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Setor de eventos e turismo prevê forte retomada para 2022

Para quem atua nos ramos, o último ano foi de adaptabilidade e crise econômica, mas a previsão é animadora

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São Paulo, SP 22/10/2021 – “Há uma grata melhora nos setores dos eventos e turismo, hospedagem e setor aéreo” Rafael Diedrich

Para quem atua nos ramos, o último ano foi de adaptabilidade e crise econômica, mas a previsão é animadora

Em todo o mundo, as indústrias do turismo e de eventos foram de longe as mais atingidas durante a pandemia de COVID-19. E, ao contrário do varejo e serviços, os efeitos da adaptabilidade devem persistir por algum tempo. Em 2020, as empresas de turismo e eventos lutaram desesperadamente para encontrar maneiras de minimizar suas perdas e sobreviver ao inverno rigoroso da pandemia. De acordo com os números mais recentes da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) a retomada aparente ser animadora, segundo a CNC, a projeção de crescimento para as atividades turísticas aumentou em 2021. Saiu de uma alta de 18,2%, em 2020, para 19,1%, em 2021, no volume prestado de serviços turísticos. Sendo assim, a previsão é de um acréscimo de 0.9% na comparação entre este ano e o ano passado.

A queda no turismo internacional devido à pandemia do coronavírus pode causar uma perda de mais de US $ 4 trilhões no PIB global para os anos de 2020 e 2021, de acordo com um relatório da UNCTAD publicado em 30 de junho. A perda estimada foi causada pelo impacto direto da pandemia no turismo e seu efeito cascata em outros setores intimamente ligados a ela. “O mundo precisa de um esforço global de vacinação que proteja os trabalhadores, mitigue os efeitos sociais adversos e tome decisões estratégicas em relação ao turismo, levando em consideração as possíveis mudanças estruturais”, disse a secretária-geral em exercício da UNCTAD, Isabelle Durant no último relatório da UNCTAD em junho 2021.

Uma tendência apontada pelo site de pesquisa de hotéis Booking.com, explica em parte essa tentativa de recuperação do setor de turismo. De acordo com a pesquisa “O Futuro das Viagens”, 44% dos brasileiros pretendem fazer viagens domésticas nos próximos sete a doze meses. Além disso, 55 por cento gostariam de visitar novos destinos em sua própria região. “Há uma grata melhora nos setores dos eventos e turismo, hospedagem e setor aéreo”, afirma Rafael Diedrich, neurocientista CEO da produtora slives.co e idealizador do primeiro TEDx Talks drive in do mundo.

Embora a digitalização e os eventos virtuais tenham servido de “tábua de salvação” para a indústria de eventos durante a pandemia, os especialistas da indústria acreditam que os eventos presenciais prevalecerão após a pandemia. De agências de eventos boutique a gigantes da indústria, a pandemia levou o setor de eventos a repensar suas ofertas tradicionais e encontrar maneiras de utilizar melhor seus recursos digitais, isso está fortalecendo o mercado nesta retomada. Enquanto o mercado de eventos e turismo está a caminho de alcançar uma recuperação total, os especialistas do setor acreditam que a pandemia sem precedentes foi o sinal de alerta necessário para ajudar a revolucionar e rejuvenescer o turismo em longo prazo.

“O ano de 2020 foi duro para todo setor, a produtora slives.co precisou se adaptar produzindo 20 sessões drive in no Allianz Parque, lives de artistas e palestrantes renomados como Thiago Nigro, Luiza Helena Trajano Appolinário e realities shows como La Casa Digital com premiação de um milhão de reais”, afirma Rafael Diedrich. Um dos setores do turismo que sofreu grande impacto foi o de intercâmbios estudantis e estágio, universidade voltaram a reabrir para estudantes internacionais apenas em 2021.Na esteira do surto do coronavírus, as viagens ao exterior foram suspensas ou totalmente adiadas, pois o vírus colocou o mundo em quarentena. Mas agora, graças à crescente distribuição de vacinas e à reabertura das fronteiras – mesmo em meio à disseminação da variante delta – muitos estudantes estão reconsiderando as possibilidades de viagem. Segundo Rafael Diedrich que cursou presencialmente em Harvard, Stanford, MIT, Oxford e Cambridge, estudar fora é um dos grandes benefícios que a globalização trouxe para a modernidade e ver a retomada em 2021 tem sido um alívio.

