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Banco deve indenizar vítima de estelionato e outras fraudes

Advogado Fabricio Posocco aponta leis e teses jurídicas que asseguram esse direito

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São Paulo 22/9/2022 – O que foi cobrado indevidamente deve ser devolvido ao consumidor, uma vez que ele não responde pelos prejuízos aos quais não é responsável.

Advogado Fabricio Posocco aponta leis e teses jurídicas que asseguram esse direito

Os bancos e os cartões de crédito são os alvos preferidos dos golpistas. Em pesquisa divulgada pela Serasa Experian, das 331,2 mil fraudes aplicadas no Brasil, em maio deste ano, 53,3% delas utilizaram indevidamente identidade para abertura de contas e emissão de cartões sem autorização do titular. Quando isso acontece, as instituições financeiras são responsáveis por devolver o dinheiro para a vítima?

O professor universitário e advogado Fabricio Posocco, do escritório Posocco & Advogados Associados, lembra que, no entendimento do Superior Tribunal de Justiça (STJ), sim. “A tese firmada na Súmula 479 do STJ é de que as instituições financeiras respondem objetivamente pelos danos gerados por fraude ou utilização de documentos falsos”.

Abertura e movimentação fraudulenta de conta bancária

O advogado especialista em direito do consumidor explica que as operações fraudulentas, como obtenção de empréstimos e abertura de contas mediante o uso de identificação falsa devem ser canceladas pelo banco. “O que foi cobrado indevidamente deve ser devolvido ao consumidor, uma vez que ele não responde pelos prejuízos aos quais não é responsável, conforme o artigo 393 do Código Civil.”

Golpe e sequestro do Pix

Desde o lançamento do Pix, em novembro de 2020, até o último mês de julho foram confirmadas mais de R$ 933 milhões em transações. Infelizmente, nem todas são legítimas. Nos Tribunais de todo o país há vítimas de falha na prestação do serviço, como transferências não autorizadas realizadas por furto de celular, sequestro-relâmpago e coação para cadastro de chave do Pix.

“Os juízes vêm condenando os bancos a indenizar os clientes. As decisões, em sua grande maioria, apontam que as instituições financeiras precisam investir em segurança em suas agências, postos de atendimento e, principalmente, nas áreas de internet banking e nos aplicativos digitais. Para os magistrados, cabe ao banco checar a regularidade das transações, bem como avaliar todo o perfil do cliente para bloquear as que forem suspeitas, sob pena de estar configurada a responsabilidade civil das instituições financeiras”, cita Posocco.

Fraudes nas operações de cartão de crédito

O vazamento de dados sensíveis, como o que ocorreu em dezembro do ano passado no Banco Central, pode servir aos estelionatários que aplicam os golpes da falsa central de atendimento e do falso motoboy, por exemplo. Na época foram expostos os nomes de usuário, CPF, banco, número de agência e número da conta de cerca de 160 mil pessoas.

“O golpista entra em contato com a vítima pelo telefone se passando por um falso funcionário do banco ou de uma empresa que ela tem relacionamento. Ele diz que foi feita uma compra com o cartão ou que o mesmo foi clonado. Em seguida, pede a confirmação das informações pessoais e bancárias, que ele já tem. A tática leva o consumidor a acreditar que está falando com o banco. Mais tarde, a vítima percebe que tomou um prejuízo financeiro”, conta o advogado.

Posocco reforça que as empresas têm o dever de proteger os dados pessoais e senhas dos clientes contra vazamentos, em concordância com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). “Na falha desse tratamento, como dita o artigo 42 da LGPD, o controlador ou o operador que causar a outrem dano patrimonial, moral, individual ou coletivo é obrigado a repará-lo”.

E se o vazamento de dados não foi originado pela instituição financeira a qual a vítima é cliente? O especialista explica que o banco responde por não identificar transferências repetidas, em curto intervalo de tempo e fora do montante habitual. “Toda instituição financeira conhece o perfil do cliente. Por isso, em transações atípicas o banco deve fazer o bloqueio preventivo para verificar a autenticidade e colher a confirmação do cliente”.

