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Rastreio de câncer de próstata salva vidas

Polêmica coloca de um lado Ministério da Saúde e de outro principais Sociedades de Urologia e Oncologia do mundo quando o assunto é o rastreio para o câncer de próstata.

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Florianópolis, SC. 20/11/2023 –

Polêmica coloca de um lado Ministério da Saúde e de outro principais Sociedades de Urologia e Oncologia do mundo quando o assunto é o rastreio para o câncer de próstata.

O câncer de próstata é a neoplasia sólida mais comum nos homens, costuma ocorrer em homens acima dos 40 anos, com pico de incidência aos 66 anos. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), este câncer é o segundo mais comum entre os homens no país, atrás apenas do câncer de pele não melanoma. De acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), a cada 40 minutos um homem morre de câncer de próstata. Dados mostram que 20% dos pacientes com a doença são diagnosticados em estágios avançados. E mais, que o câncer de próstata é o principal medo em relação às doenças urológicas em homens.

O Novembro Azul é uma campanha de conscientização a respeito de doenças masculinas, com ênfase na prevenção e no diagnóstico precoce do câncer de próstata. Em meio ao tabu e preconceito, outra polêmica vem ganhando espaço no cenário: a efetividade ou não do rastreamento populacional para a doença, ação na qual homens sem sintomas são orientados a realizar os exames de PSA (de sangue) e de toque retal com o objetivo de detectar eventuais tumores em fase inicial.

O Ministério da Saúde passou a não recomendar o rastreamento populacional sob o argumento de que estudos científicos verificaram que programas de rastreamento não têm grande impacto na redução de mortalidade pela doença e podem causar danos à saúde do homem. Isso porque o paciente diagnosticado tem um risco aumentado de passar por um tratamento que seria desnecessário e que pode deixar sequelas como incontinência urinária e disfunção erétil.

Já as principais sociedades de Urologia e Oncologia do mundo, incluindo a Sociedade Brasileira de Urologia, recomendam o rastreio anual do câncer de próstata em homens a partir dos 45 anos de idade com fatores de risco (afrodescentes e história familiar positiva em parentes de 1º Grau) e a partir dos 50 anos  em todos os homens. O médico urologista Vicente Codagnone Neto explica que o câncer de próstata, na imensa maioria dos casos, não causa sintomas, pois localiza-se na zona periférica da próstata e sintomas como sangramento, obstrução urinária e dor óssea são vistos em doenças avançadas e metastáticas. “Em doenças avançadas a cura já não é possível. Ressalta-se que, ao diagnosticar o câncer de próstata precocemente, as chances de cura são maiores que 90%. Dados mostram que 20% dos pacientes com a doença são diagnosticados em estágios avançados”, explica. E mais: “com o avanço da tecnologia em exames de imagem e laboratoriais, hoje temos disponíveis alguns  artifícios para que se evite uma biópsia desnecessária. Exames como a Ressonância Magnética e marcadores tumorais como o PHI e 4K score são alguns deles. A tecnologia no tratamento do câncer de próstata também evoluiu, sendo a Cirurgia Robótica o tratamento que leva a melhores resultados funcionais no sentido de preservar a ereção e a continência urinária mais precocemente. A Cirurgia Robótica também leva a uma  recuperação operatória mais rápida e com menor sangramento operatório, quando comparada às cirurgias abertas”, pontua.

O médico ressalta que o diagnóstico precoce pode ajudar não só no tratamento oncológico da doença como também na preservação da continência e da potência sexual. “Em 2012, nos EUA, os exames de rastreio deixaram de ser recomendados e o resultado foi desastroso. Observou-se um aumento no diagnóstico de câncer em estágio mais avançado e com metástases. Atualmente, voltou-se a aconselhar o rastreio do câncer de próstata com o PSA e o exame do toque retal, individualizando cada paciente de acordo com suas características e riscos.

