objetivo de ter empresas melhores”, comenta Marcelo Germano.

Prêmio Mindshifters: Mentes que Transformam

Marcelo Germano foi o vencedor no mês de novembro de 2021 na categoria Vendas – Gestão do Prêmio Mindshifters: Mentes que Transformam, promovido pelo RD Station – líder no desenvolvimento de software para pequenas e médias empresas. Foram mais de 700 indicações que culminaram com 10 nomes na área de marketing e 10 nomes na área de vendas. 

De acordo com os idealizadores do prêmio, eles são destinados para profissionais que inovam, levantam discussões importantes, constroem comunidades, desafiam padrões, democratizam informações. Gente que inspira, provoca e contribui para a evolução do mercado e da sociedade. 

“Recebi esse reconhecimento por ter criado e liderado o movimento ‘Empresa Sem Caos’. Quero agradecer a todos por acreditarem na minha missão, assim como eu acredito, que confiam no meu trabalho e aceitam o desafio de acabar com o caos nas suas empresas,” comenta Marcelo Germano.

EAG (Empresa Autogerenciável)

O método do EAG (Empresa Autogerenciável) foi idealizado por Marcelo Germano – especialista em gestão empresarial, empresário há 25 anos, dono de cinco empresas de diferentes segmentos, sendo eles: despachantes, tecnologia, desenvolvimento de sistemas, cursos e treinamentos, com 164 funcionários diretos e indiretos. O método é exclusivo no mercado e tem como missão acabar com o caos nas empresas através de uma equipe autogerenciável. A partir da apresentação de ferramentas práticas de gestão, o objetivo é transformar os donos de pequenas e médias empresas para que eles conduzam organizações vencedoras. Os treinamentos são divulgados e conhecidos em todo o Brasil. Conteúdos gratuitos são gerados e disponibilizados em plataformas digitais e já ajudaram milhares de empresários do país a dar grandes saltos de performance.

Em 2021, o podcast Empresa Autogerenciável está entre os mais ouvidos na área de negócios. A empresa tem crescido de maneira acelerada e deve dobrar de tamanho em comparação a 2020.

Website: https://empresaautogerenciavel.com.br

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Menos invasivo e não cirúrgico, a rinomodelação é alternativa à rinoplastia

A despeito de o procedimento já existir há mais de 20 anos, foi na última década que se popularizou mundo afora, na esteira de outras intervenções de preenchimento facial; PhD em odontologia traz detalhes sobre intervenção realizada com ácido hialurônico

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Belo Horizonte – MG 6/12/2021 – A rinomodelação é menos invasiva, sendo ideal para a realização de melhorias sutis em pequenas imperfeições nasais

A despeito de o procedimento já existir há mais de 20 anos, foi na última década que se popularizou mundo afora, na esteira de outras intervenções de preenchimento facial; PhD em odontologia traz detalhes sobre intervenção realizada com ácido hialurônico

A alta procura por cirurgia plástica nasal (a chamada rinoplastia) no Brasil fazem do país, segundo dados de 2019 da Isaps (International Society of Aesthetic Plastic Surgery – Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética, em português), o segundo no ranking dos que mais realizam o procedimento no mundo. Sendo, porém, segundo profissionais qualificados na área, considerada uma operação cirúrgica complexa, a rinoplastia tem perdido a concorrência para uma técnica menos invasiva em relação aqueles que desejam corrigir pequenas imperfeições no nariz: a rinomodelação, também conhecida como bioplastia nasal.

Diferentemente da rinoplastia – cujo procedimento envolve corte na parte externa ou interna no nariz, as correções das estruturas do órgão e o fechamento da incisão -, a rinomodelação consiste em uma técnica de preenchimento que visa corrigir imperfeições do contorno nasal por meio da aplicação de ácido hialurônico. Trata-se de uma intervenção realizada também no nariz, demandada por pacientes que não querem, não precisam ou não podem passar por uma cirurgia complexa como a rinoplastia.

A despeito de o procedimento já existir há mais de 20 anos, foi na última década que se popularizou mundo afora, na esteira de outras intervenções de preenchimento facial. No início, a rinomodelação era realizada com substâncias não absorvíveis pelo corpo, como o polimetilmetacrilato (PMMA), sendo, posteriormente, substituída pelo ácido hialurônico, que, por ser uma substância pouco alergênica e que é reabsorvida pelo organismo, pode ter seu efeito revertido facilmente. O resultado da rinomodelação, porém, não é definitivo, tendo prazo de duração em média de 12 meses.

Procedimento não cirúrgico e menos invasivo

Para a cirurgiã-dentista Cláudia Starling, que atua em uma clínica em Belo Horizonte que realiza o procedimento de rinomodelação, “as pessoas que, em geral, buscam por este procedimento querem modelar o nariz de acordo com suas preferências: às vezes um pouco maior, menor ou mais arrebitado”, diz. “São muitas as possibilidades de harmonização”.

O fato de a rinomodelação ser um procedimento não cirúrgico, na opinião de Dra. Starling, faz com que muitas pessoas a prefiram em detrimento à rinoplastia. “A rinomodelação é menos invasiva, sendo ideal para a realização de melhorias sutis em pequenas imperfeições nasais”, afirma a cirurgiã-dentista, ressaltando que, nos últimos meses, com o avanço da vacinação contra a Covid-19, a demanda pelo procedimento tem aumentado.

