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Ação multiempresas promove evento gratuito para professores da rede pública

Voluntários de 12 empresas se unem para promover a saúde e o cuidado de professores de escolas públicas

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Belo Horizonte, MG. 26/10/2021 – Os professores estão precisando de um colo, um alento para lidarem com as frustrações e desmotivações

Voluntários de 12 empresas se unem para promover a saúde e o cuidado de professores de escolas públicas

A pandemia tem sido um período extremamente desafiador para todos, mas, para alguns profissionais, o caos torna-se latente. Entender as angústias e frustrações dessas pessoas nem sempre é uma tarefa fácil, porém, é muito necessário. Pensando nisso, 12 empresas se uniram para realizar a ação voluntária Cuide de quem inspira, idealizada pelo Comitê Mineiro de Voluntariado Corporativo (CMVC), que acontecerá no dia 29 de outubro, a partir das 9h.

A ideia é promover um dia de palestras on-line e gratuitas voltadas para o cuidado e a saúde mental de professores de escolas públicas de todo o Brasil, com atuação no Ensino Fundamental I, II e Médio. “Em meio a um período de tantos desafios para a educação, queremos ajudar os professores de escolas públicas a reencontrarem seu propósito e enxergarem o quanto são importantes para a sociedade”, explica Vivian Ramos, Gerente de Projetos na CDM – Cooperação para o Desenvolvimento e Morada Humana, organização responsável pela criação do CMVC.

Todas as palestras serão ministradas por voluntários das empresas participantes e contarão com sorteios de kits de autocuidado e certificado de participação. O painel de abertura será conduzido pelos Caçadores de Bons Exemplos e Devam Bhaskar, diretor do Instituto Alok. Além disso, o evento disponibilizará 8 salas de cuidado para que cada profissional escolha os temas que deseja integrar.

“A partir de escutas e análise de pesquisas, identificou-se que a principal demanda dos professores, neste momento, mesmo ainda tendo alguns desafios em relação a ferramentas digitais de trabalho, é em relação à saúde mental. Os professores estão precisando de um colo, um alento para lidarem com as frustrações e desmotivação causadas pela falta de participação dos alunos das escolas públicas no contexto do ensino on-line/híbrido”, reflete a gerente da CDM.

Razões para agir e acreditar

De acordo com a Revista Nova Escola, 72% dos professores da rede pública tiveram a saúde mental afetada e precisaram buscar apoio. A pesquisa foi realizada com 9557 profissionais. Outro dado que chamou a atenção foi que 2,6 milhões passaram horas do dia fotografando páginas de apostila de atividades para enviar aos alunos, além de gravar pequenos vídeos com explicações de conteúdo, e outros buscaram por alunos que não apareciam nas aulas.

A pesquisa mostrou, ainda, que os aspectos mais citados pelos professores foram: frustração, ansiedade, tristeza, falta de motivação, cansaço mental, falta de sentido do trabalho e incapacidade. Solange Martins é professora na Escola Municipal Hilário Pereira da Fonseca, em Sete Lagoas. Ela, que já fez um curso de saúde emocional, está com boas expectativas para este evento: “Espero acrescentar muito na minha vida tanto profissional, quanto pessoal, ainda mais neste momento em que precisamos enxergar a todos primeiramente como humanos”. Para ela, esta discussão tem muita relevância principalmente agora que os professores estão mais fragilizados emocionalmente. “As pessoas estão procurando se reestruturar e nada melhor do que uma conversa franca e aberta para colocarmos pra fora o que estamos sentindo e passando, escutando a realidade de outros também para que juntos consigamos superar esse momento e esses desafios.”

A professora Karen Cecília Pereira atua na Escola Municipal Derci Alves Ribeiro, em Florestal. Ela espera adquirir conhecimento para aplicar no dia a dia com seus alunos. “Eu acho que tudo que é feito para agregar, para aumentar pros meus pequenos, pros meus meninos como eu costumo chamar meus alunos é sempre bem-vindo, então eu estou super ansiosa para chegar o dia”. Assim como sua colega Solange, ela também acredita que compartilhar experiências é o melhor caminho já que todos tiveram que se reinventar. “Foi tudo muito novo nessa pandemia com as aulas remotas, a gente teve que aprender muita coisa pra que tudo saísse da melhor forma possível como foi. Eu espero que a gente discuta e aprenda para ver quais foram as dificuldades de alguns, ver que são as mesmas dificuldades que as nossas e ver, principalmente, que não estamos nessas dificuldades sozinhos”, reflete.

