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Brasil figura entre os países mais inovadores do mundo para o setor jurídico

O surgimento de novos modelos de contratos e petições criados através de técnicas de Visual Law e com foco na facilitação da comunicação e inclusão da população colocam o país na linha de frente da inovação jurídica mundial.

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São Paulo SP 11/5/2022 – Uma iniciativa de destaque e que já começa a colher resultados positivos nessa perspectiva de mudança, é a utilização de técnicas de design a textos jurídicos

O surgimento de novos modelos de contratos e petições criados através de técnicas de Visual Law e com foco na facilitação da comunicação e inclusão da população colocam o país na linha de frente da inovação jurídica mundial.

A tecnologia que impulsiona avanços em diferentes setores da economia também tem impactado o meio jurídico. Tido como um setor tradicionalmente mais fechado e avesso a novidades, os fatos recentes demonstram que o meio jurídico brasileiro passa por um “boom” tecnológico com o surgimento de um novo mercado de empresas de tecnologia jurídica. Essas empresas, em sua maioria startups e denominadas de legaltechs ou lawtechs, dedicam-se a criar soluções para antigos problemas da área legal através do uso de inovações como data analytics, big data, automação de atividades, legal design e visual law

Atualmente, já existem no mercado brasileiro, soluções de business intelligence para escritórios e departamentos jurídicos, plataformas on-line para realização de acordos, softwares de automação de documentos e centenas de projetos que através do visual law (direito visual) vêm dando uma nova cara aos documentos jurídicos. 

O que faz o Brasil um expoente em inovação jurídica? Rui Caminha, CEO e Fundador de das legaltechs Villa-Visual Law Studio e Juristec+, acredita que está relacionado ao tamanho do desafio que é a gestão jurídica no país. Logo, quem está mais próximo do problema também fica mais perto da solução. Segundo dados do último relatório do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) – Justiça em Números de 2021 – no ano de 2021, 75,4 milhões de processos tramitavam no judiciário brasileiro. Outros dados que se destacam estão relacionados à burocracia e dificuldade em se fazer negócio no país, que coloca o país entre as últimas posições do ranking de acordo com a Doing Business 2020, pesquisa feita pelo Banco Mundial.  Além dos números do judiciário e do impacto da burocracia também existe o fato de haver uma grande quantidade de advogados no Brasil quando comparado com outros países, segundo dados do Conselho Federal da OAB. Ainda existem outros fatores como excesso de legislação, confusão fiscal e alto custo de processos para as empresas que se somam para fazer do país uma espécie de campeão global em demandas jurídicas. 

Esse cenário é indesejável, já que o alto custo com a gestão jurídica, seja pública ou privada, acaba sendo arcada pelos cidadãos, na forma de tributos ou encargos adicionais em produtos e serviços. Resolver esse gargalo não é tarefa fácil, mas é o que move essa nova geração de inovadores na área jurídica. Daniel Marques, presidente da AB2L (associação brasileira de legal techs e law techs) comenta que as lawtechs e legaltechs auxiliam na automatização de tarefas burocráticas, enquanto o operador do Direito pode focar em atividades de sua formação. 

Uma iniciativa de destaque e que já começa a colher resultados positivos nessa perspectiva de mudança, é a utilização de técnicas de design a textos jurídicos com o propósito de torná-los mais empáticos e acessíveis. Essa técnica é conhecida como Visual Law, que é uma área de atuação do Legal Design. O professor Bernardo Azevedo explica que Legal Design é um campo amplo, que compreende ramificações como: visual thinking, design thinking, UX Design e Legal thinking. Já o Visual Law, se conecta ao Visual Thinking que é uma forma de transformar as informações jurídicas através de elementos visuais para torná-las compreensíveis. Kethellyn Siqueira, diretora de criação do Villa – Visual Law Studio, designer de formação e que há mais de 5 anos desenvolve projetos de Visual Law deixa claro que não é apenas deixar os documentos jurídicos mais bonitos e, sim, torná-los mais eficientes. 

Gente grande está prestando atenção nesse movimento que pretende tornar o direito mais inclusivo e acessível. Grandes empresas, alguns dos maiores escritórios de advocacia do país e tribunais já estão incorporando o Visual Law nas suas rotinas. A exemplo do Tribunal Regional da 3ª Região que criou um laboratório de inovação dedicado à disseminação de novas práticas no judiciário que inclui a remodelação de alguns documentos como mandado de citação e também a capacitação de magistrados e servidores em legal design e visual law. Iniciativa similar foi observada no escritório Barbosa Munich Aragão que já está na sua segunda turma interna de formandos em Legal Design e Visual Law. Dentre as iniciativas nas empresas, destaca-se o caso recente da operadora de telefonia, TIM. A companhia iniciou em 2020 um projeto de transformação visual e digital de uma série de documentos jurídicos que incluíam desde petições nas áreas cível e trabalhista como também o conjunto de documentos que compunham o seu pacote contratual para planos de telefonia móvel pós-pago. 

