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Custo Brasil impõe uma jornada de obstáculos a importadores e exportadores

Processos burocráticos longos e complexos geram obstáculos significativos para importadores e exportadores brasileiros. Diante desses impasses, como descobrir meios de facilitar essas operações?

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São Paulo/SP 22/9/2022 – É notório mencionar os avanços e conquistas obtidas na economia nos últimos 3 anos, principalmente com investimento massivo na infraestrutura.

Processos burocráticos longos e complexos geram obstáculos significativos para importadores e exportadores brasileiros. Diante desses impasses, como descobrir meios de facilitar essas operações?

Os caminhos percorridos por importadores e exportadores brasileiros para que seus produtos sejam escoados passam por uma verdadeira corrida de obstáculos. Processos burocráticos complexos e barreiras tarifárias extremamente onerosas acabam comprometendo negócios que poderiam ser mais competitivos.

Apesar dos entraves, de fato, o Brasil é um país com imenso potencial para alcançar resultados expressivos em transações comerciais internacionais. Prova disso são os números animadores alcançados em operações de importação e exportação no mês de julho de 2022.

Segundo dados divulgados pelo Ministério da Economia, referentes ao mês mencionado, as exportações chegaram ao valor de 30 bilhões de dólares; enquanto as importações bateram os 24,5 bilhões de dólares. Consequentemente, a corrente de comércio, soma das transações de exportação e importação, chegou a 54,4 bilhões de dólares, resultando em saldo positivo de aproximadamente 5,5 bilhões na balança comercial.

Esses números dão uma dimensão sobre a capacidade de o Brasil atuar no mercado internacional, mesmo diante dos desafios. Portanto, se houvesse mais mecanismos para simplificar questões burocráticas, o país poderia se tornar uma verdadeira potência no cenário internacional.

A complexidade da burocracia brasileira

Quando se trata de operações de importação e exportação, é comum, no Brasil, que documentações enviadas aos órgãos competentes passem por longas etapas antes da liberação.

Para complicar a situação, geralmente, importadores e exportadores precisam apresentar informações idênticas a diferentes entidades governamentais, em função da falta de sistemas que possibilitem compartilhamento eficiente de dados, tornando os processos lentos e redundantes.

A complexidade referente às documentações estende-se às questões tributárias atreladas às transações, principalmente em se tratando de importações, já que exportações trazem divisas para a economia e, assim, podem ser beneficiadas com obrigações fiscais mais simples.

Contudo, em relação às importações, as empresas precisam arcar com uma lista de tributos, como: Imposto de Importação (II), Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), PIS/Pasep, Cofins, ICMS; além de custos adicionais, que podem incluir taxa extra de armazenagem, demurrage (período de sobre-estadia do contêiner), etc. Logo, o excesso de encargos pode até inviabilizar o lucro de empresas importadoras.

O Custo Brasil

Tamanhas são as dificuldades enfrentadas, que já se convencionou denominar de Custo Brasil o conjunto complexo de questões burocráticas e tributárias do país que prejudicam a produção nacional. Trata-se, portanto, de um fator que coloca as exportações e as importações do país em franca desvantagem diante da concorrência mundial.

De acordo com o relatório da CNI – Confederação Nacional da Indústria –, o Custo Brasil torna o valor da produção nacional mais elevado do que em outros países em função de inúmeras distorções. Além dos aspectos tributários e burocráticos citados, a entidade destaca, por exemplo, a ineficiência interna em infraestrutura de transporte, energia e comunicações.

Além disso, em seu levantamento de 2021, a CNI apurou que, enquanto os produtos brasileiros são submetidos, em média, a 4,6% de tarifa de importação, quando vendidos a outros países, produtos de países concorrentes, com características econômicas e geográficas similares, estão sujeitos a uma tarifação média de 2,3%. Portanto, a taxação superior à que os produtos nacionais são submetidos lá fora também contribui para reduzir a competitividade no cenário internacional.

Como gerar oportunidades, apesar dos entraves?

