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Empreendedorismo: boa estruturação pode contribuir para sucesso

Dados do Ministério da Economia mostram aumento de novos negócios no Brasil, porém o número de fechamentos também é grande; especialista comenta soluções para estruturar um novo negócio

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15/6/2022 –

Dados do Ministério da Economia mostram aumento de novos negócios no Brasil, porém o número de fechamentos também é grande; especialista comenta soluções para estruturar um novo negócio

Dados apresentados em fevereiro deste ano pelo Ministério da Economia, através do Boletim do Mapa das empresas, mostram que em 2021 o Brasil teve mais de 4 milhões de novos empreendimentos, crescimento de 19,4% em relação a 2020. Os resultados mostram, também, aumento em todos os estados.

Tais números mostram um aspecto que pode ser considerado positivo para a economia do país. Todavia, entre iniciar um negócio e mantê-lo, há diversos desafios para o empreendedor. O levantamento citado apontou mais de 1,4 milhão de empresas fechadas no ano passado, aumento de 34,6% ante 2020.

Neste contexto, planejamento pode ser um ponto-chave para, além de manter-se, obter melhores resultados. É a opinião de Claudio Zanutim, autor de livros e palestrante, que contabiliza mais de 250 mil pessoas treinadas em eventos, convenções empresariais e ambientes acadêmicos tratando do crescimento e evolução de negócios.

Zanutim comenta a importância de planejar: “Empreendedorismo é a disposição para identificar problemas e oportunidades e investir recursos e competências na criação de um negócio, projeto ou movimento que seja capaz de alavancar mudanças e gerar um impacto positivo. Você precisa saber ou definir qual produto ou linha entregará para o mercado para solucionar problemas existentes”, afirma. 

Autor de 6 livros e 9 e-books, Zanutim lista alguns pontos que considera fundamentais para o planejamento: variedade, qualidade, design, características, nome da marca, serviços e garantias. Em seguida, determinar como será a distribuição: canais de venda, cobertura de mercado, locais de atuação, estoque e transporte.

Além desses pontos, o especialista lista mais pontos essenciais para uma boa estruturação:

  • pesquisa: maior conhecimento do cliente e suas percepções e do mercado de atuação;
  • posicionamento: posição relativa que a marca ocupa na mente do cliente;
  • boa segmentação: direcionamento estratégico para nichos de mercado/clientes;
  • linha de priorização: decisão de soluções e estratégias a partir do valor percebido;
  • sem desconsiderar: custos – comunicação – conveniência e foco no foco do cliente.

8 etapas do MIT DesignX

Especialista formado pelo MIT Professional Education, Claudio Zanutim cita o método de 8 passos do MIT, que pode contribuir com a evolução de um  novo negócio, remodelar negócios atuais e solucionar problemas locais , regionais e globais. Resumidamente, são elas:

1 – Identificar as soluções de impacto da empresa, definindo qual é a abordagem do design para enquadrar problemas e desenvolver soluções e como enfrentar problemas complexos.

2 – Descobrir e examinar as necessidades ou problemas subjacentes dos usuários, clientes e outras partes interessadas, aplicando as ferramentas de análise de necessidades e mapeamento de partes interessadas.

3 – Definir os principais segmentos de mercado, delinear sua intenção e expectativas a respeito da solução para esses segmentos, desenvolvendo a teoria da mudança. Que outros usuários ou mercados poderiam se beneficiar potencialmente das ideias do negócio e que características a solução precisa ter para se adequar aos critérios de análise das necessidades.

4 – Engajar, elaborando uma proposta de valor clara e convincente, por meio do envolvimento direto do cliente. Além de mapear toda a jornada do usuário para identificar pontos críticos de contato a partir dos quais a solução deve tomar a direção. O objetivo é testar – de forma reiterada – as ideias do processo descrito acima.

Antes de prosseguir, Zanutim pondera “acima, temos os quatro passos iniciais na busca da estruturação do negócio. Com estes executados, podemos caminhar para os próximos”.

5 – Criar o protótipo da solução inicial e do modelo operacional para a ideia. Os protótipos são utilizados pelo usuário para testar o design da solução, o que inclui a criação de protótipos para as ideias de produto, processo ou serviço.

6 – Desenvolver: este passo concentra os métodos utilizados para organizar, administrar e motivar a equipe e implementar sua dinâmica e a cultura desejada para construir uma vantagem competitiva sustentável, promover a produtividade e seu bem-estar.

7 – Implementar um mapeamento estratégico de prioridades e aplicar as prioridades estratégicas como pilares da cultura no ambiente de trabalho a partir de uma solução projetada desde o início até a escala e como o momento do lançamento pode ter um impacto central no resultado.

8 – Escalar a partir de um plano de ação de um projeto-piloto real (ou hipotético), para a ideia de solução. O planejamento de ação, acompanhado de uma estratégia financeira (e de financiamento) leva tempo, já que requer uma identificação cuidadosa e a priorização das ações necessárias para o desenvolvimento bem-sucedido de soluções, aquisição de usuários ou clientes, alinhamento de processos e equipes, assim como para a construção das parcerias necessárias à realização da visão do negócio.

