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Casa própria é o objetivo de 29% dos brasileiros que investem, diz pesquisa

O Raio X do Investidor, divulgado neste mês, mostra que o objetivo de comprar um imóvel próprio aparece mais, proporcionalmente, entre os investidores das classes D e E. Enquanto nas classes A, B, C esse desejo é citado por 28% dos investidores, nas classes D e E, o percentual é de 34%. Para quem está pensando em comprar um imóvel, é preciso haver um bom planejamento, explica especialista.

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São Paulo, SP 13/5/2022 – É preciso considerar que o comprometimento será de até 30 anos, que é o prazo que geralmente dura um financiamento de imóvel.

O Raio X do Investidor, divulgado neste mês, mostra que o objetivo de comprar um imóvel próprio aparece mais, proporcionalmente, entre os investidores das classes D e E. Enquanto nas classes A, B, C esse desejo é citado por 28% dos investidores, nas classes D e E, o percentual é de 34%. Para quem está pensando em comprar um imóvel, é preciso haver um bom planejamento, explica especialista.

A quinta edição do Raio X do Investidor, pesquisa realizada pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais (Anbima) em parceria com o Datafolha, mostrou que 29% dos brasileiros que investem dinheiro em algum produto financeiro tem como objetivo comprar a casa própria. Quando dividiu os pesquisados por renda, o sonho de ter o próprio imóvel foi citado por 34% dos integrantes das classes D e E. Entre os investidores da classe A, B e C, por exemplo, esse desejo foi apontado por apenas 28% dos entrevistados.

A pesquisa foi realizada com 5.878 pessoas das classes citadas, de 16 anos ou mais, nas cinco regiões do país. Outro dado retirado das entrevistas é que no recorte por orientação sexual, 40% dos LGBTQIA+ querem realizar o sonho da casa própria, enquanto a parcela dos heterossexuais acerca do mesmo desejo é de 28%. Depois desse motivo para investir, manter o dinheiro guardado ou aplicado vem em segundo lugar como destino do retorno das aplicações, seguido por investir em um negócio próprio, que aparece com 8% das intenções. Entre as pessoas da classe D e E, essa proporção é de 12%.

A alta da taxa básica de juros e da inflação são alguns dos fatores que podem dificultar o acesso ao crédito, mas uma pesquisa da Brain Inteligência Estratégica revelou que 38% dos entrevistados pretendem comprar um imóvel novo em 2022. O levantamento foi feito entre os dias 15 de janeiro e 1º de fevereiro deste ano com 1,2 mil pessoas de todas as regiões brasileiras.

Para quem não quer mais adiar o sonho de adquirir um imóvel próprio e pretende adquirir um crédito imobiliário, é preciso planejar muito bem a compra para não se endividar a tal ponto de não poder arcar com a dívida até o fim. É o que aconselha a administradora de empresas e ex-bancária Kátia Pereira Pedroso Alves. “Ter um bom planejamento é fundamental. A primeira coisa que o comprador novato deve saber é que os bancos no Brasil financiam até 80% do valor do imóvel, portanto será necessário ter 20% do valor total pago pelo imóvel para como entrada”, explica.

A profissional lembra que o valor da entrada pode ser pago com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, o conhecido FGTS. “Os recursos desse Fundo também podem ser utilizados para amortizar o saldo devedor do financiamento, podendo reduzir o valor da parcela ou o prazo dele. É importante simular qual opção ficará mais vantajosa para o contrato”, aconselha Kátia Alves, que tem 12 anos de experiência na área de crédito.

Reserva de recursos pagamentos de impostos e taxas também é importante

Além do valor da entrada, é necessário ter uma reserva para as despesas com impostos da transação, como o ITBI, o Imposto de Transmissão de Bens Imóveis, que varia de cidade para cidade e pode chegar a 3% do valor venal do imóvel. Outra taxa que o proprietário do imóvel terá que pagar e deverá se preparar antecipadamente para isso é o registro do imóvel em cartório. “Se for o primeiro imóvel e financiado pelo Sistema Financeiro de Habitação, o comprador tem direito a 50% de desconto na taxa do registro em cartório”, informa a administradora de empresas.

