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A tecnologia pode ser uma grande aliada na logística de uma empresa

O mercado está mudando, o consumidor está mais exigente e as empresas precisam acompanhar toda essa transformação, principalmente na parte digital.
Empresas que possuem operações logísticas precisam focar em eficiência, precisão e agilidade e neste caso, a tecnologia pode ser uma grande aliada. Por isso, o TMS (Transportation Management System) tem ganhado muito espaço nas organizações por proporcionar melhor gestão e redução de custos.

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São Paulo 7/6/2022 – Empresas que possuem operações logísticas precisam focar em eficiência, precisão e agilidade e neste caso, a tecnologia pode ser uma grande aliada.

O mercado está mudando, o consumidor está mais exigente e as empresas precisam acompanhar toda essa transformação, principalmente na parte digital.
Empresas que possuem operações logísticas precisam focar em eficiência, precisão e agilidade e neste caso, a tecnologia pode ser uma grande aliada. Por isso, o TMS (Transportation Management System) tem ganhado muito espaço nas organizações por proporcionar melhor gestão e redução de custos.

As grandes empresas trabalham com seus setores em sinergia para que tudo seja entregue conforme o planejado e dentro das estratégias traçadas, sempre pensando em oferecer ao cliente a melhor jornada de compra. Neste quesito, a gestão logística torna-se essencial, pois de nada adianta ter um excelente produto e preço se não for entregue na data determinada.

O mercado está mudando há algumas décadas, o consumidor está cada vez mais exigente e as empresas precisam acompanhar toda essa transformação, principalmente na parte digital.

Empresas que possuem em seus processos operações logísticas precisam focar em eficiência, precisão e agilidade. Aqui se encaixam tanto empresas que têm transporte próprio (e cuja atividade-fim não seja a logística), bem como organizações que terceirizam o processo com transportadoras.

Neste caso, a tecnologia se torna uma grande aliada à logística das empresas, por isso, o TMS (Transportation Management System ou Sistema de Gerenciamento de Transporte) tem ganhado muito espaço nas corporações. Um levantamento da Logistics Management identificou que, em empresas que adotaram o TMS, houve uma redução total de até 8% nos custos com frete.

Um estudo do Marketwatch estima que, até o fim de 2025, esse setor atinja valor de até US$ 4,8 bilhões.

O TMS contempla uma solução de software robusta e flexível que visa atender operações de transporte rodoviário, as suas necessidades fiscais, operacionais e financeiras em modalidades fracionada e lotação. Ele também pode ser integrado ao ERP da empresa gerando maior controle financeiro, de estoque e vendas.

Algumas das vantagens das empresas que possuem o TMS é a automatização de processos, redução de custos, redução de erro, melhor monitoramento da carga, controle logístico, financeiro e melhora na jornada e relacionamento com o cliente final. Além disso, é possível administrar os custos de cada operação, medindo todos os gastos da cadeia de transporte, otimizando assim, a gestão do negócio e tomada de decisão.

O controle das informações é essencial para que a rotina da cadeia de transporte ocorra sem erros, afinal qualquer falha pode ocasionar danos financeiros e de reputação da empresa, conforme menciona Ricardo Nunes, CEO da TRIYO Tecnologia.

As empresas que possuem um TMS podem customizá-lo de acordo com suas necessidades e usá-lo para muitas funcionalidades. Entre elas, podemos destacar:

– Controle de frotas: é possível gerenciar quantos quilômetros foram rodados por veículo, quantidade gasta de combustível, entre outros, gerando informações importantes para tomada de decisão.

– Controle operacional: a empresa consegue controlar toda a documentação dos veículos e seus prazos de renovação, assim como rastrear cargas para melhor administração de sua movimentação e do controle das rotas.

– Gestão de fretes: para empresas que possuem muitas mercadorias em transporte, ter uma boa gestão de fretes (analisar opções de rotas, prazo de entrega, veículos, etc) é essencial para ter menores custos e maior eficácia na operação.

– Indicação de rotas: esta é uma funcionalidade muito importante, pois o sistema irá indicar as melhores rotas levando em consideração os cenários logísticos de cada carga, otimizando assim, a operação.

No entanto, é muito comum que as empresas não saibam o momento certo de adquirir um sistema TMS. Neste caso, é importante avaliar alguns pontos que dão indícios de quando é necessário obter esse sistema:

– Aumento nas demandas de vendas e logística.

– Necessidade de integrar os processos e dados da empresa.

– Melhorar a gestão de frotas para redução de custos e aumento da rentabilidade.

– Melhorar a jornada e o relacionamento com o cliente, a fim de fazer as entregas no tempo determinado.

– Necessidade de automatizar processos e evitar desperdícios com cargas paradas ou perdidas.

Outro ponto importante é contar com uma consultoria especializada que possa dar todo o suporte para avaliar a real necessidade da sua empresa, assim como, o TMS que se ajustará às condições e demandas da empresa. Assim, a decisão será mais assertiva e eficiente para qualquer tipo de negócio.