“Tratar de algumas das maiores questões que atualmente afetam a sociedade e o nosso planeta é uma tarefa assustadora e, de fato, a complexidade de muitos dos desafios exige uma abordagem transdisciplinar, bem como para estruturar melhor nossas empresas, independentemente do tamanho”, conclui o especialista.

Para mais informações, basta acessar: https://workshop.claudiozanutim.com.br/

Website: https://workshop.claudiozanutim.com.br/

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Investidores estrangeiros podem ter isenção de renda sob debentures

Tramita na Câmara novo Projeto de Lei que pode modificar tributação referente as debêntures

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Brasília (DF) 19/8/2022 – Diante dessa eventual mudança, haverá uma queda no recolhimento do IRRF em caso de aquisição de debêntures

Tramita na Câmara novo Projeto de Lei que pode modificar tributação referente as debêntures

Foi aprovado pela Câmara dos Deputados, em Brasília (DF), a PL 4188/2021 que propõe a isenção de imposto de renda o investimento estrangeiro em debêntures (títulos de dívida) nacionais. O texto deve chegar em breve no Senado, mas, por ora a proposta tem sido discutida pela articulação política do governo.

Tal proposta deve ser feita como emenda ao projeto do Marco Legal das Garantias e a análise final deve ocorrer após 29 de agosto. Caso aprovada e sancionada, a nova lei facilitar o uso das garantias de crédito, reduzir custos e juros de financiamentos e aumentar a concorrência para debêntures.

Essas debêntures são títulos que as empresas não bancárias utilizam para adquirirem recursos de terceiros sem ter que recorrer a bancos. Desta maneira a pessoa física consegue pulverizar o risco de sua alavancagem sendo benéfico tanto para a empresa, pelo maior alcance e capilaridade na hora de adquirir recurso, mas também para o investidor que consegue um retorno relativamente maior sobre o seu investimento em renda fixa comparado a créditos bancários como CDBs.

“Esta medida é de muita vantagem para o investidor estrangeiro, uma vez que ele diminui o risco dele encima do investimento. Isentando o Imposto de Renda para investidores internacionais, o investimento em créditos empresário se torna muito mais atrativo, desta maneira existe uma possibilidade de o Brasil se tornar uma grande alternativa para fundos internacionais”, esclarece Gustavo Vaz, financista e especialista em investimentos da Atrio Investimentos, assessoria de investimentos ligada a XP Investimentos.

O assessor de investimentos ainda coloca que esta medida pode acabar trazendo reservas de moedas estrangeiras para o país. “Um benefício direto, no ponto econômico, é a entrada de mais dólares no Brasil. Isso tudo sem contar os benefícios indiretos, como o desenvolvimento de novos mercados, mais empregos, mais produtos mais concorrência, qualidade e menores preços no longo prazo”, contextualiza. 

Por ter ação direta sobre o sistema tributário, a medida pode modificar um pouco a estrutura de recolhimento federal. Dr. Bruno Junqueira, advogado tributarista e sócio-diretor da BLJ Direitos e Negócios, avalia essa medida como uma facilitadora, contudo, não obstante a isenção do recolhimento, permanece a obrigatoriedade da prestação de contas por declarações. “Diante dessa eventual mudança, haverá uma queda no recolhimento do IRRF em caso de aquisição de debêntures, com relação àquelas de propriedade de estrangeiros”, explica.

Por outro lado, o advogado especialista ainda acredita que o incentivo criado poderá melhorar a capacidade de expansão das empresas nacionais, o que de alguma forma poderá compensar a perda da arrecadação. “Importante analisar também o impacto do princípio da isonomia quanto aos investidores brasileiros, isto é, se há fundamento jurídico que justifique uma isenção direcionada frente ao ordenamento constitucional brasileiro”, explica.

Vale salientar que a debenture é um crédito de maior risco porque depende do desenvolvimento e resultado da empresa investida. Contundo, o investido não precisará deixar parte do retorno do investimento para o governo Brasileiro, que é como ele recebe pelo risco corrido no investimento.

Website: https://blj.adv.br/

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Bons resultados visam escalabilidade da pequena indústria

Dados do segundo trimestre animam empresas e as faz buscar soluções para movimentar suas linhas de produção.

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São Paulo – SP 19/8/2022 – Antes que se espere, as empresas estarão mudando de patamar

Dados do segundo trimestre animam empresas e as faz buscar soluções para movimentar suas linhas de produção.

Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), as fábricas de pequeno porte tiveram o melhor segundo trimestre dos últimos 11 anos. Resultados assim, expressivos, quando o assunto é o desenvolvimento da indústria, ajudam a movimentar a economia e a restabelecer déficit do mercado. Além disso, faz com que muitos empreendedores reforcem sua infraestrutura para uma demanda que aponta ser crescente. É o que afirma o especialista em mangueiras e mangotes de borracha Daniel Rodriguez.

