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Ensino à distância começa a superar o alcance do presencial

Pesquisas apontam que o número de inscritos em cursos superiores na modalidade EaD já é maior que o dos presenciais; flexibilidade, recursos e custo acessível são fatores que influenciam esse crescimento

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Aracaju/SE 14/9/2022 – A oferta no EaD aumentou mais de 30% em relação a 2019, chegando a 13,5 milhões de vagas em 2020; foi a primeira vez na história do Censo da Educação Superior

Pesquisas apontam que o número de inscritos em cursos superiores na modalidade EaD já é maior que o dos presenciais; flexibilidade, recursos e custo acessível são fatores que influenciam esse crescimento

A modalidade de Ensino à Distância (EaD) em faculdades e universidades do Brasil deve superar, ainda neste ano, o alcance e a demanda que o ensino presencial tem hoje neste ramo. É o que aponta uma pesquisa recente da consultoria EducaInsights, realizada a pedido da Associação Brasileira de Mantenedoras do Ensino Superior (ABMES). Os dados do estudo mostram que, entre os anos de 2020 e 2021, a procura pela modalidade aumentou 59% em comparação aos anos anteriores. E esse crescimento aconteceu principalmente no período da pandemia. 

Antes de março de 2020, quando as medidas de quarentena começaram a ser implementadas nos estados e municípios, 40% dos entrevistados consideravam o EaD como uma opção para realizar o curso superior de graduação, enquanto 60% preferiam apenas a modalidade presencial. Já no fim do ano, após a fase mais crítica da pandemia, 78% dos alunos consideraram o EaD, contra 22% dos que se mantiveram fiéis ao presencial. Isso representa um aumento de 95% em um espaço de quatro meses.

O mesmo estudo atesta que esse crescimento quase atingiu o mesmo volume dos três anos anteriores, que foi de 111% entre 2017 e o começo de 2020. Naquele ano, o percentual de estudantes que preferiam fazer a graduação presencial era de 81%, e os que admitiam o EaD somavam 19%. 

Já o Censo da Educação Superior 2020, divulgado em fevereiro deste ano pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), mostrou que, dos mais de 3,7 milhões de ingressantes de 2020 (instituições públicas e privadas), mais de 2 milhões (53,4%) optaram por cursos a distância e 1,7 milhão (46,6%), pelos presenciais. E a oferta no EaD aumentou mais de 30% em relação a 2019, chegando a 13,5 milhões de vagas em 2020. Foi a primeira vez que isso aconteceu em toda a história do Censo. 

O crescimento se dá também entre os alunos que conseguem concluir seus cursos. Conforme o Censo, o EaD teve, em um ano, um aumento de 26% no número de formandos, sendo 25,9% na rede privada e 46,6% na pública. E a tendência é de que, em dois anos, o número de concluintes em cursos de EaD na rede particular, atualmente em 35,6%, supere o dos cursos presenciais, hoje em 64,4%. Em 2010, a proporção respectiva era de 16,8% no EaD e 83,2% nos presenciais.

Causas do crescimento

A análise é de que o ensino presencial começaria a ser superado pelo remoto em 2023, mas este processo acabou acelerado pela pandemia do novo coronavírus, pois as aulas on-line acabaram servindo como suporte das instituições de ensino para manter o ritmo normal das aulas durante a pandemia. Isso acontece devido a fatores que favorecem o EaD e são adequados à atual realidade, como a flexibilização do tempo empregado nos estudos, que permite ao aluno escolher como e quando quer estudar. Outro fator está nos recursos tecnológicos oferecidos na metodologia e nos formatos das aulas, a exemplo dos Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVAs), plataformas e ferramentas educacionais. 

“A modalidade EAD está em franco crescimento e exige uso de tecnologias, que vão desde dispositivos de acesso (computador, tablet ou smartphones) até soluções de tecnologia que promovem interatividade, recursos digitais inovadores que podem ser utilizados em salas de aula presenciais e virtuais. Por isso, é imprescindível que o aluno tenha acesso, inclusive disponibilizado pela instituição/polo, à infra-estrutura de tecnologia, o que inclui internet, dispositivos e demais soluções como, por exemplo, um AVA”, acrescenta a gerente acadêmica de Ensino à Distância da Universidade Tiradentes (Unit EaD), professora Karen Sasaki. 

