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Com apoio de entidades, Porto Alegre figura entre as cidades mais inovadoras

De acordo com os dados da edição 2021 do Ranking 100 Open Startups, publicação anual que, desde 2016, monitora, mensura e classifica onde estão as empresas com mais processos de inovação no Brasil, Porto Alegre ocupa o sexto lugar entre as 3 mil localidades estudadas.

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Porto Alegre 11/1/2022 – Um exemplo desta mobilização vem do SEPRORGS, entidade representativa dos empresários de TI no Rio Grande do Sul, que se mudou para o Insituto Caldeira.

De acordo com os dados da edição 2021 do Ranking 100 Open Startups, publicação anual que, desde 2016, monitora, mensura e classifica onde estão as empresas com mais processos de inovação no Brasil, Porto Alegre ocupa o sexto lugar entre as 3 mil localidades estudadas.

De acordo com os dados da edição 2021 do Ranking 100 Open Startups, publicação anual que, desde 2016, monitora, mensura e classifica onde estão as empresas com mais processos de inovação no Brasil, Porto Alegre ocupa o sexto lugar entre as 3 mil localidades estudadas.

Este levantamento é um indicativo da recente ascensão da capital gaúcha entre os expoentes nacionais da transformação digital, um marco que é bastante comemorado pelas entidades do setor de TI, que passaram 2020 e 2021 apoiando as empresas nos desafios trazidos pela pandemia, assim como se aproximou de importantes iniciativas de fomento à novos negócios inovadores.

Um exemplo desta mobilização vem do SEPRORGS, entidade representativa dos empresários de TI no Rio Grande do Sul, que se mudou para o Instituto Caldeira, um dos mais badalados hubs de inovação em Porto Alegre. Com essa mudança o plano foi se inserir em um ecossistema pulsante de entidades, empresas, instituições de ensino e pesquisa, entre outras organizações focadas na alavancagem do processo de fomento à economia digital.

Conforme o presidente do SEPRORGS, Rafael Krug, o objetivo é se embasar no ecossistema do Caldeira para dar ainda mais impulso às ações de incentivo e representatividade da entidade para as empresas de TI.

“Além de reunir iniciativas e parceiros ligados à nova economia, nesta nova sede também teremos ainda mais força para trabalhar na conexão de empresas, entidades, instituições de ensino e pesquisa, entre outras organizações, com a transformação digital e o fomento ao ecossistema econômico, colaborando para fazer de Porto Alegre uma verdadeira smart city e de nosso Estado um polo reconhecido em tecnologia da informação”, comenta Krug.

Já o vice-presidente do SEPRORGS, Luís Henrique Petkovicz, ressalta que o espaço também vai colaborar para que as pautas sejam aprimoradas antes de serem levadas a Brasília. “Estamos buscando, além de networking, utilizar o Caldeira como um laboratório de informações, fomentando nossas negociações, como a convenção coletiva de trabalho, por exemplo”, afirma o VP.

O gerente executivo do Instituto, Pedro Valério, considera a chegada do SEPRORGS como uma oportunidade de compartilhar agendas e ideias, visto que ambos desejam mais e melhores conexões.

“Acreditamos muito nesse propósito de gerar transformações concretas e positivas. Dessa maneira, esse espaço com mais de 22 metros quadrados de inovação recebe o SEPRORGS com muita satisfação. De um lado, uma entidade representando empresas ligadas à tecnologia. Do outro, o Caldeira – um catalisador dos projetos de inovação do estado”, ressalta Valério.

Para o secretário de Inovação, Ciência e Tecnologia de Porto Alegre, Luís Lamb, a cidade tem feito avanços importantes nos últimos anos. “Notamos maior conscientização sobre a necessidade de evolução da matriz econômica, mais alinhada à economia contemporânea, de base de conhecimento e digital. Entre lideranças, percebe-se maior engajamento na transformação dos negócios, o que passa por pessoas qualificadas e por uma mudança cultural, que já percebemos na sociedade”, revela.

Parte importante desse processo de transformação digital também tem respaldo em uma iniciativa que vem sendo levada a cabo pelo vereador Felipe Camozzato, responsável pela proposta do projeto de lei nº 302, que trata do sandbox regulatório – conjunto de condições especiais simplificadas para que as pessoas jurídicas possam desenvolver modelos de negócios inovadores e testar técnicas e tecnologias experimentais.

“O sandbox regulatório permitirá ainda mais avanços em inovações e disrupção positiva, ele está em início de tramitação, na procuradoria da Câmara. Acredito que podemos votá-lo até o fim do ano”, conta o parlamentar.

