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Cibercriminosos passam mais tempo em redes de pequenas empresas

Segundo pesquisa, houve um aumento de 36% no tempo de permanência de cibercriminosos nas redes-alvo. Nas empresas com até 250 funcionários, eles ficaram nos sistemas por até 51 dias, enquanto nas organizações com três a cinco mil funcionários, o tempo médio de permanência na rede invadida foi de 20 dias. Profissional da área explica por que as empresas não devem negligenciar os investimentos na área de cibersegurança.

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São Paulo, SP 20/6/2022 – Um bom sistema de cibersegurança impede que um ataque tenha sucesso em conseguir acessar dados pessoais de clientes ou informações sigilosas de empresas.

Segundo pesquisa, houve um aumento de 36% no tempo de permanência de cibercriminosos nas redes-alvo. Nas empresas com até 250 funcionários, eles ficaram nos sistemas por até 51 dias, enquanto nas organizações com três a cinco mil funcionários, o tempo médio de permanência na rede invadida foi de 20 dias. Profissional da área explica por que as empresas não devem negligenciar os investimentos na área de cibersegurança.

Uma pesquisa divulgada neste mês pela Sophos, empresa britânica de segurança em Tecnologia de Informação (TI), apontou um aumento de 36% no tempo de permanência de cibercriminosos nas redes e sistemas invadidos, em uma média de 15 dias em 2021 contra os 11 dias verificados em 2020. O estudo apontou que os criminosos virtuais ficam mais tempo em empresas menores, com até 250 funcionários, passando uma média de 51 dias. Já em empresas entre três e cinco mil funcionários, o tempo médio de invasão é de 20 dias.

Mas, ainda que pareçam mais seguras e com maior capacidade de detecção de invasores, as redes de grandes empresas não estão imunes às invasões ou suas tentativas. Segundo o Painel de Incidentes Cibernéticos, divulgados pela Security Report Brasil, 34 organizações – entre empresas privadas e órgãos públicos – sofreram algum tipo de ataque desde o mês de janeiro de 2022. O último ataque ocorreu no dia 6 de junho e a vítima foi a Prefeitura de Porto Alegre, que teve seus servidores atingidos por ransomware, um tipo de software que sequestra o sistema (ou um computador) e cobra um valor pelo resgate.

Por conta de ataques cada vez mais sofisticados, os gastos das empresas brasileiras em serviços de cibersegurança devem atingir US$ 1 bilhão em 2022, segundo previsões da consultoria IDC. De acordo com o engenheiro de Suporte de TI Lucas Eduardo Fontes, os investimentos em segurança cibernética vão garantir a proteção de dados contra divulgação de informações, roubo ou danos a softwares ou dados eletrônicos.

“Um bom sistema de cibersegurança impede que um ataque tenha sucesso em conseguir acessar dados pessoais de clientes ou informações sigilosas de empresas, geralmente nas tentativas de obter lucros ou pedir resgates. Logo, as empresas que investem nesse ramo são capazes de garantir mais segurança às suas informações e às informações de seus clientes”, explica.

O profissional comenta que os ataques estão mais comuns e vão ficando cada vez mais sofisticados porque o mundo, atualmente, possui as maiores informações digitais já registradas na história. “Atualmente as empresas armazenam uma grande quantidade de dados em variados dispositivos, como servidores, notebooks, desktops, tablets, smartphones e os transmitem pelas redes, internet, e-mail e por todo tipo de meio de comunicação. Logo, a empresa que investe em proteção é capaz de garantir mais segurança aos seus clientes”, observa Fontes, que tem mais de 10 anos de experiência na área.

Segurança cibernética precisa cobrir os sistemas utilizados fora do escritório

Uma das fragilidades de redes e sistemas das empresas, identificadas por profissionais de segurança cibernética, está relacionada ao acesso remoto dos dados, por meio de dispositivos e redes de internet diferentes das usadas dentro das organizações, o que acontece quando o funcionário trabalha no modelo remoto ou híbrido.

O profissional de TI Lucas Eduardo Fontes explica que para combater as ameaças, as equipes de cibersegurança precisam contar com a colaboração dos funcionários que estão fora do escritório. Segundo ele, uma dica para as empresas é investir em sistemas que alertem sobre a evolução da tecnologia e como ela pode ser usada para o mal.