Website: http://www.triyo.com.br

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Congresso debate cooperativismo de crédito em Recife

Lucila Simão, CEO do Instituto Fenasbac, comenta os principais aspectos da 14ª Concred, onde palestrou sobre a expansão do cooperativismo no Brasil e a importância do propósito

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19/8/2022 – O [cooperativismo] cresce, expande, impacta pessoas e é um ator importante na inclusão financeira, sem deixar o propósito de vista

Lucila Simão, CEO do Instituto Fenasbac, comenta os principais aspectos da 14ª Concred, onde palestrou sobre a expansão do cooperativismo no Brasil e a importância do propósito

Entre os dias 10 e 12 de agosto, Recife (PE) recebeu a 14° Concred, um dos maiores eventos do cooperativismo de crédito da América Latina. O congresso, realizado pela Confebras (Confederação Brasileira das Cooperativas de Crédito), foi realizado no Centro de Convenções de Pernambuco, transmitido on-line e recebeu mais de 5 mil líderes cooperativistas, entre dirigentes, conselheiros e gestores.

O evento reuniu conferencistas e palestrantes nacionais e internacionais do cooperativismo  em torno do tema “Futuros Plurais e a Essência Humana: horizontes do Cooperativismo Financeiro rumo à Sociedade 5.0”, com os eixos Cenários Globais, Ambidestria, Essência Humana e Futuros Plurais.

Além disso, foram discutidas pautas como regulação, sustentabilidade, liderança, estratégia, governança, tendências globais, compromisso social, inovação, diversidade, perspectivas e oportunidades no ecossistema do cooperativismo.

Lucila Simão, CEO do Instituto Fenasbac, destaca a importância da realização do Concred para o setor de cooperativas de crédito no Brasil. “O Concred reúne, todos os anos, os maiores sistemas e os principais agentes do cooperativismo de crédito do país para promover importantes debates para o setor”.

Simão destacou que o Instituto Fenasbac, além de expositor e patrocinador do Concred, participou do cronograma de palestras e dividiu o palco com Harold Espínola, Chefe do Departamento de Supervisão de Cooperativas e de Instituições Não Bancárias do Banco Central. Os dois trouxeram o tema: “Sou Cooperativa? Qual o papel do propósito nessa resposta?”, com reflexões sobre a expansão do cooperativismo e a importância do propósito nessa jornada.

Perspectivas para o setor de cooperativas a curto e médio prazo

Na análise de Simão, o cooperativismo de crédito é um setor em constante expansão. “Durante a pandemia, mesmo em meio à crise, o setor conseguiu números expressivos de crescimento e, hoje, já performa com quase 11% do mercado de crédito”, articula.

Para a CEO do Instituto Fenasbac, o futuro sustentável do cooperativismo só é possível se continuar preservando seus diferenciais: não ser banco, focar nas pessoas, transformar comunidades e investir em desenvolvimento. “E é para garantir esse futuro próspero e saudável que eventos como este [Concred] são importantes. Daqui, saem importantes ideias para a inovação e avanço do setor”, conclui. 

Para mais informações, basta acessar: https://ifenasbac.com.br/

Website: https://ifenasbac.com.br/

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Investidores estrangeiros podem ter isenção de renda sob debentures

Tramita na Câmara novo Projeto de Lei que pode modificar tributação referente as debêntures

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Brasília (DF) 19/8/2022 – Diante dessa eventual mudança, haverá uma queda no recolhimento do IRRF em caso de aquisição de debêntures

Tramita na Câmara novo Projeto de Lei que pode modificar tributação referente as debêntures

Foi aprovado pela Câmara dos Deputados, em Brasília (DF), a PL 4188/2021 que propõe a isenção de imposto de renda o investimento estrangeiro em debêntures (títulos de dívida) nacionais. O texto deve chegar em breve no Senado, mas, por ora a proposta tem sido discutida pela articulação política do governo.

Tal proposta deve ser feita como emenda ao projeto do Marco Legal das Garantias e a análise final deve ocorrer após 29 de agosto. Caso aprovada e sancionada, a nova lei facilitar o uso das garantias de crédito, reduzir custos e juros de financiamentos e aumentar a concorrência para debêntures.

Essas debêntures são títulos que as empresas não bancárias utilizam para adquirirem recursos de terceiros sem ter que recorrer a bancos. Desta maneira a pessoa física consegue pulverizar o risco de sua alavancagem sendo benéfico tanto para a empresa, pelo maior alcance e capilaridade na hora de adquirir recurso, mas também para o investidor que consegue um retorno relativamente maior sobre o seu investimento em renda fixa comparado a créditos bancários como CDBs.