O empresário Raul Schmitt conta que desde cedo faz acompanhamento, seu pai faleceu de câncer de próstata. “O tabu, a falta de informação e o próprio medo o afastavam de procurar ajuda. Quando os sinais apareceram, já era tarde”, conta. E a precaução tem ajudado na sua qualidade de vida. “Fui diagnosticado com hiperplasia prostática benigna, uma condição que faz a próstata crescer. Por conta disso, faço acompanhamento duas vezes por ano, preocupado com o aparecimento de um câncer de próstata e com foco na saúde integral”, explica.

Dados alarmantes

No estado de Santa Catarina foram registradas 534 mortes por câncer de próstata em 2022, o segundo pior patamar anual na série de registros da Diretoria de Vigilância Epidemiológica catarinense (Dive-SC) sobre a doença, que teve início em 1996. Só ficou atrás de 2019, quando 542 pessoas morreram. Para 2023, a previsão da Secretaria de Estado de Saúde é de haver 1,7 mil casos em Santa Catarina.

A estimativa do Inca é de 72 mil novos casos dessa forma de tumor maligno no país a cada ano até 2025. Quando as manifestações clínicas começam a aparecer, cerca de 95% dos tumores desse tipo já estão em fase avançada, segundo informações do Ministério da Saúde. Nesta fase, os sintomas são:

– Dor óssea;

– Dores ao urinar;

– Vontade de urinar com frequência;

– Presença de sangue na urina e/ou no sêmen.

Vale destacar que ardência/dificuldade para urinar não é um sintoma da doença, embora possa indicar alguma outra patologia.

Tabu

Apesar das orientações, o tabu envolvendo a saúde masculina, especialmente em relação ao exame de toque retal, continuam sendo um obstáculo. “Um dos grandes entraves para que os homens realizem seus exames de rotina é o preconceito, o tabu, que sempre está acompanhado de medo, vergonha e falta de informação. Por isso é muito importante conversarmos abertamente sobre o tema, para salvarmos vidas. O exame de toque é rápido, indolor e não fere a masculinidade do homem e, associado ao PSA, feito por exame de sangue, aumentam a chance dessa doença ser diagnosticada de forma mais precoce”, pondera o médico urologista Vicente Codagnone Neto.

Website: http://www.avitamedicina.com.br/

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Transplante de barba cresce no mercado masculino

Na busca pela barba perfeita, a técnica de transplante capilar se destaca como uma técnica inovadora e eficiente.

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São Paulo 29/11/2023 –

Na busca pela barba perfeita, a técnica de transplante capilar se destaca como uma técnica inovadora e eficiente.

Segundo artigo publicado pela Revista Brasileira de Cirurgia Plástica (SBPC) o transplante de barba é um procedimento cirúrgico minucioso que tem ganhado popularidade nos últimos anos. Sendo indicado para homens que desejam melhorar ou restaurar a densidade da barba, preencher áreas com falhas ou corrigir imperfeições na região facial. Este procedimento é realizado por cirurgiões experientes e envolve a transferência de folículos capilares de uma área doadora, geralmente da região posterior da couro cabeludo, para a área facial tendo como objetivo promover o crescimento dos pelos faciais, proporcionando um visual mais cheio e espesso.

 De acordo com os  dados da International Society of Hair Restoration Surgery (ISHRS),  o transplante de barba representou  1,5% de todos os transplantes capilares realizados em 2012.

A cirurgia é realizada em centro cirúrgico sem a necessidade de anestesia e dura em média de seis a sete horas. Em um único procedimento é possível transplantar até 10.000 fios, quantidade suficiente para cobrir completamente a área calva. 

Especialista na técnica FUE e transplante de barba, o Dr. Álvaro Tulio Fortes, cita que muito de seus pacientes buscam o transplante de barba como recurso para sanar problemas de autoestima e sociabilidade.