Ele cita como exemplo o sistema Identity & Access Management (IAM), que permite que empresas criem, protejam e determinem qual é o nível de privilégio de cada funcionário. O profissional enfatiza que essa definição de nível é importante pois se qualquer tipo de usuário tiver acessos privilegiados como administradores, podem ser alvos de ataques ou podem dar acessos indevidos a sistemas, servidores ou estações de trabalho.

“Um sistema IAM possui diferentes sistemas de autenticação, como login único, multifator, digital, dando acesso apenas a usuários e máquinas autorizadas a realizarem certo tipo de manutenção ou trabalho e acessar um certo ambiente de forma segura e identificável, lembrando que também temos opções de gravações de sessões. A gestão de identidades de acesso vem se tornando uma prática importante na segurança da informação de uma empresa e tem sido adotada em uma maior escala atualmente”, ressalta.

Website: https://www.linkedin.com/in/lucas-eduardo-fontes-a474a867/

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Especialista fala sobre desperdício e o tratamento adequado de água

Dados do Instituto Trata Brasil devem servir de alerta para empresários se preocuparem mais com o manejo da água.

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São Paulo – SP 8/8/2022 –

Dados do Instituto Trata Brasil devem servir de alerta para empresários se preocuparem mais com o manejo da água.

As pesquisas sobre desperdício de água são importantes parâmetros para que ajustes sejam feitos nos sistemas de produção das empresas, bem como para nortear as práticas cotidianas de milhares de brasileiros. Um recente relatório do Instituto Trata Brasil aponta uma piora na perda de captação de água potável no Brasil, especialmente pelas falhas dos sistemas de tratamento e distribuição. Especialista reforça que os métodos para tratamento de água nas empresas precisam ser lapidados para que esse problema não cresça cada vez mais.

De acordo com o levantamento, nos primeiros seis meses deste ano, 40% de toda água potável captada no país foi perdida. Esse é um cenário pior que a pesquisa anterior. Em 2019, o desperdício era de pouco mais de 39%. Na região Norte do país 51% de toda água produzida escorre pelas falhas dos sistemas de tratamento e distribuição de água.

Para o gerente da empresa de tratamento e filtragem de água, Asstefil, esse relatório aponta para uma preocupação que nem sempre é trazida à tona: os métodos utilizados para fazer a filtragem correta da água. “É comum que grandes empresas prezem por sistemas que funcionam e trazem bons resultados, mas elas pouco se preocupam com os efeitos colaterais que isso pode gerar ao meio ambiente, como é o caso do desperdício”, explica Fábio de Oliveira.

O especialista pondera que existem diversos tipos de tratamento de água no mercado e que é fundamental que as empresas façam revisões constantes e atentas para substituir os sistemas quando necessário. “Principalmente em empresas que lidam com a manipulação de produtos sensíveis à saúde, o tratamento de água é extremamente importante e deve ser realizado mesmo na água que vem do tratamento público. O sistema utilizado, por sua vez, deve ser o que mais irá otimizar o recurso e qualquer desperdício deve ser atentamente observado”, avaliou Oliveira.

Para ter bons resultados e ainda se preocupar com os possíveis desperdícios, Fábio orienta que os responsáveis pelos sistemas de filtragem das empresas assegurem o método utilizado e explorem equipamentos que garantam a qualidade da água exigida em suas produções. “Muitas vezes a falha na detecção do método aumenta o desperdício de água. Isso ocorre, pois, todo o processo realizado pode precisar ser refeito e isso aumenta a perda desse líquido tão importante para todos”, finaliza.

Website: https://asstefil.com.br

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Concerto da Orquestra Ladies Ensemble celebra a paz entre as três culturas

Músicas do século XII dos povos árabe, judeu e cristão serão acompanhadas por instrumentos da época. Cada etnia será representada por uma cantora

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Curitiba, PR 8/8/2022 –

Músicas do século XII dos povos árabe, judeu e cristão serão acompanhadas por instrumentos da época. Cada etnia será representada por uma cantora

O próximo concerto da Orquestra Ladies Ensemble celebra o espírito de irmandade. Nos dias 12 e 13 de agosto, o “Concerto Étnico – As 3 Culturas” levará ao palco do Auditório Regina Casillo músicas antigas das culturas árabe, cristã e judaica. A época focada, entre os anos 1100 e 1200, foi um momento em que esses povos conviviam em harmonia. A realização é do Solar do Rosário.

