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Pesquisa mostra que 88% das identidades brasileiras falsificadas são impressas

Plataforma global de verificação de identidade, Sumsub compartilha os resultados de seu estudo de fraude de identidade no Brasil. O objetivo é ajudar empresas locais – nacionais e estrangeiras – a se manterem protegidas contra crimes cibernéticos.

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São Paulo, SP 6/9/2022 –

Plataforma global de verificação de identidade, Sumsub compartilha os resultados de seu estudo de fraude de identidade no Brasil. O objetivo é ajudar empresas locais – nacionais e estrangeiras – a se manterem protegidas contra crimes cibernéticos.

A Sumsub, empresa de tecnologia sediada no Reino Unido dedicada ao combate à lavagem de dinheiro e fraude online, publicou hoje os resultados de seu novo estudo. A pesquisa ocorreu entre 2021 e 2022 e teve como foco a fraude de identidade e a regulação PLD (prevenção à lavagem de dinheiro) no Brasil.

Para esse relatório, a Sumsub combinou estatísticas anônimas de 4,3 milhões de verificações realizadas no Brasil com insights de especialistas jurídicos e antifraude – que incluem análises de especificidades regulatórias, tipos de fraude e métodos de detecção. A equipe de análise da Sumsub examinou mais de 50.000 tentativas de fraude em 19 setores.

O Brasil é um dos países que mais contribuem para a fraude online – bem como um dos mais infectados por malware e um dos maiores produtores de spam, vírus trojan e phishing. A fraude de identidade online está aumentando, e supostamente está afetando seriamente os mercados brasileiros e as empresas estrangeiras que operam no país. A pesquisa examina os padrões de fraude no mercado de verificação de identidade do Brasil com levantamento das principais práticas e estatísticas. Alguns resultados merecem destaque.

Os dados analisados ​​sugerem que 80% das tentativas de fraude de identidade no Brasil ocorrem na etapa de verificação de identidade. Já a verificação de comprovante de endereço (PoA) representa quase 15% de todas as fraudes. Trata-se de uma etapa obrigatória para todas as empresas reguladas pelo Banco Central (Bacen) e pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Contas de energia elétrica e telefone, além de extratos bancários, são aceitos principalmente como comprovante de endereço, e os fraudadores inserem dados falsos (nome, data de emissão e endereço) nesses documentos para falsificá-los. Os 5% restantes de fraude referem-se a deepfakes, máscaras e vídeos pré-gravados usados ​​por fraudadores para burlar verificações de prova de vida e selfie.

De acordo com os especialistas da Sumsub, o tipo de fraude de identidade mais popular no Brasil é a sintética. Ou seja, combina dados reais e falsos para fabricar uma identidade que será usada no cadastramento de diversos serviços online. Outros tipos comuns de fraude incluem roubo de dados, notas/boletos bancários falsificados, fraudes no uso de cartão de crédito (empréstimo do cartão ou não reconhecimento de compra efetuada) e financiamento bancário com documentos falsos.

Ao examinar mais atentamente os documentos de identidade brasileiros, o estudo constatou que o passaporte é duas vezes mais propenso à fraude do que o RG (1,2% de todos os passaportes têm sinais de falsificação em comparação com 0,6% de todos os RG), enquanto as carteiras de motorista são menos propensas a serem falsificadas (apenas 0,18% das falsificações). A maioria absoluta (87,5%) das identidades brasileiras falsificadas são apenas impressos (com uso de editores gráficos), destacando a alta participação de tentativas amadoras de fraude no país. As falsificações de identidade física (adulterações feitas diretamente em documentos existentes) vêm em segundo lugar (7,5%), e as falsificações de identidade digital representam cerca de 5%.

Ao tentar burlar a verificação, os fraudadores usaram aplicativos de desktop com mais frequência do que de tablets e smartphones: 0,8% do total de sessões da Web foi marcado como tentativa fraudulenta, em comparação com 0,5% das sessões móveis. Vale ressaltar que os fraudadores não têm preferências entre sistemas Android e iOS em termos de dispositivos utilizados.

Investimentos e pagamentos são os dois segmentos mais propensos a fraudes no Brasil, destaca a pesquisa. As indústrias de criptomoedas, jogos de azar e comércio também sofrem com fraudes, embora em menor grau. As descobertas devem dar às empresas que operam no Brasil uma compreensão clara dos riscos locais de fraude e como lidar com eles. A Sumsub conclui o relatório com várias recomendações sobre como reduzir a fraude de identidade ao fazer negócios no Brasil.

“Há mais de cinco anos a Sumsub cadastra novos clientes do Brasil nos sistemas de clientes internacionais. Isso nos permitiu melhorar significativamente o tempo médio de verificação para usuários locais – reduzindo de mais de três minutos no primeiro semestre de 2021 para menos de um minuto em 2022. Quanto às taxas de aprovação de usuários, atingimos mais de 90% de conversão no Brasil. Embora seja importante manter a velocidade de verificação e as taxas de aprovação altas, impedir a entrada de fraudadores não é menos crucial”, diz Andrew Sever, cofundador e CEO da Sumsub.