O projeto foi realizado em parceria com uma das startups jurídicas do setor de Legal Design, o Villa – Visual Law Studio e contou com participação direta da alta liderança da companhia, incluindo o presidente da empresa no Brasil e as diretorias jurídicas, de marketing, vendas e outras. Durante mais de um ano, designers, advogados, programadores, linguistas e especialistas em comunicação simples dedicaram-se a um objetivo: transformar os 4 documentos de 33 páginas ao todo em um único documento com duas folhas, frente e verso. Para alcançar o resultado, o foco deixou de ser o famoso juridiquês para ser a experiência do consumidor que leria aquele contrato. Sobre esse trabalho, comenta o Jaques Horn, o diretor jurídico da empresa que foi uma experiência significativa envolvendo mais de vinte pessoas pensando exclusivamente em otimizar a relação de seus clientes através do Legal Design e Visual Law. 

Ao projeto de redesign de contratos da TIM e Villa também se agregou a criação de um documento automatizado e o uso de biometria facial. O resultado final foi a criação do primeiro “contrato fácil” do mundo, título dado ao projeto. O projeto concorreu e venceu a maior premiação global em inovação jurídica, o Legal Innovation Operations organizado pela instituição estadunidense CLOC – Corporate Legal Operation Consortium. É a primeira vez que duas empresas de fora dos EUA são agraciadas com a premiação, que ocorre no hotel Bellagio em Las Vegas, EUA, no dia 11 de maio, na presença de algumas das maiores lideranças jurídicas globais. 

Os brasileiros ganhadores da premiação acreditam que o diferencial do projeto foi ter alcançado através do design e da tecnologia o propósito de gerar inclusão social através de um contrato que realmente prezasse pela compreensão do leitor e também pelo impacto ambiental gerado. Houve uma redução de 94% das páginas impressas.  

O desafio jurídico brasileiro continua grande, mas já existem iniciativas que começam a mudar esse cenário. 

Website: https://visuallaw.design/

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Efeito estufa ou aquecimento global? Qual a diferença?

Empresa de energia solar listou as diferenças entre aquecimento global e efeito estufa

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24/5/2022 –

Empresa de energia solar listou as diferenças entre aquecimento global e efeito estufa

As mudanças climáticas causadas pelo aquecimento global podem prejudicar muito o planeta, por isso, a hora de se movimentar é agora. Usando energia solar é possível diminuir a utilização de gases produzidos pelas usinas termoelétricas. Consequentemente, amenizam-se os efeitos do aquecimento global. Sendo assim, a energia solar é uma solução sustentável, pois vem de uma fonte renovável, limpa e não poluente

A SOL Copérnico, empresa cujo propósito é democratizar a energia solar e sustentável no Brasil, oferecendo soluções para a geração de energia fotovoltaica, listou as diferenças entre aquecimento global e efeito estufa:  

— A manutenção da vida na Terra depende de diversos fatores que precisam ser equilibrados, entre eles a temperatura.

— O Sol é grande fornecedor de energia do planeta e o calor emitido por ele nos aquece durante o dia e faz com que as plantas e plânctons produzam oxigênio.

— Calor de mais ou de menos coloca o planeta em risco. É por isso que a natureza atua de forma brilhante, emitindo gases que criam uma camada de proteção ao redor da Terra.

— Contudo, muitas atividades humanas aumentam a emissão de gases, fazendo com que a temperatura média do planeta se eleve.

— A luz entra, é absorvida e aquece o ambiente, por isso o nome efeito estufa. A consequência do efeito estufa é que conhecemos de como aquecimento global que, com o próprio nome diz, gera um aumento progressivo da temperatura da Terra. A temperatura da Terra fica bagunçada, fazendo com que o calor e frio extremos sejam vivenciados com mais frequência, prejudicando a agricultura, aumentando o nível do mar e colocando em risco diversas espécies.

Website: https://www.solcopernico.com.br/

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Câmeras em uniformes de policiais são vistas como aliadas na segurança pública

Aliadas na redução de 87% dos confrontos em SP, câmeras em uniformes policiais também ajudam na coleta de provas

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São Paulo 24/5/2022 – Hoje, as imagens e áudios captados servem como meio probatório para processos penais

Aliadas na redução de 87% dos confrontos em SP, câmeras em uniformes policiais também ajudam na coleta de provas

A redução de 87% nas ocorrências de confrontos em São Paulo com o uso de câmeras operacionais portáteis é uma das comprovações da eficácia desta tecnologia como aliada da segurança pública. O levantamento da Polícia Militar do Estado de São Paulo analisou dados entre junho e outubro, de 2019 até 2021, e concluiu que as ocorrências de resistência a abordagens policiais também caíram (32,7%).

Em São Paulo, o governo pretende encerrar 2022 com mais de 10 mil bodycams instaladas nos uniformes de policiais. Em Santa Catarina, onde elas também são usadas, houve uma redução de 61,2% no uso da força (como contatos físicos e uso de algemas) pelos agentes. Na região Centro-Oeste, o Grupo Brako pretende levar a tecnologia a uma das capitais da região ainda neste ano.