O EaD é mais conhecido por suas disciplinas on-line, com 100% das aulas feitas virtualmente. No entanto, há outros modelos, com outras possibilidades pedagógicas. Uma é a do ensino semipresencial, na qual os cursos intercalam etapas que combinam atividades presenciais e on-line, com a mediação de tutores especialistas capacitados. Outra é a do chamado ensino híbrido, que também alterna o digital com o presencial, mas permite que o aluno estude de forma independente, mas sempre interagindo com os colegas e com o professor, e permite ainda que algumas disciplinas práticas sejam feitas presencialmente no polo de ensino.

Segunda formação

Os cursos à distância são em média mais baratos que os presenciais, com mensalidades acessíveis para trabalhadores e de baixa renda, pois atingem um número maior de alunos de forma simultânea. “Isso é um tabu em nossa sociedade, imaginar que um curso bom é um curso caro. Na verdade, o curso bom é aquele que consegue formar bons profissionais com os recursos tecnológicos compatíveis com esses objetivos de formação do egresso”, pontua Sasaki. 

A modalidade é procurada principalmente por pessoas acima de 25 anos, que buscam aumentar a sua qualificação profissional e, por consequência, suas chances de ascender no mercado. “Majoritariamente, são pessoas que já têm alguma atividade laboral. E também hoje, com a perda de salário que a pandemia provocou, eles vão buscar algo que seja mais factível para eles no ponto de vista de flexibilidade de horário, para poder trabalhar, e também de capacidade de pagamento”, analisou o professor e consultor educacional Mozart Neves Ramos.  

E entre essas pessoas, estão profissionais já formados que querem fazer uma segunda graduação, o que abre caminho para mais oportunidades no mercado de trabalho ou para uma mudança de carreira, alinhada à busca pela realização pessoal. “Isso ainda é mais prático e eficiente ao aluno que já tem experiência acadêmica, pois ele irá ampliar as possibilidades de atuação e aprendizagem, sem abrir mão dos conhecimentos já adquiridos, tendo maior versatilidade para inserir os momentos de estudos na sua rotina”, pontua Mirilene Rodrigues, tutora de Relacionamento com o Aluno da Unit EaD. 

Para atender a estas exigências, determinadas pelo Ministério da Educação (MEC), as instituições de ensino superior seguem na modalidade EaD as Diretrizes Curriculares Nacionais de formação do aluno e independem de modalidade. Por isso, o aluno recebe o mesmo diploma de um curso presencial. Ela é regulamentada desde 1996 pela Lei de Diretrizes e Bases (LDB), e com base nela que credencia e regula os cursos de graduação e pós-graduação ofertados sob este formato.

Website: https://www.unit.br/ead

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Cultivo e preservação das árvores é uma preocupação mundial

Os ecossistemas das florestas são responsáveis por 80% do total de absorção do carbono na superfície terrestre.

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São Paulo 28/9/2022 – A relevância da floresta para o equilíbrio climático, torna os esforços direcionados à conservação do bioma um objetivo de apelo global.

Os ecossistemas das florestas são responsáveis por 80% do total de absorção do carbono na superfície terrestre.

No dia 21 de setembro, comemorou-se o Dia da Árvore, com a proposta de ser um bom momento para refletir sobre a importância da flora para o equilíbrio da vida no planeta. O desmatamento, as queimadas, a poluição do ar, a alteração das temperaturas e as novas doenças decorrentes de modificações de ecossistemas têm afetado a saúde e o bem-estar da população em geral, como informa uma nota técnica do WWF-Brasil, que mostra essa íntima relação.

A conscientização ambiental requer a percepção e compreensão da importância do meio ambiente natural para a sobrevivência de todas as espécies. Pequenas ações individuais podem fazer grande diferença neste processo.