Mensagens maliciosas

Em 2021, os ataques feitos pelo celular chegaram a 70,61% e já representam a maioria dos golpes que atingem o comércio eletrônico brasileiro, revela a empresa antifraude Konduto.

O golpista desenvolve site e perfil de rede social falsos para leilão e venda de produtos, clona WhatsApp, envia SMS com link enganoso, cria boleto adulterado e pede atualização de aplicativos de programas sociais e de benefícios do cidadão, como o Caixa Tem. Tudo isso chega à vítima através do smartphone. O problema é que eles nunca entregam as mercadorias pagas e ainda podem roubar informações pessoais e financeiras.

“Quando a conta na rede social é hackeada por estelionatário, para vender produtos inexistentes e pedir dinheiro aos contatos, a plataforma também pode responder por danos morais à vítima”, alerta Posocco.

O que fazer para recuperar o dinheiro

O advogado Fabricio Posocco orienta que a Súmula 297 do STJ e o artigo 3, parágrafo 2, do Código de Defesa do Consumidor estabelecem que o banco é um fornecedor de serviço e tem responsabilidade em relação a qualquer risco inerente à sua atividade. Em outras palavras, qualquer prejuízo inesperado para o consumidor deve ser ressarcido pelo banco.

“A vítima deve entrar em contato com a instituição financeira para informar a fraude e contestar os valores. Também deve registar o boletim de ocorrência (B.O.) na delegacia de polícia física ou virtual. No site da Secretaria de Defesa Social do seu Estado, a vítima encontra o link para a Delegacia Eletrônica”, recomenda o especialista.

Para minimizar ainda mais os danos, em caso de furto de celular, a vítima deve avisar também a operadora de telefonia para que faça o bloqueio do aparelho através do IMEI. Depois, por outro smartphone, deve trocar todas as senhas de e-mails, redes sociais e demais aplicativos que estavam no aparelho levado pelo criminoso.

“A legislação vigente e as teses fixadas pelos tribunais superiores garantem que, se o dinheiro não for devolvido pela instituição financeira, é possível recorrer aos órgãos de defesa do consumidor, como o Procon, ou ao Poder Judiciário para reparação do dano”, finaliza Fabricio Posocco, do escritório Posocco & Advogados Associados.

Para saber mais, basta acessar o site: https://posocco.com.br

Website: https://posocco.com.br

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Cultivo e preservação das árvores é uma preocupação mundial

Os ecossistemas das florestas são responsáveis por 80% do total de absorção do carbono na superfície terrestre.

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São Paulo 28/9/2022 – A relevância da floresta para o equilíbrio climático, torna os esforços direcionados à conservação do bioma um objetivo de apelo global.

Os ecossistemas das florestas são responsáveis por 80% do total de absorção do carbono na superfície terrestre.

No dia 21 de setembro, comemorou-se o Dia da Árvore, com a proposta de ser um bom momento para refletir sobre a importância da flora para o equilíbrio da vida no planeta. O desmatamento, as queimadas, a poluição do ar, a alteração das temperaturas e as novas doenças decorrentes de modificações de ecossistemas têm afetado a saúde e o bem-estar da população em geral, como informa uma nota técnica do WWF-Brasil, que mostra essa íntima relação.

A conscientização ambiental requer a percepção e compreensão da importância do meio ambiente natural para a sobrevivência de todas as espécies. Pequenas ações individuais podem fazer grande diferença neste processo.

Plantar uma árvore é uma atitude muito louvável, mas requer conhecimento, é preciso respeitar seu bioma, não se deve cultivar o mogno no sul do país, sabendo que esta é endêmica da Amazônia. As árvores tem ligação direta com o nível subterrâneo, suas raízes exploram as profundezas.

O plantio de espécies exóticas é prejudicial ao meio ambiente , essas espécies podem se multiplicar sem controle, transformando-se numa praga, além de competir desigualmente pelo espaço, chegando até a matar as espécies nativas. Algumas espécies exóticas tem as raízes estruturadas para absorver toda a água que conseguirem, tornando o solo pobre e seco.

