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Bar Convent movimenta setor de bebidas durante dois dias na Expo Barra Funda

Evento tem buscado retratar as novidades e os principais movimentos do mercado, trazendo empresas e especialistas gabaritados para estimular o setor de bares. Entre os principais players, a Aurora Fine Brands divulgou novidades em marcas de seu portfolio e realizou eventos com bartenders convidados em seu estande.

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São Paulo 22/6/2022 – O evento é uma ótima chance para discutir novas ideias, tendências e o futuro do mercado de bebidas”, Mauricio Leme, gerente de marketing da Aurora Fine Brands

O BCB São Paulo, feira voltada aos bartenders, marcas e empresários de bares e restaurantes, realizada dias 21 e 22 de junho na Expo Barra Funda, reuniu empresas e profissionais do setor para compartilhar conhecimento, explorar as mais novas tendências e produtos e realizar negócios. O evento tem buscado retratar as novidades e os principais movimentos do mercado, trazendo dicas de especialistas gabaritados para estimular o setor de bares com ideias, inovações, conhecimento e curiosidades para profissionais e gestores.

Segundo sua assessoria de imprensa, não apenas no Brasil, mas no mundo, o setor de bares e restaurantes tem buscado alternativas para atender o público nos últimos dois anos. Se a frequência nos estabelecimentos esteve restrita, serviços como delivery, bebidas engarrafadas e a aposta no e-commerce são apenas algumas das ações que têm contribuído para levar a experiência da gastronomia e da coquetelaria para casa, enquanto os estabelecimentos vivenciam o princípio de retomada do mercado e tentam, aos poucos, com o avanço da vacinação, recuperar os patamares do período pré-pandemia,

A Aurora Fine Brands, importadora exclusiva de marcas como Jose Cuervo, Licor 43, Fireball, 1800 Tequila e Tio Pepe, marcou presença na segunda edição do evento com dois espaços para apresentar mais de 60 produtos. A companhia divulgou lançamentos de rótulos Licor 43 Chocolate, Villa Massa Amaretto, De Kuyper Grapefruit Liqueur e De Kuyper Elderflower Liqueur, além de preparar diferentes ativações que aconteceram ao longo dos dois dias de programação.

Como lançamento nas plataformas de vendas, a companhia apresentou o novo e-commerce b2b, ferramenta que disponibiliza o portfólio completo para que os clientes possam comprar sem a necessidade de um atendimento direto. Outra novidade para esta edição do BCB foi o espaço World of Tequila by Casa Cuervo, que apresentou toda a variedade de sua linha, além de contar aos visitantes um pouco mais de como este destilado é elaborado.

A Tequila 1800, do grupo de bebidas Casa Cuervo promoveu também a palestra “De coquetéis de autor a “sipping”: a nova era da Tequila”, em um bate-papo entre Oscar Ardid Cassu e Leonardo Brettas, Gerente de Educação e Experiência, e Diretor Comercial de Jose Cuervo para a América Latina, ambos com mais de 15 anos de experiência no segmento, onde irão compartilhar com os convidados um pouco sobre este novo momento da Tequila, um destilado que vem ganhando os melhores bares do mundo e mudando sua forma de consumo.

Entre as principais atividades da programação foi montado um Guest Bartender com sete sessões reunindo 14 profissionais que atuam nos principais balcões da cidade. Em cada rodada, dois bartenders apresentaram um drinque diferente utilizando o mesmo destilado base, demonstrando assim a versatilidade do portfólio e a criatividade dos bartenders brasileiros. Fernet Branca, Peachtree, Fireball Whisky, Stoli Vodka, Licor 43, 1800 Tequila Cristalino e Tio Pepe, são os temas definidos que os participantes presentes no estande poderão experimentar. Cada um destes encontros será transmitido em tempo real nas telas do estande voltadas para os corredores da feira, permitindo a todos os visitantes acompanhar cada criação.

