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Relp: mais de 250 mil empresas pediram renegociação de dívidas com o Fisco

Além das empresas, mais de 124.627 microempreendedores individuais aderiram ao Programa de Reescalonamento do Pagamento de Débitos no Âmbito do Simples Nacional (Relp). A iniciativa, aprovada pelo Congresso Nacional, permitiu o parcelamento de dívidas feitas até fevereiro deste ano. Segundo especialista, um bom planejamento tributário pode ajudar as empresas a não caírem na armadilha da inadimplência.

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São Paulo, SP 15/6/2022 – O planejamento tributário nada mais é que um compilado de estratégias, estudos e ações com o objetivo de reduzir a carga tributária da empresa, de modo legal.

Além das empresas, mais de 124.627 microempreendedores individuais aderiram ao Programa de Reescalonamento do Pagamento de Débitos no Âmbito do Simples Nacional (Relp). A iniciativa, aprovada pelo Congresso Nacional, permitiu o parcelamento de dívidas feitas até fevereiro deste ano. Segundo especialista, um bom planejamento tributário pode ajudar as empresas a não caírem na armadilha da inadimplência.

O Programa de Reescalonamento do Pagamento de Débitos no Âmbito do Simples Nacional (Relp) recebeu 380.322 adesões, sendo 255.695 empresas e 124.627 microempreendedores individuais. As informações são da Receita Federal. O Programa, aprovado ano passado pelo Congresso Nacional e gerido pelo órgão, permite o parcelamento da dívida em até 180 vezes, com redução de 90% das multas e juros.

O prazo para solicitar a adesão foi encerrado no último dia 3 de junho, após duas prorrogações. Empresas do estado de São Paulo foram as que mais solicitaram adesão ao Programa, com 59.647 inscrições. Depois vieram empresas de Minas Gerais (25.661), Rio de Janeiro (18.924), Bahia (17.776), Santa Catarina (17.426), Paraná (16.657) e Rio Grande do Sul (15.182). 

Para evitar cair na armadilha de ficar inadimplente frente à Receita Federal e aos órgãos de arrecadação estadual e municipal, a elaboração de um planejamento tributário pode ajudar empresas de todos os portes a se programarem e evitarem dor de cabeça. É o que aconselha a contadora e administradora de empresa Lelian Samara Ribeiro Queiroz.

Ela explica que o planejamento proporciona a vantagem de poder escolher a melhor tributação para a empresa, seja ela de portes micro, pequeno, médio ou grande, optantes pelo Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real. “O planejamento tributário nada mais é que um compilado de estratégias, estudos e ações com o objetivo de reduzir a carga tributária da empresa, de modo legal, e ainda gerenciar todos os tributos de maneira organizada, visto que no Brasil, a tributação é complexa e a falta de organização acarreta despesas de juros e multa por atraso”, atesta.

Lelian Queiroz enfatiza que o planejamento tributário deve ser um pilar importante na organização empresarial, pois a partir dele os gestores podem tomar melhores decisões e visualizar de maneira ampla a real situação financeira da empresa, evitando problemas que impactam diretamente no caixa. “Além disso, o planejamento evita multas, reduz valor da carga tributária e estende o prazo de pagamento com o benefício de preservar o capital de giro da empresa”, acrescenta a profissional, que tem 10 anos de experiência na área contábil.

Os tipos de análise que podem auxiliar empresas a planejarem a gestão de tributos

A carga tributária do Brasil é complexa e pode causar muita confusão na contabilidade de gestores pouco familiarizados com as regras do Fisco, seja no âmbito federal, estadual ou municipal. Um estudo feito pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), divulgado no ano passado, mostrou que desde a aprovação da Constituição Federal de 1988, foram editadas mais de 6,7 milhões de normas, sendo quase meio milhão delas relacionadas à tributação. No período de 33 anos, foram editadas 2,1 normas tributárias por dia útil e criadas 17 emendas constituições tributárias.

Para não perder de vista as regras e detalhes no pagamento de tributos e conseguir diminuir a carga tributária de forma legal, há alguns tipos de planejamento que podem ajudar as empresas a empreenderem uma melhor gestão financeira. A contadora Lelian Samara Ribeiro Queiroz explica que são cinco tipos. São eles:

Planejamento Tributário Estratégico: refere-se a mudanças estratégicas, como obras de melhoria, localização, mão de obra, terceirização de serviços, investimentos, entre outros.