“A relevância da floresta para o equilíbrio climático, biodiversidade e bioeconomia torna os esforços direcionados à conservação do bioma um objetivo de apelo global, pois diz respeito a toda a humanidade”, diz Fabiana Prado, coordenadora do LIRA/IPÊ.

“A preservação da Floresta Amazônia deve se dar não por meio da imposição estrangeira, mas como fruto da conscientização nacional. Manter a floresta de pé beneficia toda a população do planeta, enquanto a permissividade das práticas ilegais de desmatamento trará consequências danosas à economia brasileira, e em especial às regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul, responsáveis por mais de 70% do PIB Brasil”, salienta Vininha F. Carvalho, editora da Revista Ecotour News (www.revistaecotour.news).

O projeto “Recuperação de Serviços de Clima e Biodiversidade no Corredor Sudeste da Mata Atlântica Brasileira”, Conexão Mata Atlântica, tem o objetivo de aumentar a proteção da biodiversidade e da água e combater mudanças climáticas. Para isso, promove atividades de conservação da vegetação nativa, adoção de sistemas mais produtivos e melhoramento da gestão de unidades de conservação.

No Estado de São Paulo, os responsáveis pela execução do projeto são a Coordenadoria de Fiscalização e Biodiversidade, da Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente, e a Fundação Florestal. Suas ações estão orientadas por componentes, de acordo com objetivos específicos, e os chamamentos para participação da sociedade são feitos por meio de editais.

A fim de fomentar o desenvolvimento do setor de árvores plantadas no Brasil, a Ibema anunciou uma novidade que marcou o Dia da Árvore em 2022: – a plantação massiva de árvores de reflorestamento no interior do Paraná. “O reflorestamento de árvores de eucalipto e pinus ficou estagnado nos últimos anos. Por isso, inauguramos a Ibema Florestal, que nasce com o propósito de preservar e fomentar essas espécies no estado”, explica a diretora de Supply Chain da Ibema, Irlene Demeneck.

A proposta da campanha “As Árvores que nos Tocam”, lançada pela Klabin em celebração ao Dia da Árvore neste ano, contemplou a divulgação de um vídeo produzido pela empresa que conecta o meio ambiente à música, com o uso da tecnologia, e que tem como ponto de partida uma canção inédita interpretada pela Orquestra Sinfônica de Heliópolis em uma área florestal da Klabin em Telêmaco Borba, no Paraná, e também no Grande Auditório do MASP, em São Paulo.

“As árvores são a base do negócio da Klabin e materializam o compromisso da empresa com o meio ambiente. Buscamos por meio desta campanha sensibilizar as pessoas de um modo inovador, deixando que as próprias florestas emitam essa mensagem, que traduz, por meio da música, toda a beleza da natureza, que precisa e deve ser conservada. Criamos um filme poético, impactante e a nossa intenção é sensibilizar o público”, explica Carime Kanbour, gerente de Comunicação, Marca e Reputação da Klabin.

Para Mariana Napolitano, gerente de ciências do WWF-Brasil, é inegável que as florestas são uma fonte de benefícios para o ser humano, e sua degradação e supressão podem trazer riscos graves à saúde humana. Cuidar do planeta é efetivamente cuidar da saúde.

De acordo com um estudo da Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), associação responsável pela representação institucional da cadeia produtiva de árvores plantadas, o volume de árvores para fins industriais plantadas por dia no Brasil, já chegou à marca de 1 milhão de novas mudas cultivadas diariamente.

“Esse número coloca o Brasil em posição de destaque, já que as árvores são responsáveis por remover e estocar CO2, um dos gases do efeito estufa, que causa grave impacto nos efeitos do clima”, finaliza a ambientalista Vininha F. Carvalho.

