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Desoneração da folha é pilar da retomada para as empresas de TI em 2022

Para entidades setoriais de TI no RS, o prolongamento da desoneração da folha é um estímulo para geração de novos empregos e crescimento das empresas, na retomada esperada em 2022.

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Porto Alegre 11/1/2022 – A sanção deste prolongamento por mais dois anos foi comemorada como uma grande conquista para o setor de inovação.

Para entidades setoriais de TI no RS, o prolongamento da desoneração da folha é um estímulo para geração de novos empregos e crescimento das empresas, na retomada esperada em 2022.

A desoneração da folha de pagamentos foi um dos pleitos mais fortemente trabalhados pelo setor de Tecnologia da Informação e Comunicação junto ao Governo Federal. Segundo diversas entidades representativas dos setores produtivos da economia apontam esta vitória como uma dos principais bases para a retomada econômica esperada para 2022.

No Rio Grande do Sul, a prorrogação da folha foi um assunto primordial para os empresários de TI. A sanção deste prolongamento por mais dois anos foi comemorada como uma grande conquista para o setor de inovação, dando o respiro esperado para gerar mais postos de trabalhos e investimentos para crescer e estimular a economia local.

“O prolongamento da desoneração da folha é um estímulo para geração de novos empregos e crescimento das empresas”, aponta presidente da Fenainfo e diretor do SEPRORGS, Edgar Serrano. Segundo o diretor, a desoneração e seu impacto na geração de empregos no país, especialmente no momento de retomada da economia pós-pandemia da Covid-19, é inegável.

Desde o início da pandemia, as organizações deste setor vêm experimentando quedas em seu faturamento, o que representa desaceleração da atividade econômica nacional e ameaça os empregos gerados pelo segmento.

“Esta vem sendo uma frente de atuação desde 2011, ano em que a desoneração da folha se tornou benefício fiscal criado pela MP 540, convertida na Lei nº 12.546. Ou seja: são dez anos de dedicação a este assunto, que, sabemos, é de máxima relevância para a competitividade das empresas do setor”, conclui Serrano.

Já o presidente do SEPRORGS, Rafael Krug, afirma que a tecnologia está na base do conhecimento e do desenvolvimento socioeconômico atual. “Precisamos da TI para todo tipo de projeto e inovação. Além disso, há o fator empregabilidade, sendo um dos segmentos que mais gera oportunidades de contratação, apesar de enfrentar dificuldades para atrair investimentos diante da insegurança jurídica e da imprevisibilidade tributária constante”, acrescenta o presidente do SEPRORGS, Rafael Krug.

Para entender o Projeto de Lei 2541/21

Com autoria do deputado Efraim Filho (DEM-PB), o Projeto de Lei 2541/21 propõe a prorrogação da desoneração da folha de pagamentos de alguns setores até 2026. O parlamentar explicou que essa desoneração tem se mostrado como um dos principais instrumentos para garantir o aumento da competitividade econômica, bem como estimular a geração de emprego e renda.

“Diante dos benefícios que a medida oferece para os inúmeros setores e para o desenvolvimento do país, em comparação com os custos fiscais para a manutenção da medida, o impacto é relativamente baixo”, afirma Efraim Filho, ao justificar a proposta de prorrogação dessa desoneração.

Também à frente do projeto, o relator da proposta, o deputado Jerônimo Goergen (PP-RS), explica que com a aprovação na Comissão de Justiça, a previsão é de que se mantenha a desoneração. “Insisto em dizer que não esperamos em 2023 ter que fazer novas mobilizações, e sim que o novo governo, reeleito ou não, tenha condições de realizar a desoneração definitiva. Há tempo e condições para acordar, inclusive com o Governo Federal, fazendo com que tenhamos solução para sempre sobre a questão do peso do estado na geração de emprego no nosso país. Inclusive, agradeço as entidades que foram fundamentais nesse processo e seguiremos atuando nessa direção”, finalizou Goergen.

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Empresas brasileiras expandem uso de automação

Relatório da ISG indica que 50% das empresas aumentou o investimento em tecnologia no último ano.

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São Paulo 20/1/2022 – Percebemos que o mercado de automação tem se expandido no Brasil e na América Latina.

Relatório da ISG indica que 50% das empresas aumentou o investimento em tecnologia no último ano.

O relatório da Information Services Group – ISG: Provider Lens Intelligent Automation – Solutions and Services – revelou que o uso de automação está se expandindo no Brasil. O estudo indica que a recuperação da economia pós-pico da pandemia de COVID-19 impulsionou empresários a aumentarem investimentos na área de TI.

Ainda, o relatório aponta que 50% das empresas aumentaram o investimento em tecnologia no último ano apesar das crises econômicas e políticas que o país tem atravessado, principalmente em decorrência da pandemia de COVID-19.