Como todos os procedimentos estéticos, mesmo os mais simples, porém, há riscos: de acordo com a Dra. Cláudia Starling , pacientes com lesões de pele no local da aplicação, histórico de sensibilidade ao ácido hialurônico e que já tenham feito aplicação com PMMA no nariz devem ser avaliados criteriosamente antes de realizar a intervenção.

Para saber mais, basta acessar: https://www.draclaudiastarling.com.br

Website: https://www.draclaudiastarling.com.br

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Mercado de RPA movimentará R$ 11,6 bilhões até o fim do ano

Ferramenta consiste no uso de robôs digitais (bots) para executar tarefas repetitivas anteriormente realizadas por pessoas; especialistas comentam vantagens de implementação da automatização de processos no meio empresarial

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São Paulo – SP 6/12/2021 – Uma jornada de implementação bem-sucedida e estruturada do RPA obtém resultados mais rápidos e assertivos, otimizando os processos

Ferramenta consiste no uso de robôs digitais (bots) para executar tarefas repetitivas anteriormente realizadas por pessoas; especialistas comentam vantagens de implementação da automatização de processos no meio empresarial

Jornadas maçantes de trabalho, com atividades manuais que se sucedem de forma rotineira, trazendo desgaste físico e emocional aos empregados. Tal panorama, comum a tantos trabalhadores brasileiros, em muitos casos, poderia ser atenuado pela automatização de serviços por meio de robôs. 

Pesquisa recente realizada por uma empresa estadunidense especializada em desenvolvimento de software e automação de processos, reforça este cenário: segundo o estudo global, 49% dos entrevistados relataram não conseguir finalizar o expediente no horário correto por conta de tarefas administrativas simples – e repetitivas – que poderiam ser automatizadas. Ademais, 87% dos funcionários afirmaram que gostariam que seus empregadores automatizassem estas atividades; 55% indicaram que deixariam seus empregos caso esse volume de tarefas manuais e repetitivas ficasse muito elevado; e 85% mostram-se atraídos por empresas que investem em automação em tarefas administrativas digitais.

Uma das ferramentas utilizadas neste propósito de automatizar operações realizadas durante as jornadas de trabalho é o RPA (Robotic Process Automation – ou Automação Robótica de Processo, em tradução livre), que consiste, basicamente, no uso de robôs digitais (bots) para executar tarefas repetitivas anteriormente realizadas por pessoas. Para 49% dos trabalhadores entrevistados em uma pesquisa recente realizada pela empresa de consultoria Forrester Consulting a automação de processos resultou na eliminação de atividades maçantes e rotineiras. O mesmo estudo estimou que o mercado global de RPA alcance a cifra de US$ 2,1 bilhões (por volta de R$ 11,6 bilhões) até o final deste ano.

Com o RPA, é possível que sejam automatizadas funções das áreas financeira, contábil, fiscal e tributária, de RH, de TI, e de vendas e marketing. Ações como monitoramento de servidores e aplicativos, gestão de cadastros, redefinição e bloqueio de senhas, pagamento de contas e até mesmo processos seletivos e treinamentos podem ser realizados com automação robótica de processos.

De acordo com a consultoria PwC, 45% das atividades manuais podem ser automatizadas. A estimativa realizada pelo estudo indica que, caso todos estes processos, em âmbito global, deixassem de ser realizados manualmente, haveria uma economia de US$ 22 trilhões (cerca de R$ 122,4 trilhões) em custos com a força de trabalho.

A automação na área tributária e fiscal

Uma das áreas onde o RPA é mais empregado é a fiscal e tributária, sendo possível, entre outros processos, automatizar a elaboração de cálculos de impostos, realizar compliance dos processos fiscais e tributários e realizar planejamentos tributários com base nos processos dos clientes. 

Para Davi Santana, Tax Manager na Samsung SDS, “a automação na área tributária e fiscal já é uma prática que foi impulsionada pela transformação digital das empresas”, sendo esta prática algo essencial para que a empresa possa “desafogar colaboradores de atividades que não agregam para focar naquelas que realmente importam”. O executivo pontua que a automação de processos manuais e repetitivos permite que a empresa “elimine erros e riscos de input de informações incorretas”, gerando tempos de respostas mais rápidos, menores custos operacionais, maior qualidade de trabalho e maior produtividade da equipe. 

“Uma jornada de implementação bem-sucedida e estruturada do RPA obtém resultados mais rápidos e assertivos, otimizando os processos e aumentando a performance da operação”, diz Mônica Oliveira, IT Sales Manager na Samsung SDS. “O RPA veio para apoiar as empresas nos processos operacionais, onde o volume de ações repetitivas impacta no dia a dia do executor e, com a automação destes processos, o colaborador fica orientado no negócio e nos resultados da empresa”. Sobre a implementação do RPA, Davi Santana diz que é preciso realizar “uma análise profunda dos processos da empresa” antes que eles sejam automatizados. 

“Precisamos entender os processos que serão mapeados, qual a prioridade e o impacto desta automação, para poder direcionar o cliente no ganho de produtividade, performance e retorno deste investimento”, pontua. “Além desta etapa inicial, é muito importante termos um processo de governança e risco, onde aplica-se a gestão de demanda e de mudança adotados durante toda a jornada de implementação”. 

Para saber mais, basta acessar: http://samsungsds.rds.land/rpa-home?utm_source=DINO&utm_medium=materia&utm_campaign=RPA&utm_content=automacao+fiscal

Website: https://www.samsungsds.com/la/index.html

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