Plantar uma árvore é uma atitude muito louvável, mas requer conhecimento, é preciso respeitar seu bioma, não se deve cultivar o mogno no sul do país, sabendo que esta é endêmica da Amazônia. As árvores tem ligação direta com o nível subterrâneo, suas raízes exploram as profundezas.

O plantio de espécies exóticas é prejudicial ao meio ambiente , essas espécies podem se multiplicar sem controle, transformando-se numa praga, além de competir desigualmente pelo espaço, chegando até a matar as espécies nativas. Algumas espécies exóticas tem as raízes estruturadas para absorver toda a água que conseguirem, tornando o solo pobre e seco.

“A relevância da floresta para o equilíbrio climático, biodiversidade e bioeconomia torna os esforços direcionados à conservação do bioma um objetivo de apelo global, pois diz respeito a toda a humanidade”, diz Fabiana Prado, coordenadora do LIRA/IPÊ.

“A preservação da Floresta Amazônia deve se dar não por meio da imposição estrangeira, mas como fruto da conscientização nacional. Manter a floresta de pé beneficia toda a população do planeta, enquanto a permissividade das práticas ilegais de desmatamento trará consequências danosas à economia brasileira, e em especial às regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul, responsáveis por mais de 70% do PIB Brasil”, salienta Vininha F. Carvalho, editora da Revista Ecotour News (www.revistaecotour.news).

O projeto “Recuperação de Serviços de Clima e Biodiversidade no Corredor Sudeste da Mata Atlântica Brasileira”, Conexão Mata Atlântica, tem o objetivo de aumentar a proteção da biodiversidade e da água e combater mudanças climáticas. Para isso, promove atividades de conservação da vegetação nativa, adoção de sistemas mais produtivos e melhoramento da gestão de unidades de conservação.

No Estado de São Paulo, os responsáveis pela execução do projeto são a Coordenadoria de Fiscalização e Biodiversidade, da Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente, e a Fundação Florestal. Suas ações estão orientadas por componentes, de acordo com objetivos específicos, e os chamamentos para participação da sociedade são feitos por meio de editais.

A fim de fomentar o desenvolvimento do setor de árvores plantadas no Brasil, a Ibema anunciou uma novidade que marcou o Dia da Árvore em 2022: – a plantação massiva de árvores de reflorestamento no interior do Paraná. “O reflorestamento de árvores de eucalipto e pinus ficou estagnado nos últimos anos. Por isso, inauguramos a Ibema Florestal, que nasce com o propósito de preservar e fomentar essas espécies no estado”, explica a diretora de Supply Chain da Ibema, Irlene Demeneck.

A proposta da campanha “As Árvores que nos Tocam”, lançada pela Klabin em celebração ao Dia da Árvore neste ano, contemplou a divulgação de um vídeo produzido pela empresa que conecta o meio ambiente à música, com o uso da tecnologia, e que tem como ponto de partida uma canção inédita interpretada pela Orquestra Sinfônica de Heliópolis em uma área florestal da Klabin em Telêmaco Borba, no Paraná, e também no Grande Auditório do MASP, em São Paulo.

“As árvores são a base do negócio da Klabin e materializam o compromisso da empresa com o meio ambiente. Buscamos por meio desta campanha sensibilizar as pessoas de um modo inovador, deixando que as próprias florestas emitam essa mensagem, que traduz, por meio da música, toda a beleza da natureza, que precisa e deve ser conservada. Criamos um filme poético, impactante e a nossa intenção é sensibilizar o público”, explica Carime Kanbour, gerente de Comunicação, Marca e Reputação da Klabin.

Para Mariana Napolitano, gerente de ciências do WWF-Brasil, é inegável que as florestas são uma fonte de benefícios para o ser humano, e sua degradação e supressão podem trazer riscos graves à saúde humana. Cuidar do planeta é efetivamente cuidar da saúde.

De acordo com um estudo da Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), associação responsável pela representação institucional da cadeia produtiva de árvores plantadas, o volume de árvores para fins industriais plantadas por dia no Brasil, já chegou à marca de 1 milhão de novas mudas cultivadas diariamente.

