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Mercado de coworking avança na área de saúde e atrai investimentos e usuários

Profissionais de diversas especialidades médicas estão descobrindo os benefícios dos consultórios compartilhados, enquanto empreendedores investem em novos espaços

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São Paulo, SP 9/3/2022 – O coworking é uma opção mais inteligente e adequada ao perfil atual do mundo do trabalho e da economia

Profissionais de diversas especialidades médicas estão descobrindo os benefícios dos consultórios compartilhados, enquanto empreendedores investem em novos espaços

O mercado do coworking, que se popularizou em todo o mundo e no Brasil, continua como uma tendência atraindo o interesse de profissionais das mais diversas áreas, incluindo a da saúde, por ser um modelo considerado econômico e conveniente para o desenvolvimento de atividades. De acordo com o mais recente estudo Coworking Space Global Market Report 2021: Covid-19 Growth and Change to 2030, da Research and Markets, um dos maiores escritórios de pesquisas de mercado do mundo, o segmento consolidou-se e se encontra em uma trajetória ascendente, mesmo sob os efeitos da pandemia, de modo que deve crescer 12% de 2021 até 2025, passando dos US$ 8,14 bilhões para US$ 13,03 bilhões de faturamento.

No país, segundo o Censo Coworking Brasil, houve aumento de 25% de escritórios compartilhados conhecidos no mercado em 2019, se comparado ao ano anterior, um salto de 1.194 para 1.497 estabelecimentos registrados. Este número é 650% maior em comparação a 2015, ano de início do levantamento. Já os dados do primeiro Censo ANCEV (Associação Nacional dos Coworkings e Escritórios Virtuais) 2021, realizado pela Painel Pesquisas e Consultoria, apontam que existem no Brasil 1.647 coworkings localizados nas 100 maiores cidades do País.

Os dados mostram que os espaços ou escritórios compartilhados conquistaram seu mercado e devem continuar crescendo nos próximos anos. Desenvolvidos para atender variados tipos de profissionais e empresas, os espaços de coworking têm atraído também profissionais da saúde, como dentistas, nutrólogos, nutricionistas e otorrinos, que descobriram os benefícios do modelo de consultórios compartilhados.

Ao mesmo tempo, empreendedores que acompanham este movimento investem na abertura de espaços voltados exclusivamente aos profissionais da área, como a OPT.DOC, coworking de saúde, que decidiu expandir sua operação com apoio de investidores, e está aplicando R$ 20 milhões na compra de dois novos imóveis em São Paulo e na abertura de novas salas e consultórios no espaço que já possui na capital.

“Os investimentos estão em sintonia com o desempenho positivo alcançado no nosso primeiro ano de atuação em compartilhamento de consultórios”, conta Patrícia Del Gaizo Maia, sócia fundadora da OPT.DOC. Ela destaca que os novos empreendimentos e salas permitirão que a startup cresça e amplie o número de usuários em seus espaços, que hoje, já atendem mais de 300 profissionais. “Profissionais das diversas áreas de atuação, especialmente os da saúde, passaram a entender que o coworking é uma opção mais inteligente e adequada ao perfil atual do mundo do trabalho e da economia”.

A adoção de um modelo mais flexível, que permite a troca dos custos fixos, por variáveis; o fato de dispensar as preocupações com as burocracias e a gestão de um consultório próprio; a possibilidade de contar com equipes treinadas e com um ambiente de networking; a disponibilidade de uma central de exames e a possibilidade de ter acesso a equipamentos de ponta com custo zero de investimento estão entre os fatores que estão levando empresas e profissionais da saúde a migrarem para o modelo de coworking.

Um dos profissionais da área de saúde que resolveu adotar o coworking é o dentista Heleno de Moraes, de São Paulo, especialista em prótese. Ele conta que teve um consultório tradicional há 30 anos e hoje nem pensa em deixar o coworking. “Há um ano e meio decidi mudar para um coworking, pois ele dá acesso a todos os aparelhos de última geração, além de equipamentos auxiliares e tudo o que é necessário para a realização do trabalho, sem ter que me preocupar com a demanda que um consultório tradicional exige. No coworking encontrei todas as vantagens de um grande consultório, a um custo pequeno”, relata.

Assim, como Heleno, a ortodontista Adriana Vallone, que também resolveu adotar o coworking de saúde, vê muitas vantagens nessa nova maneira de atender os seus pacientes. “No coworking temos acesso a aparelhos de alta tecnologia que nem sempre conseguimos ter em um consultório particular. Além disso, o ambiente é agradável e você convive com profissionais de áreas diferentes, o que possibilita o networking. Por exemplo, um dentista de outra área pode indicar um paciente, e há muita troca de informações. Tudo enriquece, além do custo ser financeiramente mais viável”.