“Esta medida é de muita vantagem para o investidor estrangeiro, uma vez que ele diminui o risco dele encima do investimento. Isentando o Imposto de Renda para investidores internacionais, o investimento em créditos empresário se torna muito mais atrativo, desta maneira existe uma possibilidade de o Brasil se tornar uma grande alternativa para fundos internacionais”, esclarece Gustavo Vaz, financista e especialista em investimentos da Atrio Investimentos, assessoria de investimentos ligada a XP Investimentos.

O assessor de investimentos ainda coloca que esta medida pode acabar trazendo reservas de moedas estrangeiras para o país. “Um benefício direto, no ponto econômico, é a entrada de mais dólares no Brasil. Isso tudo sem contar os benefícios indiretos, como o desenvolvimento de novos mercados, mais empregos, mais produtos mais concorrência, qualidade e menores preços no longo prazo”, contextualiza. 

Por ter ação direta sobre o sistema tributário, a medida pode modificar um pouco a estrutura de recolhimento federal. Dr. Bruno Junqueira, advogado tributarista e sócio-diretor da BLJ Direitos e Negócios, avalia essa medida como uma facilitadora, contudo, não obstante a isenção do recolhimento, permanece a obrigatoriedade da prestação de contas por declarações. “Diante dessa eventual mudança, haverá uma queda no recolhimento do IRRF em caso de aquisição de debêntures, com relação àquelas de propriedade de estrangeiros”, explica.

Por outro lado, o advogado especialista ainda acredita que o incentivo criado poderá melhorar a capacidade de expansão das empresas nacionais, o que de alguma forma poderá compensar a perda da arrecadação. “Importante analisar também o impacto do princípio da isonomia quanto aos investidores brasileiros, isto é, se há fundamento jurídico que justifique uma isenção direcionada frente ao ordenamento constitucional brasileiro”, explica.

Vale salientar que a debenture é um crédito de maior risco porque depende do desenvolvimento e resultado da empresa investida. Contundo, o investido não precisará deixar parte do retorno do investimento para o governo Brasileiro, que é como ele recebe pelo risco corrido no investimento.

Website: https://blj.adv.br/

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Bons resultados visam escalabilidade da pequena indústria

Dados do segundo trimestre animam empresas e as faz buscar soluções para movimentar suas linhas de produção.

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São Paulo – SP 19/8/2022 – Antes que se espere, as empresas estarão mudando de patamar

Dados do segundo trimestre animam empresas e as faz buscar soluções para movimentar suas linhas de produção.

Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), as fábricas de pequeno porte tiveram o melhor segundo trimestre dos últimos 11 anos. Resultados assim, expressivos, quando o assunto é o desenvolvimento da indústria, ajudam a movimentar a economia e a restabelecer déficit do mercado. Além disso, faz com que muitos empreendedores reforcem sua infraestrutura para uma demanda que aponta ser crescente. É o que afirma o especialista em mangueiras e mangotes de borracha Daniel Rodriguez.

Falando em dados, o Índice de Desempenho das fábricas de pequeno porte subiu de 48,3 pontos em maio para 47,5 em junho. Trata-se de um indicador que avalia produção, número de empregados e utilização da capacidade instalada. O dado, como mencionado, ficou acima da média histórica, que é de 43,6 pontos.

O CEO da Maxxflex reforça que pesquisas como essa são imprescindíveis para orientar as próximas ações da indústria. “Quando há boas perspectivas, como a dos dados divulgados neste mês de agosto, é inegável o movimento do mercado em se preparar para atender as demandas emergentes”, pondera Rodriguez.

Nesse sentido, os investimentos em utensílios para otimizar as produções ganham espaço, aumentando a produtividade e evitando perdas. Prova disso é o aumento identificado na busca por itens como mangueiras e mangotes de borrachas. “É perceptível como o reforço das instalações trazem bons resultados para as empresas. É o que sentimos do mercado que volta a aquecer”, disse o especialista da Maxxflex.

Especialmente por esse nicho da pesquisa tratar de pequenas empresas, a preocupação é ainda maior. “O desenvolvimento das empresas é parte fundamental do avanço da economia de um país. Cientes disso, os empreendedores das pequenas indústrias buscam adequar seus recursos para crescerem com maior escalabilidade”, avalia Daniel Rodriguez.

O especialista elenca importantes pontos a serem levados em consideração para garantir o pleno funcionamento da produção. “Avaliar máquinas e sistemas, suas devidas manutenções e trocar os utensílios, como mangueiras e mangotes, facilitam o trabalho, alavancam os resultados e ainda permitem a qualidade do que é produzido”, diz Rodrigues.

Por fim, o CEO da Maxxflex acredita que se trata de um bom momento para que tomadores de decisão dentro das empresas avaliem o que precisa ser revisto e comecem a fazer as alterações necessárias, visando a evolução da empresa. “Assim, antes que se espere, as empresas estarão mudando de patamar”, finaliza.

Website: http://maxxflex.com.br/

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