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Menos de 30% das MPEs brasileiras possuem website para interação com clientes

Segundo pesquisa, a média de maturidade digital de micros e pequenas empresas é de 40,7 pontos, em uma escala que varia de 0 a 100 pontos. Apenas 3% das empresas pesquisadas conseguiram pontuação máxima e podem ser consideradas líderes digitais. Investimento no website é um caminho importante para as marcas que querem acessar mais clientes e melhorar suas performances em marketing digital.

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São Paulo, SP 31/5/2022 – Não ter um site torna muito mais difícil para a empresa conseguir classificar, obter tráfego gratuito e possibilitar vendas por meio dos mecanismos de pesquisa.

Segundo pesquisa, a média de maturidade digital de micros e pequenas empresas é de 40,7 pontos, em uma escala que varia de 0 a 100 pontos. Apenas 3% das empresas pesquisadas conseguiram pontuação máxima e podem ser consideradas líderes digitais. Investimento no website é um caminho importante para as marcas que querem acessar mais clientes e melhorar suas performances em marketing digital.

A maior parte das micro e pequenas empresas ainda está em estágio inicial quando o assunto é a digitalização dos seus negócios. O “Mapa da Digitalização das MPES brasileiras”, levantamento feito pelo Fundação Getulio Vargas (FGV) e Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), mostrou que 66% das empresas desses portes estão nos níveis 1 e 2 de maturidade digital, sendo que 18% de empresas analógicas, no nível 1, e 48% são emergentes, que se encontram no nível 2.

A média de maturidade digital entre as empresas pesquisadas é de 40,7 pontos, em uma escala que varia de 0 a 100 pontos. Das 2.572 respostas de empresas nacionais recebidas, os pesquisadores viram que apenas 3% chegaram perto dos 100 pontos e podem ser consideradas líderes digitais. Entre as que afirmaram fazer investimentos para conectar e engajar clientes, apenas 27,5% disseram possuir website com funcionalidades interativas. As que ainda estão em processo de implementação representam 39,2% dos entrevistados e as que ainda não têm um website representam 33,3% do total.

Apesar de a presença digital de uma empresa não se limitar a possuir um website, essa é uma importante ferramenta de comunicação da organização com seus clientes. De acordo com o especialista em Marketing Digital, David do Nascimento Oliveira, possuir um domínio próprio – também chamado de endereço eletrônico na web – garante mais confiança para a marca e mostra maior credibilidade diante de seus públicos.

“Muitos usuários ainda preferem usar os mecanismos de busca na internet para encontrar determinado produto ou serviço, e se a empresa tem um link em sua rede social para compra de produto ou serviço, isso dará mais credibilidade a ela, na visão do usuário. Além disso, em pesquisa on-line em sites de busca como Google, Bing ou Yahoo aparece uma lista de sites com respostas à solicitação e o site da empresa pode estar listado ali”, explica.

O profissional informa que existem técnicas do chamado Search Engine Optimization (SEO), que possibilitam a otimização das buscas de forma a conseguir melhorar a classificação do site em mecanismos de busca. Com essas técnicas, é possível levar o usuário que busca por determinado produto diretamente para o site da empresa, se ela for fabricante ou vender esse produto. “Não ter um site torna muito mais difícil para a empresa conseguir classificar e obter tráfego gratuito e possibilitar vendas por meio dos mecanismos de pesquisa”, reforça Oliveira, que tem mais de 10 anos de experiência na área.

Custos – No Mapa da Digitalização das MPES brasileiras, a principal dificuldade das organizações desses portes para investir na transformação digital é a falta de recursos. No caso do website, o profissional de Marketing Digital David Oliveira explica que atualmente existem ferramentas mais acessíveis, que permitem colocar uma página no ar.  “Você não precisa ser expert em código de computador ou HTML/CSS para criar um site. Hoje em dia existem diversas plataformas online que tornam muito mais fácil a criação e a personalização de um site. Por um investimento muito modesto, você pode ter um site profissional”, ressalta.

Entre grandes empresas, a transformação digital é prioridade

Uma tendência que vinha crescendo foi acelerada com o início da pandemia da Covid-19 em 2020. Entre as grandes empresas, a transformação digital é realidade e é uma prioridade. Segundo levantamento feito pela Consultoria Deloitte, nove em cada 10 empresas irão investir em tecnologia em 2022, para atender a demanda de transformação digital de seus negócios. 

E do total dos investimentos que serão feitos nessa área, 96% disseram que os recursos serão usados em aplicativos, sistemas e ferramentas de gestão. Outros 81% disseram que também vão investir em marketing para atrair clientes, 78% em atendimento ao consumidor e 71% em canais de venda online. Os investimentos em tecnologia também vão abranger, segundo os executivos consultados, em segurança de dados (95%), gestão de dados (95%) e infraestrutura (96%).