Para ele, Porto Alegre avança rapidamente no quesito inovação. “Somos a capital brasileira com a legislação mais avançada para recepção da tecnologia 5G, e recentemente foi lançado o programa Creative, que reduziu o ISS para a alíquota mínima para inovação – que indiretamente contribui para nossa digitalização”, revela Camozzatto.

Já o vice-prefeito, Ricardo Gomes, revela que desde o início do mandato, o objetivo foi colocar Porto Alegre no mapa da inovação e tecnologia. “Neste sentido, aprovamos o Creative, programa que diminui imposto para empresas inovadoras, para incentivar o empreendedorismo, atrair investimentos e reter talentos. Avalio que Porto Alegre tem um dos melhores, se não for o melhor, ecossistema de inovação do Brasil. Vamos trabalhar junto com empresas, startups, academia, sociedade e investidores para transformar a cidade na maior referência da América Latina em inovação”, conclui.

“O SEPRORGS atua nas mais diversas frentes que alavancam a inovação, ajudando a criar um cenário de maior competitividade, que seja mais propício ao crescimento de todas”, destaca Rafael Krug. “Somos empresários trabalhando por e para empresários. Fazemos um trabalho voluntário, dedicado a expandir os horizontes, os negócios, da TI gaúcha. E isso tem tudo a ver com fomentar a inovação, um propósito que está em nosso DNA e que, com certeza, caminha em conjunto com a evolução de nossa Capital dentro deste espectro”, finaliza Luís Henrique Petckovicz.

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Empresas brasileiras expandem uso de automação

Relatório da ISG indica que 50% das empresas aumentou o investimento em tecnologia no último ano.

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São Paulo 20/1/2022 – Percebemos que o mercado de automação tem se expandido no Brasil e na América Latina.

Relatório da ISG indica que 50% das empresas aumentou o investimento em tecnologia no último ano.

O relatório da Information Services Group – ISG: Provider Lens Intelligent Automation – Solutions and Services – revelou que o uso de automação está se expandindo no Brasil. O estudo indica que a recuperação da economia pós-pico da pandemia de COVID-19 impulsionou empresários a aumentarem investimentos na área de TI.

Ainda, o relatório aponta que 50% das empresas aumentaram o investimento em tecnologia no último ano apesar das crises econômicas e políticas que o país tem atravessado, principalmente em decorrência da pandemia de COVID-19.

“O investimento em TI é um dos caminhos mais promissores para o futuro no Brasil. As indústrias bancária, de serviços financeiros, de e-commerce e de varejo mostraram que a transformação digital pode expandir a economia de um país além do usual”, afirmou Chip Wagner, CEO da ISG Automation.

O relatório também deixa claro que a automação inteligente de negócios ainda está em um estágio inicial no Brasil, já que muitas empresas ainda estão descobrindo as maneiras mais apropriadas de se aplicar automação em casos reais, mas que o mercado está se expandindo com a recuperação econômica e a busca por mais “flexibilidade e competitividade”.

A automação está sendo aplicada nas operações da cadeia de suprimentos e logística, bem como na conformidade de processos fiscais. As empresas financeiras implementaram automação em processos complexos em torno de financiamento imobiliário, cobrança de dívidas e crédito. Mas existe um potencial mais amplo no varejo, saúde, telecomunicações e produtos farmacêuticos, diz a ISG.

Economia sem papel

A ISG afirma que o Brasil está à frente de outros países importantes, como os Estados Unidos, em se tornar uma “economia sem Papel”, por haver menos necessidade de processamento inteligente de documentos, devido a aplicações típicas, como faturamento em papel e processamento de sinistros, serem executadas eletronicamente no país. O governo e o setor público também implementaram iniciativas de governo eletrônico, como urnas eletrônicas e o sistema de escrituração digital SPED para declarações fiscais.

Além disso, o relatório indica que outras formas de automação, como a inteligência artificial para operações de TI (AIOps) e descoberta de processos e tarefas, são menos adotadas no Brasil do que em outros países. A expectativa é que o uso de AIOps se torne mais crítico devido à alta incidência de ameaças à segurança e à vulnerabilidade geral das empresas brasileiras a ataques cibernéticos. A mineração de processos ainda é comumente vista como uma ferramenta a ser aplicada uma única vez por prestadores de serviços de consultoria ou auditoria, e modelos de uso mais flexíveis serão necessários para popularizar seu uso no Brasil, afirma a ISG.

Crescimento global

A tendência do aumento do mercado de automação no Brasil segue o padrão global indicado por relatório da A2z Market Research, que indica que a expectativa para o mercado global de Hiper Automação é de um crescimento CAGR (taxa de crescimento anual composta) de 18.6% até o ano de 2028.