Nesse sentido, Vivian Ramos acredita que, quando o objetivo é fazer o bem comum, não existe concorrência, ou ser melhor que o outro. “É isso que o CMVC vem mostrando em ações como essa, fortalecendo o trabalho integrado e em rede, com diversas empresas que fomentam o voluntariado corporativo”, completa.

Organização sem fins lucrativos, há mais de 35 anos a CDM – Cooperação para o Desenvolvimento e Morada Humana conduz ações de planejamento, gestão, execução e avaliação de programas sociais, de voluntariado corporativo e de eficiência energética, alinhados às demandas de empresas, órgãos públicos e territórios, visando criar valor compartilhado. Instituição pioneira, já desenvolveu projetos nos estados de Minas Gerais, Bahia, Rio de Janeiro, Pernambuco e Sergipe. Fora do país, atuou em Angola, Moçambique e Peru. 

Criado em 2015, pela CDM, o Comitê Mineiro de Voluntariado Corporativo conta com 68 empresas, entre multinacionais, nacionais, instituições de ensino e parceiros diversos. Formado para o aprendizado integrado, além do compartilhamento de experiências e boas práticas, o CMVC já promoveu 17 encontros, com a apresentação de 35 cases.  

“A integração do grupo, os encontros e as trocas contribuíram significativamente para as oportunidades de inovação e a continuidade das iniciativas voluntárias”, reforça Vivian Ramos.  Em 2021, o Comitê conta com a integração e articulação dos membros do CMVC e diversos parceiros, como o Centro Universitário UMA, o Prosas, o palestrante Léo Farah, o CeMAIS, o V2V e o Tio Flávio Cultural, além do patrocínio da AngloAmerican, Fundação Sideturbe, Vallourec, Localiza e Gerdau, assim como apoio da Cargill, Grupo Sada, CNH Industrial e AngloGold.

EVENTO “CUIDE DE QUEM INSPIRA” – Gratuito

Website: https://eventos.congresse.me/acaomultiempresascmvc

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Serviços funerários podem ter economia de até 90% com planejamento póstumo

Planos funerários são uma estratégia para uso inteligente do dinheiro e para trazer mais tranquilidade em situações de luto

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Brasil 20/1/2022 –

Planos funerários são uma estratégia para uso inteligente do dinheiro e para trazer mais tranquilidade em situações de luto

A chegada de um novo ano é um período em que muita gente costuma definir novos planos. Entre as resoluções mais comuns está lidar melhor com as finanças. Os últimos anos podem não ter sido bons para grande parte da população brasileira, especialmente devido aos índices de desemprego e às consequências da pandemia de covid-19, que ocasionou incontáveis perdas.

Um dos momentos mais difíceis pelas quais as pessoas inevitavelmente passam é a perda de entes queridos. Além da dor do luto, muitas famílias enfrentam dificuldades financeiras com esta situação, por terem sido pegas de surpresa, ou ainda, quando a pessoa falecida é a principal provedora da família. “Muitas vezes, as famílias são carentes de um serviço funerário de qualidade e reféns do imediatismo da situação da perda. Mesmo regulamentado por lei, o serviço funerário não possui uma tabela de preços pré-definida, o que poderia ocasionar gastos imprevistos, caso a família não tenha pensado em planejamento póstumo e feito uma boa pesquisa”, analisa o gerente comercial nacional, Rafael de Oliveira Braga.

Rafael explica que o impacto financeiro de uma perda familiar pode ser grande para qualquer família, não somente para as famílias de classe C, D e E, ao contratar um serviço funerário. Foi justamente entre estas classes sociais que se popularizaram os planos funerários oferecidos pelo Grupo Zelo, empresa mineira de assistência ao luto que possui mais de 4 milhões de vidas cobertas em seus planos. Desde 2018, Rafael atua na companhia e ajudou a desenvolver, também, um plano voltado para um público economicamente mais estável, com planos com mensalidades a partir de R$ 90 e cobertura nacional em cemitérios públicos e particulares.

“Planejar-se financeiramente, comum em países desenvolvidos, é uma estratégia que reduz impactos futuros, como uma aposentadoria precoce por invalidez ou a perda repentina de um provedor familiar. Os planos funerários se encaixam nessa linha de pensamento: são uma maneira inteligente do uso do dinheiro e trazem a tranquilidade necessária para situações de luto”, afirma Rafael. Mesmo não sendo tão comum no Brasil, conforme afirma o gerente, o planejamento póstumo pode representar uma economia de até 90% nos custos de um serviço funerário particular, que são, em média, de R$12 mil a R$15 mil, podendo chegar até a R$40 mil. Com a contratação de um plano funerário, é possível ter uma cobertura para vários familiares, por um custo total de aproximadamente R$ 4 mil, considerando um contrato de 48 meses.

