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Halitose: Um a cada três brasileiros sofre de mau hálito

Levantamento de associação especializada no problema mostrou que a halitose afeta muitos brasileiros. Ciente de que o tema é tabu para muitas pessoas, a ABHA lançou campanha com o objetivo de informar quem sofre do problema sem constrangimentos

Publicado

em

14/1/2022 –

Levantamento de associação especializada no problema mostrou que a halitose afeta muitos brasileiros. Ciente de que o tema é tabu para muitas pessoas, a ABHA lançou campanha com o objetivo de informar quem sofre do problema sem constrangimentos

De acordo com a Associação Brasileira de Halitose (ABHA), mais de 50 milhões de brasileiros sofrem com mau hálito, nome popular da condição conhecida como halitose. Tais números representam cerca de 30% da população. Especialistas informam que em cerca de 90% das pessoas o problema está na boca, enquanto em apenas 1% dos casos o problema decorre de alterações presentes no estômago. Além de enfrentar situações constrangedoras, quem sofre com a halitose pode ter outros problemas bucais caso não realize o tratamento.

Algumas das causas apontadas pelos especialistas para a halitose são: doença periodontal (alterações na gengiva), feridas na boca, saburra lingual (placa bacteriana que aparece na língua), além de má higienização e baixa produção de saliva. Apesar de a condição acompanhar algumas pessoas por um longo período de suas vidas, o tratamento dura, em média, de 60 a 90 dias. A consulta com um profissional especializado determinará as condições.

Doutora em Odontologia e Mestre em Ortodontia, Cláudia Starling falou sobre as questões de autoestima de quem precisa do tratamento: “O tratamento de halitose devolve a autoestima ao paciente, já que o mau hálito faz com que o paciente se retraia e não queira se relacionar com as pessoas”. E, em relação à busca pelo tratamento, complementa: “Atualmente a procura está em alta. As pessoas estão se informando mais e melhor em busca de profissionais que resolvam este problema tão comum de saúde”.

Ainda sobre a condição, a Dra. Cláudia Starling complementa: “Existe esse senso comum de que a halitose vem do estômago, mas, na maioria das vezes, a causa está na boca, portanto, os cirurgiões dentistas são os profissionais mais capacitados para tratar o problema. É sempre importante reforçar o básico: escovar os dentes três vezes por dia e após as refeições e usar o fio dental frequentemente”, finaliza a doutora, que já publicou artigos e ministrou cursos e palestras na área de Harmonização Facial, Invisalign, Halitose e áreas correlatas.

Campanha da ABHA busca informar a quem precisa

Para incentivar as pessoas a sugerirem o tratamento a amigos e parentes, a Associação Brasileira de Halitose (ABHA) lançou o Programa SOS Mau Hálito. Através do preenchimento de um formulário simples, com nome e e-mail de quem precisa de ajuda, é possível enviar anonimamente uma carta com informações sobre a condição e formas de tratamento. Assim, não há a necessidade de falar diretamente à pessoa que sofre com o problema, o que pode causar constrangimentos.

Para mais informações, basta acessar: https://draclaudiastarling.com.br/

Website: https://draclaudiastarling.com.br/

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Efeito estufa ou aquecimento global? Qual a diferença?

Empresa de energia solar listou as diferenças entre aquecimento global e efeito estufa

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24/5/2022 –

Empresa de energia solar listou as diferenças entre aquecimento global e efeito estufa

As mudanças climáticas causadas pelo aquecimento global podem prejudicar muito o planeta, por isso, a hora de se movimentar é agora. Usando energia solar é possível diminuir a utilização de gases produzidos pelas usinas termoelétricas. Consequentemente, amenizam-se os efeitos do aquecimento global. Sendo assim, a energia solar é uma solução sustentável, pois vem de uma fonte renovável, limpa e não poluente

A SOL Copérnico, empresa cujo propósito é democratizar a energia solar e sustentável no Brasil, oferecendo soluções para a geração de energia fotovoltaica, listou as diferenças entre aquecimento global e efeito estufa:  

— A manutenção da vida na Terra depende de diversos fatores que precisam ser equilibrados, entre eles a temperatura.

— O Sol é grande fornecedor de energia do planeta e o calor emitido por ele nos aquece durante o dia e faz com que as plantas e plânctons produzam oxigênio.

— Calor de mais ou de menos coloca o planeta em risco. É por isso que a natureza atua de forma brilhante, emitindo gases que criam uma camada de proteção ao redor da Terra.

— Contudo, muitas atividades humanas aumentam a emissão de gases, fazendo com que a temperatura média do planeta se eleve.

— A luz entra, é absorvida e aquece o ambiente, por isso o nome efeito estufa. A consequência do efeito estufa é que conhecemos de como aquecimento global que, com o próprio nome diz, gera um aumento progressivo da temperatura da Terra. A temperatura da Terra fica bagunçada, fazendo com que o calor e frio extremos sejam vivenciados com mais frequência, prejudicando a agricultura, aumentando o nível do mar e colocando em risco diversas espécies.

Website: https://www.solcopernico.com.br/

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Câmeras em uniformes de policiais são vistas como aliadas na segurança pública

Aliadas na redução de 87% dos confrontos em SP, câmeras em uniformes policiais também ajudam na coleta de provas

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São Paulo 24/5/2022 – Hoje, as imagens e áudios captados servem como meio probatório para processos penais

Aliadas na redução de 87% dos confrontos em SP, câmeras em uniformes policiais também ajudam na coleta de provas

A redução de 87% nas ocorrências de confrontos em São Paulo com o uso de câmeras operacionais portáteis é uma das comprovações da eficácia desta tecnologia como aliada da segurança pública. O levantamento da Polícia Militar do Estado de São Paulo analisou dados entre junho e outubro, de 2019 até 2021, e concluiu que as ocorrências de resistência a abordagens policiais também caíram (32,7%).