O potencial de expansão do Brasil no cenário internacional é imenso, pois, apesar dos entraves, o país consegue obter resultados relativamente bons na corrente de comércio. Contudo, para se obter melhores oportunidades, diversos fatores relacionados à estrutura e à burocracia do país precisam de mudanças profundas.

Maurício Welsh, Diretor Comercial da Windlog, empresa que atua há 18 anos com Gestão Logística e Frete Internacional, comentou sobre alguns pontos importantes que impactariam diretamente na posição do Brasil no mercado internacional.

Welsh destaca que, no país, o procedimento burocrático está concentrado sobre processos de importação. Ele ressalta também que, nos últimos anos, houve integração digital em vários segmentos e controles aduaneiros, direcionados à desburocratização no setor. Além disso, em breve, haverá maior facilidade nas liberações alfandegárias com a implementação da Duimp.

Por outro lado, Maurício Welsh lembra que o Brasil se tornaria mais competitivo caso tivesse redução ou padronização da alta carga tributária imposta aos importadores, resultando em maior número de transações de compra e venda de mercadorias.

“Infelizmente os altos custos internos, conhecidos como Custo Brasil, atrelados à carga tributária elevada, ainda nos prejudicam para maior representatividade no cenário internacional. É notório mencionar os avanços obtidos na economia nos últimos 3 anos, principalmente com investimento massivo na infraestrutura de portos, terminais, estradas e ferrovias, permitindo melhor escoamento e distribuição de mercadorias”, declara Maurício.

O Diretor Comercial da Windlog ainda destaca que outros fatores que contribuem para elevação do chamado Custo Brasil são: divergência de impostos entre os Estados (ICMS), ineficiência na infraestrutura nacional, principalmente em zonas remotas, altíssimo custo para contratação de funcionários (CLT), lentidão em órgãos governamentais, preço do combustível, alta do dólar, inflação generalizada após a pandemia, além da alta incidência de roubos de cargas, resultando em maiores gastos com seguro.

“É o consumidor final que, infelizmente, acaba absorvendo estes custos na aquisição dos produtos. O setor industrial precisa entender profundamente os entraves descritos acima, incluindo particularidades na logística, para ter crescimento e permanência no segmento”, conclui Maurício Welsh.

Em meio a todos os contratempos a que estão sujeitos exportadores e, principalmente, importadores, em operações de comércio internacional, existem soluções efetivas despontando para que o Brasil ganhe mais representatividade no cenário internacional.   

Website: https://windlog.com.br/

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Cultivo e preservação das árvores é uma preocupação mundial

Os ecossistemas das florestas são responsáveis por 80% do total de absorção do carbono na superfície terrestre.

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São Paulo 28/9/2022 – A relevância da floresta para o equilíbrio climático, torna os esforços direcionados à conservação do bioma um objetivo de apelo global.

Os ecossistemas das florestas são responsáveis por 80% do total de absorção do carbono na superfície terrestre.

No dia 21 de setembro, comemorou-se o Dia da Árvore, com a proposta de ser um bom momento para refletir sobre a importância da flora para o equilíbrio da vida no planeta. O desmatamento, as queimadas, a poluição do ar, a alteração das temperaturas e as novas doenças decorrentes de modificações de ecossistemas têm afetado a saúde e o bem-estar da população em geral, como informa uma nota técnica do WWF-Brasil, que mostra essa íntima relação.

A conscientização ambiental requer a percepção e compreensão da importância do meio ambiente natural para a sobrevivência de todas as espécies. Pequenas ações individuais podem fazer grande diferença neste processo.

Plantar uma árvore é uma atitude muito louvável, mas requer conhecimento, é preciso respeitar seu bioma, não se deve cultivar o mogno no sul do país, sabendo que esta é endêmica da Amazônia. As árvores tem ligação direta com o nível subterrâneo, suas raízes exploram as profundezas.