Para chegar a esses dados, o levantamento contou com a participação de 491 empresas, que totalizaram em 2021 R$ 2,9 trilhões em receitas líquidas, o que equivale, segundo a Deloitte, a 35% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.

Website: https://www.linkedin.com/in/david-oliveira-seo-specialist

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Investidores estrangeiros podem ter isenção de renda sob debentures

Tramita na Câmara novo Projeto de Lei que pode modificar tributação referente as debêntures

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Brasília (DF) 19/8/2022 – Diante dessa eventual mudança, haverá uma queda no recolhimento do IRRF em caso de aquisição de debêntures

Tramita na Câmara novo Projeto de Lei que pode modificar tributação referente as debêntures

Foi aprovado pela Câmara dos Deputados, em Brasília (DF), a PL 4188/2021 que propõe a isenção de imposto de renda o investimento estrangeiro em debêntures (títulos de dívida) nacionais. O texto deve chegar em breve no Senado, mas, por ora a proposta tem sido discutida pela articulação política do governo.

Tal proposta deve ser feita como emenda ao projeto do Marco Legal das Garantias e a análise final deve ocorrer após 29 de agosto. Caso aprovada e sancionada, a nova lei facilitar o uso das garantias de crédito, reduzir custos e juros de financiamentos e aumentar a concorrência para debêntures.

Essas debêntures são títulos que as empresas não bancárias utilizam para adquirirem recursos de terceiros sem ter que recorrer a bancos. Desta maneira a pessoa física consegue pulverizar o risco de sua alavancagem sendo benéfico tanto para a empresa, pelo maior alcance e capilaridade na hora de adquirir recurso, mas também para o investidor que consegue um retorno relativamente maior sobre o seu investimento em renda fixa comparado a créditos bancários como CDBs.

“Esta medida é de muita vantagem para o investidor estrangeiro, uma vez que ele diminui o risco dele encima do investimento. Isentando o Imposto de Renda para investidores internacionais, o investimento em créditos empresário se torna muito mais atrativo, desta maneira existe uma possibilidade de o Brasil se tornar uma grande alternativa para fundos internacionais”, esclarece Gustavo Vaz, financista e especialista em investimentos da Atrio Investimentos, assessoria de investimentos ligada a XP Investimentos.

O assessor de investimentos ainda coloca que esta medida pode acabar trazendo reservas de moedas estrangeiras para o país. “Um benefício direto, no ponto econômico, é a entrada de mais dólares no Brasil. Isso tudo sem contar os benefícios indiretos, como o desenvolvimento de novos mercados, mais empregos, mais produtos mais concorrência, qualidade e menores preços no longo prazo”, contextualiza. 

Por ter ação direta sobre o sistema tributário, a medida pode modificar um pouco a estrutura de recolhimento federal. Dr. Bruno Junqueira, advogado tributarista e sócio-diretor da BLJ Direitos e Negócios, avalia essa medida como uma facilitadora, contudo, não obstante a isenção do recolhimento, permanece a obrigatoriedade da prestação de contas por declarações. “Diante dessa eventual mudança, haverá uma queda no recolhimento do IRRF em caso de aquisição de debêntures, com relação àquelas de propriedade de estrangeiros”, explica.

Por outro lado, o advogado especialista ainda acredita que o incentivo criado poderá melhorar a capacidade de expansão das empresas nacionais, o que de alguma forma poderá compensar a perda da arrecadação. “Importante analisar também o impacto do princípio da isonomia quanto aos investidores brasileiros, isto é, se há fundamento jurídico que justifique uma isenção direcionada frente ao ordenamento constitucional brasileiro”, explica.

Vale salientar que a debenture é um crédito de maior risco porque depende do desenvolvimento e resultado da empresa investida. Contundo, o investido não precisará deixar parte do retorno do investimento para o governo Brasileiro, que é como ele recebe pelo risco corrido no investimento.

Website: https://blj.adv.br/

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Bons resultados visam escalabilidade da pequena indústria

Dados do segundo trimestre animam empresas e as faz buscar soluções para movimentar suas linhas de produção.

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São Paulo – SP 19/8/2022 – Antes que se espere, as empresas estarão mudando de patamar

Dados do segundo trimestre animam empresas e as faz buscar soluções para movimentar suas linhas de produção.

Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), as fábricas de pequeno porte tiveram o melhor segundo trimestre dos últimos 11 anos. Resultados assim, expressivos, quando o assunto é o desenvolvimento da indústria, ajudam a movimentar a economia e a restabelecer déficit do mercado. Além disso, faz com que muitos empreendedores reforcem sua infraestrutura para uma demanda que aponta ser crescente. É o que afirma o especialista em mangueiras e mangotes de borracha Daniel Rodriguez.