“O investimento em TI é um dos caminhos mais promissores para o futuro no Brasil. As indústrias bancária, de serviços financeiros, de e-commerce e de varejo mostraram que a transformação digital pode expandir a economia de um país além do usual”, afirmou Chip Wagner, CEO da ISG Automation.

O relatório também deixa claro que a automação inteligente de negócios ainda está em um estágio inicial no Brasil, já que muitas empresas ainda estão descobrindo as maneiras mais apropriadas de se aplicar automação em casos reais, mas que o mercado está se expandindo com a recuperação econômica e a busca por mais “flexibilidade e competitividade”.

A automação está sendo aplicada nas operações da cadeia de suprimentos e logística, bem como na conformidade de processos fiscais. As empresas financeiras implementaram automação em processos complexos em torno de financiamento imobiliário, cobrança de dívidas e crédito. Mas existe um potencial mais amplo no varejo, saúde, telecomunicações e produtos farmacêuticos, diz a ISG.

Economia sem papel

A ISG afirma que o Brasil está à frente de outros países importantes, como os Estados Unidos, em se tornar uma “economia sem Papel”, por haver menos necessidade de processamento inteligente de documentos, devido a aplicações típicas, como faturamento em papel e processamento de sinistros, serem executadas eletronicamente no país. O governo e o setor público também implementaram iniciativas de governo eletrônico, como urnas eletrônicas e o sistema de escrituração digital SPED para declarações fiscais.

Além disso, o relatório indica que outras formas de automação, como a inteligência artificial para operações de TI (AIOps) e descoberta de processos e tarefas, são menos adotadas no Brasil do que em outros países. A expectativa é que o uso de AIOps se torne mais crítico devido à alta incidência de ameaças à segurança e à vulnerabilidade geral das empresas brasileiras a ataques cibernéticos. A mineração de processos ainda é comumente vista como uma ferramenta a ser aplicada uma única vez por prestadores de serviços de consultoria ou auditoria, e modelos de uso mais flexíveis serão necessários para popularizar seu uso no Brasil, afirma a ISG.

Crescimento global

A tendência do aumento do mercado de automação no Brasil segue o padrão global indicado por relatório da A2z Market Research, que indica que a expectativa para o mercado global de Hiper Automação é de um crescimento CAGR (taxa de crescimento anual composta) de 18.6% até o ano de 2028.

“Percebemos que o mercado de automação tem se expandido no Brasil e na América Latina. A busca por serviços de automação chegou a Pequenas e Médias Empresas (PMEs), e a tecnologia está mais acessível. Acreditamos que a automação robótica de processos é a grande tendência para 2022. Por isso, apostamos em oferecer serviços de automação como forma de alavancar os negócios dos provedores de tecnologia e permitir que gerem receita recorrente através dos clientes conquistados”, afirma Thiago Carlucci, Head de Marketing LatAm da ElectroNeek, empresa de software de automação RPA.

Website: http://www.electroneek.com

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Surgimento de novas variantes reforça importância da limpeza corporativa

Muitos hábitos de higiene foram adquiridos desde o início da pandemia. Agora é hora de consolidar esses hábitos em nome da saúde no ambiente de trabalho.

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São Paulo – SP 20/1/2022 – Para que possamos ter um ano saudável é necessário colocar em prática de uma vez por todas os novos hábitos adquiridos

Muitos hábitos de higiene foram adquiridos desde o início da pandemia. Agora é hora de consolidar esses hábitos em nome da saúde no ambiente de trabalho.

Após esses dois longos anos convivendo com o novo Coronavírus e seus impactos, os hábitos de limpeza adquiridos no início da pandemia já se tornaram parte do dia a dia das pessoas, mostrando ao mundo a importância de ter um hábito mais sério com a limpeza. Na pesquisa realizada pelo Instituto QualiBest, foi revelado que sete em cada dez pessoas modificaram suas práticas de higiene desde os primeiros casos de confirmação da doença, assim, comprovando que a limpeza e saúde estão conectadas.

Neste ano de 2022, o presidente do Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação no Estado de São Paulo (SEAC-SP) Rui Monteiro diz que, “para que possamos ter um ano saudável é necessário colocar em prática de uma vez por todas os novos hábitos adquiridos e entender que um ambiente de trabalho bem higienizado impacta inclusive na qualidade dos serviços e na vida dos colaboradores”.

Agora, com novos casos das variantes do novo Coronavírus (Delta e Ômicron) e a nova variante da Influenza (H3N2) em alta, essas medidas devem continuar sendo seguidas ou até mesmo redobradas, para garantir o bem-estar de todos. Isso porque em ambientes corporativos, quando há ausência de um serviço profissional de limpeza e, assim, há má execução da higienização, problemas podem ocorrer, tanto para os funcionários quanto para a própria empresa, como a queda da motivação da equipe, danificação predial e de equipamentos, queda na produtividade dos colaboradores e, no pior dos casos, a proliferação das doenças.