O plantio de espécies exóticas é prejudicial ao meio ambiente , essas espécies podem se multiplicar sem controle, transformando-se numa praga, além de competir desigualmente pelo espaço, chegando até a matar as espécies nativas. Algumas espécies exóticas tem as raízes estruturadas para absorver toda a água que conseguirem, tornando o solo pobre e seco.

“A relevância da floresta para o equilíbrio climático, biodiversidade e bioeconomia torna os esforços direcionados à conservação do bioma um objetivo de apelo global, pois diz respeito a toda a humanidade”, diz Fabiana Prado, coordenadora do LIRA/IPÊ.

“A preservação da Floresta Amazônia deve se dar não por meio da imposição estrangeira, mas como fruto da conscientização nacional. Manter a floresta de pé beneficia toda a população do planeta, enquanto a permissividade das práticas ilegais de desmatamento trará consequências danosas à economia brasileira, e em especial às regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul, responsáveis por mais de 70% do PIB Brasil”, salienta Vininha F. Carvalho, editora da Revista Ecotour News (www.revistaecotour.news).

O projeto “Recuperação de Serviços de Clima e Biodiversidade no Corredor Sudeste da Mata Atlântica Brasileira”, Conexão Mata Atlântica, tem o objetivo de aumentar a proteção da biodiversidade e da água e combater mudanças climáticas. Para isso, promove atividades de conservação da vegetação nativa, adoção de sistemas mais produtivos e melhoramento da gestão de unidades de conservação.

No Estado de São Paulo, os responsáveis pela execução do projeto são a Coordenadoria de Fiscalização e Biodiversidade, da Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente, e a Fundação Florestal. Suas ações estão orientadas por componentes, de acordo com objetivos específicos, e os chamamentos para participação da sociedade são feitos por meio de editais.

A fim de fomentar o desenvolvimento do setor de árvores plantadas no Brasil, a Ibema anunciou uma novidade que marcou o Dia da Árvore em 2022: – a plantação massiva de árvores de reflorestamento no interior do Paraná. “O reflorestamento de árvores de eucalipto e pinus ficou estagnado nos últimos anos. Por isso, inauguramos a Ibema Florestal, que nasce com o propósito de preservar e fomentar essas espécies no estado”, explica a diretora de Supply Chain da Ibema, Irlene Demeneck.

A proposta da campanha “As Árvores que nos Tocam”, lançada pela Klabin em celebração ao Dia da Árvore neste ano, contemplou a divulgação de um vídeo produzido pela empresa que conecta o meio ambiente à música, com o uso da tecnologia, e que tem como ponto de partida uma canção inédita interpretada pela Orquestra Sinfônica de Heliópolis em uma área florestal da Klabin em Telêmaco Borba, no Paraná, e também no Grande Auditório do MASP, em São Paulo.

“As árvores são a base do negócio da Klabin e materializam o compromisso da empresa com o meio ambiente. Buscamos por meio desta campanha sensibilizar as pessoas de um modo inovador, deixando que as próprias florestas emitam essa mensagem, que traduz, por meio da música, toda a beleza da natureza, que precisa e deve ser conservada. Criamos um filme poético, impactante e a nossa intenção é sensibilizar o público”, explica Carime Kanbour, gerente de Comunicação, Marca e Reputação da Klabin.

Para Mariana Napolitano, gerente de ciências do WWF-Brasil, é inegável que as florestas são uma fonte de benefícios para o ser humano, e sua degradação e supressão podem trazer riscos graves à saúde humana. Cuidar do planeta é efetivamente cuidar da saúde.

De acordo com um estudo da Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), associação responsável pela representação institucional da cadeia produtiva de árvores plantadas, o volume de árvores para fins industriais plantadas por dia no Brasil, já chegou à marca de 1 milhão de novas mudas cultivadas diariamente.

“Esse número coloca o Brasil em posição de destaque, já que as árvores são responsáveis por remover e estocar CO2, um dos gases do efeito estufa, que causa grave impacto nos efeitos do clima”, finaliza a ambientalista Vininha F. Carvalho.