Para Mauricio Leme, gerente de marketing da Aurora Fine Brands, participar de um evento como esse e poder trocar experiências é fundamental para a evolução do setor. “O BCB é certamente um dos principais eventos para nosso segmento no Brasil e no Mundo. Ele propicia um ótimo momento para apresentarmos a versatilidade do portfólio da Aurora Fine Brands como um todo, e permitir a todos os profissionais desta área experimentá-los. Também é uma ótima chance para discutir novas ideias, falar sobre tendências e ouvir o que os profissionais imaginam para o futuro do mercado de bebidas”, finaliza o executivo.

O portfólio em exposição incluiu as marcas Jose Cuervo, 1800 Tequila, The Kraken, Licor 43, Villa Massa, Martin Miller’s, Fireball, Buffalo Trace, Southern Comfort, Stoli Vodka, The Kuyper, Mozart, Boudier, Tito’s Vodka, The Macallan, The Famous Grouse, Gekkeikan, Schlichte, Capel, MOM, Lepanto, Carpano e Fernet como destilados, além do vinho Jerez Tio Pepe e dos snacks Kalassi e Lotus.

O setor vive um bom momento. De acordo com o portal IWSR Drinks Market Analysis, em 2021 houve crescimento de mais de 15% no volume total de consumo de destilados importados versus 2020, ultrapassando os números do pré-pandemia.

Sobre o Bar Convent 2022 e o mercado de bebidas

Dados reunidos pela organização do Bar Convent dão conta de um sinal de crescimento no segundo semestre de 2021, quando o número de consumidores nos bares e restaurantes aumentou, embora o movimento não tenha sido homogêneo. Dados do Sindicato dos Bares e Restaurantes do Rio de Janeiro (SindRio) sobre o mercado apontaram que, em novembro, foram gerados 25.620 empregos formais, atingindo a soma de 92.962 novas vagas no país, no período de um ano. 

Apesar dos números antecederem a disseminação da variante ômicron, já servem de inspiração para que tanto os profissionais quanto gestores projetem o cenário de recuperação pós-pandemia. Segundo Percival Maricato, Diretor Institucional da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), “o setor apresentou recuperação, mas esperava muito mais, o que não aconteceu devido à ômicron, à inflação, e a não recuperação do poder aquisitivo do cliente. Estamos um pouco melhor do que no ano de 2020”. 

Outro diferencial deste ano é a previsão da volta dos eventos, que costumam agitar os setores. Um exemplo: marcado para novembro, a Copa do Mundo é vista com bons olhos pelos profissionais e pode ajudar a aumentar as vendas, caso a pandemia esteja controlada“Os grandes acontecimentos esportivos sempre ajudaram a movimentar bares e restaurantes. A Copa é a principal atração e ajudará a melhorar nossa performance”, aposta Maricato.

Website: http://www.aurora.com.br

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Meios de pagamentos digitais ganham destaque no Dia dos Pais

Segundo dados da Central Sicredi Norte/Nordeste, cerca de 90% da base de associados ativos utilizam alguma das novas ferramentas para pagamento. No comércio, cerca de 13 mil máquinas de cartões estão ativas na região, distribuídas nos nove estados do Nordeste e no estado do Pará.

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12/8/2022 – Com o aumento do comércio no Dia dos Pais, consumidores e comerciantes usam tecnologia para facilitar as transações de compra e venda de forma segura e prática

Segundo dados da Central Sicredi Norte/Nordeste, cerca de 90% da base de associados ativos utilizam alguma das novas ferramentas para pagamento. No comércio, cerca de 13 mil máquinas de cartões estão ativas na região, distribuídas nos nove estados do Nordeste e no estado do Pará.

A procura pelo presente para o Dia dos Pais sempre movimenta o comércio neste mês, e em 2022, primeiro ano após as restrições causadas pela pandemia, estima-se que haja um aumento nas vendas comparado a 2021. Por isso, os consumidores devem estar atentos às melhores formas de pagamento, taxas de juros e segurança na hora de suas compras, uma vez que existe um mundo de opções ofertadas pelas instituições financeiras.