Outros profissionais como Elisa Cruz, cuja especialidade é a harmonização orofacial, descobriu no coworking uma praticidade não encontrada nos consultórios tradicionais. “O estilo coworking de se trabalhar é interessante porque o uso é sob demanda, e ainda podemos contar com uma estrutura impecável e a possibilidade de networking com outros colegas. É incrível ter tecnologia extrema em equipamentos, laboratório de prótese e uma equipe treinada. E ainda podemos contar com pequenas facilidades que fazem toda a diferença no dia a dia, como manobrista e restaurante”, destaca.

Website: http://www.opt.doc.com.br

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Edifícios verdes crescem mais de 20% na pandemia

Nova geração de edifícios verdes mudará a paisagem urbana

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São Pàulo – SP 28/6/2022 – A pegada de carbono e a preocupação com o bem-estar dos usuários definirão as próximas décadas

Nova geração de edifícios verdes mudará a paisagem urbana

Os dois anos de pandemia aumentaram significativamente o ritmo de expansão das construções sustentáveis no Brasil. O país que ocupa o quinto lugar no mundo em edifícios certificados teve um crescimento de mais de 22% nesse período de acordo com o Green Building Brasil.

O tema da mudança climática está na pauta de empresas de diversos segmentos e até por conta disso, cada vez mais empresas estão assinando compromissos de reduzir suas emissões de carbono.

Dentre as principais mudanças na concepção desses novos empreendimentos está a combinação de projetos que incorporem princípios da arquitetura bioclimática e tecnologias avançadas, que vão desde a localização dos empreendimentos, sempre próximos a linhas de transporte coletivo de massa, até mesmo a simulação computacional para analisar a incidência solar para definir a melhor orientação da edificação. Desde a obra, são necessárias boas práticas durante a execução do edifício e a instalação dos sistemas de geração de energia incorporados, assim como soluções que garantam uma operação mais racional. Essas soluções envolvem o uso inteligente de climatização, luz natural, materiais otimizados, coberturas e fachadas verdes, energias renováveis, entre outras.

Roberto Miranda de Lima, CEO da Autonomy – empresa que, recentemente, buscou adotar no projeto de sua nova torre na zona sul de São Paulo (LUNA) as principais tecnologias para facilitar a redução de carbono, pontuou que tal atitude visa não apenas o presente: “A pegada de carbono e a preocupação com o bem-estar dos usuários definirão as próximas décadas”.

Considerando essa vertente arquitetônica, com a motivação de redução na emissão de carbono, bancos como Itaú BBA e Santander abriram linhas de crédito destinadas a construções verdes. Lima comenta ainda que “a grande mudança que vimos nos últimos anos é a percepção do risco associado às mudanças climáticas, levando investidores a direcionar recursos para ativos verdes mais seguros e de alto desempenho”. destacou Lima.

Para mais informações basta acessar: www.autonomyinvestimentos.com.br

Website: http://www.autonomyinvestimentos.com.br

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Franchising chega ao quarto trimestre de altas consecutivas

Estudo da ABF demonstra resultados positivos do setor de franquias; especialista comenta o panorama, as perspectivas, e dá orientações para quem pretende investir no mercado

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28/6/2022 – Além de questões burocráticas, deve haver disponibilidade de trabalhar no seu segmento com outros objetivos, agregando metas e resultados

Estudo da ABF demonstra resultados positivos do setor de franquias; especialista comenta o panorama, as perspectivas, e dá orientações para quem pretende investir no mercado

Dados da mais recente Pesquisa de Desempenho do Setor de Franchising 2022, da ABF (Associação Brasileira de Franchising), mostram que o setor de franquias registrou alta de 8,8% nos três primeiros meses de 2022 em comparação a igual período do ano precedente. A receita, que antes era de R$ 39,881 bilhões, avançou para R$ 43,380 bilhões.

O balanço demonstra que o faturamento aumentou em todas as áreas no primeiro trimestre deste ano, com destaque para os segmentos de Moda (13,5%), Saúde, Beleza e Bem-Estar (13,4%), Casa e Construção (9,3), Foodservice (9,1%) e Alimentação – Comércio e Distribuição (7%). Com esses resultados, o setor registrou o quarto trimestre de altas consecutivas.

De acordo com a análise, a variação no 1º trimestre representou um acréscimo de 2.771 operações de franchising no país, totalizando 173.770 operações. Juntas, as unidades foram responsáveis por 1.417.529 de empregos diretos. 

A sondagem identificou que, dentre os novos franqueados, 29% são empresários em busca de novas oportunidades, 17,8% são investidores, 17,5% entraram para o franchising como opção de carreira e 16,6% como alternativa de ocupação ou renda, enquanto 16,3% optaram por uma franquia como complemento de renda ou vendas, 1,6% são aposentados e 1,2% dos novos franqueados são de outras categorias. A Pesquisa de Desempenho do Setor de Franchising foi realizada entre os dias 05 de abril e 06 de maio de 2022.

Juliana Borges, diretora da New Consultoria Empresarial – consultoria multidisciplinar corporativa -, observa que, com o cenário de alta tanto no faturamento quanto no número de novas operações, muitos empresários têm olhado com curiosidade para o mercado de franchising.

