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Cursos profissionalizantes são opção para investir no próprio negócio

Dados do Inep/MEC revelam que busca por educação profissional caiu 2,3% em 2021; especialista explica o que os profissionais devem considerar ao procurar um curso

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8/8/2022 – Quando você se profissionaliza, se torna um especialista […]. Por conseguinte, suas oportunidades de empreender serão mais promissoras

Dados do Inep/MEC revelam que busca por educação profissional caiu 2,3% em 2021; especialista explica o que os profissionais devem considerar ao procurar um curso

Dados do Censo Escolar 2021, divulgados no final de janeiro pelo Inep/MEC (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira do Ministério da Educação), indicam que foram realizadas 1.892.458 novas matrículas na educação profissional como um todo no ano em estudo.

A soma compreende as modalidades: concomitante, subsequente, EJA (Educação de Jovens e Adultos) nível médio, cursos de FIC (Formação Inicial e Continuada) e integrada ao ensino médio, entre outras. Em 2020, foram registradas 1.936.094 matrículas, o que aponta para uma baixa de 2,3% no período.

Para Ludimila Freitas, diretora de marketing e vendas da Espaço da Fotografia, apesar da queda, os números demonstram que, cada vez mais, os brasileiros têm investido na própria formação para dar um novo rumo à carreira. Neste sentido, para ela, é importante contar com um curso profissionalizante ao buscar alternativas para “fugir” da tradicional CLT e começar a empreender.

“Quando você se profissionaliza, seja em qualquer área, se torna um especialista e isso trará inúmeras vantagens sobre a concorrência. Por conseguinte, as suas oportunidades de empreender serão mais promissoras”, pontua Freitas. “Além de ter uma vida mais confortável, o seu trabalho tende a ser mais eficiente e focado, e o resultado é, sempre, muito melhor – tanto financeiramente, como em qualidade de vida”, completa.

Os cursos profissionalizantes são uma opção para ingressar com celeridade no mercado sem o ensino superior. A modalidade visa capacitar o profissional para uma atividade específica e, via de regra, contém cursos com aulas objetivas, como parte de um cronograma de curta duração.

Freitas explica que, “após a decisão de investir em uma determinada especialização, o profissional deve procurar por cursos que sejam realmente bons”.

Segundo ela, a primeira dica para encontrar um curso de forma assertiva é analisar o conteúdo que será ministrado. “Caso você não domine o assunto, verifique se a forma como as aulas são ministradas tem muitas práticas, já que, na maior parte das vezes, é a prática que leva a perfeição. Procure ler depoimentos de outros alunos e visite o local”, afirma.

Fotografia é alternativa para atuar no mercado de eventos

Na análise da diretora de marketing e vendas da Espaço da Fotografia, o mercado de fotografia tem se apresentado como uma boa opção. “A fotografia é essencial para a divulgação de todos os produtos e serviços, em um cenário em que  as mídias sociais têm aumentado a necessidade do consumidor por fotos cada vez mais perfeitas”, afirma. “Para quem quer atuar na área de família e eventos, aliás, o mercado é imenso e vem crescendo cada dia mais”, acrescenta.

A afirmação de Freitas é corroborada por uma projeção da Abrape (Associação Brasileira de Promotores de Eventos), que espera que 590 mil eventos sejam realizados no país até o final deste ano. Segundo a entidade, o mercado é responsável por 4,32% do PIB (Produto Interno Bruto) nacional.

Paralelamente, indicativos do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) mostram que o país já tem mais de 14 milhões de MEIs (Microempreendedores Individuais). Em média, 6 milhões de pessoas físicas se tornaram pessoas jurídicas desde 2020 – primeiro ano da pandemia de Covid-19. O balanço revela que 646 mil cidadãos se tornaram MEIs somente este ano, conforme publicado pelo G1.

De acordo com a análise do Sebrae, 67% dos empreendedores que se formalizaram como MEIs em 2022 trabalhavam com e sem registro em carteira, 15% empreendiam sem CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica), 5% eram donas (os) de casa, 4% eram estudantes, 3% eram servidores públicos e somente 2% estavam sem emprego formal.

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https://www.espacodafotografia.com.br/profissionalizante

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