Ainda segundo o Dr. Álvaro, o processo de transplante de barba segue os seguintes passos:

  1.  Avaliação: antes do procedimento, o paciente passa por uma avaliação médica completa, na qual o cirurgião analisa a qualidade e a quantidade de cabelo na área da doadora e determina a melhor abordagem para alcançar os resultados desejados.

  2. Anestesia: o paciente é anestesiado localmente para garantir conforto durante a cirurgia.

  3. Extração de folículos: os folículos capilares são retirados da área da doadora com uma técnica especial chamada FUE (Extração de Unidade Folicular) ou FUT (Transplante de Unidade Folicular). A escolha entre essas técnicas depende das necessidades individuais do paciente e da avaliação do instrumento.

  4. Preparação dos folículos: após a remoção, os folículos são cuidadosamente preparados para o transplante, garantindo que estejam saudáveis ​​e intactos.

  5. Implantação dos folículos: os folículos capilares preparados são implantados na área da barba, seguindo o desenho e a densidade desejada. O uso realiza pequenos cortes na pele e insere os folículos um por um, criando uma barba natural e simétrica.

  6. Recuperação: após a cirurgia, o paciente pode experimentar desconforto, desconforto e desconforto temporário na área tratada. O tempo de recuperação varia de pessoa para pessoa, mas a maioria dos pacientes pode retomar suas atividades normais dentro de alguns dias por semana.

Ainda segundo o especialista Dr. Álvaro Fortes, o transplante de barba é uma solução eficaz para aqueles que desejam uma barba mais completa e densa, mas que apresentam dificuldades genéticas ou imperfeições naturais na região facial. Vale ressaltar que os resultados finais podem levar meses para se tornarem totalmente visíveis, à medida que os folículos transplantados crescem e se estabelecem.

É importante discutir suas expectativas e opções com um cirurgião experiente antes de optar pelo transplante de barba, para que vse possa entender completamente o procedimento e tomar uma decisão informada.

 

 

 

 

 

Website: https://tuliohairtransplant.com.br/

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Plano de expansão leva cartão de benefícios a 200 mil vidas

Ação da empresa CS Saúde busca reverter o cenário nacional no qual a insatisfação dos brasileiros com o sistema de saúde chega a 35%

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29/11/2023 –

Ação da empresa CS Saúde busca reverter o cenário nacional no qual a insatisfação dos brasileiros com o sistema de saúde chega a 35%

O CS Saúde, empresa que atua com cartão de benefícios, anunciou recentemente que a companhia bateu a marca de 200 mil vidas atendidas. A corporação nasceu em 2018, em São Lourenço (MG), e investiu em um plano de expansão que levou o negócio a nove estados do Brasil, fornecendo uma rede de benefícios de saúde e um clube de vantagens para os assinantes. 

O cartão de benefícios permite que o cidadão tenha acesso a consultas, exames, soluções odontológicas e diversos serviços da área da saúde. Além disso, com o uso cotidiano, o cliente pode consumir itens com descontos em lugares como quintas, açougues, revendedoras de gás de cozinha, postos de gasolina e padarias. O CS Saúde também atua em parceria com diversos e-commerces de grande porte como Netshoes, Polishop, Cacau Show, entre outros e ainda trabalha com o comércio local das cidades onde está presente.  

A solução surge em um panorama em que mais brasileiros têm uma opinião negativa (35%) do que positiva (31%) sobre o sistema de saúde no geral, como demonstra a pesquisa “Global Health Service Monitor 2023”, realizada pelo Instituto Ipsos.

“Ao atingir a marca de 200 mil pessoas, o CS Saúde comemora com um sentimento de gratidão e compromisso em cada passo percorrido ao longo de sua existência”, afirma Rodrigo Mancilha Pivato, sócio-fundador do CS Saúde.

Ele conta que, desde o início de sua trajetória, a missão da empresa é fornecer serviços de saúde acessíveis a todos que buscam assistência. “A equipe trabalhou para garantir que essa missão se tornasse uma realidade. Hoje, a instituição agradece não apenas à equipe que possui, mas também aos profissionais de saúde e a todos os parceiros que fazem parte desse time”, diz Pivato.