“Ao mesmo tempo, muitas oportunidades estão surgindo para quem já tem uma empresa e pretende escalar resultados, pois vemos que o brasileiro busca empreender com o menor risco possível, utilizando modelos já testados, serviços e produtos formatados e direcionamento para um começo de operação”, afirma. 

Perspectivas para o setor

Com o iminente fim da pandemia, Borges vê com otimismo o avanço do franchising no país nos próximos anos. Isso porque, mesmo durante a crise sanitária, o setor não parou. “Este mercado [franchising] se reinventa pela pluralidade de segmentos que aceita. Por isso, não tenho dúvidas de que o franchising veio para ficar no Brasil, independentemente da situação econômica do país”, diz ela. 

Nos próximos anos, Borges acredita que deve ganhar relevância o franchising combinado com tecnologia, ainda que em segmentos tradicionais. Para ela, a automação de processos e facilidades ao franqueado representam uma redução de custos significativa, item determinante para desenvolvimento de novos negócios.

Especialistas podem ajudar novos franqueadores

Na visão da diretora da New Consultoria Empresarial, a estruturação e o acompanhamento de empresas que atuam no âmbito do franchising, por parte de especialistas, pode fazer com que a alta alcançada pelo setor de franquias seja uma constante.

“É fundamental contar com uma formatação de rede completa, avaliando processos, sistemas, know-how que será repassado, treinamentos e operação. Uma rede de franquias não pode parar no tempo. Mesmo após a formatação, é interessante contar com auxílio externo para aprimorar procedimentos e trazer inovação para as redes”, afirma.

Segundo Borges, diante de um mercado competitivo, por mais que uma franqueadora esteja vinculada a um segmento, com um serviço ou produto principal, deve buscar novos meios para chegar ao mesmo resultado, priorizando redução de custos, melhorias e agilidade.

Outro ponto importante é manter os olhos no cliente final, público e estratégias de marketing, acrescenta a especialista. “Todos estes fatores, acompanhados por indicadores adequados, trabalham a estratégia das redes de forma a proporcionar uma expansão saudável”, expõe. 

Passo a passo para futuros franqueadores

Segundo Borges, é possível seguir um passo a passo simples para saber se um negócio é franqueável. Ela conta que a empresa deve avaliar: se o produto ou serviço já possui um público considerável na própria região; se há uma forma de realizar atividades básicas da empresa que poderiam ser ensinadas para terceiros facilmente; se o empreendimento consegue distribuir produtos ou serviços em uma região ou mesmo em âmbito nacional; e se o empreendedor tem condições de disponibilizar pessoas para replicar os seus métodos.

“Se esses quatro itens estão presentes no seu negócio, agora é o momento de buscar uma consultoria e verificar as condições para franquear sua empresa. Neste ponto, vale contar com a formatação do seu negócio a partir de uma empresa especialista, que deve realizar entrevistas com os candidatos a franqueados para entender o perfil das pessoas e do negócio”, indica Borges. “Além de questões burocráticas, deve haver disponibilidade de trabalhar no seu segmento com outros objetivos, agregando metas e resultados”, finaliza.

Para mais informações, basta acessar: https://newempresarial.com.br/

Website: https://newempresarial.com.br/

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MZ participa do 23º Encontro de Relações com Investidores e Mercado de Capitais

O MZ Group realizou participação no 23º Encontro Internacional de RI e Mercado de Capitais, que destacou a evolução tecnológica e a agenda ASG (Ambiental, Social e Governança) na área de Relações com Investidores.

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São Paulo, 28/06/2022 28/6/2022 –

O MZ Group realizou participação no 23º Encontro Internacional de RI e Mercado de Capitais, que destacou a evolução tecnológica e a agenda ASG (Ambiental, Social e Governança) na área de Relações com Investidores.

O 23º Encontro Internacional de Relações com Investidores e Mercado de Capitais, realizado nos dias 27 e 28 de junho de 2022, no WTC Events Center, em São Paulo (SP), teve o patrocínio da MZ. O evento é promovido anualmente pela ABRASCA (Associação Brasileira das Companhias Abertas) e pelo IBRI (Instituto Brasileiro de Relações com Investidores).

Cássio Rufino, Diretor Financeiro, de Operações e de Relações com Investidores da MZ, enfatiza a importância de participar do Encontro Internacional de Relações com Investidores e Mercado de Capitais, evento tradicional que já está na 23ª edição. “É o maior evento de Relações com Investidores e Mercado de Capitais da América Latina”, frisa. O Encontro este ano teve formato híbrido (presencial e em plataforma digital).

O evento este ano destacou a necessária evolução tecnológica, dado o aumento no interesse de investidores pessoas físicas pelo mercado de capitais. E a agenda ESG (do inglês Environmental, Social and Governance; em português, ASG – Ambiental, Social e Governança) ganha, também, cada vez mais relevância, conclui Cássio Rufino.

Website: http://mzgroup.com

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