Outro conselho dado pela especialista é que o comprador deve entender que pelo menos 30% de sua renda vai ficar comprometida com o financiamento da casa própria e é preciso estar preparado para não ver o sonho acabar em dívidas e perda do imóvel. “É preciso considerar que esse comprometimento será de até 30 anos, que é o prazo que geralmente dura um financiamento de imóvel. Mas vale a pena considerar que é possível compor renda com outra pessoa no financiamento, sendo mais comum entre cônjuges, porém, fica a critério de cada banco a participação de namorado, familiares ou amigos”, ressalta.

Caixa reduz juros para compra da casa própria

Uma das principais instituições do governo para incentivo ao financiamento da casa própria, a Caixa Econômica Federal anunciou em março passado a redução da taxa de juros do crédito imobiliário na modalidade Poupança Caixa. Por essa modalidade, segundo a instituição, as novas taxas partem de TR + 2,80% ao ano, somadas à remuneração da poupança, o que representa uma queda de 0,15 ponto percentual.

Além da nova modalidade de financiamento, a Caixa apresentou no mês de abril deste ano novas condições para acesso ao Programa Casa Verde e Amarela. Pelas novas regras, famílias com renda entre R$ 2.000,01 e R$ 2.400, terão redução da taxa de juros de 0,5% no financiamento habitacional. O Programa também aumentou os subsídios para aquisição e construção de moradias.

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Usuários têm papel decisivo nas inovações voltadas para comunicação visual

Roland DG ouve opinião de clientes de diversas partes do mundo com o intuito de atender as necessidades do mercado

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São Paulo 24/5/2022 – A opinião dos usuários foi crucial para buscar o aperfeiçoamento

Coletar feedbacks dos clientes é uma maneira de avaliar o nível de satisfação em relação a determinado serviço ou produto oferecido pela empresa. Assim, é possível alinhar processos com base nessas respostas obtidas, além de ser uma medida essencial quando se deseja buscar inovações. Para se ter uma ideia, um estudo da PwC aponta que mais de 30% dos clientes entrevistados abandonariam uma empresa depois de ter uma experiência negativa.

Valorizando esse olhar voltado para os anseios do consumidor, a Roland DG, fabricante de impressoras jato de tinta de grandes formatos, vem desenvolvendo inovações em seus equipamentos a partir do feedback dos clientes de diversas partes do mundo, a exemplo do que aconteceu recentemente na terceira geração da linha TrueVis (VG3-640/540 e SG3-540/300 ).

Desde 2016, quando chegou ao mercado a primeira versão, foram comercializadas mais de 23 mil unidades no mundo. “A opinião dos usuários foi crucial para buscar o aperfeiçoamento”, afirma Anderson Clayton, presidente da Roland DG no Brasil.

Das solicitações incluem mudanças para operação intuitiva, visando atender inclusive quem não possui muito conhecimento prévio e técnico, ajustes para economia de material e trabalho autônomo. “As inovações tiveram o intuito de trazer para o presente o futuro do mercado gráfico e ao mesmo tempo confirmar o que está no DNA da empresa, que é atender a demanda dos clientes”, finaliza o executivo.

Website: https://www.rolanddg.com.br/

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Efeito estufa ou aquecimento global? Qual a diferença?

Empresa de energia solar listou as diferenças entre aquecimento global e efeito estufa

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24/5/2022 –

Empresa de energia solar listou as diferenças entre aquecimento global e efeito estufa

As mudanças climáticas causadas pelo aquecimento global podem prejudicar muito o planeta, por isso, a hora de se movimentar é agora. Usando energia solar é possível diminuir a utilização de gases produzidos pelas usinas termoelétricas. Consequentemente, amenizam-se os efeitos do aquecimento global. Sendo assim, a energia solar é uma solução sustentável, pois vem de uma fonte renovável, limpa e não poluente

A SOL Copérnico, empresa cujo propósito é democratizar a energia solar e sustentável no Brasil, oferecendo soluções para a geração de energia fotovoltaica, listou as diferenças entre aquecimento global e efeito estufa:  

— A manutenção da vida na Terra depende de diversos fatores que precisam ser equilibrados, entre eles a temperatura.

