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Empresas brasileiras se adaptam às regras da Anvisa para alimentos integrais

Determinações fortalecem o mercado das indústrias que trabalham com o conceito integral de verdade no País

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São Paulo 27/10/2021 –

Determinações fortalecem o mercado das indústrias que trabalham com o conceito integral de verdade no País

Cada vez mais há um maior entendimento a respeito da importância da conquista e manutenção de uma boa saúde, ainda mais no atual cenário. E para isso, uma alimentação equilibrada, variada e baseada em grãos integrais representa boa parte da fundamentação para uma vida mais saudável. No Brasil, os alimentos passaram a ter normas básicas e diretrizes a respeito de rotulagem por meio do Decreto-Lei nº 986, de 1969. Em conformidade com esse decreto e a fim de definir e classificar de maneira mais precisa certos grupos alimentares – incluindo os farináceos e subprodutos do trigo integral –, publicou-se a Resolução CNNPA nº 12, de 1978. Mas, foi apenas em 2002, praticamente trinta anos depois, com a Resolução RDC nº 259, que no país passou-se a ter uma descrição mais clara sobre o alimento, lista de ingredientes e declaração dos apelos nas embalagens, sem induzir o consumidor ao erro quanto à sua verdadeira natureza, composição e qualidade.

Até então, os alimentos à base de cereais integrais eram regulamentados pela Resolução RDC nº 263, de 2005, que revogou a Resolução CNNPA nº 12, de 1978. Porém, essa resolução não possui critérios de identidade e qualidade que consigam caracterizar de fato, se um produto é integral. Recentemente, em 15 de abril de 2021, o Brasil dá um grande salto sobre os requisitos de composição e rotulagem dos alimentos contendo cereais para classificação e identificação como integral e, também, para destaque da presença de ingredientes integrais, com a publicação da mais nova legislação regente sobre essa categoria de alimentos, com a aprovação e publicação da Resolução RDC Nº 493.

Mudanças trazem clareza ao consumidor sobre os produtos integrais no Brasil

Com as recentes mudanças, para um produto ser considerado integral, ele deverá ter, no mínimo, 30% de ingredientes integrais e a quantidade desses componentes deve ser superior à proporção dos elementos refinados. Além disso, a presença de ingredientes integrais pode ser destacada na rotulagem dos alimentos contendo cereais, porém, desde que o percentual dessa composição no produto seja declarado próxima ao destaque. Já com relação aos casos de alimentos que contêm cereais, que não sejam classificados como integral, os termos “com grãos integrais”, ou ainda qualquer outro que destaque a presença de ingredientes integrais, não podem mais constar na denominação de venda do produto.

Marcas com conceito 100% integral Whole Grain Council saem na frente

A indústria dos saudáveis no Brasil tem o prazo de 12 meses, ou seja, até abril de 2022 para realizar a adequação de seus produtos. As mudanças ajudam a destacar empresas que atuam no país com o conceito 100% Integral, da certificadora internacional Whole Grain Council, que já produzem dentro da quantidade das novas diretrizes definidas. É o caso da Da Magrinha, uma das principais indústrias de produtos integrais e de alimentação saudável no Brasil. A marca foi pioneira no mercado nacional com conceito 100% Integral Whole Grain Council, atuando com este diferencial desde 2018. “Ficamos muito felizes com as novas diretrizes definidas pela Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária, além de criar um ambiente mais justo e transparente para a competitividade das marcas no mercado, também acreditamos muito nos benefícios nutricionais que estes produtos trarão para a sociedade em geral”, explica Fernando Ramos, diretor comercial da Da Magrinha.

Regulamentação em outros países

Nos Estados Unidos, o Code of Federal Regulations (CFR), autoridade reguladora americana, apesar de não determinar critérios para o uso de alegações relacionadas ao conteúdo de grãos em alimentos, considera que o produto é 100% constituído de grão integral ou farinha integral, quando a expressão “integral” aparecer no rótulo. Na Suíça, para produtos de panificação e biscoitos que mencionem no nome do produto o ingrediente “trigo integral”, pelo menos 70% desse ingrediente deve estar na receita (“Order of the FDHA on cereals, legumes, vegetable proteins and their derivatives”).

No Canadá não há definição para grãos integrais nos regulamentos. Apesar disso, só é considerado pão integral o produto que utiliza a farinha de trigo integral em sua composição e deve conter no mínimo 60% de farinha integral em relação ao total de farinha utilizada. Outros locais como África do Sul, Austrália, Nova Zelândia, Chile e Reino Unido até possuem algum tipo de direcionamento para a farinha integral, mas não têm critérios concretos para os demais produtos à base de cereais integrais.

