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Bares e restaurantes: 63% ainda sentem efeitos da pandemia

De acordo com pesquisa da Associação Nacional de Restaurantes, a maioria dos bares, lanchonetes, cafés e restaurantes do país ainda não se recuperou em relação ao período anterior à crise sanitária; especialista fala da importância do marketing digital na recuperação destes negócios

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São Paulo, SP 10/6/2022 – Não dá mais pra esperar somente o movimento da rua, ou contar que os clientes irão voltar a ter o mesmo hábito que antes da pandemia

De acordo com pesquisa da Associação Nacional de Restaurantes, a maioria dos bares, lanchonetes, cafés e restaurantes do país ainda não se recuperou em relação ao período anterior à crise sanitária; especialista fala da importância do marketing digital na recuperação destes negócios

A eclosão da pandemia de Covid-19 no Brasil, em março de 2020, fez com que estabelecimentos comerciais, por alguns meses, fechassem suas portas. Para o setor de bares, lanchonetes, cafés e restaurantes, o impacto da medida foi grande: de acordo com uma pesquisa realizada pela ANR (Associação Nacional de Restaurantes) em dezembro de 2021, 63% destes negócios ainda não se recuperaram em relação ao período anterior à crise sanitária. Ademais, a previsão para a recuperação das dívidas acumuladas por tais companhias, para a associação comercial, é de até 3 anos.

Um dos caminhos que estes estabelecimentos adotaram para continuar em pleno funcionamento durante os primeiros meses de pandemia foi a digitalização e a aposta cada vez maior em serviços de delivery e “take away” (retirada do pedido no local). E, mais de dois anos após o início da crise sanitária, pesquisas apontam que estes hábitos de consumo prevalecem nos dias atuais. 

Um estudo da Galunion, consultoria especializada no segmento de Food Service, por exemplo, mostra que 79% dos brasileiros fazem pedidos via delivery ou “take away”. Além disso, questionados sobre a frequência de compras por delivery prevista para os próximos seis meses, apenas 27% disseram que vão diminuir os pedidos, ao passo que 51% indicam que irão manter o volume, e 22%, aumentar.

Outra pesquisa, encomendada pela empresa de pagamentos PayPal, feita no ano de 2021, aponta que os pedidos diários realizados por aplicativos subiram cerca de 55% durante a pandemia. Além disso, 57% das pessoas disseram que pretendiam manter esse hábito de consumo pela comodidade que ele gera. Outro dado aferido pelo estudo mostra que 93,5% das pessoas alegam ter gostado da experiência de comprar comida pelo delivery e que a economia de tempo e a comodidade estão entre os grandes benefícios da prática.

Para especialistas, porém, a digitalização deve ir além, e a aposta em marketing digital deve estar presente na estratégia de desenvolvimento comercial destas empresas, sendo o investimento em tráfego pago, por exemplo, uma das ações mais utilizadas. Aliado a campanhas que focam na aproximação junto ao consumidor por meio das redes sociais, além disso, tal inversão possibilita a conquista de um maior engajamento, chamando a atenção para os produtos e serviços oferecidos.

“Não dá mais pra esperar somente o movimento da rua, ou contar que os clientes irão voltar a ter o mesmo hábito que antes da pandemia”, afirma Davi Bernardes, CEO e sócio da Promofood Online, agência especializada em marketing digital para bares e restaurantes. “Os hábitos de consumo mudaram de forma geral”.

Para o executivo, a adaptação ao “novo normal” passa, obrigatoriamente, pelo uso das redes sociais. A opinião é endossada por Vitória Chaves, COO e sócia da empresa. “A presença digital precisa ser constante e as estratégias precisam estar alicerçadas em tecnologia com foco em vendas”, afirma.

“Com essa percepção, porém, as empresas estão se posicionando muitas das vezes de uma forma errada, sem profissionalismo, sem estratégia e, muitas vezes, sem saber exatamente o que fazer para aumentar as vendas usando o digital como meio para isso”, complementa Chaves. 

A profissional ressalta que a postura no digital não deve ser muito formal, com a criação de conteúdos “com uma cara orgânica”, que possa se destacar entre os concorrentes. “As pessoas não querem se relacionar com empresas e sim querem se relacionar com outras pessoas”, diz.  A afirmação da executiva pode ser referendada pelo Relatório Zendesk da Experiência do Cliente para 2021, desenvolvida pela empresa de softwares, que aponta que 75% dos consumidores estão dispostos a gastar mais com empresas que ofereçam uma boa experiência aos clientes.