— O Sol é grande fornecedor de energia do planeta e o calor emitido por ele nos aquece durante o dia e faz com que as plantas e plânctons produzam oxigênio.

— Calor de mais ou de menos coloca o planeta em risco. É por isso que a natureza atua de forma brilhante, emitindo gases que criam uma camada de proteção ao redor da Terra.

— Contudo, muitas atividades humanas aumentam a emissão de gases, fazendo com que a temperatura média do planeta se eleve.

— A luz entra, é absorvida e aquece o ambiente, por isso o nome efeito estufa. A consequência do efeito estufa é que conhecemos de como aquecimento global que, com o próprio nome diz, gera um aumento progressivo da temperatura da Terra. A temperatura da Terra fica bagunçada, fazendo com que o calor e frio extremos sejam vivenciados com mais frequência, prejudicando a agricultura, aumentando o nível do mar e colocando em risco diversas espécies.

Website: https://www.solcopernico.com.br/

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Câmeras em uniformes de policiais são vistas como aliadas na segurança pública

Aliadas na redução de 87% dos confrontos em SP, câmeras em uniformes policiais também ajudam na coleta de provas

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São Paulo 24/5/2022 – Hoje, as imagens e áudios captados servem como meio probatório para processos penais

Aliadas na redução de 87% dos confrontos em SP, câmeras em uniformes policiais também ajudam na coleta de provas

A redução de 87% nas ocorrências de confrontos em São Paulo com o uso de câmeras operacionais portáteis é uma das comprovações da eficácia desta tecnologia como aliada da segurança pública. O levantamento da Polícia Militar do Estado de São Paulo analisou dados entre junho e outubro, de 2019 até 2021, e concluiu que as ocorrências de resistência a abordagens policiais também caíram (32,7%).

Em São Paulo, o governo pretende encerrar 2022 com mais de 10 mil bodycams instaladas nos uniformes de policiais. Em Santa Catarina, onde elas também são usadas, houve uma redução de 61,2% no uso da força (como contatos físicos e uso de algemas) pelos agentes. Na região Centro-Oeste, o Grupo Brako pretende levar a tecnologia a uma das capitais da região ainda neste ano.

“As câmeras corporais estão sendo uma ferramenta de coleta de dados para melhoria das ações dos agentes de segurança pública e vêm demonstrando grande capacidade de servirem como mais um elemento das garantias individuais, tanto para inibir abusos dos agentes em suas ações como para garantir sua defesa. Hoje, as imagens e áudios captados servem como meio probatório para processos penais”, explica o diretor de Engenharia do Grupo Brako, Gustavo Marchiori.

Há, ainda, a disponibilidade de câmeras embarcadas nas viaturas, que filmam dentro e fora do veículo, monitorando o comportamento do policial. Seja no uniforme ou na viatura, os benefícios associados ao uso desta solução são amplos:

• Aumento da transparência das ações policiais;

• Efeito civilizador, resultando em um melhor comportamento entre os agentes e os cidadãos;

• Diminuição das queixas dos cidadãos e rapidez na resolução de ocorrências, pois melhoram as provas;

• Comunicação mais rápida e eficaz entre os agentes e seus superiores, fornecendo subsídios visuais para o planejamento das ações e a transmissão de ordens;

• Acompanhamento em tempo real das ocorrências;

• Identificação de pontos fracos e desenvolvimento de melhorias, tais como oferecer novos programas de treinamento ou revisão de procedimentos e protocolos de ação.

Empresa de soluções tecnológicas customizadas, o Grupo Brako, oferece o equipamento usado por policiais e agentes da segurança. A câmera individual no uniforme tem capacidade de gravação e transmissão de áudio e vídeo, além de disponibilizar a localização geográfica. Com isso, há a possibilidade de acompanhamento remoto por uma central de monitoramento.

Website: http://www.grupobrako.com.br

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