O Sicredi, por exemplo, Instituição Financeira Cooperativa presente em todos os estados e Distrito Federal e com mais de 6 milhões de associados no país, conta com diversas ferramentas digitais para atender os associados que buscam as melhores formas de fazer suas compras. Entre elas estão o  Internet Banking (IB) e aplicativo mobile, usados para transferências – TED e DOC, e Pix; carteiras digitais, que permitem o uso do smartphone/smartwatch em substituição ao cartão de crédito em suas transações, além dos tradicionais cartões de crédito e débito.

“Sabemos que em datas comemorativas, o fluxo no comércio aumenta bastante e esses meios de pagamentos digitais permitem aos nossos associados mais segurança, comodidade e autonomia na hora de realizar suas transações financeiras”, destaca Raquel Viana, analista de Desenvolvimento de Negócios da Central Sicredi Norte/Nordeste.

De acordo com dados da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (ABECS), no segundo trimestre de 2021 foram movimentados R$ 34,4 bilhões via pagamento por aproximação, um aumento de 694% no uso desta solução, sendo cartão de crédito R$ 19 bi (+548,8%); cartão de débito: R$ 10,6 bi (+904%); e cartão pré-pago: R$ 4,8 bi (+1.283%). Seguindo essa mesma linha de crescimento e de adesão, tudo indica que os novos meios digitais de pagamento vieram para ficar.

Segundo os dados da Central Sicredi Norte/Nordeste, os associados têm uma ótima adesão às ferramentas digitais, com cerca de 90% da base de ativos utilizando alguma dessas ferramentas, seja o Internet Banking, carteira digital ou app mobile. Em junho deste ano, a Central possuía 130.031 associados com cadastro no IB e 148.080 com cadastro no app mobile.

Máquinas de cartões são opção prática e segura

Se de um lado a segurança está garantida com as novas formas de pagamento, do outro, a gestão das vendas também pode ser feita com a ajuda das novas tecnologias. Em 2021, as máquinas de cartões do Sicredi já eram utilizadas por mais de 180 mil associados microempreendedores individuais (MEI), pessoas jurídicas (PJ) e pessoas físicas (PF). As máquinas também contam com pagamento via Pix, que permite ao dono do negócio receber e transferir valores a qualquer hora do dia, inclusive nos fins de semana.

De acordo com a base de dados de junho deste ano, a Central Sicredi Norte/Nordeste tem 13 mil máquinas de cartões ativas, distribuídas nos 9 estados do Nordeste e no estado do Pará, no Norte, e mais de 10 mil associados Pessoa Jurídica que possuem comércio atacadista e/ou varejo na região. Desta forma, também são mais de 10 mil comerciantes que garantem a segurança e a praticidade na hora de vender seus produtos e/ou serviços.

Website: https://www.sicredi.com.br/home/

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IBGE aponta queda de 1,4% nas vendas do varejo em junho

Segundo a Instituto, é o segundo mês seguido de queda. O setor acumula retração de 0,8% em relação aos meses de março e abril. O resultado representa maior variação negativa para o comércio desde dezembro de 2021. Para quem atua no setor, o planejamento financeiro é essencial para segurar as contas em tempos de economia em baixa.

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São Paulo 12/8/2022 – É preciso prever baixas e altas de preços, em decorrência, respectivamente, de aumentos ou diminuição na oferta de bens de consumo.

Segundo a Instituto, é o segundo mês seguido de queda. O setor acumula retração de 0,8% em relação aos meses de março e abril. O resultado representa maior variação negativa para o comércio desde dezembro de 2021. Para quem atua no setor, o planejamento financeiro é essencial para segurar as contas em tempos de economia em baixa.