Website: https://www.revistaecotour.news

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Ligação telefônica segue como umas das melhores formas de atendimento ao cliente

Atendimento humanizado se destaca como fator determinante

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Sao Paulo – SP 28/9/2022 – O fato do telefone ser síncrono, diminui a ansiedade dos clientes para solucionar possíveis problemas

Atendimento humanizado se destaca como fator determinante

Cada vez mais os consumidores possuem novas opções de atendimento, como chatbots, WhatsApp, redes sociais, entre outros. Mas o atendimento telefônico segue como uma das escolhas preferidas entre os clientes, devido a sua urgência e ao atendimento humanizado que o telefone transmite.  

Esse contato imediato que o aparelho telefônico, seja ele fixo ou móvel, proporciona, é conhecido também como comunicação síncrona. Ela ocorre quando o emissor e o receptor conversam em tempo real, diferentemente da comunicação assíncrona, onde o emissor realiza o envio da mensagem, mas não recebe uma resposta de maneira imediata. 

Segundo pesquisa realizada em abril de 2022 pelo Capterra, o telefone, com 33%, foi a segunda opção mais respondida pelos entrevistados, quando questionados sobre a preferência no atendimento ao cliente, ficando atrás apenas do chat ao vivo com agente, que lidera o estudo com 48%. 

Para Thiago Silva, Diretor de Operações da IUNGO, operadora de telefonia fixa que atua no mercado de PABX Virtual há mais de 5 anos, isso possui uma explicação: “É assim no nosso dia a dia, quando você tem um problema ou precisa tratar de algo urgente, não quer utilizar o WhatsApp, ficar falando com chatbot ou colocando diversas informações no robô para depois ser direcionado a um atendente. O telefone é isso, é sobre a urgência de ser atendido, quando percebemos ainda que uma empresa possui 0800, temos a certeza da importância que é dado ao seu cliente”, afirma. 

Os participantes da pesquisa também elencaram algumas vantagens das ligações telefônicas, onde 81% dos entrevistados disseram que o canal é o que traz mais facilidades para o consumidor se explicar melhor e fazer mais perguntas.  

Thiago endossa o resultado e ressalta uma solução encontrada em sua operação, que contribuiu na relação empresa x cliente: “O fato do telefone ser síncrono, diminui a ansiedade dos clientes para solucionar possíveis problemas e colabora para eles se expressarem de maneira mais dinâmica. Já com o PABX Virtual foi possível otimizar o atendimento, direcionando o cliente para a pessoa certa, ter confiança nas gravações de chamadas e melhorias de processos de LGPD, além de beneficiar na gestão do dia a dia dos colaboradores, pois o PABX não substitui o humano, mas facilita o trabalho do mesmo”, conclui. 

Cabe destacar que a telefonia fixa, alinhada com a mobilidade, também é uma das maneiras encontradas pelas organizações para auxiliar em um ótimo atendimento ao cliente, independentemente do local de trabalho (casa ou escritório). 

Para saber mais, acessar: https://www.iungo.cloud/ 

Website: https://www.iungo.cloud/

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Especialista comenta pilares para fidelização do consumidor

CEO da Meu App de Fidelidade explica a sinergia entre “bom atendimento”, “bons produtos” e “preços justos”, pilares para fidelizar o cliente

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28/9/2022 – Se, na recompensa recebida, o consumidor tiver uma percepção de valor real, o encantamento com a marca é imediato e isso vai para o seu subconsciente

CEO da Meu App de Fidelidade explica a sinergia entre “bom atendimento”, “bons produtos” e “preços justos”, pilares para fidelizar o cliente

O mercado de fidelização retornou ao patamar pré-pandemia. Segundo indicadores da ABEMF (Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização), o número de pontos/milhas emitidos no último trimestre de 2021 aumentou 61,9% em relação ao igual período do ano anterior e 20,7% em comparação ao 3º trimestre de 2019, atingindo a marca de 89,4 bilhões de pontos/milhas.