“Percebemos que o mercado de automação tem se expandido no Brasil e na América Latina. A busca por serviços de automação chegou a Pequenas e Médias Empresas (PMEs), e a tecnologia está mais acessível. Acreditamos que a automação robótica de processos é a grande tendência para 2022. Por isso, apostamos em oferecer serviços de automação como forma de alavancar os negócios dos provedores de tecnologia e permitir que gerem receita recorrente através dos clientes conquistados”, afirma Thiago Carlucci, Head de Marketing LatAm da ElectroNeek, empresa de software de automação RPA.

Website: http://www.electroneek.com

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Surgimento de novas variantes reforça importância da limpeza corporativa

Muitos hábitos de higiene foram adquiridos desde o início da pandemia. Agora é hora de consolidar esses hábitos em nome da saúde no ambiente de trabalho.

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São Paulo – SP 20/1/2022 – Para que possamos ter um ano saudável é necessário colocar em prática de uma vez por todas os novos hábitos adquiridos

Muitos hábitos de higiene foram adquiridos desde o início da pandemia. Agora é hora de consolidar esses hábitos em nome da saúde no ambiente de trabalho.

Após esses dois longos anos convivendo com o novo Coronavírus e seus impactos, os hábitos de limpeza adquiridos no início da pandemia já se tornaram parte do dia a dia das pessoas, mostrando ao mundo a importância de ter um hábito mais sério com a limpeza. Na pesquisa realizada pelo Instituto QualiBest, foi revelado que sete em cada dez pessoas modificaram suas práticas de higiene desde os primeiros casos de confirmação da doença, assim, comprovando que a limpeza e saúde estão conectadas.

Neste ano de 2022, o presidente do Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação no Estado de São Paulo (SEAC-SP) Rui Monteiro diz que, “para que possamos ter um ano saudável é necessário colocar em prática de uma vez por todas os novos hábitos adquiridos e entender que um ambiente de trabalho bem higienizado impacta inclusive na qualidade dos serviços e na vida dos colaboradores”.

Agora, com novos casos das variantes do novo Coronavírus (Delta e Ômicron) e a nova variante da Influenza (H3N2) em alta, essas medidas devem continuar sendo seguidas ou até mesmo redobradas, para garantir o bem-estar de todos. Isso porque em ambientes corporativos, quando há ausência de um serviço profissional de limpeza e, assim, há má execução da higienização, problemas podem ocorrer, tanto para os funcionários quanto para a própria empresa, como a queda da motivação da equipe, danificação predial e de equipamentos, queda na produtividade dos colaboradores e, no pior dos casos, a proliferação das doenças.

Esses dados são de um estudo feito pela americana Green Building Association, uma organização sem fins lucrativos que preza pela sustentabilidade e padronização de processos em projetos, construções e operações, especialmente em condomínios. Neste estudo é possível perceber como um ambiente limpo e organizado influencia diretamente nos resultados de uma equipe. Segundo a organização, a limpeza influencia na produtividade de uma corporação muito mais do que se imagina. Em um escritório, por exemplo, o fluxo de trabalho aumenta em cerca de 16% se o ambiente estiver adequadamente limpo. Em uma fábrica, esse número aumenta para 40%. 

“Para garantir uma boa limpeza e higienização é indispensável que haja uma equipe profissional para executar as tarefas. Os profissionais devem ser preparados e fazer o serviço com eficiência e qualidade, proporcionando, assim, um ambiente de trabalho mais limpo, organizado e com segurança para os colaboradores. Isso acontece mais facilmente com a contratação de uma empresa especializada no serviço, que oferece treinamento contínuo e oportunidades de crescimento aos seus funcionários”, complementa Monteiro.

O SEAC-SP promove uma campanha chamada “Limpeza é Saúde”, que atende corporações de todos os segmentos quando estas contratam uma empresa de limpeza profissional. A campanha tem o intuito de lembrar a todos que ambientes limpos e organizados impactam diretamente na saúde de todos e na produtividade e qualidade das atividades realizadas pelos colaboradores. Essa campanha é um incentivo para que gestores adotem uma filosofia que promove bem-estar para todos e que ainda garante a segurança de suas economias. As empresas que demonstrarem interesse em fazer parte da campanha, adotando práticas que a apoiam, ganharão o direito de usar o selo de qualidade.

Website: http://www.seac-sp.com.br/index.php/comunicacao2/campanha-limpeza-e-saude

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Corporate Venture tem unido empresas e startups no Brasil

Estratégia que aproxima empresas e startups teve volume de aportes de fundos de mais de US$ 622 milhões no Brasil.