Website: https://www.revistaecotour.news

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Ligação telefônica segue como umas das melhores formas de atendimento ao cliente

Atendimento humanizado se destaca como fator determinante

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Sao Paulo – SP 28/9/2022 – O fato do telefone ser síncrono, diminui a ansiedade dos clientes para solucionar possíveis problemas

Atendimento humanizado se destaca como fator determinante

Cada vez mais os consumidores possuem novas opções de atendimento, como chatbots, WhatsApp, redes sociais, entre outros. Mas o atendimento telefônico segue como uma das escolhas preferidas entre os clientes, devido a sua urgência e ao atendimento humanizado que o telefone transmite.  

Esse contato imediato que o aparelho telefônico, seja ele fixo ou móvel, proporciona, é conhecido também como comunicação síncrona. Ela ocorre quando o emissor e o receptor conversam em tempo real, diferentemente da comunicação assíncrona, onde o emissor realiza o envio da mensagem, mas não recebe uma resposta de maneira imediata. 

Segundo pesquisa realizada em abril de 2022 pelo Capterra, o telefone, com 33%, foi a segunda opção mais respondida pelos entrevistados, quando questionados sobre a preferência no atendimento ao cliente, ficando atrás apenas do chat ao vivo com agente, que lidera o estudo com 48%. 

Para Thiago Silva, Diretor de Operações da IUNGO, operadora de telefonia fixa que atua no mercado de PABX Virtual há mais de 5 anos, isso possui uma explicação: “É assim no nosso dia a dia, quando você tem um problema ou precisa tratar de algo urgente, não quer utilizar o WhatsApp, ficar falando com chatbot ou colocando diversas informações no robô para depois ser direcionado a um atendente. O telefone é isso, é sobre a urgência de ser atendido, quando percebemos ainda que uma empresa possui 0800, temos a certeza da importância que é dado ao seu cliente”, afirma. 

Os participantes da pesquisa também elencaram algumas vantagens das ligações telefônicas, onde 81% dos entrevistados disseram que o canal é o que traz mais facilidades para o consumidor se explicar melhor e fazer mais perguntas.  

Thiago endossa o resultado e ressalta uma solução encontrada em sua operação, que contribuiu na relação empresa x cliente: “O fato do telefone ser síncrono, diminui a ansiedade dos clientes para solucionar possíveis problemas e colabora para eles se expressarem de maneira mais dinâmica. Já com o PABX Virtual foi possível otimizar o atendimento, direcionando o cliente para a pessoa certa, ter confiança nas gravações de chamadas e melhorias de processos de LGPD, além de beneficiar na gestão do dia a dia dos colaboradores, pois o PABX não substitui o humano, mas facilita o trabalho do mesmo”, conclui. 

Cabe destacar que a telefonia fixa, alinhada com a mobilidade, também é uma das maneiras encontradas pelas organizações para auxiliar em um ótimo atendimento ao cliente, independentemente do local de trabalho (casa ou escritório). 

Para saber mais, acessar: https://www.iungo.cloud/ 

Website: https://www.iungo.cloud/

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Especialista comenta pilares para fidelização do consumidor

CEO da Meu App de Fidelidade explica a sinergia entre “bom atendimento”, “bons produtos” e “preços justos”, pilares para fidelizar o cliente

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28/9/2022 – Se, na recompensa recebida, o consumidor tiver uma percepção de valor real, o encantamento com a marca é imediato e isso vai para o seu subconsciente

CEO da Meu App de Fidelidade explica a sinergia entre “bom atendimento”, “bons produtos” e “preços justos”, pilares para fidelizar o cliente

O mercado de fidelização retornou ao patamar pré-pandemia. Segundo indicadores da ABEMF (Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização), o número de pontos/milhas emitidos no último trimestre de 2021 aumentou 61,9% em relação ao igual período do ano anterior e 20,7% em comparação ao 3º trimestre de 2019, atingindo a marca de 89,4 bilhões de pontos/milhas.