Segundo a entidade, 70,7% dos resgates em programas de pontos/milhas realizados no terceiro trimestre viraram passagens aéreas. Para Angelo Gomes, CEO da Meu App de Fidelidade, os dados mostram um aumento significativo no engajamento dos consumidores em programas de fidelidade.

“A percepção de ser recompensado por uma compra que já seria feita torna a experiência mais atraente”, afirma. “Se, na recompensa recebida, o consumidor tiver uma percepção de valor real, o encantamento com a marca é imediato e isso vai para o seu subconsciente, fazendo que em qualquer necessidade futura, ele lembre-se da marca e volte a comprar”.

Para Angelo Gomes, é necessário investir esforços para fidelizar os clientes em um momento de retomada econômica. Ele destaca que, ao lado de um programa de fidelidade simples e transparente, a entrega de um bom atendimento, produtos de qualidade e preço justo são os quatro pilares fundamentais para a fidelização do cliente.

Pensando nisso, a reportagem organizou os comentários do especialista sobre os quatro pilares citados nos tópicos a seguir:

1 – Atendimento

Na visão de Angelo Gomes, o atendimento é “a alma do negócio”, quando tem início o processo de cativação do cliente. “Se aliarmos o bom atendimento com bons produtos, teremos atingido em 50% a necessidade do cliente dado a noção de que ele resolverá seu problema”.

Para o especialista, atendentes capacitados para o atendimento fazem parte da premissa básica em uma estratégia de fidelização. “Atendentes atentos, asseados e dispostos, além de ser o cartão de visitas do seu negócio, fazem do bom atendimento o principal diferencial para o retorno do seu cliente”.

Uma vez que o consumidor se sentiu bem acolhido, respeitado, reconhecido, e teve sua necessidade atendida, ele voltará ao estabelecimento, complementa Angelo Gomes.

2 – Bons produtos

Para o CEO da Meu App de Fidelidade, os diferenciais de fabricação e acabamento são, positivamente, percebidos pelo público. Ele conta que os primeiros pontos que determinam um bom produto são os tangíveis, percebidos de forma direta, como matérias-primas, desempenho, durabilidade, padrão estético, e resistência, entre outros.

“A sensação de prestígio e confiabilidade transmitidos pela marca, além da satisfação que o cliente terá ao utilizar o produto, farão com que o produto não seja visto, apenas, como bonito, durável e com boas características, mas como algo adquirido com tranquilidade, confiança e que gerou satisfação em seu uso”, pontua.

Ele destaca que uma empresa não pode atrair clientes com diferenciais de qualidade se não tiver parceiros dispostos a prestar uma assistência que garanta uma experiência de compra completa e positiva no pós-venda, algo que caracteriza um bom produto.

3 – Preço justo

“Hoje em dia todos os clientes compram comparando o produto e o valor do produto pela internet. Raríssimas são as exceções onde a compra ocorre sem uma ‘olhadinha no Google’”, afirma Angelo Gomes.

Logo uma precificação justa em um bom produto, prossegue ele, não cria uma distorção tamanha que faça com que o cliente opte por esperar a chegada do produto ao invés de tê-lo de forma imediata.

4 – Programa de Fidelidade simples e transparente

Para o CEO, simplicidade e transparência devem ser as premissas de um programa de fidelidade. Assim, uma empresa que atue com a modalidade deve auxiliar seus clientes na jornada de fidelização, ofertando premiações tangíveis e contando com uma ferramenta tecnológica que auxilie na criação, manutenção e reparação de seus programas de fidelidade, com o desenvolvimento de um roteiro objetivo que agregue valor ao negócio. 

Segundo Angelo Gomes, é preciso definir o objetivo a ser alcançado com o programa de fidelidade, além de conhecer os clientes e buscar o ponto de equilíbrio entre as premiações e o caixa. “É necessário investir em comunicação e em ferramentas. E nada de fórmulas mirabolantes para pontuação ou premiações inalcançáveis, pois ‘menos é mais’”, conclui.

Para mais informações, basta acessar: https://meuappdefidelidade.com.br/

Website: https://meuappdefidelidade.com.br/

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