Em São Paulo, o governo pretende encerrar 2022 com mais de 10 mil bodycams instaladas nos uniformes de policiais. Em Santa Catarina, onde elas também são usadas, houve uma redução de 61,2% no uso da força (como contatos físicos e uso de algemas) pelos agentes. Na região Centro-Oeste, o Grupo Brako pretende levar a tecnologia a uma das capitais da região ainda neste ano.

“As câmeras corporais estão sendo uma ferramenta de coleta de dados para melhoria das ações dos agentes de segurança pública e vêm demonstrando grande capacidade de servirem como mais um elemento das garantias individuais, tanto para inibir abusos dos agentes em suas ações como para garantir sua defesa. Hoje, as imagens e áudios captados servem como meio probatório para processos penais”, explica o diretor de Engenharia do Grupo Brako, Gustavo Marchiori.

Há, ainda, a disponibilidade de câmeras embarcadas nas viaturas, que filmam dentro e fora do veículo, monitorando o comportamento do policial. Seja no uniforme ou na viatura, os benefícios associados ao uso desta solução são amplos:

• Aumento da transparência das ações policiais;

• Efeito civilizador, resultando em um melhor comportamento entre os agentes e os cidadãos;

• Diminuição das queixas dos cidadãos e rapidez na resolução de ocorrências, pois melhoram as provas;

• Comunicação mais rápida e eficaz entre os agentes e seus superiores, fornecendo subsídios visuais para o planejamento das ações e a transmissão de ordens;

• Acompanhamento em tempo real das ocorrências;

• Identificação de pontos fracos e desenvolvimento de melhorias, tais como oferecer novos programas de treinamento ou revisão de procedimentos e protocolos de ação.

Empresa de soluções tecnológicas customizadas, o Grupo Brako, oferece o equipamento usado por policiais e agentes da segurança. A câmera individual no uniforme tem capacidade de gravação e transmissão de áudio e vídeo, além de disponibilizar a localização geográfica. Com isso, há a possibilidade de acompanhamento remoto por uma central de monitoramento.

Website: http://www.grupobrako.com.br

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Ferramentas que aumentam produtividade facilitam o trabalho remoto

Home-office foi adotado por 46% das empresas na pandemia, mas 67% dos gestores enfrentaram dificuldades; especialista comenta ferramentas que podem auxiliar no processo

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24/5/2022 – A principal necessidade […] está na facilitação da comunicação, na gestão de atividades e no controle da produtividade

Home-office foi adotado por 46% das empresas na pandemia, mas 67% dos gestores enfrentaram dificuldades; especialista comenta ferramentas que podem auxiliar no processo

A produtividade dos colaboradores é uma das principais preocupações para empresas de diferentes segmentos e portes. Com o advento do trabalho remoto, que foi adotado por 46% das empresas do país durante a pandemia de Covid-19, conforme balanço da FIA (Fundação Instituto de Administração) realizado com 139 pequenos, médios e grandes negócios, a preocupação atingiu outro patamar. Exemplo disso, mais da metade (67%) dos gestores enfrentaram alguma dificuldade em implementar o trabalho à distância, de acordo com a “Pesquisa Gestão de Pessoas na Crise Covid-19”, também elaborada pela FIA.

Neste contexto, algumas ferramentas podem aumentar a produtividade de uma empresa, possibilitando a continuidade do regime de teletrabalho para seus funcionários, afirma Marcelo Menezes, cofundador da Lean Solutions, empresa que atua com treinamentos corporativos e transformação digital.

“O home office é uma realidade do mercado. Não é raro encontrar pessoas que trabalham para empresas a quilômetros de distância do conforto da sua casa. A principal necessidade para esta nova configuração laboral está na facilitação da comunicação, na gestão de atividades e no controle da produtividade”, afirma.

Neste aspecto, para Menezes, algumas suítes de ferramentas são ideais para o desenvolvimento do teletrabalho. “Como referência nestas funções, estão o Microsoft Office 365, o Google Workstation e Salesforce. A grande diferença entre eles está no custo para implementação e a interface de uso, permitindo a adequação das soluções de teletrabalho a empresas de qualquer tamanho. Antes, limitado apenas às grandes corporações”.

Na visão do cofundador da Lean Solutions, o home office é um modelo que deve permanecer em voga no futuro pós-pandêmico, já que não existe uma discussão de retrocessos em diversos setores da indústria e dos serviços. O que se discute hoje é como implementar, em alguns casos, o trabalho híbrido, com preferência ao trabalho remoto.

“As oportunidades proporcionadas e a qualidade de vida que os colaboradores possuem trabalhando à distância criaram uma cadeia profissional, na qual os profissionais podem determinar qual tipo de trabalho melhor se adequa a seu próprio perfil”, explica Menezes. “Antes, as imposições vinham de cima para baixo. Hoje, empresas que voltaram ao modelo 100% presencial têm tido dificuldade em manter seus principais talentos”, acrescenta.

De fato, o home-office ampliou as possibilidades em um mercado de trabalho global. Segundo dados da Page Group, negócio de recrutamento do Reino Unido, a contratação de brasileiros por empresas estrangeiras cresceu 20% nos últimos 12 meses.

Para mais informações, basta acessar: https://www.leansolutions.com.br/office-365/

Website: https://www.leansolutions.com.br/office-365/

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