Segundo a entidade, 70,7% dos resgates em programas de pontos/milhas realizados no terceiro trimestre viraram passagens aéreas. Para Angelo Gomes, CEO da Meu App de Fidelidade, os dados mostram um aumento significativo no engajamento dos consumidores em programas de fidelidade.

“A percepção de ser recompensado por uma compra que já seria feita torna a experiência mais atraente”, afirma. “Se, na recompensa recebida, o consumidor tiver uma percepção de valor real, o encantamento com a marca é imediato e isso vai para o seu subconsciente, fazendo que em qualquer necessidade futura, ele lembre-se da marca e volte a comprar”.

Para Angelo Gomes, é necessário investir esforços para fidelizar os clientes em um momento de retomada econômica. Ele destaca que, ao lado de um programa de fidelidade simples e transparente, a entrega de um bom atendimento, produtos de qualidade e preço justo são os quatro pilares fundamentais para a fidelização do cliente.

Pensando nisso, a reportagem organizou os comentários do especialista sobre os quatro pilares citados nos tópicos a seguir:

1 – Atendimento

Na visão de Angelo Gomes, o atendimento é “a alma do negócio”, quando tem início o processo de cativação do cliente. “Se aliarmos o bom atendimento com bons produtos, teremos atingido em 50% a necessidade do cliente dado a noção de que ele resolverá seu problema”.

Para o especialista, atendentes capacitados para o atendimento fazem parte da premissa básica em uma estratégia de fidelização. “Atendentes atentos, asseados e dispostos, além de ser o cartão de visitas do seu negócio, fazem do bom atendimento o principal diferencial para o retorno do seu cliente”.

Uma vez que o consumidor se sentiu bem acolhido, respeitado, reconhecido, e teve sua necessidade atendida, ele voltará ao estabelecimento, complementa Angelo Gomes.

2 – Bons produtos

Para o CEO da Meu App de Fidelidade, os diferenciais de fabricação e acabamento são, positivamente, percebidos pelo público. Ele conta que os primeiros pontos que determinam um bom produto são os tangíveis, percebidos de forma direta, como matérias-primas, desempenho, durabilidade, padrão estético, e resistência, entre outros.

“A sensação de prestígio e confiabilidade transmitidos pela marca, além da satisfação que o cliente terá ao utilizar o produto, farão com que o produto não seja visto, apenas, como bonito, durável e com boas características, mas como algo adquirido com tranquilidade, confiança e que gerou satisfação em seu uso”, pontua.

Ele destaca que uma empresa não pode atrair clientes com diferenciais de qualidade se não tiver parceiros dispostos a prestar uma assistência que garanta uma experiência de compra completa e positiva no pós-venda, algo que caracteriza um bom produto.

3 – Preço justo

“Hoje em dia todos os clientes compram comparando o produto e o valor do produto pela internet. Raríssimas são as exceções onde a compra ocorre sem uma ‘olhadinha no Google’”, afirma Angelo Gomes.

Logo uma precificação justa em um bom produto, prossegue ele, não cria uma distorção tamanha que faça com que o cliente opte por esperar a chegada do produto ao invés de tê-lo de forma imediata.

4 – Programa de Fidelidade simples e transparente

Para o CEO, simplicidade e transparência devem ser as premissas de um programa de fidelidade. Assim, uma empresa que atue com a modalidade deve auxiliar seus clientes na jornada de fidelização, ofertando premiações tangíveis e contando com uma ferramenta tecnológica que auxilie na criação, manutenção e reparação de seus programas de fidelidade, com o desenvolvimento de um roteiro objetivo que agregue valor ao negócio. 

Segundo Angelo Gomes, é preciso definir o objetivo a ser alcançado com o programa de fidelidade, além de conhecer os clientes e buscar o ponto de equilíbrio entre as premiações e o caixa. “É necessário investir em comunicação e em ferramentas. E nada de fórmulas mirabolantes para pontuação ou premiações inalcançáveis, pois ‘menos é mais’”, conclui.

Para mais informações, basta acessar: https://meuappdefidelidade.com.br/

Website: https://meuappdefidelidade.com.br/

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