Há também posições mais cautelosas, pois gerenciar as expectativas dos alunos fez com que outras universidades, incluindo o Spelman College em Atlanta, adotassem uma abordagem diferente. Em 2019, 77 por cento da turma de graduação de Spelman vinham do exterior. Mas, por enquanto, ‘Dimeji R. Togunde, vice-reitor da Spelman para educação global e professor de estudos internacionais, diz que a faculdade não reabrirá sua programação de estudos no exterior até a próxima primavera 2021.

A lenta retomada das viagens, eventos e intercâmbio e o adiamento da suspensão das proibições de viagens de alguns países têm sido uma das principais fontes de pressão sobre a recuperação. “Cada país terá um tempo de retorno, pois se reestruturar em tempos de pandemia também é complexo devido a todos os protocolos envolvidos” aposta Rafael e Lídia Diedrich que já visitaram 206 países com o projeto @diedrich. Para saber mais sobre os eventos da retomada, basta acessar @diedrich e @slives.co no Instagram ou no site das empresas.

Website: https://www.rafaeldiedrich.com/

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Menos invasivo e não cirúrgico, a rinomodelação é alternativa à rinoplastia

A despeito de o procedimento já existir há mais de 20 anos, foi na última década que se popularizou mundo afora, na esteira de outras intervenções de preenchimento facial; PhD em odontologia traz detalhes sobre intervenção realizada com ácido hialurônico

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Belo Horizonte – MG 6/12/2021 – A rinomodelação é menos invasiva, sendo ideal para a realização de melhorias sutis em pequenas imperfeições nasais

A despeito de o procedimento já existir há mais de 20 anos, foi na última década que se popularizou mundo afora, na esteira de outras intervenções de preenchimento facial; PhD em odontologia traz detalhes sobre intervenção realizada com ácido hialurônico

A alta procura por cirurgia plástica nasal (a chamada rinoplastia) no Brasil fazem do país, segundo dados de 2019 da Isaps (International Society of Aesthetic Plastic Surgery – Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética, em português), o segundo no ranking dos que mais realizam o procedimento no mundo. Sendo, porém, segundo profissionais qualificados na área, considerada uma operação cirúrgica complexa, a rinoplastia tem perdido a concorrência para uma técnica menos invasiva em relação aqueles que desejam corrigir pequenas imperfeições no nariz: a rinomodelação, também conhecida como bioplastia nasal.

Diferentemente da rinoplastia – cujo procedimento envolve corte na parte externa ou interna no nariz, as correções das estruturas do órgão e o fechamento da incisão -, a rinomodelação consiste em uma técnica de preenchimento que visa corrigir imperfeições do contorno nasal por meio da aplicação de ácido hialurônico. Trata-se de uma intervenção realizada também no nariz, demandada por pacientes que não querem, não precisam ou não podem passar por uma cirurgia complexa como a rinoplastia.

A despeito de o procedimento já existir há mais de 20 anos, foi na última década que se popularizou mundo afora, na esteira de outras intervenções de preenchimento facial. No início, a rinomodelação era realizada com substâncias não absorvíveis pelo corpo, como o polimetilmetacrilato (PMMA), sendo, posteriormente, substituída pelo ácido hialurônico, que, por ser uma substância pouco alergênica e que é reabsorvida pelo organismo, pode ter seu efeito revertido facilmente. O resultado da rinomodelação, porém, não é definitivo, tendo prazo de duração em média de 12 meses.

Procedimento não cirúrgico e menos invasivo

Para a cirurgiã-dentista Cláudia Starling, que atua em uma clínica em Belo Horizonte que realiza o procedimento de rinomodelação, “as pessoas que, em geral, buscam por este procedimento querem modelar o nariz de acordo com suas preferências: às vezes um pouco maior, menor ou mais arrebitado”, diz. “São muitas as possibilidades de harmonização”.

O fato de a rinomodelação ser um procedimento não cirúrgico, na opinião de Dra. Starling, faz com que muitas pessoas a prefiram em detrimento à rinoplastia. “A rinomodelação é menos invasiva, sendo ideal para a realização de melhorias sutis em pequenas imperfeições nasais”, afirma a cirurgiã-dentista, ressaltando que, nos últimos meses, com o avanço da vacinação contra a Covid-19, a demanda pelo procedimento tem aumentado.