“As câmeras corporais estão sendo uma ferramenta de coleta de dados para melhoria das ações dos agentes de segurança pública e vêm demonstrando grande capacidade de servirem como mais um elemento das garantias individuais, tanto para inibir abusos dos agentes em suas ações como para garantir sua defesa. Hoje, as imagens e áudios captados servem como meio probatório para processos penais”, explica o diretor de Engenharia do Grupo Brako, Gustavo Marchiori.

Há, ainda, a disponibilidade de câmeras embarcadas nas viaturas, que filmam dentro e fora do veículo, monitorando o comportamento do policial. Seja no uniforme ou na viatura, os benefícios associados ao uso desta solução são amplos:

• Aumento da transparência das ações policiais;

• Efeito civilizador, resultando em um melhor comportamento entre os agentes e os cidadãos;

• Diminuição das queixas dos cidadãos e rapidez na resolução de ocorrências, pois melhoram as provas;

• Comunicação mais rápida e eficaz entre os agentes e seus superiores, fornecendo subsídios visuais para o planejamento das ações e a transmissão de ordens;

• Acompanhamento em tempo real das ocorrências;

• Identificação de pontos fracos e desenvolvimento de melhorias, tais como oferecer novos programas de treinamento ou revisão de procedimentos e protocolos de ação.

Empresa de soluções tecnológicas customizadas, o Grupo Brako, oferece o equipamento usado por policiais e agentes da segurança. A câmera individual no uniforme tem capacidade de gravação e transmissão de áudio e vídeo, além de disponibilizar a localização geográfica. Com isso, há a possibilidade de acompanhamento remoto por uma central de monitoramento.

Website: http://www.grupobrako.com.br

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Ferramentas que aumentam produtividade facilitam o trabalho remoto

Home-office foi adotado por 46% das empresas na pandemia, mas 67% dos gestores enfrentaram dificuldades; especialista comenta ferramentas que podem auxiliar no processo

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24/5/2022 – A principal necessidade […] está na facilitação da comunicação, na gestão de atividades e no controle da produtividade

Home-office foi adotado por 46% das empresas na pandemia, mas 67% dos gestores enfrentaram dificuldades; especialista comenta ferramentas que podem auxiliar no processo

A produtividade dos colaboradores é uma das principais preocupações para empresas de diferentes segmentos e portes. Com o advento do trabalho remoto, que foi adotado por 46% das empresas do país durante a pandemia de Covid-19, conforme balanço da FIA (Fundação Instituto de Administração) realizado com 139 pequenos, médios e grandes negócios, a preocupação atingiu outro patamar. Exemplo disso, mais da metade (67%) dos gestores enfrentaram alguma dificuldade em implementar o trabalho à distância, de acordo com a “Pesquisa Gestão de Pessoas na Crise Covid-19”, também elaborada pela FIA.

Neste contexto, algumas ferramentas podem aumentar a produtividade de uma empresa, possibilitando a continuidade do regime de teletrabalho para seus funcionários, afirma Marcelo Menezes, cofundador da Lean Solutions, empresa que atua com treinamentos corporativos e transformação digital.

“O home office é uma realidade do mercado. Não é raro encontrar pessoas que trabalham para empresas a quilômetros de distância do conforto da sua casa. A principal necessidade para esta nova configuração laboral está na facilitação da comunicação, na gestão de atividades e no controle da produtividade”, afirma.

Neste aspecto, para Menezes, algumas suítes de ferramentas são ideais para o desenvolvimento do teletrabalho. “Como referência nestas funções, estão o Microsoft Office 365, o Google Workstation e Salesforce. A grande diferença entre eles está no custo para implementação e a interface de uso, permitindo a adequação das soluções de teletrabalho a empresas de qualquer tamanho. Antes, limitado apenas às grandes corporações”.

Na visão do cofundador da Lean Solutions, o home office é um modelo que deve permanecer em voga no futuro pós-pandêmico, já que não existe uma discussão de retrocessos em diversos setores da indústria e dos serviços. O que se discute hoje é como implementar, em alguns casos, o trabalho híbrido, com preferência ao trabalho remoto.

“As oportunidades proporcionadas e a qualidade de vida que os colaboradores possuem trabalhando à distância criaram uma cadeia profissional, na qual os profissionais podem determinar qual tipo de trabalho melhor se adequa a seu próprio perfil”, explica Menezes. “Antes, as imposições vinham de cima para baixo. Hoje, empresas que voltaram ao modelo 100% presencial têm tido dificuldade em manter seus principais talentos”, acrescenta.

De fato, o home-office ampliou as possibilidades em um mercado de trabalho global. Segundo dados da Page Group, negócio de recrutamento do Reino Unido, a contratação de brasileiros por empresas estrangeiras cresceu 20% nos últimos 12 meses.

Para mais informações, basta acessar: https://www.leansolutions.com.br/office-365/

Website: https://www.leansolutions.com.br/office-365/

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