Whole Grain Council

O Whole Grain Council é uma certificadora internacional que nasceu em San Francisco (Califórnia – Estados Unidos) com a missão de aumentar o consumo dos grãos integrais e auxiliar na comunicação entre indústria e consumidor. A certificadora possui três tipos de selos: 100% integral (todos os ingredientes são grãos integrais, nenhum outro ingrediente permitido e mínimo de 16 gramas de grãos integrais); 50% integral (pelo menos metade do produto, em peso, é de grão integrais e mínimo de 8 gramas de grãos integrais); e Selo básico (menos da metade do produto, em peso, é de grãos integrais e mínimo de 8 gramas de grãos integrais).

Até novembro de 2020, foi verificado que mais de 13.000 produtos usavam o selo Whole Grain, distribuídos em 63 países diferentes e em sete idiomas. O selo foi observado e estudado pela própria Anvisa durante as pesquisas do cenário global a respeito dos grãos integrais para a elaboração da Resolução RDC Nº 493, de 2021. A empresa Da Magrinha, pioneira no setor alimentício dos saudáveis, foi a primeira marca brasileira a elaborar e comercializar toda a linha 100% integral. Já visando o integral de verdade, trouxe a estampa 100% da certificadora internacional Whole Grain Council em todos os seus produtos. Além disso, suas receitas possuem uma diversidade de ingredientes naturais ao serem elaboradas com sete grãos nobres, sendo estes ainda livres de transgênicos. “Com as novas determinações, marcas como a nossa saem na frente, pois já possuem as certificações que elevam a qualidade dos produtos, que são realmente 100% integrais”, finaliza Fernando Ramos, da Da Magrinha.

Website: http://www.damagrinha.com.br

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Menos invasivo e não cirúrgico, a rinomodelação é alternativa à rinoplastia

A despeito de o procedimento já existir há mais de 20 anos, foi na última década que se popularizou mundo afora, na esteira de outras intervenções de preenchimento facial; PhD em odontologia traz detalhes sobre intervenção realizada com ácido hialurônico

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Belo Horizonte – MG 6/12/2021 – A rinomodelação é menos invasiva, sendo ideal para a realização de melhorias sutis em pequenas imperfeições nasais

A despeito de o procedimento já existir há mais de 20 anos, foi na última década que se popularizou mundo afora, na esteira de outras intervenções de preenchimento facial; PhD em odontologia traz detalhes sobre intervenção realizada com ácido hialurônico

A alta procura por cirurgia plástica nasal (a chamada rinoplastia) no Brasil fazem do país, segundo dados de 2019 da Isaps (International Society of Aesthetic Plastic Surgery – Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética, em português), o segundo no ranking dos que mais realizam o procedimento no mundo. Sendo, porém, segundo profissionais qualificados na área, considerada uma operação cirúrgica complexa, a rinoplastia tem perdido a concorrência para uma técnica menos invasiva em relação aqueles que desejam corrigir pequenas imperfeições no nariz: a rinomodelação, também conhecida como bioplastia nasal.

Diferentemente da rinoplastia – cujo procedimento envolve corte na parte externa ou interna no nariz, as correções das estruturas do órgão e o fechamento da incisão -, a rinomodelação consiste em uma técnica de preenchimento que visa corrigir imperfeições do contorno nasal por meio da aplicação de ácido hialurônico. Trata-se de uma intervenção realizada também no nariz, demandada por pacientes que não querem, não precisam ou não podem passar por uma cirurgia complexa como a rinoplastia.

A despeito de o procedimento já existir há mais de 20 anos, foi na última década que se popularizou mundo afora, na esteira de outras intervenções de preenchimento facial. No início, a rinomodelação era realizada com substâncias não absorvíveis pelo corpo, como o polimetilmetacrilato (PMMA), sendo, posteriormente, substituída pelo ácido hialurônico, que, por ser uma substância pouco alergênica e que é reabsorvida pelo organismo, pode ter seu efeito revertido facilmente. O resultado da rinomodelação, porém, não é definitivo, tendo prazo de duração em média de 12 meses.

Procedimento não cirúrgico e menos invasivo

Para a cirurgiã-dentista Cláudia Starling, que atua em uma clínica em Belo Horizonte que realiza o procedimento de rinomodelação, “as pessoas que, em geral, buscam por este procedimento querem modelar o nariz de acordo com suas preferências: às vezes um pouco maior, menor ou mais arrebitado”, diz. “São muitas as possibilidades de harmonização”.