“Além de toda a assistência profissional recebida em uma situação de fragilidade, diminuindo as preocupações das famílias com os trâmites que o momento demanda, é possível usufruir de benefícios e descontos em medicamentos, restaurantes, entre outros”, explica Rafael. “É uma necessidade latente e uma diferença financeira significativa, que traz impacto relevante para a família”, reforçou o gerente.

Website: http://www.grupozelo.com.br

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Câmara carioca estima embolso total de 13º de 2020 até junho

Servidores públicos com rendimentos brutos acima de R$ 8.500,01 irão receber o honorário extra do ano retrasado de forma escalonada; especialista fala sobre a aplicação de penalidades a empresas que atrasam gratificação

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19/1/2022 – A multa administrativa é de, no mínimo, R$ 170,25 por empregado caso haja denúncia junto ao Ministério do Trabalho, sindicato ou Justiça do Trabalho

Servidores públicos com rendimentos brutos acima de R$ 8.500,01 irão receber o honorário extra do ano retrasado de forma escalonada; especialista fala sobre a aplicação de penalidades a empresas que atrasam gratificação

Uma das principais conquistas da classe trabalhadora, o 13º salário é um benefício garantido aos brasileiros desde a década de 60. Sua origem está na Lei 4.090, sancionada em julho de 1962, durante o governo de João Goulart, que dizia em seu artigo primeiro que “no mês de dezembro de cada ano, a todo empregado será paga, pelo empregador, uma gratificação salarial, independentemente da remuneração a que fizer jus”. 

Poucos anos depois, em 1965, no início do regime militar, o presidente Castello Branco assinou a Lei 4.749, reformulando a norma anterior e indicando que a gratificação seria dada a “todo trabalhador com carteira assinada, sejam trabalhadores domésticos, rurais, urbanos ou avulsos”. 

O cálculo do 13º salário é feito, desde então, dividindo-se o salário integral do trabalhador por doze e multiplicando-se o resultado pelo número de meses trabalhados – as horas extras, adicionais noturno e de insalubridade e comissões adicionais também entram no cálculo da gratificação. De acordo com a lei, ainda, o honorário adicional ao trabalhador deve ser pago pelo empregador em duas parcelas, sendo a primeira entre o dia 1º de fevereiro e o dia 30 de novembro e a segunda até o dia 20 de dezembro.

Apesar da legislação ser clara em relação a este compromisso do empregador para com o empregado, ano após ano são noticiados casos de atraso ou não pagamento do 13º salário a trabalhadores brasileiros. 

É o caso de 5.870 servidores públicos da Prefeitura do Rio com vencimentos brutos entre R$ 7.700,01 e R$ 8.500, que, apenas no dia 15 de dezembro de 2021 receberam a gratificação referente ao ano de 2020. Outros profissionais, com rendimentos brutos acima de R$ 8.500,01 irão receber o honorário extra do ano retrasado, de forma escalonada, até junho deste ano, de acordo com a previsão da municipalidade carioca.

Outro caso de atraso no pagamento do 13º salário recentemente noticiado pela imprensa se deu em São Paulo, onde, segundo reportagem do G1 de 24 de dezembro, merendeiras de cerca de 260 escolas das zonas Sul e Leste do município ainda não haviam recebido a gratificação às vésperas do encerramento do ano.

Legislação prevê penalizações a empresas que atrasem gratificação

Richard Clayton, fundador da Trinta Porcento, empresa que atua nas áreas de contabilidade, gestão empresarial e assessoria jurídica, explica que as empresas que não efetuam o pagamento do 13º salário no prazo estipulado pela legislação podem ser penalizadas. 

“A multa administrativa é de, no mínimo, R$ 170,25 por empregado caso haja denúncia junto ao Ministério do Trabalho, sindicato ou Justiça do Trabalho, podendo ser dobrado o valor caso haja reincidência”, afirma o profissional.

A aprovação da Lei 14.020/2020, no início da pandemia de Covid-19, que permite que empregadores suspendam contratos de trabalho e reduzam jornadas de trabalho e salário dos empregados da empresa, para Clayton, trouxe algumas peculiaridades extras ao pagamento do 13º salário aos trabalhadores que possam se encontrar nestas situações. 