Falando em dados, o Índice de Desempenho das fábricas de pequeno porte subiu de 48,3 pontos em maio para 47,5 em junho. Trata-se de um indicador que avalia produção, número de empregados e utilização da capacidade instalada. O dado, como mencionado, ficou acima da média histórica, que é de 43,6 pontos.

O CEO da Maxxflex reforça que pesquisas como essa são imprescindíveis para orientar as próximas ações da indústria. “Quando há boas perspectivas, como a dos dados divulgados neste mês de agosto, é inegável o movimento do mercado em se preparar para atender as demandas emergentes”, pondera Rodriguez.

Nesse sentido, os investimentos em utensílios para otimizar as produções ganham espaço, aumentando a produtividade e evitando perdas. Prova disso é o aumento identificado na busca por itens como mangueiras e mangotes de borrachas. “É perceptível como o reforço das instalações trazem bons resultados para as empresas. É o que sentimos do mercado que volta a aquecer”, disse o especialista da Maxxflex.

Especialmente por esse nicho da pesquisa tratar de pequenas empresas, a preocupação é ainda maior. “O desenvolvimento das empresas é parte fundamental do avanço da economia de um país. Cientes disso, os empreendedores das pequenas indústrias buscam adequar seus recursos para crescerem com maior escalabilidade”, avalia Daniel Rodriguez.

O especialista elenca importantes pontos a serem levados em consideração para garantir o pleno funcionamento da produção. “Avaliar máquinas e sistemas, suas devidas manutenções e trocar os utensílios, como mangueiras e mangotes, facilitam o trabalho, alavancam os resultados e ainda permitem a qualidade do que é produzido”, diz Rodrigues.

Por fim, o CEO da Maxxflex acredita que se trata de um bom momento para que tomadores de decisão dentro das empresas avaliem o que precisa ser revisto e comecem a fazer as alterações necessárias, visando a evolução da empresa. “Assim, antes que se espere, as empresas estarão mudando de patamar”, finaliza.

Website: http://maxxflex.com.br/

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Especialista explica importância de integrar comércio eletrônico no Analytics

Integração do comércio eletrônico no Analytics permite mensuração de métricas que podem trazer resultados mais expressivos para o negócio.

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Atibaia – SP 19/8/2022 –

Integração do comércio eletrônico no Analytics permite mensuração de métricas que podem trazer resultados mais expressivos para o negócio.

A análise de métricas no universo do marketing digital já é uma prática consolidada há algum tempo. É assim que os profissionais do setor conseguem mensurar seus resultados, acompanhar o desenvolvimento de suas ações e analisar qual o melhor caminho a seguir. Entre as plataformas utilizadas para essa mensuração está o Google Analytics. O especialista em marketing digital e CCO da agência Go Biz, Ricardo Domingues, explica que integrar o comércio eletrônico ao Analytics é uma prática que pode trazer resultados expressivos em médio e longo prazo.

Essa vinculação do comércio eletrônico ao Google Analytics permite que o usuário contabilize as reais conversões em vendas por meio das transações. O especialista explica que existem duas formas de fazer essa implementação: a padrão e a avançada. “A padrão garante a análise de atividades de finalização de compra dentro do e-commerce, enquanto a avançada permite a visualização de dados ainda mais detalhados, de todo o processo de compra, por exemplo”, explana Ricardo.

O CCO da Go Biz reforça que se trata de um assunto pertinente a experts da área, pois existem detalhes minuciosos que não podem passar despercebidos durante essa configuração, mas orienta. “Em linhas gerais, a vinculação do comércio eletrônico ao Google Analytics passa pela criação e configuração de uma tag, inclusão de um objeto e a criação de um acionador para disparar a tag na página”, conta Domingues.

Ele lembra ainda que esse é um rastreamento muito importante para entender quais canais estão trazendo clientes para a loja. “Uma das práticas do marketing é diversificar os meios de atração dos clientes. Por meio do monitoramento do comportamento do consumidor na loja é possível avaliar quais estratégias estão trazendo o resultado esperado. Ou seja, por onde e como o cliente chegou até a finalização da compra. Dados reais de rastreio da origem do consumidor”, avaliou sobre a importância da implementação.

A análise de métricas para profissionais de marketing é o que garante a elaboração das novas estratégias e adaptação das já utilizadas, salienta Ricardo Domingues. “Entender o cenário é o primeiro passo para alcançar o objetivo de fortalecer as vendas, avaliando os canais que mais convertem e readaptando as estratégias dos demais”, diz.

Entre os dados que o Google Analytics pode oferecer estão a origem e a mídia, configuração de segmentos como redes sociais ou mídia paga, além de gráficos com porcentagens e linhas do tempo. “Tudo de maneira didática e fácil para agilizar as tomadas de decisão”, finaliza Ricardo Domingues.

Website: https://www.gobiz.com.br/

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