A música é uma linguagem universal e o concerto concebido pela fundadora, diretora artística e musical da orquestra Fabiola Bach Akel traz mais do que a arte musical, mas uma tradição cultural, que propõe uma reflexão. 

Na Península Ibérica, árabes, judeus sefarditas e cristãos compartilharam em vários séculos de história comum, idiomas perfeitamente entendidos entre si, refrões, contos, lendas, vivências e, ainda, desencontros produzidos ao longo de séculos de convivência e separação. “O Sul da Espanha naquela época era muito desenvolvido. Em Córdoba e Toledo eles já tinham iluminação pública, a parte cultural era muito evoluída, havia um entrosamento entre as culturas. Dali saíram alguns grandes tratados de Medicina, de História, de Astronomia”, conta Fabiola.

Este concerto reúne uma herança cultural que ainda se mantém viva na língua ladina – semelhante ao castelhano, uma mistura do hebraico com os idiomas da região, amplamente falada no passado, hoje restrita a alguns povos – que neste espetáculo se reflete na musicalidade. Fabíola, modestamente, lembra por meio da música que há caminhos capazes de levar povos irmãos ao entendimento.

Para contribuir com o Hospital Pequeno Príncipe, o público é convidado a levar doações de alimentos não perecíveis.

 

Instrumentos e cantoras

Naquela época e local, havia uma maioria árabe, que também falava outra língua, o algemiado – espécie de mistura entre o árabe e o espanhol. Sua influência na música das outras duas culturas fica evidente nos instrumentos musicais compartilhados por todos: pela similaridade, há momentos em que não é possível identificar de qual etnia é a música.

Para reproduzir essa riqueza, a orquestra traz instrumentos da época, como o alaúde, que será tocado pelo solista convidado Abed Tokmaji. Refugiado sírio, Abed mora em Curitiba e é irmão da integrante da Ladies Ensemble Myria Tokmaji, que trouxe para a orquestra a sonoridade do qanum, instrumento de cordas originário do século X. “Inserimos o qanum com a Myria em 2018. Foi um desafio fazer essa conversa entre ele e os instrumentos ocidentais modernos”, diz Fabiola. Desta vez, além do qanum, a conversa inclui o alaúde.

Lucia Loxca, esposa de Abed, também participará do concerto, como cantora. A ela caberá o repertório andaluz. A mezzo soprano Daniele de Oliveira, de Curitiba, canta as músicas cristãs e de São Paulo vem a cantora Fortuna, responsável pelas obras em sefaradi e hebraico.

“É linda essa escolha da Fabiola e da Orquestra de trazer um tempo áureo, de grandes avanços. Além da convivência pacífica e da riqueza cultural, foi um berço de uma civilização e cultura que trouxeram a Filosofia, a Ciência, era uma época muito iluminada. É uma grande oportunidade ouvir uma música tão antiga, tão importante para a história, com instrumentos antigos”, afirma Lucia Casillo Malucelli, diretora do Solar do Rosário.

 

A Ladies Ensemble

Primeira orquestra formada só por mulheres no Brasil, a Ladies Ensemble atua desde 2009 e reúne musicistas de diferentes idades, vertentes, influências e inspirações. 

O apoio a causas da mulher é uma de suas missões centrais — entre elas, a conscientização sobre o câncer de mama. Para isso, produz iniciativas como o “Concerto das Rosas” — espetáculo apresentado para milhares de pessoas entre 2017 e 2018 com o objetivo de arrecadar fundos para a compra de próteses mamárias.

Hoje com “casa própria” no Auditório Regina Casillo, a Ladies Ensemble tem entre suas missões a formação de plateia, a democratização da música clássica e a formação de musicistas. Desde seu início pioneiro como noneto, em 2009, até hoje, a orquestra busca influenciar e inspirar outras mulheres a seguirem seus sonhos e paixões sem medo. 