Como todos os procedimentos estéticos, mesmo os mais simples, porém, há riscos: de acordo com a Dra. Cláudia Starling , pacientes com lesões de pele no local da aplicação, histórico de sensibilidade ao ácido hialurônico e que já tenham feito aplicação com PMMA no nariz devem ser avaliados criteriosamente antes de realizar a intervenção.

Para saber mais, basta acessar: https://www.draclaudiastarling.com.br

Website: https://www.draclaudiastarling.com.br

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Mercado de RPA movimentará R$ 11,6 bilhões até o fim do ano

Ferramenta consiste no uso de robôs digitais (bots) para executar tarefas repetitivas anteriormente realizadas por pessoas; especialistas comentam vantagens de implementação da automatização de processos no meio empresarial

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São Paulo – SP 6/12/2021 – Uma jornada de implementação bem-sucedida e estruturada do RPA obtém resultados mais rápidos e assertivos, otimizando os processos

Ferramenta consiste no uso de robôs digitais (bots) para executar tarefas repetitivas anteriormente realizadas por pessoas; especialistas comentam vantagens de implementação da automatização de processos no meio empresarial

Jornadas maçantes de trabalho, com atividades manuais que se sucedem de forma rotineira, trazendo desgaste físico e emocional aos empregados. Tal panorama, comum a tantos trabalhadores brasileiros, em muitos casos, poderia ser atenuado pela automatização de serviços por meio de robôs. 

Pesquisa recente realizada por uma empresa estadunidense especializada em desenvolvimento de software e automação de processos, reforça este cenário: segundo o estudo global, 49% dos entrevistados relataram não conseguir finalizar o expediente no horário correto por conta de tarefas administrativas simples – e repetitivas – que poderiam ser automatizadas. Ademais, 87% dos funcionários afirmaram que gostariam que seus empregadores automatizassem estas atividades; 55% indicaram que deixariam seus empregos caso esse volume de tarefas manuais e repetitivas ficasse muito elevado; e 85% mostram-se atraídos por empresas que investem em automação em tarefas administrativas digitais.

Uma das ferramentas utilizadas neste propósito de automatizar operações realizadas durante as jornadas de trabalho é o RPA (Robotic Process Automation – ou Automação Robótica de Processo, em tradução livre), que consiste, basicamente, no uso de robôs digitais (bots) para executar tarefas repetitivas anteriormente realizadas por pessoas. Para 49% dos trabalhadores entrevistados em uma pesquisa recente realizada pela empresa de consultoria Forrester Consulting a automação de processos resultou na eliminação de atividades maçantes e rotineiras. O mesmo estudo estimou que o mercado global de RPA alcance a cifra de US$ 2,1 bilhões (por volta de R$ 11,6 bilhões) até o final deste ano.

Com o RPA, é possível que sejam automatizadas funções das áreas financeira, contábil, fiscal e tributária, de RH, de TI, e de vendas e marketing. Ações como monitoramento de servidores e aplicativos, gestão de cadastros, redefinição e bloqueio de senhas, pagamento de contas e até mesmo processos seletivos e treinamentos podem ser realizados com automação robótica de processos.

De acordo com a consultoria PwC, 45% das atividades manuais podem ser automatizadas. A estimativa realizada pelo estudo indica que, caso todos estes processos, em âmbito global, deixassem de ser realizados manualmente, haveria uma economia de US$ 22 trilhões (cerca de R$ 122,4 trilhões) em custos com a força de trabalho.

A automação na área tributária e fiscal

Uma das áreas onde o RPA é mais empregado é a fiscal e tributária, sendo possível, entre outros processos, automatizar a elaboração de cálculos de impostos, realizar compliance dos processos fiscais e tributários e realizar planejamentos tributários com base nos processos dos clientes. 

Para Davi Santana, Tax Manager na Samsung SDS, “a automação na área tributária e fiscal já é uma prática que foi impulsionada pela transformação digital das empresas”, sendo esta prática algo essencial para que a empresa possa “desafogar colaboradores de atividades que não agregam para focar naquelas que realmente importam”. O executivo pontua que a automação de processos manuais e repetitivos permite que a empresa “elimine erros e riscos de input de informações incorretas”, gerando tempos de respostas mais rápidos, menores custos operacionais, maior qualidade de trabalho e maior produtividade da equipe. 