Falando em dados, o Índice de Desempenho das fábricas de pequeno porte subiu de 48,3 pontos em maio para 47,5 em junho. Trata-se de um indicador que avalia produção, número de empregados e utilização da capacidade instalada. O dado, como mencionado, ficou acima da média histórica, que é de 43,6 pontos.

O CEO da Maxxflex reforça que pesquisas como essa são imprescindíveis para orientar as próximas ações da indústria. “Quando há boas perspectivas, como a dos dados divulgados neste mês de agosto, é inegável o movimento do mercado em se preparar para atender as demandas emergentes”, pondera Rodriguez.

Nesse sentido, os investimentos em utensílios para otimizar as produções ganham espaço, aumentando a produtividade e evitando perdas. Prova disso é o aumento identificado na busca por itens como mangueiras e mangotes de borrachas. “É perceptível como o reforço das instalações trazem bons resultados para as empresas. É o que sentimos do mercado que volta a aquecer”, disse o especialista da Maxxflex.

Especialmente por esse nicho da pesquisa tratar de pequenas empresas, a preocupação é ainda maior. “O desenvolvimento das empresas é parte fundamental do avanço da economia de um país. Cientes disso, os empreendedores das pequenas indústrias buscam adequar seus recursos para crescerem com maior escalabilidade”, avalia Daniel Rodriguez.

O especialista elenca importantes pontos a serem levados em consideração para garantir o pleno funcionamento da produção. “Avaliar máquinas e sistemas, suas devidas manutenções e trocar os utensílios, como mangueiras e mangotes, facilitam o trabalho, alavancam os resultados e ainda permitem a qualidade do que é produzido”, diz Rodrigues.

Por fim, o CEO da Maxxflex acredita que se trata de um bom momento para que tomadores de decisão dentro das empresas avaliem o que precisa ser revisto e comecem a fazer as alterações necessárias, visando a evolução da empresa. “Assim, antes que se espere, as empresas estarão mudando de patamar”, finaliza.

Website: http://maxxflex.com.br/

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Especialista explica importância de integrar comércio eletrônico no Analytics

Integração do comércio eletrônico no Analytics permite mensuração de métricas que podem trazer resultados mais expressivos para o negócio.

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Atibaia – SP 19/8/2022 –

Integração do comércio eletrônico no Analytics permite mensuração de métricas que podem trazer resultados mais expressivos para o negócio.

A análise de métricas no universo do marketing digital já é uma prática consolidada há algum tempo. É assim que os profissionais do setor conseguem mensurar seus resultados, acompanhar o desenvolvimento de suas ações e analisar qual o melhor caminho a seguir. Entre as plataformas utilizadas para essa mensuração está o Google Analytics. O especialista em marketing digital e CCO da agência Go Biz, Ricardo Domingues, explica que integrar o comércio eletrônico ao Analytics é uma prática que pode trazer resultados expressivos em médio e longo prazo.

Essa vinculação do comércio eletrônico ao Google Analytics permite que o usuário contabilize as reais conversões em vendas por meio das transações. O especialista explica que existem duas formas de fazer essa implementação: a padrão e a avançada. “A padrão garante a análise de atividades de finalização de compra dentro do e-commerce, enquanto a avançada permite a visualização de dados ainda mais detalhados, de todo o processo de compra, por exemplo”, explana Ricardo.

O CCO da Go Biz reforça que se trata de um assunto pertinente a experts da área, pois existem detalhes minuciosos que não podem passar despercebidos durante essa configuração, mas orienta. “Em linhas gerais, a vinculação do comércio eletrônico ao Google Analytics passa pela criação e configuração de uma tag, inclusão de um objeto e a criação de um acionador para disparar a tag na página”, conta Domingues.

Ele lembra ainda que esse é um rastreamento muito importante para entender quais canais estão trazendo clientes para a loja. “Uma das práticas do marketing é diversificar os meios de atração dos clientes. Por meio do monitoramento do comportamento do consumidor na loja é possível avaliar quais estratégias estão trazendo o resultado esperado. Ou seja, por onde e como o cliente chegou até a finalização da compra. Dados reais de rastreio da origem do consumidor”, avaliou sobre a importância da implementação.

A análise de métricas para profissionais de marketing é o que garante a elaboração das novas estratégias e adaptação das já utilizadas, salienta Ricardo Domingues. “Entender o cenário é o primeiro passo para alcançar o objetivo de fortalecer as vendas, avaliando os canais que mais convertem e readaptando as estratégias dos demais”, diz.

Entre os dados que o Google Analytics pode oferecer estão a origem e a mídia, configuração de segmentos como redes sociais ou mídia paga, além de gráficos com porcentagens e linhas do tempo. “Tudo de maneira didática e fácil para agilizar as tomadas de decisão”, finaliza Ricardo Domingues.

Website: https://www.gobiz.com.br/

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