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São Paulo – SP 20/1/2022 – 75% das empresas que compõem a Fortune 100, as empresas mais valiosas do mundo, possuem algum tipo de interação oficial com as startups

Estratégia que aproxima empresas e startups teve volume de aportes de fundos de mais de US$ 622 milhões no Brasil.

Sem dúvidas a tecnologia está cada vez mais influenciando a rotina das empresas, sejam elas pequenas ou grandes. Nesse cenário, uma tendência tem chamado a atenção dos gestores de inovação, tecnologia, comerciais ou mesmo CEOs: o Corporate Venture, estratégia que envolve relacionamento entre grandes empresas e startups.

Com o mercado cada vez mais aquecido e acelerado, essa estratégia tem impulsionado as startups e empresas a atuarem em conjunto, independentemente se vai ser uma parceria, aquisição, investimento ou desenvolvimento de negócios, precisa ser em conjunto.

Prova disso é que, segundo o estudo Corporate Venture Capital Report 2021, o volume de aportes de fundos de Corporate Venture chegou a US$ 622 milhões no Brasil. Esse dado corresponde somente aos meses de janeiro a setembro de 2021 e é o triplo do valor investido em 2020.

Para João Gabriel Chebante, especialista em Corporate Venture do Grupo FCamara, consultoria de soluções tecnológicas e transformação digital, uma opção para quem quer dar seus primeiros passos para compreender e desenvolver uma estratégia inicial de atuação com startups é entender mais sobre Corporate Venture por meio de livros.

Na obra “Estilo Startup”, de Eric Ries, por exemplo, o autor cunhou o termo “lean startup” e a metodologia que permeia a atuação de startups: faça por menos, teste sempre, falhe rápido. O seu segundo livro mostra a sua saga ao aplicar os conceitos de gestão de negócios de forte crescimento e agilidade para grandes corporações. “Ao ler este livro você compreenderá o desafio de mudança cultura e de comportamento para tal atuação, bem como boas dicas para os primeiros passos”, conta Chebante.

Já em “Do sonho à realização em 4 passos”, de Steve Blank”, o leitor se debruça sobre a metodologia da Startup Enxuta, voltada para novos empreendimentos. Steve, inclusive, foi o professor de Eric em Stanford e após anos de análise e investimento em startups desenvolveu um método de desenvolvimento e validação de novos negócios – o Customer Development. “Termos como Mininum Viable Product (MVP) e Product¨Market Fit nascem do bê-a-bá desta densa obra, mas incrível e fundamental para compreender a forma que startups testam, validam e escalam novos projetos”, comentou o executivo.

Uma vez entendido a influência das startups para grandes organizações e como elas operam para ganhar escala, é hora de entender a forma de pensar e trajetória dos principais empreendedores do segmento no país. É com este propósito que a terceira edição da série “Fora da Curva”, criada pela Casa do Saber, se debruçou, entrevistando alguns dos unicórnios e startups de maior renome no país.

E por falar em startups, hoje, o Brasil tem mais de 17 mil empresas do tipo, de acordo com a Sling Hub. O estudo apontou, ainda, que o país domina o ecossistema latino-americano de startups e representa 77% do mercado. “Certa vez um VC de sucesso me disse que sua grande preocupação, ao assinar um acordo que coloca milhões para investimento de uma startup, é que o crescimento – principalmente no que tange a pessoas – possa levar a uma quebra da cultura ali presente e torne a empresa inoperante, ou fora de foco”, compartilhou Chebante. 

Para Chebante, tudo numa startup (e isso inclui as grandes rodadas de investimento) gira em torno de uma palavra: crescimento. É o fator de conseguir crescer mais rápido e com menor contingente de pessoas (ou recursos) que uma empresa tradicional que chama a atenção de investidores e empresas para se aproximarem e gerar sinergias. “Entre tantas obras que dissecam as melhores práticas, o livro Blitzscalling – de Reid Hoffman, o fundador do Linkedin e investidor em série – consolida algumas das melhores práticas para repensar a forma de gerar crescimento ao seu negócio, bem como avaliar startups neste sentido”, disse.

Por outro lado, analisar financeiramente uma startup tem boas diferenças em relação a uma empresa tradicional. Ainda que os princípios contábeis sejam os menos, mas o valor da empresa envolve uma outra abordagem, que considera crescimento x lucro, queima de caixa, rodadas de investimento e participações dos sócios. 

O Grupo FCamara é uma consultoria de TI para resultados em negócios, que promove transformação digital ao prover múltiplas soluções tecnológicas, com atuação nos principais players do mercado de saúde, educação, indústrias, entre outros. Após imersão no Vale do Silício, fundou a Orange Ventures, sua própria Venture Builder, que já lançou diversas startups com foco B2B. www.fcamara.com.br/

 

Website: http://www.fcamara.com.br

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