O fato de a rinomodelação ser um procedimento não cirúrgico, na opinião de Dra. Starling, faz com que muitas pessoas a prefiram em detrimento à rinoplastia. “A rinomodelação é menos invasiva, sendo ideal para a realização de melhorias sutis em pequenas imperfeições nasais”, afirma a cirurgiã-dentista, ressaltando que, nos últimos meses, com o avanço da vacinação contra a Covid-19, a demanda pelo procedimento tem aumentado.

Como todos os procedimentos estéticos, mesmo os mais simples, porém, há riscos: de acordo com a Dra. Cláudia Starling , pacientes com lesões de pele no local da aplicação, histórico de sensibilidade ao ácido hialurônico e que já tenham feito aplicação com PMMA no nariz devem ser avaliados criteriosamente antes de realizar a intervenção.

Para saber mais, basta acessar: https://www.draclaudiastarling.com.br

Website: https://www.draclaudiastarling.com.br

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Mercado de RPA movimentará R$ 11,6 bilhões até o fim do ano

Ferramenta consiste no uso de robôs digitais (bots) para executar tarefas repetitivas anteriormente realizadas por pessoas; especialistas comentam vantagens de implementação da automatização de processos no meio empresarial

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São Paulo – SP 6/12/2021 – Uma jornada de implementação bem-sucedida e estruturada do RPA obtém resultados mais rápidos e assertivos, otimizando os processos

Ferramenta consiste no uso de robôs digitais (bots) para executar tarefas repetitivas anteriormente realizadas por pessoas; especialistas comentam vantagens de implementação da automatização de processos no meio empresarial

Jornadas maçantes de trabalho, com atividades manuais que se sucedem de forma rotineira, trazendo desgaste físico e emocional aos empregados. Tal panorama, comum a tantos trabalhadores brasileiros, em muitos casos, poderia ser atenuado pela automatização de serviços por meio de robôs. 

Pesquisa recente realizada por uma empresa estadunidense especializada em desenvolvimento de software e automação de processos, reforça este cenário: segundo o estudo global, 49% dos entrevistados relataram não conseguir finalizar o expediente no horário correto por conta de tarefas administrativas simples – e repetitivas – que poderiam ser automatizadas. Ademais, 87% dos funcionários afirmaram que gostariam que seus empregadores automatizassem estas atividades; 55% indicaram que deixariam seus empregos caso esse volume de tarefas manuais e repetitivas ficasse muito elevado; e 85% mostram-se atraídos por empresas que investem em automação em tarefas administrativas digitais.

Uma das ferramentas utilizadas neste propósito de automatizar operações realizadas durante as jornadas de trabalho é o RPA (Robotic Process Automation – ou Automação Robótica de Processo, em tradução livre), que consiste, basicamente, no uso de robôs digitais (bots) para executar tarefas repetitivas anteriormente realizadas por pessoas. Para 49% dos trabalhadores entrevistados em uma pesquisa recente realizada pela empresa de consultoria Forrester Consulting a automação de processos resultou na eliminação de atividades maçantes e rotineiras. O mesmo estudo estimou que o mercado global de RPA alcance a cifra de US$ 2,1 bilhões (por volta de R$ 11,6 bilhões) até o final deste ano.

Com o RPA, é possível que sejam automatizadas funções das áreas financeira, contábil, fiscal e tributária, de RH, de TI, e de vendas e marketing. Ações como monitoramento de servidores e aplicativos, gestão de cadastros, redefinição e bloqueio de senhas, pagamento de contas e até mesmo processos seletivos e treinamentos podem ser realizados com automação robótica de processos.

De acordo com a consultoria PwC, 45% das atividades manuais podem ser automatizadas. A estimativa realizada pelo estudo indica que, caso todos estes processos, em âmbito global, deixassem de ser realizados manualmente, haveria uma economia de US$ 22 trilhões (cerca de R$ 122,4 trilhões) em custos com a força de trabalho.

A automação na área tributária e fiscal

Uma das áreas onde o RPA é mais empregado é a fiscal e tributária, sendo possível, entre outros processos, automatizar a elaboração de cálculos de impostos, realizar compliance dos processos fiscais e tributários e realizar planejamentos tributários com base nos processos dos clientes. 