Pelo segundo mês consecutivo, as vendas no comércio varejista apresentaram queda. De acordo com a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta semana, as vendas em junho recuaram 1,4% em relação ao mês de maio. É a segunda variação negativa do setor, que acumula retração em 0,8% em dois meses, na comparação com o bimestre anterior.

Segundo o IBGE, é a maior variação negativa desde dezembro de 2021, quando foi registrada uma queda nas vendas de 2,9%. Os setores que mais impactaram no dado negativo foram o de tecido, vestuário e calçados, com queda de 5,4%; e supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que apresentaram recuo de 0,5% no período.

Apesar da variação negativa, o comércio registrou alta também de 1,4% no primeiro semestre, na comparação com os primeiros seis meses do ano passado. Mesmo com o acumulado positivo, os números ainda estão instáveis e mostram a necessidade de as empresas do varejo segurarem custos e apostarem em um planejamento financeiro que as permitam passar pelo período com mais segurança.

De acordo com o administrador de finanças Anderson Alvarenga Farias, o planejamento financeiro dentro do mercado varejista é capaz de garantir uma gestão equilibrada, com capacidade de antecipar qualquer tipo de imprevisto. “Esse tipo de planejamento no setor de varejo é o responsável por determinar as diretrizes de uma empresa e é capaz de solucionar as decisões a serem tomadas dentro de um contexto realista de mercado”, atesta.

Ele complementa que os planejamentos financeiro e orçamentário são os principais instrumentos que ajudam a estabelecer um roteiro para atingir os objetivos de uma organização empresarial. “Os dois planos refletem em todos os setores, funcionando como mecanismo de controle para as demais atividades do setor varejista, como o de supermercados, por exemplo”, diz.

Outro fator que deve estar presente no planejamento financeiro é o conhecimento da área de atuação no mercado. Farias explica que a capacidade de liquidez garante o cumprimento de todos os compromissos financeiros da empresa. “Podemos colocar como exemplo o capital de giro, que é o recurso financeiro existente na empresa capaz de suprir as necessidades do dia a dia. Estas necessidades determinam que sejam cumpridas as metas estabelecidas para a sobrevivência da empresa no mercado varejista”, informa.

Ciclo Operacional – E para conseguir fazer o capital de giro dar conta de todas as obrigações da empresa, o profissional lembra que as empresas precisam saber como funciona o ciclo operacional da organização.

“Uma análise errada do ciclo operacional pode fazer com que a empresa perca dinheiro, deixando de utilizar o capital em alguma atividade que proporcione melhor remuneração. É preciso analisar o custo de oportunidade de cada tomada de decisão para poder maximizar os resultados e analisar a rentabilidade do negócio no varejo em geral”, destaca o profissional, que tem mais de 18 anos de experiência na área.

Outro fator que deve ser considerado é a sazonalidade específica do negócio. Anderson Farias explica que ela precisa fazer parte do planejamento financeiro para que este possa ser compatível com a realidade varejista nos períodos sazonais.

“É preciso prever baixas e altas de preços, em decorrência, respectivamente, de aumentos ou diminuição na oferta de bens de consumo. É preciso também se ater às condições de cálculo de margem de lucro para os produtos, para que os preços sejam repassados ao consumidor final de uma forma correta para compra e consumo”, conclui o profissional.

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Mais de 1,4 milhão de negócios encerraram as atividades em 2021 no país

Cerca de 90% das empresas que fecharam as portas são de pequeno e médio porte. Má gestão e impacto da pandemia são as principais causas.

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São Paulo 12/8/2022 – É muito importante que os KPIs sejam desenvolvidos para que tenham suas atualizações de forma prática e on-time, de preferência.

Cerca de 90% das empresas que fecharam as portas são de pequeno e médio porte. Má gestão e impacto da pandemia são as principais causas.

As portas se fecharam definitivamente para pouco mais de 1,4 milhão de empresas brasileiras em 2021. Os dados do painel “Mapa de Empresas”, do Ministério da Economia, apontam que, do total, 92% eram pequenos negócios. No período de janeiro a junho deste ano as empresas que afirmaram ter decretado falência já chegam a 830 mil. Quase 200 mil a mais se comparado ao mesmo período do ano passado, conforme o levantamento do governo.