Ele explica que, de acordo com a Nota Técnica SEI/ME n° 51.520/2020, serão considerados para o pagamento do 13° salário apenas os meses em que o empregado trabalhou mais do que 15 dias no mês. Além disso, prossegue, no que diz respeito à redução da jornada de trabalho e salário, o entendimento disciplinado pela Nota Técnica SEI/ME n° 53.797/2020 é de que, independentemente do percentual da redução, o valor considerado para o pagamento é o da remuneração integral do empregado. 

“A nota técnica, portanto, é clara em apontar que o pagamento é devido somente nos meses em que os empregados laboraram atividades”, diz. “Mas é importante ressaltar, que caso o empregador opte pelo pagamento integral do 13° salário, mesmo nos períodos em que não houve atividades, a legislação autoriza o pagamento”.

Para mais informações, basta acessar: http://trintaporcento.com.br/

Website: http://trintaporcento.com.br/

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Cursos voltados para o ensino online geram capacitação de docentes

Professores têm a possibilidade de se aprimorar em um cenário cada vez mais virtual; segundo Sue R. Cons, especialista em ensino e aprendizagem, é possível reunir praticidade e qualidade mesmo em aulas não presenciais

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19/1/2022 – Após o impacto inicial da pandemia, houve uma demanda de aperfeiçoamento pedagógico com ênfase voltada para o ensino e a aprendizagem pelo meio digital

Professores têm a possibilidade de se aprimorar em um cenário cada vez mais virtual; segundo Sue R. Cons, especialista em ensino e aprendizagem, é possível reunir praticidade e qualidade mesmo em aulas não presenciais

Após a pandemia de Covid-19 – que ainda em 2022 causa uma série de preocupações quanto à questão dos eventos presenciais e risco de contaminação por conta das aglomerações sociais – mudanças estruturais na sociedade se estabelecerão como tendência. Ferramentas de teleconferência e aulas on-line, por exemplo, são elementos que já estão consolidados na vida cotidiana de grande parte da população.

O uso do Google Classroom, que se apresenta como cada vez mais frequente, por exemplo, provocou uma alavancada do próprio Google em relação à ferramenta. Segundo matéria divulgada pelo site G1, a gigante de tecnologia busca ampliar o seu limite de armazenamento em nuvem, chegando a 100 TB (terabytes) disponibilizados para escolas e universidades. O Google também anunciou que fará adaptações em seu notebook, o Chromebook, de maneira que este se adeque melhor às necessidades dos estudantes.

De acordo com Sue Ruggeri Cons, diretora da Talent for Education, esta mudança de cenário fez com que alunos e docentes tivessem que dominar de forma satisfatória as ferramentas necessárias para que o processo educacional não fosse prejudicado. “Após o impacto inicial da pandemia, houve uma demanda de aperfeiçoamento pedagógico com ênfase voltada para o ensino e a aprendizagem pelo meio digital”, afirma Sue.

A especialista se mostra confiante com os novos métodos de ensino caso eles sejam exercidos de maneira competente: “A demanda por esse tipo de ensino, certamente, está mais alta. A comodidade que ele traz aos alunos é muito grande e, com o acompanhamento profissional experiente e versado em tecnologia, alcança excelentes resultados”. 

Segundo ela, as instituições educacionais de elite já estão buscando profissionais com certificações em aplicações Google e Microsoft, por exemplo, que testam o conhecimento do educador no uso da tecnologia para fins educativos e de administração escolar.

Muitos profissionais se sentem desafiados com essa realidade e podem precisar de uma instrução para que suas aulas se tornem dinâmicas, ativas e, acima de tudo, humanas. Não apenas profissionais que lecionam em escolas ou universidades deverão utilizar estas tecnologias daqui pra frente: de acordo com o portal Certificado Cursos On-line, a procura por cursos diversos online cresceu 300% no ano de 2020. Desse modo, até para cursos temporários, a necessidade de domínio de ferramentas de aulas online se faz necessária.

A profissional relata sua experiência na linha de frente das aulas: “A melhor sensação é você poder ouvir de um aluno que a sua aula é tão boa que ele se sente confortável o suficiente para participar da aula, conversar, discutir e errar. E que ele não nota a distância porque você conseguiu transmitir uma sensação de proximidade”.

Mais informações em: https://talent4edu.com.br/

Website: https://talent4edu.com.br/

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