Para Davi Santana, Tax Manager na Samsung SDS, “a automação na área tributária e fiscal já é uma prática que foi impulsionada pela transformação digital das empresas”, sendo esta prática algo essencial para que a empresa possa “desafogar colaboradores de atividades que não agregam para focar naquelas que realmente importam”. O executivo pontua que a automação de processos manuais e repetitivos permite que a empresa “elimine erros e riscos de input de informações incorretas”, gerando tempos de respostas mais rápidos, menores custos operacionais, maior qualidade de trabalho e maior produtividade da equipe. 

“Uma jornada de implementação bem-sucedida e estruturada do RPA obtém resultados mais rápidos e assertivos, otimizando os processos e aumentando a performance da operação”, diz Mônica Oliveira, IT Sales Manager na Samsung SDS. “O RPA veio para apoiar as empresas nos processos operacionais, onde o volume de ações repetitivas impacta no dia a dia do executor e, com a automação destes processos, o colaborador fica orientado no negócio e nos resultados da empresa”. Sobre a implementação do RPA, Davi Santana diz que é preciso realizar “uma análise profunda dos processos da empresa” antes que eles sejam automatizados. 

“Precisamos entender os processos que serão mapeados, qual a prioridade e o impacto desta automação, para poder direcionar o cliente no ganho de produtividade, performance e retorno deste investimento”, pontua. “Além desta etapa inicial, é muito importante termos um processo de governança e risco, onde aplica-se a gestão de demanda e de mudança adotados durante toda a jornada de implementação”. 

Para saber mais, basta acessar: http://samsungsds.rds.land/rpa-home?utm_source=DINO&utm_medium=materia&utm_campaign=RPA&utm_content=automacao+fiscal

Website: https://www.samsungsds.com/la/index.html

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Uze faz parceria com Serasa para facilitar a renegociação de dívidas com cliente

No primeiro mês de operação, a empresa cresceu 50% no número de negociações comparado aos meses anteriores

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São Paulo, SP 6/12/2021 – O maior ganho é que esse cliente volta a ter crédito no mercado a partir da quitação e negociação de dívidas, melhorando todo o ciclo cliente+compras

No primeiro mês de operação, a empresa cresceu 50% no número de negociações comparado aos meses anteriores

Dados da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor mostram que o percentual de famílias brasileiras com dívidas continua em alta e, no mês passado, atingiu 72,9%. Um novo recorde mensal. Além disso, cerca de 62,21 milhões de brasileiros estão endividados no país, de acordo com o último Mapa de Inadimplência e Renegociação de Dívidas divulgado em setembro pela Serasa.

Foi pensando nessa grande fatia de inadimplentes que a UZE, empresa focada em soluções de crédito para o varejo, anuncia a parceria com o Serasa Limpa Nome, maior plataforma de renegociação de dívidas do país. A união de forças oferece ao cliente descontos de até 90% com credoras de diversos segmentos, a fim de facilitar o processo de conciliação de clientes inadimplentes, além de lançar campanhas que oferecem altos descontos para auxiliar essas pessoas a voltarem a ter acesso ao crédito.

Com a parceria, clientes UZE que tiverem débitos a partir de R$ 50,00 poderão fazer acordos com descontos de até 90% nas taxas de juros. Os clientes que quiserem checar o valor devido, poderão acessar o site oficial do Serasa Limpa Nome ou baixar o aplicativo Serasa, disponível para Android ou iOS. Em agosto, um em cada quatro brasileiros (25,6%) não estava conseguindo quitar as dívidas no prazo.

Resultados da ação:
No primeiro mês de operação, a empresa contabilizou um crescimento exponencial de 50% no aumento de tratativas. Dentro dessa porcentagem, 46% do atendimento foi feito por telefone e 54% por meio do digital.

Para a Uze, esse processo está relacionado a uma estratégia de multicanalidade. A empresa defende que o acesso tem que acontecer independentemente do canal, e se prepara para estar presente em todos os ambientes que sejam possíveis de haver esse contato cliente/empresa. Além dos canais próprios e da parceria com a Serasa, a Uze também disponibiliza outras ferramentas para negociação.

A estratégia tem contabilizado grandes resultados para a empresa, para o cliente e o mercado como um todo, que passa a ter novamente um consumidor com melhores chances de acesso ao crédito. Para Giuliano Manocchio, Gerente de Cobranças da Uze, a movimentação que a empresa tem feito é um benefício para o próprio consumidor, que quita sua dívida e passa ter opções em todos os canais para esse processo. “O maior ganho é que esse cliente endividado, volta a ter crédito no mercado a partir da quitação e negociação de dívidas, melhorando todo o ciclo que envolve cliente+compras”, explica.

Website: https://uzecomvoce.com.br/

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