Além disso, o CS Saúde oferece produtos de diferentes segmentos como o CS Farma, CS Telemedicina, CS Energy, CS Bem Estar, CS Bank, entre outras modalidades que fazem parte do CS Grupo.

“Entre os planos para o futuro, o CS Saúde quer chegar a cada vez mais pessoas e continuar fornecendo saúde, bem-estar e economia para todos”, afirma o empresário. “Nossa meta é atingir 1 milhão de pessoas até 2030”, revela.

Para mais informações, basta acessar: https://www.conveniosocialsaude.com.br/

Website: https://www.conveniosocialsaude.com.br/

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Restor garante concessão de US$ 1,9 milhão pelo Google

Recentes avanços científicos revelam que 61% da captura de carbono pelas florestas pode
ser alcançada por meio da proteção das florestas existentes, com o Brasil tendo o potencial
de contribuir com quase 12% da redução global de carbono por florestas.
Restor recebe doação de US$ 1,9 milhão do Google.org, reforçando sua capacidade de transformar a ciência em ação, capacitando governos, incluindo o do Brasil

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São Paulo – SP 29/11/2023 –

Recentes avanços científicos revelam que 61% da captura de carbono pelas florestas pode
ser alcançada por meio da proteção das florestas existentes, com o Brasil tendo o potencial
de contribuir com quase 12% da redução global de carbono por florestas.
Restor recebe doação de US$ 1,9 milhão do Google.org, reforçando sua capacidade de transformar a ciência em ação, capacitando governos, incluindo o do Brasil

Um novo estudo do laboratório de pesquisas que fundou o Restor, o Crowther Lab da ETH Zürich, reforça que florestas nativas biodiversas têm papel chave no cumprimento das metas globais de clima e de biodiversidade. O estudo revelou que as florestas nativas biodiversas têm o surpreendente potencial de capturar aproximadamente 226 Gt de carbono, equivalente a 30% das metas de redução de carbono globais. A maior parte desse potencial, 61%, pode ser efetivada por meio de iniciativas lideradas pela comunidade para proteger as florestas naturais existentes. Os restantes 88 Gt (39%) podem ser alcançados por meio de iniciativas lideradas pelas comunidades para reconectar florestas fragmentadas e restaurar áreas florestais degradadas.

O Restor foi desenvolvido para facilitar milhões de iniciativas de biodiversidade lideradas por comunidades em todo o mundo. Atualmente, o Restor oferece visibilidade e conectividade a 130.000 projetos em mais de 140 países. Ele fornece dados científicos para acompanhar o progresso em relação a carbono, água e biodiversidade, além de imagens de satélite de alta resolução que mostram mudanças ao longo do tempo.

A iniciativa do Restor oferece uma solução viável, capacitando governos, como o do Brasil, a frear e reverter a perda de biodiversidade até 2030. O Restor transforma ciência em ação, tendendo iniciativas lideradas pela comunidade, governos, organizações comunitárias e empresas. Para reforçar a capacidade da plataforma, o Restor recebeu uma doação adicional de US$1,9 milhão do Google.org para fortalecer sua capacidade de monitorar e acompanhar o progresso em relação às metas globais de biodiversidade.

Apesar de as paisagens florestais representarem 59,4% da cobertura da terra do Brasil, o país enfrentou uma realidade impactante em 2022, representando 43% do desmatamento tropical global. Isso resultou na perda de quase 2 milhões de hectares na Floresta Amazônica, sendo a maior perda não relacionada a incêndios desde 2005, representando uma ameaça significativa à rica biodiversidade da região, que abriga mais de 50.000 plantas, 1.300 aves, 2.700 peixes e inúmeros insetos, colocando espécies únicas em risco.