Guilherme Terrengui, Head of LATAM da Sumsub no Brasil, acrescenta que, para combater efetivamente a fraude no país, é recomendável que antes de tudo as empresas escolham um parceiro KYC/PLD decente para conhecer exatamente quem é o cliente e evitar lavagem de dinheiro.

“É fundamental se certificar de que o provedor seja capaz de validar documentos do usuário via Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados), realizar verificações biométricas faciais (prova de vida) para garantir que os usuários estejam presentes real e fisicamente durante a verificação, além de rastrear sinais de risco comportamental. Também há uma série de tecnologias antifraude que devem ser aplicadas para avaliar rapidamente a autenticidade dos documentos e detectar quaisquer características suspeitas, como sinais de falsificação física ou edição gráfica”, diz Terrengui.

As tecnologias internas baseadas em inteligência artificial (IA) da Sumsub permitem que os clientes empresariais permaneçam em conformidade com os regulamentos locais e globais.  Ainda com relação a taxas de conversão globais, por exemplo, a empresa demonstrou 91,64% nos EUA, 96,37% na Argentina e 94,16% no México. Estudos de caso com Nicehash e CakeDefi podem ser livremente acessados.

O Relatório de Fraudes de Identidade Brasil 2022 da Sumsub pode ser acessado neste link.

Arte:https://drive.google.com/file/d/1sE3oEzIWexOVT2GpBMl-Avd8ICf_ph8l/view?usp=sharing

 

 

Website: https://sumsub.com/

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Acidentes de trabalho caem 60% em 20 anos, mas risco aumenta em Logística

Dispositivos de alerta em caminhões e empilhadeiras contribuíram para queda de acidentes. Novas tecnologias, como sensores de presença, podem aumentar a segurança

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São Paulo – SP 28/2/2024 – “Hoje já contamos com sensores que detectam a aproximação de pedestres antes mesmo destes entrarem no campo de visão dos operadores de veículos”, Afonso Moreira

Dispositivos de alerta em caminhões e empilhadeiras contribuíram para queda de acidentes. Novas tecnologias, como sensores de presença, podem aumentar a segurança

Uma pesquisa da Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho aponta que o número de acidentes ocupacionais caiu quase 60% em 20 anos naquele continente. No entanto, em alguns setores, como Logística e Transporte, o risco de ocorrências vem crescendo, de acordo com o aumento da mão-de-obra nestes segmentos. O estudo foi publicado em 2023, com base em dados coletados entre 1998 e 2019 em 27 países membros da União Europeia.

Segundo o levantamento, a queda nos índices de acidentes fatais e não fatais foi similar neste período – 57% e 58%, respectivamente (página 12). A agência ressalta que quatro grandes setores (agricultura, construção, indústria e transporte) respondiam por 60% das ocorrências em 1998, apesar de contar com apenas 40% da mão-de-obra total ao longo desses 20 anos. “Portanto, a redução de acidentes nestes setores foi crucial para a redução total”, diz o estudo.

A pesquisa lista ainda (na página 14) os principais avanços que contribuíram para a redução de acidentes de trabalho, entre eles equipamentos de segurança em veículos e máquinas, como alertas sonoros e luminosos para caminhões e empilhadeiras. “Hoje, já contamos com sensores que detectam a aproximação de pedestres antes mesmo destes entrarem no campo de visão dos operadores de veículos. É o que chamamos de dispositivos de segurança ativa, que não dependem do acionamento humano”, explica Afonso Moreira, CEO da AHM Solution, empresa especializada em redução de danos em operações logísticas.

No entanto, a pesquisa da agência europeia também mostra que, desde 2005, o número de trabalhadores expostos a riscos aumentou em alguns setores que tiveram crescimento de mão-de-obra, como logística, transporte e distribuição (página 17).

Por fim, o estudo revela que, ainda hoje, os segmentos de logística e transporte estão entre os que apresentam taxas de acidentes de trabalho acima da média, por ter trabalhadores lidando com produtos pesados ou perigosos (página 65).

“Todos estes dados nos mostram a importância de investir continuamente em tecnologias que reduzam o risco de acidentes nas empresas. O setor de logística se destacou nos últimos 20 anos, porém a necessidade de movimentar volumes crescentes com agilidade aumenta também o desafio de entregar tudo isso com mais segurança”, conclui Moreira.

Mais informações em https://www.ahmsolution.com.br/

Website: https://www.ahmsolution.com.br/

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Certificações e licenças reforçam compromisso com governança e compliance

Selos desempenham papel estratégico na gestão de riscos e fortalecem a transparência nas empresas

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Curitiba 28/2/2024 – “A avaliação contínua dos riscos de compliance, capacitação de funcionários, atualização de políticas e procedimentos

Selos desempenham papel estratégico na gestão de riscos e fortalecem a transparência nas empresas

As certificações desempenham um papel estratégico na governança das empresas, porque contribuem para a conformidade com regulamentações e padrões reconhecidos internacionalmente. O assunto vem sendo cobrado por órgãos regulamentadores e públicos de interesse das companhias.