Para saber mais, basta acessar: https://www.promofood.online

Website: https://www.promofood.online

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Congresso debate cooperativismo de crédito em Recife

Lucila Simão, CEO do Instituto Fenasbac, comenta os principais aspectos da 14ª Concred, onde palestrou sobre a expansão do cooperativismo no Brasil e a importância do propósito

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19/8/2022 – O [cooperativismo] cresce, expande, impacta pessoas e é um ator importante na inclusão financeira, sem deixar o propósito de vista

Lucila Simão, CEO do Instituto Fenasbac, comenta os principais aspectos da 14ª Concred, onde palestrou sobre a expansão do cooperativismo no Brasil e a importância do propósito

Entre os dias 10 e 12 de agosto, Recife (PE) recebeu a 14° Concred, um dos maiores eventos do cooperativismo de crédito da América Latina. O congresso, realizado pela Confebras (Confederação Brasileira das Cooperativas de Crédito), foi realizado no Centro de Convenções de Pernambuco, transmitido on-line e recebeu mais de 5 mil líderes cooperativistas, entre dirigentes, conselheiros e gestores.

O evento reuniu conferencistas e palestrantes nacionais e internacionais do cooperativismo  em torno do tema “Futuros Plurais e a Essência Humana: horizontes do Cooperativismo Financeiro rumo à Sociedade 5.0”, com os eixos Cenários Globais, Ambidestria, Essência Humana e Futuros Plurais.

Além disso, foram discutidas pautas como regulação, sustentabilidade, liderança, estratégia, governança, tendências globais, compromisso social, inovação, diversidade, perspectivas e oportunidades no ecossistema do cooperativismo.

Lucila Simão, CEO do Instituto Fenasbac, destaca a importância da realização do Concred para o setor de cooperativas de crédito no Brasil. “O Concred reúne, todos os anos, os maiores sistemas e os principais agentes do cooperativismo de crédito do país para promover importantes debates para o setor”.

Simão destacou que o Instituto Fenasbac, além de expositor e patrocinador do Concred, participou do cronograma de palestras e dividiu o palco com Harold Espínola, Chefe do Departamento de Supervisão de Cooperativas e de Instituições Não Bancárias do Banco Central. Os dois trouxeram o tema: “Sou Cooperativa? Qual o papel do propósito nessa resposta?”, com reflexões sobre a expansão do cooperativismo e a importância do propósito nessa jornada.

Perspectivas para o setor de cooperativas a curto e médio prazo

Na análise de Simão, o cooperativismo de crédito é um setor em constante expansão. “Durante a pandemia, mesmo em meio à crise, o setor conseguiu números expressivos de crescimento e, hoje, já performa com quase 11% do mercado de crédito”, articula.

Para a CEO do Instituto Fenasbac, o futuro sustentável do cooperativismo só é possível se continuar preservando seus diferenciais: não ser banco, focar nas pessoas, transformar comunidades e investir em desenvolvimento. “E é para garantir esse futuro próspero e saudável que eventos como este [Concred] são importantes. Daqui, saem importantes ideias para a inovação e avanço do setor”, conclui. 

Para mais informações, basta acessar: https://ifenasbac.com.br/

Website: https://ifenasbac.com.br/

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Investidores estrangeiros podem ter isenção de renda sob debentures

Tramita na Câmara novo Projeto de Lei que pode modificar tributação referente as debêntures

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Brasília (DF) 19/8/2022 – Diante dessa eventual mudança, haverá uma queda no recolhimento do IRRF em caso de aquisição de debêntures

Tramita na Câmara novo Projeto de Lei que pode modificar tributação referente as debêntures

Foi aprovado pela Câmara dos Deputados, em Brasília (DF), a PL 4188/2021 que propõe a isenção de imposto de renda o investimento estrangeiro em debêntures (títulos de dívida) nacionais. O texto deve chegar em breve no Senado, mas, por ora a proposta tem sido discutida pela articulação política do governo.

Tal proposta deve ser feita como emenda ao projeto do Marco Legal das Garantias e a análise final deve ocorrer após 29 de agosto. Caso aprovada e sancionada, a nova lei facilitar o uso das garantias de crédito, reduzir custos e juros de financiamentos e aumentar a concorrência para debêntures.

Essas debêntures são títulos que as empresas não bancárias utilizam para adquirirem recursos de terceiros sem ter que recorrer a bancos. Desta maneira a pessoa física consegue pulverizar o risco de sua alavancagem sendo benéfico tanto para a empresa, pelo maior alcance e capilaridade na hora de adquirir recurso, mas também para o investidor que consegue um retorno relativamente maior sobre o seu investimento em renda fixa comparado a créditos bancários como CDBs.

“Esta medida é de muita vantagem para o investidor estrangeiro, uma vez que ele diminui o risco dele encima do investimento. Isentando o Imposto de Renda para investidores internacionais, o investimento em créditos empresário se torna muito mais atrativo, desta maneira existe uma possibilidade de o Brasil se tornar uma grande alternativa para fundos internacionais”, esclarece Gustavo Vaz, financista e especialista em investimentos da Atrio Investimentos, assessoria de investimentos ligada a XP Investimentos.