Planejamento Tributário Operacional: aqui se aplicam metodologias para o cumprimento das obrigações fiscais da empresa, estabelecidos pela lei, dentro de um período entre 3 e 6 meses. Estas metodologias são rotineiras, mas devem estar sempre alinhadas com as mudanças no tópico acima, que se referem às novas estratégias. Para exemplificar o operacional, as atividades rotineiras inclusas são: escrituração fiscal, rotina de pagamento de tributos, elaboração de notas fiscais, entre outros

Planejamento Tributário Preventivo: como o nome já diz, é uma metodologia de prevenção, que segue basicamente as orientações das obrigações principais e acessórias, com intuito de prevenir erros.

Planejamento Tributário Corretivo: sua finalidade é corrigir erros e problemas na gestão tributária.

Planejamento Tributário Especial: trata-se de novidades da empresa ou eventos especiais, como aberturas de filiais ou lançamentos de novos produtos.

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Especialista fala sobre desperdício e o tratamento adequado de água

Dados do Instituto Trata Brasil devem servir de alerta para empresários se preocuparem mais com o manejo da água.

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São Paulo – SP 8/8/2022 –

Dados do Instituto Trata Brasil devem servir de alerta para empresários se preocuparem mais com o manejo da água.

As pesquisas sobre desperdício de água são importantes parâmetros para que ajustes sejam feitos nos sistemas de produção das empresas, bem como para nortear as práticas cotidianas de milhares de brasileiros. Um recente relatório do Instituto Trata Brasil aponta uma piora na perda de captação de água potável no Brasil, especialmente pelas falhas dos sistemas de tratamento e distribuição. Especialista reforça que os métodos para tratamento de água nas empresas precisam ser lapidados para que esse problema não cresça cada vez mais.

De acordo com o levantamento, nos primeiros seis meses deste ano, 40% de toda água potável captada no país foi perdida. Esse é um cenário pior que a pesquisa anterior. Em 2019, o desperdício era de pouco mais de 39%. Na região Norte do país 51% de toda água produzida escorre pelas falhas dos sistemas de tratamento e distribuição de água.

Para o gerente da empresa de tratamento e filtragem de água, Asstefil, esse relatório aponta para uma preocupação que nem sempre é trazida à tona: os métodos utilizados para fazer a filtragem correta da água. “É comum que grandes empresas prezem por sistemas que funcionam e trazem bons resultados, mas elas pouco se preocupam com os efeitos colaterais que isso pode gerar ao meio ambiente, como é o caso do desperdício”, explica Fábio de Oliveira.

O especialista pondera que existem diversos tipos de tratamento de água no mercado e que é fundamental que as empresas façam revisões constantes e atentas para substituir os sistemas quando necessário. “Principalmente em empresas que lidam com a manipulação de produtos sensíveis à saúde, o tratamento de água é extremamente importante e deve ser realizado mesmo na água que vem do tratamento público. O sistema utilizado, por sua vez, deve ser o que mais irá otimizar o recurso e qualquer desperdício deve ser atentamente observado”, avaliou Oliveira.

Para ter bons resultados e ainda se preocupar com os possíveis desperdícios, Fábio orienta que os responsáveis pelos sistemas de filtragem das empresas assegurem o método utilizado e explorem equipamentos que garantam a qualidade da água exigida em suas produções. “Muitas vezes a falha na detecção do método aumenta o desperdício de água. Isso ocorre, pois, todo o processo realizado pode precisar ser refeito e isso aumenta a perda desse líquido tão importante para todos”, finaliza.

Website: https://asstefil.com.br

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Concerto da Orquestra Ladies Ensemble celebra a paz entre as três culturas

Músicas do século XII dos povos árabe, judeu e cristão serão acompanhadas por instrumentos da época. Cada etnia será representada por uma cantora

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Curitiba, PR 8/8/2022 –

Músicas do século XII dos povos árabe, judeu e cristão serão acompanhadas por instrumentos da época. Cada etnia será representada por uma cantora

O próximo concerto da Orquestra Ladies Ensemble celebra o espírito de irmandade. Nos dias 12 e 13 de agosto, o “Concerto Étnico – As 3 Culturas” levará ao palco do Auditório Regina Casillo músicas antigas das culturas árabe, cristã e judaica. A época focada, entre os anos 1100 e 1200, foi um momento em que esses povos conviviam em harmonia. A realização é do Solar do Rosário.