Embora os impactos decorrentes da pandemia ainda sejam visíveis em muitos setores econômicos, o fato é que a ausência de um bom planejamento e a má gestão operacional e financeira são considerados os principais motivos que afetam a saúde dos negócios. Com a crise sanitária estabilizada, o cenário político-econômico tem sido bem avaliado pelo empresariado brasileiro. Ainda que o Índice de Confiança Empresarial (ICE) divulgado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) tenha registrado uma leve queda de 0,3 ponto percentual em julho em relação a junho, o estudo considera a diferença pequena para sinalizar uma mudança de tendência no setor, já que os números registraram alta nas expectativas durante quatro meses seguidos.

É com essa perspectiva de retomada do crescimento que as empresas devem se atentar para dar um salto na inovação com relação à administração de seus negócios, com investimento em ferramentas de gestão que agreguem maior desempenho e menos custos.

Uma das ferramentas que contribui para manter o empreendimento num alto grau de competitividade e com foco nos objetivos estratégicos é a utilização de Key Performance Indicator (KPI), conhecido como indicador de performance. De acordo com o gerente de Operações e Engenharia, Irineu Benelli Júnior, o uso dessa ferramenta em ambientes e situações complexas de gerenciamento – como o momento atual que estamos atravessando, com a escassez de insumos e componentes na cadeia de suprimentos, por exemplo – tem se tornado cada vez mais importante para o atendimento de um mercado que demanda por prazos de produção reduzidos e baixo custo.

“O gerenciamento no seguimento de projetos especiais, equipamentos customizados e de produção MTO (Make to Order) por si só já são de alta complexidade, e quando somadas com situações não planejadas como essas demandam um dinamismo ainda maior para a gestão. E para isso, é importante uma tomada de decisão ágil e assertiva para atingimento dos objetivos corporativos, afinal, são inúmeras as variáveis que surgem todos os dias nesse ambiente de concepção e construção de um novo produto e que podem comprometer os resultados”, explicou.

Para o especialista, o KPI é como se fosse uma bússola que direciona os gestores em tomadas de decisão mais ágeis, assertivas e transparentes. “São métricas de monitoramento estabelecidas dentro do fluxo de trabalho, que suportam no direcionamento das operações e pessoas em relação aos objetivos e metas traçadas na fase de planejamento de um projeto, programa de melhoria e no processo de planejamento estratégico de uma empresa ou de uma área em específico”, detalha ele, que acumula 18 anos de experiência na área. 

Monitoramento para visualizar desempenho da empresa

O processo de monitoramento na empresa, assim como a periodicidade, deve ser estabelecido de acordo com a necessidade. O resultado de tudo que é mensurado no indicador deve ser transformado em ações, que precisam primeiramente ser analisadas e discutidas constantemente, servindo como feedback para a tomada de decisões táticas e estratégicas.

“É muito importante que os KPIs sejam desenvolvidos para que tenham suas atualizações de forma prática e on-time, de preferência. Costumo dizer que um bom indicador precisa ser como o marcador de combustível de seu carro. A qualquer momento você consegue visualizar qual é a real condição em que se encontra. E isso possibilita a tomada de decisão de quando e quanto abastecer, acrescenta Irineu Benelli Júnior.

Visão clara sobre o andamento do negócio, aperfeiçoamento do desempenho, melhor capacidade de tomada de decisão, identificação de gargalos, estímulo do desempenho individual das pessoas, aumento de eficiência e produtividade, acuracidade da informação, redução de custos com perdas e alinhamento de metas são algumas das vantagens elencadas pelo profissional para a gestão que utiliza indicadores como estratégia para seus negócios.

Website: https://www.linkedin.com/in/irineu-benelli-61a66327/

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