O projeto anual “Orquestra Ladies Ensemble no Auditório Regina Casillo” foi viabilizado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura, do Ministério do Turismo, Secretaria Especial da Cultura, e conta com patrocínio das empresas BHS Corrugated, Oregon, Nórdica Veículos, Guararapes, Impextraco, Tintas Dacar, Sollo Sul, Ferragens Negrão, Transunion, Abase Vet, Grupo Barigui Veículos, Grasp, Milium, Trutzschler, Agrosul Catarinense, GV2C, Tintas Alessi, Fobras, PASA, Delta Cable, Plast & Pack, M.A. Máquinas, Dissul, Stampa Food e Perkons. Conta com apoio de Casillo Advogados e Cia da Roupa, Hotel Bourbon. A instituição beneficiada é o Hospital Pequeno Príncipe. A realização é do Solar do Rosário, espaço particular de Arte e Cultura em Curitiba fundado em 1992. Com direção geral de Lucia Casillo Malucelli.

 

Serviço
Concerto Étnico – As 3 Culturas
Datas: 12 e 13 de agosto de 2022
Horário: Sexta às 20h | Sábado às 17h
Local: Auditório Regina Casillo – Rua Lourenço Pinto, 500, Centro, Curitiba – PR
Ingressos: R$ 35 (inteira) / R$ 17,50 (meia)
Vendas pelo Disk Ingressos: (41) 3315-0808 | https://www.diskingressos.com.br/

Estacionamento gratuito no local



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Exposição apresenta quadros inéditos de Theodoro de Bona, na Artestil

Arte que Inspira acontece 95 anos depois da primeira mostra do artista em Curitiba

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Curitiba, PR 8/8/2022 – Com concepção e curadoria de Liliana Cabral, a mostra reúne trabalhos de todas as fases do artista

Arte que Inspira acontece 95 anos depois da primeira mostra do artista em Curitiba

Abre, no próximo dia 13 de agosto, na Artestil Galeria de Arte, em Curitiba, a exposição Arte que Inspira, com 65 obras do artista paranaense Theodoro de Bona. Com concepção e curadoria de Liliana Cabral, a mostra reúne trabalhos de todas as fases do artista, com obras do acervo da família e de particulares, nunca apresentadas ao público. “A exposição irá surpreender os apreciadores de arte, pois traz óleos e desenhos de fases pouco conhecidas”, explica Liliana. 

Sobre o artista 

De Bona nasceu em Morretes, no litoral paranaense, e estudou desenho no colégio, a partir de 1912. Mais tarde foi aluno de Gina Bianchi, Ercília Cecchi e Alfredo Andersen. Em 1927, foi bolsista na Academia de Belas Artes de Veneza, retornando para Curitiba nove anos mais tarde. O artista foi cidadão honorário de Curitiba e recebeu a Comenda Honorífica da Ordem do Mérito da República Italiana. Em sua estada na Europa, participou ativamente de movimentos artísticos. Logo que chegou na Itália juntou-se ao Cà Pesaro, grupo que se destacou pelo esforço em renovar a linguagem e a estética.

Expôs na 17ª Bienal de Veneza, no 50º Salão de Belas Artes do Rio de Janeiro, na Pinacoteca de São Paulo, dentre diversos outros espaços responsáveis pela democratização da arte brasileira. Contemporâneo dos também paranaenses Estanislau Traple e Waldemar Curt Freyesleben, foi professor e inspirou muitos artistas na nova geração paranaense. 

Arte que Inspira apresenta os primeiros trabalhos, obras feitas durante seus três períodos em Veneza, obras feitas no Rio de Janeiro, além, é claro, de paisagens paranaenses. A exposição acontece entre 13 de agosto e 18 de setembro, na galeria Artestil. A entrada é gratuita.

Serviço:

Exposição Theodoro de Bona – Arte que Inspira

13 de agosto a 18 de setembro

Das 9 às 18 horas de segunda a sexta-feira

Das 9h30 às 13h30 aos sábados

Galeria Artestil – Rua Carlos de Carvalho, 1663 – Batel 

Assessoria de imprensa

Isabela França Comunicação Estratégica

Roberta Hoshiguti – 41 9 9873-9134 

roberta@isabelafranca.com.br

Website: http://isabelafranca.com.br

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