A música é uma linguagem universal e o concerto concebido pela fundadora, diretora artística e musical da orquestra Fabiola Bach Akel traz mais do que a arte musical, mas uma tradição cultural, que propõe uma reflexão. 

Na Península Ibérica, árabes, judeus sefarditas e cristãos compartilharam em vários séculos de história comum, idiomas perfeitamente entendidos entre si, refrões, contos, lendas, vivências e, ainda, desencontros produzidos ao longo de séculos de convivência e separação. “O Sul da Espanha naquela época era muito desenvolvido. Em Córdoba e Toledo eles já tinham iluminação pública, a parte cultural era muito evoluída, havia um entrosamento entre as culturas. Dali saíram alguns grandes tratados de Medicina, de História, de Astronomia”, conta Fabiola.

Este concerto reúne uma herança cultural que ainda se mantém viva na língua ladina – semelhante ao castelhano, uma mistura do hebraico com os idiomas da região, amplamente falada no passado, hoje restrita a alguns povos – que neste espetáculo se reflete na musicalidade. Fabíola, modestamente, lembra por meio da música que há caminhos capazes de levar povos irmãos ao entendimento.

Para contribuir com o Hospital Pequeno Príncipe, o público é convidado a levar doações de alimentos não perecíveis.

 

Instrumentos e cantoras

Naquela época e local, havia uma maioria árabe, que também falava outra língua, o algemiado – espécie de mistura entre o árabe e o espanhol. Sua influência na música das outras duas culturas fica evidente nos instrumentos musicais compartilhados por todos: pela similaridade, há momentos em que não é possível identificar de qual etnia é a música.

Para reproduzir essa riqueza, a orquestra traz instrumentos da época, como o alaúde, que será tocado pelo solista convidado Abed Tokmaji. Refugiado sírio, Abed mora em Curitiba e é irmão da integrante da Ladies Ensemble Myria Tokmaji, que trouxe para a orquestra a sonoridade do qanum, instrumento de cordas originário do século X. “Inserimos o qanum com a Myria em 2018. Foi um desafio fazer essa conversa entre ele e os instrumentos ocidentais modernos”, diz Fabiola. Desta vez, além do qanum, a conversa inclui o alaúde.

Lucia Loxca, esposa de Abed, também participará do concerto, como cantora. A ela caberá o repertório andaluz. A mezzo soprano Daniele de Oliveira, de Curitiba, canta as músicas cristãs e de São Paulo vem a cantora Fortuna, responsável pelas obras em sefaradi e hebraico.

“É linda essa escolha da Fabiola e da Orquestra de trazer um tempo áureo, de grandes avanços. Além da convivência pacífica e da riqueza cultural, foi um berço de uma civilização e cultura que trouxeram a Filosofia, a Ciência, era uma época muito iluminada. É uma grande oportunidade ouvir uma música tão antiga, tão importante para a história, com instrumentos antigos”, afirma Lucia Casillo Malucelli, diretora do Solar do Rosário.

 

A Ladies Ensemble

Primeira orquestra formada só por mulheres no Brasil, a Ladies Ensemble atua desde 2009 e reúne musicistas de diferentes idades, vertentes, influências e inspirações. 

O apoio a causas da mulher é uma de suas missões centrais — entre elas, a conscientização sobre o câncer de mama. Para isso, produz iniciativas como o “Concerto das Rosas” — espetáculo apresentado para milhares de pessoas entre 2017 e 2018 com o objetivo de arrecadar fundos para a compra de próteses mamárias.

Hoje com “casa própria” no Auditório Regina Casillo, a Ladies Ensemble tem entre suas missões a formação de plateia, a democratização da música clássica e a formação de musicistas. Desde seu início pioneiro como noneto, em 2009, até hoje, a orquestra busca influenciar e inspirar outras mulheres a seguirem seus sonhos e paixões sem medo. 