Inclusive, um estudo com 240 diretores de Compliance em diversos setores, realizado pela consultoria de serviços profissionais KPMG, trouxe o cenário esperado por esses líderes para os próximos dois anos. A pesquisa abordou temas como complexidade regulatória, desafios operacionais, promoção de uma cultura ética, sustentabilidade e tecnologia.

Para os gestores de compliance, o ambiente regulatório está em constante evolução e exige adaptação e ajustes contínuos. No levantamento, 73% dos entrevistados esperam uma maior análise sobre esse tópico e 45% estão se dedicando para atender a regulamentações específicas do setor em que atuam, o que reforça a necessidade de se falar mais sobre o assunto.

Ainda preocupados com a evolução do tema, 48% dos entrevistados relataram que não iniciaram a implementação de programas de compliance com foco em questões ambientais, sociais e de governança – o conhecido tripé chamado ESG, na sigla em inglês -, mas estão em fases de planejamento e desenvolvimento.

A Neoconsig, especializada na gestão de benefícios consignados, já praticava atitudes voltadas à governança corporativa em seus processos. Recentemente, atenta ao mercado, incluiu as certificações no seu hall de boas práticas, a ISO 37001 (antissuborno) e ISO 37301 (compliance). As duas representam um passo significativo na jornada contínua da companhia em aprimorar suas práticas operacionais e fortalecer seu compromisso com o compliance.

Juliana Selenko, diretora de RH da Neoconsig, explica que certificações ISO capacitam as companhias a identificarem, avaliarem e gerenciarem proativamente os riscos operacionais, promovendo uma abordagem mais eficaz. “A avaliação contínua dos riscos de compliance, capacitação de funcionários, atualização de políticas e procedimentos, além da implementação de estratégias de comunicação, fazem parte dos nossos valores e objetivos”, enfatiza Juliana.

Ao aderir a padrões internacionais, companhias como a Neoconsig fortalecem sua reputação no mercado, gerando confiança entre clientes, parceiros e demais públicos de interesse.

Para saber mais sobre a Neosonsig, basta acessar o perfil da empresa no Linkedin.

Website: http://www.neoconsig.com.br

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IA coíbe tentativas de fraudes contra locadoras de veículos

Tecnologia de sistema à base de Inteligência Artificial combatem intenções suspeitas

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São Paulo (SP) 28/2/2024 – A partir do momento em que a locadora entrega a chave do carro para o cliente, a empresa passa a estar sob o risco de que ele faça qualquer coisa com o carro

Tecnologia de sistema à base de Inteligência Artificial combatem intenções suspeitas

A recuperação econômica pós-pandemia das empresas de locação de veículos no Brasil é um fenômeno à parte. De acordo com o último relatório da Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (Abla), o setor alcançou um faturamento de R$ 36,8 bilhões em 2022, valor 56% maior que o balanço de 2021 e 109% acima do que foi apurado em 2020.

Mas as tentativas de fraudes às empresas ainda são um desafio a ser superado, o que torna o serviço de alto risco. A boa notícia é que, hoje, a Inteligência Artificial engloba tecnologias que auxiliam no combate a tentativas de fraudes neste mercado

As tecnologias da informação desenvolveram soluções de segurança digital, com recursos de inteligência artificial, a ponto de comparar, instantaneamente, uma selfie do usuário e a foto contida no documento. Esse procedimento permite assegurar a autenticidade do portador. Entretanto, é possível ir além.

“A selfie comparada com a foto do documento é importante, mas temos recursos suficientes para nos aprofundar. Utilizando a ferramenta mostVio, é possível descriptografar o QR Code no verso da Carteira de Habilitação. A partir daí, a locadora tem acesso aos dados do condutor que se encontram no Senatran”, explica Maria Cristina Diez, engenheira de softwares e diretora comercial e de marketing da Most, empresa especializada na implementação de sistemas de segurança digital com tecnologias que utilizam a inteligência artificial (IA). O Senatran é a Secretaria Nacional de Trânsito, que é o órgão máximo executivo do setor.

Quanto ao Facematch, ela afirma que a tecnologia consegue mapear em diversos pontos as simetrias entre duas faces para realizar a comparação das imagens, retornando um percentual de similaridade. “O Facematch tem um altíssimo índice de acerto, e ainda acelera o tempo de aprovação do cliente, se for o caso. Aquela espera muitas vezes burocrática acaba se dissipando, e isso torna bem melhor a experiência do consumidor com a locadora”, afirma Maria Cristina Diez.

“Tudo isso deixa os processos de análise e de aprovação mais seguros e ágeis, reduzindo também os custos operacionais das empresas”, completa a executiva da Most. Para ela, os recursos Facematch e mostVio, aliados, proporcionam uma realidade diferente daquela vivenciada pelas companhias do setor. “É um perigo frequente que elas enfrentam. A partir do momento em que a locadora entrega a chave do carro para o cliente, a empresa passa a estar sob o risco de que ele faça qualquer coisa com o carro. Seja usá-lo para cometer crimes ou mesmo para desaparecer com o veículo. Há casos até de golpistas que tentaram revender o carro”, conta.

Website: https://most.com.br/

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