O cumprimento dos compromissos do Acordo de Paris exige um investimento substancial de R$228 bilhões de fontes públicas e privadas, com o objetivo de restaurar 12 milhões de hectares de vegetação nativa até 2030. No entanto, conservando, restaurando e gerenciando de forma sustentável suas florestas, o Brasil pode contribuir com 11,2% (25,4 Gt de carbono) da redução global de carbono por florestas, conforme demonstrado na pesquisa mais recente do Crowther Lab.

O estudo ainda enfatiza que esse potencial florestal não pode ser alcançado por meio de plantações de monoculturas de árvores. Na verdade, requer um desenvolvimento equitativo, incluindo políticas de gestão de terras que priorizem os direitos e o bem-estar das comunidades locais, dos povos indígenas e de produtores rurais que promovam a biodiversidade em todo o mundo.

Empresas:

Ao apoiar iniciativas locais em todo o mundo, o Restor também ajuda empresas e instituições financeiras a acompanhar compromissos de conservação e a demonstrar seu impacto na natureza. Para um impacto positivo na natureza, as organizações devem primeiro analisar suas próprias cadeias de suprimentos para acabar com o desmatamento dentro delas. O Restor pode auxiliar nesse processo ao exibir taxas de desmatamento nas regiões de fornecimento. Além disso, pode favorecer o desenvolvimento equitativo ao investir em portfólios de esforços liderados pelas comunidades que promovam a biodiversidade, milhares dos quais podem ser encontrados na rede Restor.

Governos:

O Restor também é capaz de apoiar os governos no acompanhamento e em relatos de progresso de seus compromissos de biodiversidade. Com dados provenientes de sua rede de iniciativas lideradas localmente, o Restor pode rastrear metas climáticas e de biodiversidade delineadas em compromissos como o Acordo de Paris, a Declaração dos Líderes de Glasgow sobre Florestas e Uso da Terra e o Quadro Global de Biodiversidade Kunming-Montreal. Ele fornece aos formuladores de políticas os dados necessários para tomar decisões, acompanhar o progresso e acelerar os esforços.

Com uma frente de união entre comunidades, governos e empresas para frear a perda de biodiversidade, esses objetivos podem ser alcançados.

“Os povos indígenas guardam 22% das florestas do mundo e protegem 80% da biodiversidade da Terra”, diz Thomas Crowther, fundador do Restor e autor sênior da pesquisa. “Os sistemas políticos e financeiros devem promover e capacitar esses guardiões da natureza, os quais nos protegem contra as ameaças da perda de biodiversidade e das mudanças climáticas.”

“Com o Restor, qualquer pessoa pode explorar as implicações deste novo estudo para sua empresa, país ou ambiente local”, diz Thomas Elliott, CEO do Restor. “Nossa missão é conectar os guardiões da natureza a uma rede global de atores que podem facilitar a proteção e restauração da biodiversidade em todo o mundo”.

“Essa ciência reafirma como um clima futuro seguro para todos exige a proteção e a restauração de nossas florestas, juntamente com reduções acentuadas nas emissões de combustíveis fósseis”, diz a Dra. Susan Cook-Patton, cientista sênior de restauração florestal da The Nature Conservancy. “Para trabalhar em direção a um futuro equitativo, precisamos reduzir nossas emissões e investir na natureza”.

“Embora as florestas não possam substituir as reduções de emissões, nossos resultados apoiam a ideia de que a conservação, a recuperação e o manejo sustentável de diversas florestas oferecem contribuições valiosas para atingir as metas globais de clima e biodiversidade”, enfatiza o Dr. Pedro Brancalion, professor da Universidade de São Paulo e coautor do estudo. “A perda de florestas no Brasil mais do que dobrou desde 2015, passando de 8.288 km² naquele naquele ano para 17.726 km² em 2022, um salto de 113,8%. Precisamos de uma frente unida para evitar as piores consequências da perda de biodiversidade e das mudanças climáticas, além de todos os impactos sociais negativos que elas têm causado”.

Website: http://www.restor.eco

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