O projeto anual “Orquestra Ladies Ensemble no Auditório Regina Casillo” foi viabilizado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura, do Ministério do Turismo, Secretaria Especial da Cultura, e conta com patrocínio das empresas BHS Corrugated, Oregon, Nórdica Veículos, Guararapes, Impextraco, Tintas Dacar, Sollo Sul, Ferragens Negrão, Transunion, Abase Vet, Grupo Barigui Veículos, Grasp, Milium, Trutzschler, Agrosul Catarinense, GV2C, Tintas Alessi, Fobras, PASA, Delta Cable, Plast & Pack, M.A. Máquinas, Dissul, Stampa Food e Perkons. Conta com apoio de Casillo Advogados e Cia da Roupa, Hotel Bourbon. A instituição beneficiada é o Hospital Pequeno Príncipe. A realização é do Solar do Rosário, espaço particular de Arte e Cultura em Curitiba fundado em 1992. Com direção geral de Lucia Casillo Malucelli.

 

Serviço
Concerto Étnico – As 3 Culturas
Datas: 12 e 13 de agosto de 2022
Horário: Sexta às 20h | Sábado às 17h
Local: Auditório Regina Casillo – Rua Lourenço Pinto, 500, Centro, Curitiba – PR
Ingressos: R$ 35 (inteira) / R$ 17,50 (meia)
Vendas pelo Disk Ingressos: (41) 3315-0808 | https://www.diskingressos.com.br/

Estacionamento gratuito no local



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Exposição apresenta quadros inéditos de Theodoro de Bona, na Artestil

Arte que Inspira acontece 95 anos depois da primeira mostra do artista em Curitiba

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Curitiba, PR 8/8/2022 – Com concepção e curadoria de Liliana Cabral, a mostra reúne trabalhos de todas as fases do artista

Arte que Inspira acontece 95 anos depois da primeira mostra do artista em Curitiba

Abre, no próximo dia 13 de agosto, na Artestil Galeria de Arte, em Curitiba, a exposição Arte que Inspira, com 65 obras do artista paranaense Theodoro de Bona. Com concepção e curadoria de Liliana Cabral, a mostra reúne trabalhos de todas as fases do artista, com obras do acervo da família e de particulares, nunca apresentadas ao público. “A exposição irá surpreender os apreciadores de arte, pois traz óleos e desenhos de fases pouco conhecidas”, explica Liliana. 

Sobre o artista 

De Bona nasceu em Morretes, no litoral paranaense, e estudou desenho no colégio, a partir de 1912. Mais tarde foi aluno de Gina Bianchi, Ercília Cecchi e Alfredo Andersen. Em 1927, foi bolsista na Academia de Belas Artes de Veneza, retornando para Curitiba nove anos mais tarde. O artista foi cidadão honorário de Curitiba e recebeu a Comenda Honorífica da Ordem do Mérito da República Italiana. Em sua estada na Europa, participou ativamente de movimentos artísticos. Logo que chegou na Itália juntou-se ao Cà Pesaro, grupo que se destacou pelo esforço em renovar a linguagem e a estética.

Expôs na 17ª Bienal de Veneza, no 50º Salão de Belas Artes do Rio de Janeiro, na Pinacoteca de São Paulo, dentre diversos outros espaços responsáveis pela democratização da arte brasileira. Contemporâneo dos também paranaenses Estanislau Traple e Waldemar Curt Freyesleben, foi professor e inspirou muitos artistas na nova geração paranaense. 

Arte que Inspira apresenta os primeiros trabalhos, obras feitas durante seus três períodos em Veneza, obras feitas no Rio de Janeiro, além, é claro, de paisagens paranaenses. A exposição acontece entre 13 de agosto e 18 de setembro, na galeria Artestil. A entrada é gratuita.

Serviço:

Exposição Theodoro de Bona – Arte que Inspira

13 de agosto a 18 de setembro

Das 9 às 18 horas de segunda a sexta-feira

Das 9h30 às 13h30 aos sábados

Galeria Artestil – Rua Carlos de Carvalho, 1663 – Batel 

Assessoria de imprensa

Isabela França Comunicação Estratégica

Roberta Hoshiguti – 41 9 9873-9134 

roberta@isabelafranca.com.br

Website: http://isabelafranca.com.br

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