“Esse número coloca o Brasil em posição de destaque, já que as árvores são responsáveis por remover e estocar CO2, um dos gases do efeito estufa, que causa grave impacto nos efeitos do clima”, finaliza a ambientalista Vininha F. Carvalho.

Website: https://www.revistaecotour.news

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Ligação telefônica segue como umas das melhores formas de atendimento ao cliente

Atendimento humanizado se destaca como fator determinante

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Sao Paulo – SP 28/9/2022 – O fato do telefone ser síncrono, diminui a ansiedade dos clientes para solucionar possíveis problemas

Atendimento humanizado se destaca como fator determinante

Cada vez mais os consumidores possuem novas opções de atendimento, como chatbots, WhatsApp, redes sociais, entre outros. Mas o atendimento telefônico segue como uma das escolhas preferidas entre os clientes, devido a sua urgência e ao atendimento humanizado que o telefone transmite.  

Esse contato imediato que o aparelho telefônico, seja ele fixo ou móvel, proporciona, é conhecido também como comunicação síncrona. Ela ocorre quando o emissor e o receptor conversam em tempo real, diferentemente da comunicação assíncrona, onde o emissor realiza o envio da mensagem, mas não recebe uma resposta de maneira imediata. 

Segundo pesquisa realizada em abril de 2022 pelo Capterra, o telefone, com 33%, foi a segunda opção mais respondida pelos entrevistados, quando questionados sobre a preferência no atendimento ao cliente, ficando atrás apenas do chat ao vivo com agente, que lidera o estudo com 48%. 

Para Thiago Silva, Diretor de Operações da IUNGO, operadora de telefonia fixa que atua no mercado de PABX Virtual há mais de 5 anos, isso possui uma explicação: “É assim no nosso dia a dia, quando você tem um problema ou precisa tratar de algo urgente, não quer utilizar o WhatsApp, ficar falando com chatbot ou colocando diversas informações no robô para depois ser direcionado a um atendente. O telefone é isso, é sobre a urgência de ser atendido, quando percebemos ainda que uma empresa possui 0800, temos a certeza da importância que é dado ao seu cliente”, afirma. 

Os participantes da pesquisa também elencaram algumas vantagens das ligações telefônicas, onde 81% dos entrevistados disseram que o canal é o que traz mais facilidades para o consumidor se explicar melhor e fazer mais perguntas.  

Thiago endossa o resultado e ressalta uma solução encontrada em sua operação, que contribuiu na relação empresa x cliente: “O fato do telefone ser síncrono, diminui a ansiedade dos clientes para solucionar possíveis problemas e colabora para eles se expressarem de maneira mais dinâmica. Já com o PABX Virtual foi possível otimizar o atendimento, direcionando o cliente para a pessoa certa, ter confiança nas gravações de chamadas e melhorias de processos de LGPD, além de beneficiar na gestão do dia a dia dos colaboradores, pois o PABX não substitui o humano, mas facilita o trabalho do mesmo”, conclui. 

Cabe destacar que a telefonia fixa, alinhada com a mobilidade, também é uma das maneiras encontradas pelas organizações para auxiliar em um ótimo atendimento ao cliente, independentemente do local de trabalho (casa ou escritório). 

Para saber mais, acessar: https://www.iungo.cloud/ 

Website: https://www.iungo.cloud/

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Especialista comenta pilares para fidelização do consumidor

CEO da Meu App de Fidelidade explica a sinergia entre “bom atendimento”, “bons produtos” e “preços justos”, pilares para fidelizar o cliente

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28/9/2022 – Se, na recompensa recebida, o consumidor tiver uma percepção de valor real, o encantamento com a marca é imediato e isso vai para o seu subconsciente

CEO da Meu App de Fidelidade explica a sinergia entre “bom atendimento”, “bons produtos” e “preços justos”, pilares para fidelizar o cliente

O mercado de fidelização retornou ao patamar pré-pandemia. Segundo indicadores da ABEMF (Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização), o número de pontos/milhas emitidos no último trimestre de 2021 aumentou 61,9% em relação ao igual período do ano anterior e 20,7% em comparação ao 3º trimestre de 2019, atingindo a marca de 89,4 bilhões de pontos/milhas.