Esses dados são de um estudo feito pela americana Green Building Association, uma organização sem fins lucrativos que preza pela sustentabilidade e padronização de processos em projetos, construções e operações, especialmente em condomínios. Neste estudo é possível perceber como um ambiente limpo e organizado influencia diretamente nos resultados de uma equipe. Segundo a organização, a limpeza influencia na produtividade de uma corporação muito mais do que se imagina. Em um escritório, por exemplo, o fluxo de trabalho aumenta em cerca de 16% se o ambiente estiver adequadamente limpo. Em uma fábrica, esse número aumenta para 40%. 

“Para garantir uma boa limpeza e higienização é indispensável que haja uma equipe profissional para executar as tarefas. Os profissionais devem ser preparados e fazer o serviço com eficiência e qualidade, proporcionando, assim, um ambiente de trabalho mais limpo, organizado e com segurança para os colaboradores. Isso acontece mais facilmente com a contratação de uma empresa especializada no serviço, que oferece treinamento contínuo e oportunidades de crescimento aos seus funcionários”, complementa Monteiro.

O SEAC-SP promove uma campanha chamada “Limpeza é Saúde”, que atende corporações de todos os segmentos quando estas contratam uma empresa de limpeza profissional. A campanha tem o intuito de lembrar a todos que ambientes limpos e organizados impactam diretamente na saúde de todos e na produtividade e qualidade das atividades realizadas pelos colaboradores. Essa campanha é um incentivo para que gestores adotem uma filosofia que promove bem-estar para todos e que ainda garante a segurança de suas economias. As empresas que demonstrarem interesse em fazer parte da campanha, adotando práticas que a apoiam, ganharão o direito de usar o selo de qualidade.

Website: http://www.seac-sp.com.br/index.php/comunicacao2/campanha-limpeza-e-saude

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Serviços funerários podem ter economia de até 90% com planejamento póstumo

Planos funerários são uma estratégia para uso inteligente do dinheiro e para trazer mais tranquilidade em situações de luto

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Brasil 20/1/2022 –

Planos funerários são uma estratégia para uso inteligente do dinheiro e para trazer mais tranquilidade em situações de luto

A chegada de um novo ano é um período em que muita gente costuma definir novos planos. Entre as resoluções mais comuns está lidar melhor com as finanças. Os últimos anos podem não ter sido bons para grande parte da população brasileira, especialmente devido aos índices de desemprego e às consequências da pandemia de covid-19, que ocasionou incontáveis perdas.

Um dos momentos mais difíceis pelas quais as pessoas inevitavelmente passam é a perda de entes queridos. Além da dor do luto, muitas famílias enfrentam dificuldades financeiras com esta situação, por terem sido pegas de surpresa, ou ainda, quando a pessoa falecida é a principal provedora da família. “Muitas vezes, as famílias são carentes de um serviço funerário de qualidade e reféns do imediatismo da situação da perda. Mesmo regulamentado por lei, o serviço funerário não possui uma tabela de preços pré-definida, o que poderia ocasionar gastos imprevistos, caso a família não tenha pensado em planejamento póstumo e feito uma boa pesquisa”, analisa o gerente comercial nacional, Rafael de Oliveira Braga.

Rafael explica que o impacto financeiro de uma perda familiar pode ser grande para qualquer família, não somente para as famílias de classe C, D e E, ao contratar um serviço funerário. Foi justamente entre estas classes sociais que se popularizaram os planos funerários oferecidos pelo Grupo Zelo, empresa mineira de assistência ao luto que possui mais de 4 milhões de vidas cobertas em seus planos. Desde 2018, Rafael atua na companhia e ajudou a desenvolver, também, um plano voltado para um público economicamente mais estável, com planos com mensalidades a partir de R$ 90 e cobertura nacional em cemitérios públicos e particulares.

“Planejar-se financeiramente, comum em países desenvolvidos, é uma estratégia que reduz impactos futuros, como uma aposentadoria precoce por invalidez ou a perda repentina de um provedor familiar. Os planos funerários se encaixam nessa linha de pensamento: são uma maneira inteligente do uso do dinheiro e trazem a tranquilidade necessária para situações de luto”, afirma Rafael. Mesmo não sendo tão comum no Brasil, conforme afirma o gerente, o planejamento póstumo pode representar uma economia de até 90% nos custos de um serviço funerário particular, que são, em média, de R$12 mil a R$15 mil, podendo chegar até a R$40 mil. Com a contratação de um plano funerário, é possível ter uma cobertura para vários familiares, por um custo total de aproximadamente R$ 4 mil, considerando um contrato de 48 meses.

“Além de toda a assistência profissional recebida em uma situação de fragilidade, diminuindo as preocupações das famílias com os trâmites que o momento demanda, é possível usufruir de benefícios e descontos em medicamentos, restaurantes, entre outros”, explica Rafael. “É uma necessidade latente e uma diferença financeira significativa, que traz impacto relevante para a família”, reforçou o gerente.

Website: http://www.grupozelo.com.br

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