O assessor de investimentos ainda coloca que esta medida pode acabar trazendo reservas de moedas estrangeiras para o país. “Um benefício direto, no ponto econômico, é a entrada de mais dólares no Brasil. Isso tudo sem contar os benefícios indiretos, como o desenvolvimento de novos mercados, mais empregos, mais produtos mais concorrência, qualidade e menores preços no longo prazo”, contextualiza. 

Por ter ação direta sobre o sistema tributário, a medida pode modificar um pouco a estrutura de recolhimento federal. Dr. Bruno Junqueira, advogado tributarista e sócio-diretor da BLJ Direitos e Negócios, avalia essa medida como uma facilitadora, contudo, não obstante a isenção do recolhimento, permanece a obrigatoriedade da prestação de contas por declarações. “Diante dessa eventual mudança, haverá uma queda no recolhimento do IRRF em caso de aquisição de debêntures, com relação àquelas de propriedade de estrangeiros”, explica.

Por outro lado, o advogado especialista ainda acredita que o incentivo criado poderá melhorar a capacidade de expansão das empresas nacionais, o que de alguma forma poderá compensar a perda da arrecadação. “Importante analisar também o impacto do princípio da isonomia quanto aos investidores brasileiros, isto é, se há fundamento jurídico que justifique uma isenção direcionada frente ao ordenamento constitucional brasileiro”, explica.

Vale salientar que a debenture é um crédito de maior risco porque depende do desenvolvimento e resultado da empresa investida. Contundo, o investido não precisará deixar parte do retorno do investimento para o governo Brasileiro, que é como ele recebe pelo risco corrido no investimento.

Website: https://blj.adv.br/

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Bons resultados visam escalabilidade da pequena indústria

Dados do segundo trimestre animam empresas e as faz buscar soluções para movimentar suas linhas de produção.

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São Paulo – SP 19/8/2022 – Antes que se espere, as empresas estarão mudando de patamar

Dados do segundo trimestre animam empresas e as faz buscar soluções para movimentar suas linhas de produção.

Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), as fábricas de pequeno porte tiveram o melhor segundo trimestre dos últimos 11 anos. Resultados assim, expressivos, quando o assunto é o desenvolvimento da indústria, ajudam a movimentar a economia e a restabelecer déficit do mercado. Além disso, faz com que muitos empreendedores reforcem sua infraestrutura para uma demanda que aponta ser crescente. É o que afirma o especialista em mangueiras e mangotes de borracha Daniel Rodriguez.

Falando em dados, o Índice de Desempenho das fábricas de pequeno porte subiu de 48,3 pontos em maio para 47,5 em junho. Trata-se de um indicador que avalia produção, número de empregados e utilização da capacidade instalada. O dado, como mencionado, ficou acima da média histórica, que é de 43,6 pontos.

O CEO da Maxxflex reforça que pesquisas como essa são imprescindíveis para orientar as próximas ações da indústria. “Quando há boas perspectivas, como a dos dados divulgados neste mês de agosto, é inegável o movimento do mercado em se preparar para atender as demandas emergentes”, pondera Rodriguez.

Nesse sentido, os investimentos em utensílios para otimizar as produções ganham espaço, aumentando a produtividade e evitando perdas. Prova disso é o aumento identificado na busca por itens como mangueiras e mangotes de borrachas. “É perceptível como o reforço das instalações trazem bons resultados para as empresas. É o que sentimos do mercado que volta a aquecer”, disse o especialista da Maxxflex.

Especialmente por esse nicho da pesquisa tratar de pequenas empresas, a preocupação é ainda maior. “O desenvolvimento das empresas é parte fundamental do avanço da economia de um país. Cientes disso, os empreendedores das pequenas indústrias buscam adequar seus recursos para crescerem com maior escalabilidade”, avalia Daniel Rodriguez.

O especialista elenca importantes pontos a serem levados em consideração para garantir o pleno funcionamento da produção. “Avaliar máquinas e sistemas, suas devidas manutenções e trocar os utensílios, como mangueiras e mangotes, facilitam o trabalho, alavancam os resultados e ainda permitem a qualidade do que é produzido”, diz Rodrigues.

Por fim, o CEO da Maxxflex acredita que se trata de um bom momento para que tomadores de decisão dentro das empresas avaliem o que precisa ser revisto e comecem a fazer as alterações necessárias, visando a evolução da empresa. “Assim, antes que se espere, as empresas estarão mudando de patamar”, finaliza.

Website: http://maxxflex.com.br/

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