“Uma jornada de implementação bem-sucedida e estruturada do RPA obtém resultados mais rápidos e assertivos, otimizando os processos e aumentando a performance da operação”, diz Mônica Oliveira, IT Sales Manager na Samsung SDS. “O RPA veio para apoiar as empresas nos processos operacionais, onde o volume de ações repetitivas impacta no dia a dia do executor e, com a automação destes processos, o colaborador fica orientado no negócio e nos resultados da empresa”. Sobre a implementação do RPA, Davi Santana diz que é preciso realizar “uma análise profunda dos processos da empresa” antes que eles sejam automatizados. 

“Precisamos entender os processos que serão mapeados, qual a prioridade e o impacto desta automação, para poder direcionar o cliente no ganho de produtividade, performance e retorno deste investimento”, pontua. “Além desta etapa inicial, é muito importante termos um processo de governança e risco, onde aplica-se a gestão de demanda e de mudança adotados durante toda a jornada de implementação”. 

Para saber mais, basta acessar: http://samsungsds.rds.land/rpa-home?utm_source=DINO&utm_medium=materia&utm_campaign=RPA&utm_content=automacao+fiscal

Website: https://www.samsungsds.com/la/index.html

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Uze faz parceria com Serasa para facilitar a renegociação de dívidas com cliente

No primeiro mês de operação, a empresa cresceu 50% no número de negociações comparado aos meses anteriores

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São Paulo, SP 6/12/2021 – O maior ganho é que esse cliente volta a ter crédito no mercado a partir da quitação e negociação de dívidas, melhorando todo o ciclo cliente+compras

No primeiro mês de operação, a empresa cresceu 50% no número de negociações comparado aos meses anteriores

Dados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor mostram que o percentual de famílias brasileiras com dívidas continua em alta e, no mês passado, atingiu 72,9%. Um novo recorde mensal. Além disso, cerca de 62,21 milhões de brasileiros estão endividados no país, de acordo com o último Mapa de Inadimplência e Renegociação de Dívidas divulgado em setembro pela Serasa.

Foi pensando nessa grande fatia de inadimplentes que a UZE, empresa focada em soluções de crédito para o varejo, anuncia a parceria com o Serasa Limpa Nome, maior plataforma de renegociação de dívidas do país. A união de forças oferece ao cliente descontos de até 90% com credoras de diversos segmentos, a fim de facilitar o processo de conciliação de clientes inadimplentes, além de lançar campanhas que oferecem altos descontos para auxiliar essas pessoas a voltarem a ter acesso ao crédito.

Com a parceria, clientes UZE que tiverem débitos a partir de R$ 50,00 poderão fazer acordos com descontos de até 90% nas taxas de juros. Os clientes que quiserem checar o valor devido, poderão acessar o site oficial do Serasa Limpa Nome ou baixar o aplicativo Serasa, disponível para Android ou iOS. Em agosto, um em cada quatro brasileiros (25,6%) não estava conseguindo quitar as dívidas no prazo.

Resultados da ação:
No primeiro mês de operação, a empresa contabilizou um crescimento exponencial de 50% no aumento de tratativas. Dentro dessa porcentagem, 46% do atendimento foi feito por telefone e 54% por meio do digital.

Para a Uze, esse processo está relacionado a uma estratégia de multicanalidade. A empresa defende que o acesso tem que acontecer independentemente do canal, e se prepara para estar presente em todos os ambientes que sejam possíveis de haver esse contato cliente/empresa. Além dos canais próprios e da parceria com a Serasa, a Uze também disponibiliza outras ferramentas para negociação.

A estratégia tem contabilizado grandes resultados para a empresa, para o cliente e o mercado como um todo, que passa a ter novamente um consumidor com melhores chances de acesso ao crédito. Para Giuliano Manocchio, Gerente de Cobranças da Uze, a movimentação que a empresa tem feito é um benefício para o próprio consumidor, que quita sua dívida e passa ter opções em todos os canais para esse processo. “O maior ganho é que esse cliente endividado, volta a ter crédito no mercado a partir da quitação e negociação de dívidas, melhorando todo o ciclo que envolve cliente+compras”, explica.

Website: https://uzecomvoce.com.br/

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