Segundo a entidade, 70,7% dos resgates em programas de pontos/milhas realizados no terceiro trimestre viraram passagens aéreas. Para Angelo Gomes, CEO da Meu App de Fidelidade, os dados mostram um aumento significativo no engajamento dos consumidores em programas de fidelidade.

“A percepção de ser recompensado por uma compra que já seria feita torna a experiência mais atraente”, afirma. “Se, na recompensa recebida, o consumidor tiver uma percepção de valor real, o encantamento com a marca é imediato e isso vai para o seu subconsciente, fazendo que em qualquer necessidade futura, ele lembre-se da marca e volte a comprar”.

Para Angelo Gomes, é necessário investir esforços para fidelizar os clientes em um momento de retomada econômica. Ele destaca que, ao lado de um programa de fidelidade simples e transparente, a entrega de um bom atendimento, produtos de qualidade e preço justo são os quatro pilares fundamentais para a fidelização do cliente.

Pensando nisso, a reportagem organizou os comentários do especialista sobre os quatro pilares citados nos tópicos a seguir:

1 – Atendimento

Na visão de Angelo Gomes, o atendimento é “a alma do negócio”, quando tem início o processo de cativação do cliente. “Se aliarmos o bom atendimento com bons produtos, teremos atingido em 50% a necessidade do cliente dado a noção de que ele resolverá seu problema”.

Para o especialista, atendentes capacitados para o atendimento fazem parte da premissa básica em uma estratégia de fidelização. “Atendentes atentos, asseados e dispostos, além de ser o cartão de visitas do seu negócio, fazem do bom atendimento o principal diferencial para o retorno do seu cliente”.

Uma vez que o consumidor se sentiu bem acolhido, respeitado, reconhecido, e teve sua necessidade atendida, ele voltará ao estabelecimento, complementa Angelo Gomes.

2 – Bons produtos

Para o CEO da Meu App de Fidelidade, os diferenciais de fabricação e acabamento são, positivamente, percebidos pelo público. Ele conta que os primeiros pontos que determinam um bom produto são os tangíveis, percebidos de forma direta, como matérias-primas, desempenho, durabilidade, padrão estético, e resistência, entre outros.

“A sensação de prestígio e confiabilidade transmitidos pela marca, além da satisfação que o cliente terá ao utilizar o produto, farão com que o produto não seja visto, apenas, como bonito, durável e com boas características, mas como algo adquirido com tranquilidade, confiança e que gerou satisfação em seu uso”, pontua.

Ele destaca que uma empresa não pode atrair clientes com diferenciais de qualidade se não tiver parceiros dispostos a prestar uma assistência que garanta uma experiência de compra completa e positiva no pós-venda, algo que caracteriza um bom produto.

3 – Preço justo

“Hoje em dia todos os clientes compram comparando o produto e o valor do produto pela internet. Raríssimas são as exceções onde a compra ocorre sem uma ‘olhadinha no Google’”, afirma Angelo Gomes.

Logo uma precificação justa em um bom produto, prossegue ele, não cria uma distorção tamanha que faça com que o cliente opte por esperar a chegada do produto ao invés de tê-lo de forma imediata.

4 – Programa de Fidelidade simples e transparente

Para o CEO, simplicidade e transparência devem ser as premissas de um programa de fidelidade. Assim, uma empresa que atue com a modalidade deve auxiliar seus clientes na jornada de fidelização, ofertando premiações tangíveis e contando com uma ferramenta tecnológica que auxilie na criação, manutenção e reparação de seus programas de fidelidade, com o desenvolvimento de um roteiro objetivo que agregue valor ao negócio. 

Segundo Angelo Gomes, é preciso definir o objetivo a ser alcançado com o programa de fidelidade, além de conhecer os clientes e buscar o ponto de equilíbrio entre as premiações e o caixa. “É necessário investir em comunicação e em ferramentas. E nada de fórmulas mirabolantes para pontuação ou premiações inalcançáveis, pois ‘menos é mais’”, conclui.

Para mais informações, basta acessar: https://meuappdefidelidade.com.br/

Website: https://meuappdefidelidade.com.br/

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